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Assim, que vai ser quando o Brasil implementar a #drex #DREXbrasil #realdigital toda vantagem e privacidade que a tecnologia #blockchain​ oferece em pro de controle governamental. Isso esta perto de ocorrer e com testes ja em processo. ou voce acha que a instabilidade no Brasil do PIX no ultimo mes foi por acaso..... futuro do dinheiro atrelado ao controle governamental. primeiro vai ser o Brasil e jaja o seu pais tambem vai ter sua proprio sistema De FI #DREX medo...😕😅
Assim, que vai ser quando o Brasil implementar a #drex #DREXbrasil #realdigital toda vantagem e privacidade que a tecnologia #blockchain​ oferece em pro de controle governamental. Isso esta perto de ocorrer e com testes ja em processo. ou voce acha que a instabilidade no Brasil do PIX no ultimo mes foi por acaso.....

futuro do dinheiro atrelado ao controle governamental.

primeiro vai ser o Brasil e jaja o seu pais tambem vai ter sua proprio sistema De FI #DREX

medo...😕😅
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A verdade sobre o Drex: quem vai ganhar e quem pode perder com o Real DigitalO Drex, versão digital do real emitida pelo Banco Central do Brasil, está prestes a mudar o jogo no sistema financeiro nacional. Oficialmente classificado como CBDC (Central Bank Digital Currency), o Drex nasce com a promessa de modernizar transações, reduzir custos e integrar de forma inédita o mundo dos pagamentos tradicionais ao universo digital.  Mas, como toda transformação, ele deve criar vencedores e perdedores. Neste artigo, vamos analisar como o Drex pode impactar fintechs, bancos, exchanges e investidores, além de discutir seu efeito sobre o uso de stablecoins e cripto no Brasil. Lembrando que, em termos gerais, já explicamos que tipo de diferencial o Drex trará para os [brasileiros](https://www.binance.com/pt-BR/square/post/25223216588569). A diferença deste artigo é que aqui mostraremos o que deve acontecer para personagens em específico. O que é o Drex e como ele funciona O Drex será emitido exclusivamente pelo Banco Central, com lastro integral no real físico. Ele não é uma criptomoeda descentralizada — seu controle é centralizado e operado na infraestrutura do BC, utilizando tecnologia DLT (Distributed Ledger Technology). A moeda digital será utilizada principalmente no atacado (entre instituições financeiras) no início, mas a expectativa é que, gradualmente, o consumidor final também tenha acesso por meio de aplicativos bancários e carteiras digitais. Principais características: Conversibilidade 1:1 com o real físico;Registro e liquidação instantâneos em ambiente blockchain permissionado;Integração com contratos inteligentes para pagamentos programáveis; Quem pode ganhar com o Drex 1. Fintechs e startups de pagamentos Empresas de tecnologia financeira que conseguirem integrar o Drex rapidamente terão vantagem competitiva. O uso de contratos inteligentes permitirá criar soluções inovadoras, como pagamentos automáticos de assinaturas, operações de crédito instantâneo e liquidações sem intermediários. 2. Exchanges e corretoras cripto O Drex pode funcionar como “ponte” entre o real e ativos digitais, simplificando depósitos e saques em exchanges. A integração com carteiras digitais e protocolos [DeFi](https://www.binance.com/pt-BR/square/post/25565287571738) pode reduzir a fricção e atrair novos usuários. 