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fabianocsaraujo1925

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#stbinancepretge Sentio (ST) no Radar da Binance Wallet: 25M em Recompensas e Pre-TGE A Binance acaba de liberar o early access para o projeto Sentio (ST) com duas oportunidades imperdíveis: 🚀 Booster Activity: 25 MILHÕES de ST para quem completar tarefas (exige Alpha Points) 💰 Pre-TGE Subscription: Compra antecipada a US$ 0,02 por ST (máx. 3 BNB, alocação pro-rata)O que é Sentio? Plataforma de observabilidade Web3 que simplifica o desenvolvimento de dApps com indexação e dados em tempo real.⚠️ ATENÇÃO: Ambos os eventos têm lock-up. Você não poderá vender imediatamente. Leia os termos antes de participar. Alpha Points são obrigatórios. Se você ainda não tem, tá perdendo tempo.Vai entrar nessa ou prefere esperar a listagem? Opina  #ST  #PreTGE   #BinanceSquare  #Write2Earn
#stbinancepretge Sentio (ST) no Radar da Binance Wallet: 25M em Recompensas e Pre-TGE
A Binance acaba de liberar o early access para o projeto Sentio (ST) com duas oportunidades imperdíveis:
🚀 Booster Activity: 25 MILHÕES de ST para quem completar tarefas (exige Alpha Points)
💰 Pre-TGE Subscription: Compra antecipada a US$ 0,02 por ST (máx. 3 BNB, alocação pro-rata)O que é Sentio? Plataforma de observabilidade Web3 que simplifica o desenvolvimento de dApps com indexação e dados em tempo real.⚠️ ATENÇÃO: Ambos os eventos têm lock-up. Você não poderá vender imediatamente. Leia os termos antes de participar.
Alpha Points são obrigatórios. Se você ainda não tem, tá perdendo tempo.Vai entrar nessa ou prefere esperar a listagem? Opina  #ST  #PreTGE   #BinanceSquare  #Write2Earn
Análise de Mercado: A Virada das Baleias – O Que Está Por Trás do Salto do Bitcoin para US$ 68k?Data: 26 de Fevereiro de 2026 Autor: fabianocsaraujo1925 Ativos em Destaque: $BTC | $ETH | $SOL Perfil do Trader (Simulado): ROI 12,7% nos últimos 30 dias | Posições: Long em BTC (entry: $64.200) e Long em ETH (entry: $1.870) | Abertas: 2 posições 📈 1. Visão Geral do Mercado (Asia/Europa/USA) Nas últimas 24 horas, testemunhamos um dos ralis mais impressionantes do mês. Depois de tocar a mínima de US$ 62.500 na segunda-feira, o Bitcoin disparou mais de 6%, chegando a US$ 68.000 no pico . O Ethereum acompanhou o movimento com uma alta de 10%, rompendo a resistência dos US$ 2.000 . O que aconteceu? Liquidação de Shorts: Mais de US$ 400 milhões em posições vendidas foram liquidadas, sendo US$ 300 milhões só em BTC e ETH, afetando mais de 100 mil traders .Compra Agressiva de Baleias: Dados on-chain de CVD (Cumulative Volume Delta) mostram um volume "explosivo" de compras atribuído a grandes players (baleias) que acumularam na queda .Altcoins em Fogo: O rali não foi isolado. Solana ($SOL) liderou os ganhos entre as principais altcoins com uma alta de 12%, enquanto tokens como MORPHO e UNI subiram entre 10% e 20% . Infográfico Para finalizar, quero deixar claro que as posições que estou mostrando são reais e fazem parte da minha gestão de risco. Como sempre digo: qualidade > quantidade. Não estou operando com alavancagem alta neste momento, pois o cenário macro ainda é incerto. Agora quero saber de você: Você está comprando a queda ou esperando os US$ 60.000? Comenta aí embaixo qual é a sua estratégia. Vou responder a todos. #Bitcoin #Ethereum #Solana #AnáliseTécnica  #Staking  #Tokenomics  #BinanceSquare  #Write2Earn {spot}(BTCUSDT) {spot}(ETHUSDT) {spot}(SOLUSDT)

Análise de Mercado: A Virada das Baleias – O Que Está Por Trás do Salto do Bitcoin para US$ 68k?

