O mercado não se move por linhas retas.

Ele avança, recua, testa limites e retorna - quase sempre respeitando proporções que poucos enxergam, mas todos sentem.

Fibonacci não fala de preço.

Fala de comportamento.

Sempre que um movimento se alonga demais, nasce a necessidade de correção.

Não como punição, mas como ajuste.

Não por medo, mas por equilíbrio.

O mercado faz exatamente isso: ele exagera para cima, depois reflete.

Exagera para baixo, depois respira.

Não existe alta infinita.

Não existe queda eterna.

Existe proporção.

E é essa proporção que confunde quem olha apenas o último candle, mas tranquiliza quem entende que o caminho raramente é direto.

Avanços pedem pausas. Quedas pedem contexto. Fibonacci não promete onde o mercado vai chegar.

Ele apenas lembra que todo excesso chama um retorno — e que paciência costuma valer mais do que pressa. No fim, o mercado não busca o topo nem o fundo. Busca equilíbrio.

E quem aprende a observar isso para de lutar contra o movimento e passa a caminhar com ele.

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Não é recomendação.

Não sou consultor financeiro nem especialista em trade.

Compartilho leituras e observações do mercado como exercício de reflexão e construção de senso crítico.