🇺🇸 ARMA: o Congresso volta a empurrar a ideia de uma reserva estratégica de BTC de 1 milhão de moedas

Um novo projeto de lei chamado ARMA foi apresentado nos EUA, propondo fixar em lei uma reserva estratégica de bitcoin. A ideia não é apenas que o governo já possua BTC, mas definir as regras: como armazenar, como prestar contas e quando, afinal, será possível vender.

➡️ O que a ARMA propõe

🟡 Criar uma Strategic Bitcoin Reserve e uma reserva separada para outros ativos digitais sob gestão do Tesouro dos EUA

🟡 Um plano de compra de até 1.000.000 de BTC em 5 anos

🟡 As compras devem ser feitas sem gasto direto dos contribuintes

🟡 Regra de manutenção por no mínimo 20 anos

🟡 A venda só seria possível em um caso: se o BTC for usado para reduzir a dívida pública

➡️ Por que o tema voltou

🟡 Os EUA já possuem cerca de 328.372 BTC

🟡 Mas até agora não existe uma política federal unificada sobre o que fazer com esse ativo

🟡 Antes, parte dessas reservas foi vendida por meio de processos judiciais

🟡 A ARMA tenta acabar com o caos e transformar o BTC de “bem confiscado por acaso” em reserva oficial

➡️ Como querem tornar tudo mais transparente

🟡 O projeto prevê relatórios trimestrais sobre a reserva

🟡 Também propõe auditorias independentes dos saldos

🟡 Além disso, define separadamente a proteção do direito das pessoas de possuir ativos digitais e guardá-los por conta própria

➡️ Por que isso importa para o mercado

🟡 Se o projeto for aprovado, os EUA podem se tornar não apenas o maior detentor de BTC, mas também um comprador oficial de longo prazo

🟡 Comprar 1 milhão de BTC em 5 anos já não é apenas “notícia para hype”, mas uma fonte potencial de demanda constante

🟡 Mas, por enquanto, isso ainda é apenas um projeto de lei, não um programa de compras pronto

Conclusão: a ARMA é uma tentativa de tirar o bitcoin da zona cinzenta dos ativos confiscados e levá-lo ao статусo de reserva estratégica. Se a ideia virar lei, o mercado vai contar não só ETFs e Strategy, mas também uma possível demanda estatal pelos próximos anos.