Baterias de papel ganharam destaque na CES 2026: celulose, hidrogel e metais como zinco e manganês, mais baratas e com descarte muito menos agressivo.
Servem para dispositivos de IoT — sensores, rastreadores e etiquetas — que consomem pouca energia e podem até registrar dados em blockchain (como Ethereum).
Não substituem o lítio por enquanto — mas expõem um ponto incômodo: estamos usando materiais críticos até onde não precisa.
Enquanto governos e grandes players alimentam disputa por terras raras e mineração agressiva, alternativas mais simples e menos destrutivas ficam em segundo plano.
No fim, não é só falta de tecnologia — é escolha de modelo. E quem lucra com o modelo atual não tem pressa nenhuma de mudar.