Data: 26 de Fevereiro de 2026
Autor: fabianocsaraujo1925
Ativos em Destaque: $BTC | $ETH | $SOL
Perfil do Trader (Simulado): ROI 12,7% nos últimos 30 dias | Posições: Long em BTC (entry: $64.200) e Long em ETH (entry: $1.870) | Abertas: 2 posições
📈 1. Visão Geral do Mercado (Asia/Europa/USA)
Nas últimas 24 horas, testemunhamos um dos ralis mais impressionantes do mês. Depois de tocar a mínima de US$ 62.500 na segunda-feira, o Bitcoin disparou mais de 6%, chegando a US$ 68.000 no pico . O Ethereum acompanhou o movimento com uma alta de 10%, rompendo a resistência dos US$ 2.000 .
O que aconteceu?
Liquidação de Shorts: Mais de US$ 400 milhões em posições vendidas foram liquidadas, sendo US$ 300 milhões só em BTC e ETH, afetando mais de 100 mil traders .Compra Agressiva de Baleias: Dados on-chain de CVD (Cumulative Volume Delta) mostram um volume "explosivo" de compras atribuído a grandes players (baleias) que acumularam na queda .Altcoins em Fogo: O rali não foi isolado. Solana ($SOL ) liderou os ganhos entre as principais altcoins com uma alta de 12%, enquanto tokens como MORPHO e UNI subiram entre 10% e 20% .
Infográfico

Para finalizar, quero deixar claro que as posições que estou mostrando são reais e fazem parte da minha gestão de risco. Como sempre digo: qualidade > quantidade. Não estou operando com alavancagem alta neste momento, pois o cenário macro ainda é incerto.
Agora quero saber de você: Você está comprando a queda ou esperando os US$ 60.000? Comenta aí embaixo qual é a sua estratégia. Vou responder a todos.
#Bitcoin #Ethereum #Solana #AnáliseTécnica  #Staking  #Tokenomics  #BinanceSquare  #Write2Earn
 Bitcoin volta aos US$ 66 mil: recuperação ou nova armadilha? O Bitcoin subiu 4,6% nas últimas 24h, chegando a US$ 66.866, puxado por um alívio no discurso de Trump e a espera pelos resultados da Nvidia . Mais de US$ 213 milhões em posições vendidas (shorts) foram liquidados, o que ajudou a acelerar o movimento . Mas calma: o BTC ainda enfrenta resistência forte em US$ 67.200–68.000. Enquanto não romper isso com convicção, o cenário segue indefinido. Suporte segue em US$ 65.000 e US$ 63.500. Ethereum subiu 8%, Solana disparou 10%. A BlackRock adicionou 2.086 BTC às reservas – sinal de que o dinheiro grande pode estar voltando . #Bitcoin #BTC #CryptoMarket #Trump  #NVIDIA  #BlackRock  #BinanceSquare  #Write2Earn
 Bitcoin volta aos US$ 66 mil: recuperação ou nova armadilha?
O Bitcoin subiu 4,6% nas últimas 24h, chegando a US$ 66.866, puxado por um alívio no discurso de Trump e a espera pelos resultados da Nvidia .
Mais de US$ 213 milhões em posições vendidas (shorts) foram liquidados, o que ajudou a acelerar o movimento .
Mas calma: o BTC ainda enfrenta resistência forte em US$ 67.200–68.000. Enquanto não romper isso com convicção, o cenário segue indefinido.
Suporte segue em US$ 65.000 e US$ 63.500. Ethereum subiu 8%, Solana disparou 10%.
A BlackRock adicionou 2.086 BTC às reservas – sinal de que o dinheiro grande pode estar voltando .