3. Investidores de cripto e DeFi Se o Drex puder interagir com protocolos que hoje usam stablecoins, ele poderá substituir — ou complementar — ativos como USDT e USDC nas operações locais. Isso significa transações mais rápidas e possivelmente mais baratas para arbitragem e staking on-chain. Quem pode perder com o Drex 1. Bancos e instituições lentas para inovar Quem demorar a oferecer soluções integradas ao Drex pode ver seus clientes migrarem para concorrentes mais ágeis. O custo de adaptação tecnológica pode ser alto, e o mercado não costuma esperar. 2. Stablecoins estrangeiras O uso do Drex pode reduzir a demanda por stablecoins em reais ou dólares para transações domésticas. Embora stablecoins globais continuem relevantes para acesso a mercados internacionais, sua participação em pagamentos internos pode encolher. 3. Empresas dependentes de tarifas de intermediação Ao permitir a liquidação direta entre pagador e recebedor, o Drex pode eliminar intermediários em certas transações, reduzindo receitas de empresas que lucram com taxas de processamento. Como o Drex pode mudar o uso de stablecoins no Brasil Hoje, stablecoins como USDT e USDC têm papel central no ecossistema cripto brasileiro, servindo para a realização de remessas internacionais, realização de [arbitragem](https://www.binance.com/pt-BR/square/post/24280936661161) entre exchanges e proteção contra volatilidade. Com o Drex, transações locais que antes dependiam de stablecoins poderão ser liquidadas diretamente em moeda digital do Banco Central, com menor risco regulatório e custo potencialmente mais baixo. Isso não significa o fim das stablecoins — elas seguirão importantes para operações fora do Brasil e para quem busca exposição cambial —, mas seu papel no dia a dia pode mudar. Impacto nas exchanges brasileiras As corretoras que adotarem rapidamente o Drex poderão oferecer: Depósitos instantâneos 24/7;Retiradas diretas para carteiras digitais de clientes;Maior integração com produtos de renda fixa tokenizada e outros ativos digitais emitidos em real. Por outro lado, exchanges que não se adaptarem poderão perder competitividade, especialmente se fintechs e bancos passarem a oferecer compra de cripto integrada diretamente ao Drex. Pontos de atenção e riscos da implantação do Drex Privacidade e rastreabilidade Todas as transações no Drex serão registradas em um ledger permissionado, o que aumenta a rastreabilidade. Isso pode afastar usuários que valorizam o anonimato;Risco de exclusão financeira A adoção do Drex depende de acesso à internet e dispositivos digitais. Populações sem essa infraestrutura podem ficar temporariamente à margem;Interoperabilidade com cripto Embora haja expectativa de integração, o uso direto do Drex em blockchains públicas dependerá de regulamentações e soluções técnicas. Como se preparar para a chegada do Drex Investidores cripto: monitorem como exchanges e protocolos DeFi irão integrar o Drex, pois isso pode criar novas oportunidades de arbitragem e liquidez;Empresas de tecnologia financeira: comecem a desenvolver APIs e contratos inteligentes que usem Drex como meio de liquidação;Usuários comuns: entendam como funcionará a conversão entre Drex e real físico, e quais bancos ou carteiras terão suporte. Drex: mais oportunidade do que ameaça O Drex não é uma ameaça direta às criptomoedas — mas é uma mudança estrutural no sistema financeiro brasileiro. Quem se adaptar rápido pode ganhar mercado, reduzir custos e criar produtos que antes eram inviáveis. Para o investidor de cripto, ele pode se tornar um aliado estratégico, especialmente em operações locais. Mas, para quem ignorar a mudança, o risco é perder relevância em um cenário cada vez mais digital. E você, já tinha parado para pensar em todas essas possibilidades? #drex #DREXbrasil #CBDC #crypto --- Foto disponível no site do Banco Central

