Criador do ethereum quer tirar cripto do nicho e transformá-lo na base da nova internet.
Após anos de idealismo e soluções parciais, entrada de gigantes financeiros como BlackRock e JPMorgan ressaltam o potencial da rede
Em 1º de janeiro, Vitalik Buterin anunciou uma resolução de ano-novo para o futuro do blockchain (sistema de registro descentralizado de transações) que ele concebeu em 2013. É hora, declarou, de o ethereum cumprir sua missão original: “Construir o computador mundial que serve como uma peça de infraestrutura central de uma internet mais livre e aberta.”
A mensagem de Buterin é oportuna. Por mais de uma década, o ethereum ofereceu a promessa tentadora de uma rede para qualquer um criar alternativas descentralizadas aos monopólios de dados das Big Techs (as grandes empresas de tecnologia).
Apesar de tudo isso, a promessa do ethereum sempre parece estar logo além do horizonte. Nos últimos anos, o blockchain passou a se assemelhar àquele competidor esportivo que não pode errar nas grandes ligas. Em vez de evoluir para um computador global popular, o ethereum ainda parece uma subcultura de aplicações esotéricas feitas uns para os outros membros da rede. Em resposta, muitos no mundo cripto começaram a apostar em outros competidores, como o Solana, que prometia entregar resultados práticos.$ETH
