O Medo dos Banqueiros e o Colapso Silencioso do Sistema Fiat
A inquietação dos banqueiros diante da pergunta “para onde vão parar os R$ 40 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos no caso do Banco Master, agora sob liquidação do Banco Central?” expõe uma verdade inconveniente: o tão celebrado sistema financeiro tradicional é frágil, opaco e capaz de gerar riscos tão graves quanto qualquer ativo dito “volátil”. Quando um banco quebra, o pânico se espalha, o FGC vira salvador improvisado e a confiança no modelo fiat, baseado em dívidas crescentes, resgates estatais e risco sistêmico, mostra suas rachaduras. Em um cenário assim, é irônico que ainda critiquem quem investe em Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas, ativos transparentes, auditáveis e independentes desse mecanismo centralizado que vive de remendos. A verdade é simples: no mundo atual, o risco não está em ter cripto, o risco está em depender cegamente de um sistema fiat que já provou, mais uma vez, que pode ruir sem aviso prévio.