A verdade sobre o Drex: quem vai ganhar e quem pode perder com o Real Digital

O Drex, versão digital do real emitida pelo Banco Central do Brasil, está prestes a mudar o jogo no sistema financeiro nacional. Oficialmente classificado como CBDC (Central Bank Digital Currency), o Drex nasce com a promessa de modernizar transações, reduzir custos e integrar de forma inédita o mundo dos pagamentos tradicionais ao universo digital. 
Mas, como toda transformação, ele deve criar vencedores e perdedores.
Neste artigo, vamos analisar como o Drex pode impactar fintechs, bancos, exchanges e investidores, além de discutir seu efeito sobre o uso de stablecoins e cripto no Brasil.
Lembrando que, em termos gerais, já explicamos que tipo de diferencial o Drex trará para os brasileiros. A diferença deste artigo é que aqui mostraremos o que deve acontecer para personagens em específico.
O que é o Drex e como ele funciona
O Drex será emitido exclusivamente pelo Banco Central, com lastro integral no real físico. Ele não é uma criptomoeda descentralizada — seu controle é centralizado e operado na infraestrutura do BC, utilizando tecnologia DLT (Distributed Ledger Technology).
A moeda digital será utilizada principalmente no atacado (entre instituições financeiras) no início, mas a expectativa é que, gradualmente, o consumidor final também tenha acesso por meio de aplicativos bancários e carteiras digitais.
Principais características:
Conversibilidade 1:1 com o real físico;Registro e liquidação instantâneos em ambiente blockchain permissionado;Integração com contratos inteligentes para pagamentos programáveis;
Quem pode ganhar com o Drex
1. Fintechs e startups de pagamentos
Empresas de tecnologia financeira que conseguirem integrar o Drex rapidamente terão vantagem competitiva. O uso de contratos inteligentes permitirá criar soluções inovadoras, como pagamentos automáticos de assinaturas, operações de crédito instantâneo e liquidações sem intermediários.
2. Exchanges e corretoras cripto
O Drex pode funcionar como “ponte” entre o real e ativos digitais, simplificando depósitos e saques em exchanges. A integração com carteiras digitais e protocolos DeFi pode reduzir a fricção e atrair novos usuários.
3. Investidores de cripto e DeFi
Se o Drex puder interagir com protocolos que hoje usam stablecoins, ele poderá substituir — ou complementar — ativos como USDT e USDC nas operações locais. Isso significa transações mais rápidas e possivelmente mais baratas para arbitragem e staking on-chain.
Quem pode perder com o Drex
1. Bancos e instituições lentas para inovar
Quem demorar a oferecer soluções integradas ao Drex pode ver seus clientes migrarem para concorrentes mais ágeis. O custo de adaptação tecnológica pode ser alto, e o mercado não costuma esperar.
2. Stablecoins estrangeiras
O uso do Drex pode reduzir a demanda por stablecoins em reais ou dólares para transações domésticas. Embora stablecoins globais continuem relevantes para acesso a mercados internacionais, sua participação em pagamentos internos pode encolher.
3. Empresas dependentes de tarifas de intermediação
Ao permitir a liquidação direta entre pagador e recebedor, o Drex pode eliminar intermediários em certas transações, reduzindo receitas de empresas que lucram com taxas de processamento.
Como o Drex pode mudar o uso de stablecoins no Brasil
Hoje, stablecoins como USDT e USDC têm papel central no ecossistema cripto brasileiro, servindo para a realização de remessas internacionais, realização de arbitragem entre exchanges e proteção contra volatilidade.
Com o Drex, transações locais que antes dependiam de stablecoins poderão ser liquidadas diretamente em moeda digital do Banco Central, com menor risco regulatório e custo potencialmente mais baixo.
Isso não significa o fim das stablecoins — elas seguirão importantes para operações fora do Brasil e para quem busca exposição cambial —, mas seu papel no dia a dia pode mudar.
Impacto nas exchanges brasileiras
