
Governo vai rastrear bitcoin e outras moedas digitais
Ô trem bão de contar: o Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Governo Lula, fechô negócio no fim de dezembro de 2025 pra comprar dez programas que vão rastrear bitcoin e outras criptomoedas aqui no Brasil, começando em 2026.
Esses programas vão ajudar a Polícia Federal a seguir o rastro das transações feitas em blockchain. Além das licenças, o pacote vem com treinamento, suporte e atualização por três anos.
💰 O gasto foi de R$ 1,7 milhão, cada licença saindo por R$ 170 mil. No começo, o preço tava lá em cima, coisa de R$ 47 milhões, mas no leilão o valor caiu e fechô bem mais barato.
🚔 A ideia é usar essas ferramentas pra investigar crime envolvendo moeda digital. E não vai ficar só no bitcoin não: vai pegar Ethereum, Tron, Dash, XRP e outras altcoins também.
Ou seja, em 2026 o Brasil começa a usar esse recurso. Mas os especialistas já tão dizendo que tem risco nesse trem.

No dia 28 de dezembro, o advogado e professor Fernando Lopes deu um aviso danado lá no Instagram. Uai, ele falou dos perigos de ficar rastreando bitcoin e essas tais criptomoedas nos processos. O trem é que essas ferramentas de rastreio não são verdade absoluta não, sô.
Ele disse que agora a tal da “prova matemática” virou rainha nos tribunais, mas tem um porém: ela falha. Esses programas, tipo Chainalysis e TRM Labs, tão sendo tratados como se fossem certeiros, mas funcionam é na base de chute, de suposição.
Se o algoritmo resolve que sua carteira tá ligada num endereço suspeito, pronto: já te colocam como culpado. Aí o caboclo tem que provar que não fez nada errado. Isso abre espaço pra umas injustiças feias:
- Prisão por erro de etiqueta.
- Bloqueio de bens de gente inocente que só mexeu com cripto de boa fé.
- E o fim da privacidade financeira, tudo em nome da tal “segurança”.
O professor deixou o recado: cuidado, uai, pra não deixar máquina decidir destino de gente sem questionar.