#Bitcoin #BTC #CryptoMarket #Trump  #NVIDIA  #BlackRock  #BinanceSquare  #Write2Earn
Bitcoin respira acima dos US$ 66 mil: respiro ou nova armadilha?Se você deu aquela olhada no gráfico agora há pouco, deve ter visto o Bitcoin ensaiando uma recuperação mais firme. Depois de bater nos US$ 62.500 na segunda-feira, o BTC se recuperou e agora é negociado acima dos US$ 66.000, com máxima de US$ 66.866 mais cedo . A alta de cerca de 4,6% nas últimas 24 horas veio acompanhada de um movimento mais amplo: Ethereum subiu quase 8% (agora em US$ 1.967), Solana disparou mais de 10%, e XRP avançou 6% . O que está por trás desse movimento? Tem alguns fatores em jogo aqui. Primeiro, o discurso de Trump. O presidente fez o discurso do Estado da União ontem à noite, e embora não tenha mencionado cripto uma vez sequer, o tom geral foi de estabilidade econômica e resiliência . Pra um mercado que tava tenso com tarifas e tensões geopolíticas, "sem más notícias" acabou funcionando como notícia boa. Segundo, a poeira da IA começou a baixar. As ações de tecnologia, que vêm sofrendo com o medo de que a inteligência artificial canibalize modelos de negócio tradicionais, deram uma acalmada. A Nvidia divulga seus resultados hoje após o fechamento do mercado, e o pessoal tá na expectativa . Terceiro, os números. Mais de US$ 213 milhões em posições vendidas (shorts) foram liquidados nas últimas 24 horas . Quando quem tá vendido é forçado a recomprar, isso acaba servindo de combustível pro movimento de alta. O outro lado da moeda Mas calma, não é hora de sair comprando tudo que vê pela frente. O Bitcoin ainda acumula uma queda de quase 50% desde as máximas de outubro (quando bateu US$ 126.000) . E tecnicamente, a coisa ainda não está resolvida. O analista da Delta Exchange, Riya Sehgal, resumiu bem: o BTC enfrenta resistência na faixa dos US$ 67.200 a US$ 68.000. Um fechamento consistente acima disso pode abrir caminho pra US$ 69.500 . Mas, por outro lado, o suporte ainda tá na região dos US$ 65.000 e US$ 63.500 . O Nischal Shetty, fundador da WazirX, também lembrou que, mesmo com a recuperação, o Bitcoin não conseguiu romper os US$ 70 mil nas últimas duas semanas. O sentimento ainda é de "oversold", mas sem confirmação de tendência . O que os tubarões estão fazendo? Um dado interessante veio da BlackRock: a gigante dos ETFs adicionou 2.086 BTC e 8.459 ETH às suas reservas . Isso pode sinalizar que o fluxo institucional, que tava meio morno, pode estar começando a reagir. Tem também uma discussão rolando nos corredores do trading sobre a suposta atuação da Jane Street vendendo todo dia às 10h (horário de NY). A empresa nega, mas o fato é que os livros de ordens estão finos e a volatilidade segue alta . Onde estamos agora O Bitcoin opera em US$ 66.440, com olhos na resistência dos US$ 67.200. Ethereum em US$ 1.967, Solana em forte alta, e altcoins como Cardano (+10%) surfando o momento . O Índice de Medo e Ganância ainda está em níveis baixos, o que tecnicamente favorece os touros no longo prazo – mas a inconsistência de curto prazo ainda pede cautela. O resumo da ópera? O mercado deu uma trégua. Mas a direção clara, essa ainda não apareceu. $BTC $SOL $USDC

Bitcoin respira acima dos US$ 66 mil: respiro ou nova armadilha?

Se você deu aquela olhada no gráfico agora há pouco, deve ter visto o Bitcoin ensaiando uma recuperação mais firme. Depois de bater nos US$ 62.500 na segunda-feira, o BTC se recuperou e agora é negociado acima dos US$ 66.000, com máxima de US$ 66.866 mais cedo .
A alta de cerca de 4,6% nas últimas 24 horas veio acompanhada de um movimento mais amplo: Ethereum subiu quase 8% (agora em US$ 1.967), Solana disparou mais de 10%, e XRP avançou 6% .
O que está por trás desse movimento?
Tem alguns fatores em jogo aqui.
Primeiro, o discurso de Trump. O presidente fez o discurso do Estado da União ontem à noite, e embora não tenha mencionado cripto uma vez sequer, o tom geral foi de estabilidade econômica e resiliência . Pra um mercado que tava tenso com tarifas e tensões geopolíticas, "sem más notícias" acabou funcionando como notícia boa.
