$Jager Em abril de 2026, o estado que ganhou destaque por não aceitar inicialmente o acordo de **R$ 1,20 por litro** foi o **Rio de Janeiro** (acompanhado também por **Rondônia**).
O valor de R$ 1,20 refere-se ao **subsídio ao diesel importado** proposto pelo governo federal (através da Medida Provisória 1.349/2026) para conter a alta dos combustíveis causada pela crise no Oriente Médio.
### O Acordo dos R$ 1,20
A proposta desenhada pelo Ministério da Fazenda funcionava assim:
* **Valor total do subsídio:** R$ 1,20 por litro.
* **Divisão da conta:** A União pagaria R$ 0,60 e o Estado pagaria os outros R$ 0,60 (retirados do Fundo de Participação dos Estados - FPE).
* **Objetivo:** Reduzir o preço nas bombas sem a necessidade de zerar o ICMS, o que afetaria a arrecadação estadual de forma permanente.
### Por que o Rio de Janeiro recusou?
O governo do Rio de Janeiro, na época sob gestão que priorizava a recuperação fiscal, argumentou que a adesão ao subsídio comprometeria o orçamento estadual de forma excessiva. O estado alegou que já sofria com a queda na arrecadação de royalties de petróleo e que não poderia arcar com a sua metade (os R$ 0,60) do subsídio.
Dos 27 entes federativos, **25 aceitaram** o termo, restando apenas Rio de Janeiro e Rondônia como as exceções que optaram por não participar do rateio do benefício.
> **Nota Curiosa:** Esse episódio gerou bastante debate no meio político e econômico, sendo um prato cheio para análises satíricas (como as do estilo que você gosta, do "Falha de Cobertura"), já que o Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo do país e, ironicamente, ficou de fora de um subsídio para baratear o combustível derivado desse petróleo.
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O valor de R$ 1,20 refere-se ao **subsídio ao diesel importado** proposto pelo governo federal (através da Medida Provisória 1.349/2026) para conter a alta dos combustíveis causada pela crise no Oriente Médio.
### O Acordo dos R$ 1,20
A proposta desenhada pelo Ministério da Fazenda funcionava assim:
* **Valor total do subsídio:** R$ 1,20 por litro.
* **Divisão da conta:** A União pagaria R$ 0,60 e o Estado pagaria os outros R$ 0,60 (retirados do Fundo de Participação dos Estados - FPE).
* **Objetivo:** Reduzir o preço nas bombas sem a necessidade de zerar o ICMS, o que afetaria a arrecadação estadual de forma permanente.
### Por que o Rio de Janeiro recusou?
O governo do Rio de Janeiro, na época sob gestão que priorizava a recuperação fiscal, argumentou que a adesão ao subsídio comprometeria o orçamento estadual de forma excessiva. O estado alegou que já sofria com a queda na arrecadação de royalties de petróleo e que não poderia arcar com a sua metade (os R$ 0,60) do subsídio.
Dos 27 entes federativos, **25 aceitaram** o termo, restando apenas Rio de Janeiro e Rondônia como as exceções que optaram por não participar do rateio do benefício.
> **Nota Curiosa:** Esse episódio gerou bastante debate no meio político e econômico, sendo um prato cheio para análises satíricas (como as do estilo que você gosta, do "Falha de Cobertura"), já que o Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo do país e, ironicamente, ficou de fora de um subsídio para baratear o combustível derivado desse petróleo.
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