#USIranStandoff De “ameaça iminente” à dissuasão: os EUA têm uma estratégia coerente para o Irão?
Desde o início do século XXI, a política externa dos Estados Unidos em relação ao Irão tem sido marcada por oscilações entre confronto direto e tentativas de dissuasão. Sob a administração Donald Trump, essa postura tornou-se ainda mais imprevisível, especialmente após a retirada unilateral do acordo nuclear em 2018 e a imposição de rigorosas sanções económicas. As ações de Washington passaram, frequentemente, da retórica da “ameaça iminente” — justificando operações militares ou assassinatos seletivos — para declarações sobre a necessidade de conter as ambições regionais iranianas através da dissuasão.
Porém, é legítimo questionar se existe uma estratégia coerente. As sanções económicas isolam Teerão e pressionam sua economia, mas não impediram avanços no programa nuclear nem reduziram significativamente sua influência no Médio Oriente. Por outro lado, episódios como o ataque que matou Qassem Soleimani elevaram dramaticamente as tensões sem gerar resultados diplomáticos concretos.
A alternância entre ameaças e tentativas de diálogo sugere mais uma reação às circunstâncias do que um plano articulado de longo prazo. Dessa forma, fica claro que os Estados Unidos ainda enfrentam desafios consideráveis para alinhar seus objetivos estratégicos com ações realmente eficazes perante o Irão — um adversário resiliente numa das regiões mais voláteis do mundo.
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