As corretoras que adotarem rapidamente o Drex poderão oferecer:
Depósitos instantâneos 24/7;Retiradas diretas para carteiras digitais de clientes;Maior integração com produtos de renda fixa tokenizada e outros ativos digitais emitidos em real.
Por outro lado, exchanges que não se adaptarem poderão perder competitividade, especialmente se fintechs e bancos passarem a oferecer compra de cripto integrada diretamente ao Drex.
Pontos de atenção e riscos da implantação do Drex
Privacidade e rastreabilidade
Todas as transações no Drex serão registradas em um ledger permissionado, o que aumenta a rastreabilidade. Isso pode afastar usuários que valorizam o anonimato;Risco de exclusão financeira
A adoção do Drex depende de acesso à internet e dispositivos digitais. Populações sem essa infraestrutura podem ficar temporariamente à margem;Interoperabilidade com cripto
Embora haja expectativa de integração, o uso direto do Drex em blockchains públicas dependerá de regulamentações e soluções técnicas.
Como se preparar para a chegada do Drex
Investidores cripto: monitorem como exchanges e protocolos DeFi irão integrar o Drex, pois isso pode criar novas oportunidades de arbitragem e liquidez;Empresas de tecnologia financeira: comecem a desenvolver APIs e contratos inteligentes que usem Drex como meio de liquidação;Usuários comuns: entendam como funcionará a conversão entre Drex e real físico, e quais bancos ou carteiras terão suporte.
Drex: mais oportunidade do que ameaça
O Drex não é uma ameaça direta às criptomoedas — mas é uma mudança estrutural no sistema financeiro brasileiro. Quem se adaptar rápido pode ganhar mercado, reduzir custos e criar produtos que antes eram inviáveis.
Para o investidor de cripto, ele pode se tornar um aliado estratégico, especialmente em operações locais. Mas, para quem ignorar a mudança, o risco é perder relevância em um cenário cada vez mais digital.
E você, já tinha parado para pensar em todas essas possibilidades?
#drex #DREXbrasil #CBDC #crypto
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Foto disponível no site do Banco Central
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💣 BOMBA💥 Banco Central NÃO 𝗔𝗕𝗔𝗡𝗗𝗢𝗡𝗢𝗨 Blockchain no DREX ❗ ✨PLOT TWIST no Maior Projeto Cripto do Brasil🚀 Fabio Araujo, coordenador do Drex no Banco Central, confirmou no evento Stellar Meridian 2025 que blockchain segue no horizonte da moeda digital brasileira, mesmo após o anúncio de abandono temporário. 💡 O QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO ? ▪️ Mudança tática, não estratégica - BC priorizou resultados de curto prazo ▪️ Desafios técnicos - Privacidade e escalabilidade travaram desenvolvimento ▪️ Fase 3 sem blockchain - Foco no setor de crédito ▪️ Visão futura híbrida - Drex + ativos digitais privados 🎯 COMPARAÇÃO ESTRATÉGICA "Assim como o Pix revolucionou pagamentos, o Drex vai democratizar serviços financeiros" - Fabio Araujo 📊 NÚMEROS QUE IMPORTAM Piloto desde 2023 Milhões de brasileiros impactados (potencial) Tokenização atraindo setor privado Integração com laboratórios de CBDC globais 🔥 POR QUE ISSO É GIGANTE PARA CRIPTO 1️⃣ Brasil mantém posição de líder em CBDCs na América Latina 2️⃣ Tokenização acelerada - Ativos reais na blockchain 3️⃣ Ecossistema híbrido = mais oportunidades DeFi 4️⃣ Parcerias internacionais com outras autoridades monetárias ⚡ IMPACTO DIRETO NO MERCADO Stablecoins brasileiras podem decolar Tokenização de RWA vai explodir - ( Como $ONDO ) DeFi nacional terá base regulatória sólida Exchanges de criptomoedas brasileiras ganham legitimidade 🚨 ATENÇÃO Esta não é uma "marcha ré" - é uma estratégia de implementação gradual. O BC quer entregar resultados rápidos no crédito antes de expandir para blockchain. 💎 OPORTUNIDADES SURGINDO Com tokenização ganhando força, projetos focados em ativos reais brasileiros podem ser as próximas gems. O Brasil não está saindo do jogo cripto - Está jogando xadrez ♟️ #Drex #DREXbrasil #brasil #brasileiros #criptobrasil
💣 BOMBA💥 Banco Central NÃO 𝗔𝗕𝗔𝗡𝗗𝗢𝗡𝗢𝗨 Blockchain no DREX ❗

