Ô trem bão… Depois de um tanto de sobe e desce e expectativa que mudava mais que vento em serra, o povo das criptomoeda tá achando que 2026 não vai ter aquele acontecimento único não. Vai ser mais é uma mudança devagarinho, mas firme, que vai mexê fundo no setor.

Os chefão que falaram lá pro The Block tão vendo que o mercado tá largando de ser só aposta e tá virando parte séria da engrenagem financeira do mundo.

Nas prosa e pesquisa feita por empresa grande tipo Coinbase, Matter Labs, CoinShares, Bitfinex e Hashdex, eles falam que o setor tá se ajeitando, puxado por cenário econômico, regra mais clara e tecnologia pensada pra rodar em escala de gente grande, coisa de instituição mesmo.

Esse trem já aparece no jeito que banco e desenvolvedor tão gastando energia.

Pra Keith Grose, que é manda-chuva da Coinbase lá no Reino Unido, a tal “nova geração da internet” tá sendo feita dentro das blockchains, mexendo com identidade, liquidação e verificação. Já a CoinShares chama isso de “finança híbrida”, que é quando o sistema tradicional e o cripto começam a andar de mão dada.

Outro ponto que pesa é a regulamentação. Lá na Europa, o MiCA trouxe segurança jurídica, e nos Estados Unidos e na Ásia cada um tá arrumando seu modelo pra receber os grandes investidores.

Segundo o The Block, essas regra mais ajeitada já tão animando projeto mais responsável e investimento de longo prazo.

As stablecoin tão virando peça-chave nesse jogo. A Hashdex até aposta que o tamanho desse mercado pode dobrar em 2026, chegando perto dos 600 bilhão de dólar, mostrando que virou mesmo parte da infraestrutura financeira global.

Nesse cenário, o Bitcoin deixa de ser só aposta e passa a funcionar como termômetro da economia, sentindo os efeito de juro, inflação e liquidez.

Pra muita gente do setor, 2026 pode ser o ano em que as criptomoeda deixam de ficar na beirada e entram de vez no miolo do sistema financeiro.