✨PLOT TWIST no Maior Projeto Cripto do Brasil🚀

Fabio Araujo, coordenador do Drex no Banco Central, confirmou no evento Stellar Meridian 2025 que blockchain segue no horizonte da moeda digital brasileira, mesmo após o anúncio de abandono temporário.

💡 O QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO ?

▪️ Mudança tática, não estratégica - BC priorizou resultados de curto prazo
▪️ Desafios técnicos - Privacidade e escalabilidade travaram desenvolvimento
▪️ Fase 3 sem blockchain - Foco no setor de crédito
▪️ Visão futura híbrida - Drex + ativos digitais privados

🎯 COMPARAÇÃO ESTRATÉGICA

"Assim como o Pix revolucionou pagamentos, o Drex vai democratizar serviços financeiros" - Fabio Araujo

📊 NÚMEROS QUE IMPORTAM

Piloto desde 2023
Milhões de brasileiros impactados (potencial)
Tokenização atraindo setor privado
Integração com laboratórios de CBDC globais

🔥 POR QUE ISSO É GIGANTE PARA CRIPTO

1️⃣ Brasil mantém posição de líder em CBDCs na América Latina
2️⃣ Tokenização acelerada - Ativos reais na blockchain
3️⃣ Ecossistema híbrido = mais oportunidades DeFi
4️⃣ Parcerias internacionais com outras autoridades monetárias

⚡ IMPACTO DIRETO NO MERCADO

Stablecoins brasileiras podem decolar
Tokenização de RWA vai explodir - ( Como $ONDO )
DeFi nacional terá base regulatória sólida
Exchanges de criptomoedas brasileiras ganham legitimidade

🚨 ATENÇÃO

Esta não é uma "marcha ré" - é uma estratégia de implementação gradual. O BC quer entregar resultados rápidos no crédito antes de expandir para blockchain.

💎 OPORTUNIDADES SURGINDO

Com tokenização ganhando força, projetos focados em ativos reais brasileiros podem ser as próximas gems.

O Brasil não está saindo do jogo cripto - Está jogando xadrez ♟️

#Drex #DREXbrasil #brasil #brasileiros #criptobrasil
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$BNB {spot}(BNBUSDT) $BTC {spot}(BTCUSDT) Entrei no mercado de criptomoeda aprendi que nada é da noite para o dia tudo é lento muita leitura dedicação muita propaganda enganosa mas estamos diante de um futuro maguinifico Vai a pergunta SE o DREX entrar vai ter muita mudança? #binance #TRUMP #drex #DREXbrasil
$BNB
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Entrei no mercado de criptomoeda aprendi que nada é da noite para o dia
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Vai a pergunta
SE o DREX entrar vai ter muita mudança?
#binance
#TRUMP
#drex
#DREXbrasil
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DREX : a nova moeda digital do Banco Central. O Drex, antes conhecido como Real Digital, representa uma inovação disruptiva no sistema financeiro brasileiro. Com lançamento previsto oficialmente em 2025, o Drex será a moeda digital oficial do Brasil, emitida e regulamentada pelo Banco Central. Características principais: Tecnologia e Segurança 1. Baseado em blockchain para transações seguras e transparentes. 2. Estabilidade equivalente ao Real, garantindo confiança. Benefícios 1. Simplificação de transações financeiras. 2. Redução de custos. 3. Aumento da inclusão financeira. 4. Eficiência e segurança. Diferenciais 1. Não é uma criptomoeda volátil. 2. Equivalência exata com o Real físico. 3. Regulamentação pelo Banco Central. Cronograma 1. Testes e ajustes até 2025. 2. Lançamento oficial em 2025. O Drex promete revolucionar o sistema financeiro brasileiro, oferecendo uma alternativa digital confiável e eficiente. #criptomoeda #DREXbrasil
DREX : a nova moeda digital do Banco Central.

O Drex, antes conhecido como Real Digital, representa uma inovação disruptiva no sistema financeiro brasileiro. Com lançamento previsto oficialmente em 2025, o Drex será a moeda digital oficial do Brasil, emitida e regulamentada pelo Banco Central.

Características principais:

Tecnologia e Segurança

1. Baseado em blockchain para transações seguras e transparentes.
2. Estabilidade equivalente ao Real, garantindo confiança.

Benefícios

1. Simplificação de transações financeiras.
2. Redução de custos.
3. Aumento da inclusão financeira.
4. Eficiência e segurança.

Diferenciais

1. Não é uma criptomoeda volátil.
2. Equivalência exata com o Real físico.
3. Regulamentação pelo Banco Central.

Cronograma

1. Testes e ajustes até 2025.
2. Lançamento oficial em 2025.

O Drex promete revolucionar o sistema financeiro brasileiro, oferecendo uma alternativa digital confiável e eficiente. #criptomoeda #DREXbrasil
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