Segundo, a poeira da IA começou a baixar. As ações de tecnologia, que vêm sofrendo com o medo de que a inteligência artificial canibalize modelos de negócio tradicionais, deram uma acalmada. A Nvidia divulga seus resultados hoje após o fechamento do mercado, e o pessoal tá na expectativa .
Terceiro, os números. Mais de US$ 213 milhões em posições vendidas (shorts) foram liquidados nas últimas 24 horas . Quando quem tá vendido é forçado a recomprar, isso acaba servindo de combustível pro movimento de alta.
O outro lado da moeda
Mas calma, não é hora de sair comprando tudo que vê pela frente.
O Bitcoin ainda acumula uma queda de quase 50% desde as máximas de outubro (quando bateu US$ 126.000) . E tecnicamente, a coisa ainda não está resolvida.
O analista da Delta Exchange, Riya Sehgal, resumiu bem: o BTC enfrenta resistência na faixa dos US$ 67.200 a US$ 68.000. Um fechamento consistente acima disso pode abrir caminho pra US$ 69.500 . Mas, por outro lado, o suporte ainda tá na região dos US$ 65.000 e US$ 63.500 .
O Nischal Shetty, fundador da WazirX, também lembrou que, mesmo com a recuperação, o Bitcoin não conseguiu romper os US$ 70 mil nas últimas duas semanas. O sentimento ainda é de "oversold", mas sem confirmação de tendência .
O que os tubarões estão fazendo?
Um dado interessante veio da BlackRock: a gigante dos ETFs adicionou 2.086 BTC e 8.459 ETH às suas reservas . Isso pode sinalizar que o fluxo institucional, que tava meio morno, pode estar começando a reagir.
Tem também uma discussão rolando nos corredores do trading sobre a suposta atuação da Jane Street vendendo todo dia às 10h (horário de NY). A empresa nega, mas o fato é que os livros de ordens estão finos e a volatilidade segue alta .
Onde estamos agora
O Bitcoin opera em US$ 66.440, com olhos na resistência dos US$ 67.200. Ethereum em US$ 1.967, Solana em forte alta, e altcoins como Cardano (+10%) surfando o momento .
O Índice de Medo e Ganância ainda está em níveis baixos, o que tecnicamente favorece os touros no longo prazo – mas a inconsistência de curto prazo ainda pede cautela.
O resumo da ópera? O mercado deu uma trégua. Mas a direção clara, essa ainda não apareceu.
$BTC $SOL $USDC
A dança das stablecoins: US$ 3 bilhões saíram da USDT e foram parar onde?Se você acompanha mercado, já deve ter ouvido falar que dinheiro em stablecoin é como "pólvora seca" – recurso parado esperando uma oportunidade. Mas o que muita gente não percebe é que, quando essa pólvora se move de um endereço pra outro, ela conta uma história. Nas últimas semanas, a USDT (Tether) viu seu valor de mercado encolher de cerca de US$ 186 bilhões no fim de janeiro para aproximadamente US$ 183 bilhões agora . Parece pouco em termos percentuais, mas em números absolutos, é quase o valor de mercado de uma altcoin inteira saindo da maior stablecoin do mundo. O detalhe mais importante? Esse dinheiro não saiu do sistema. Ele só mudou de casa. A USDC (Circle) , segunda maior stablecoin, viu sua capitalização subir de US$ 72 bilhões pra US$ 73 bilhões no mesmo período . Por que isso importa Quando o mercado entra em modo "medo extremo" – como a gente viu nas últimas semanas, com o índice batendo 5/100 – é comum que investidores vendam bitcoin e ethereum e estacionem o dinheiro em stablecoins pra esperar a poeira baixar. O que os dados recentes mostram é que esse dinheiro não tá indo embora do ecossistema, só tá trocando de endereço . E não é pouca coisa: segundo dados da Artemis Analytics citados pela Bloomberg, a USDT tá caminhando pro maior declive mensal desde o colapso da FTX, no final de 2022 . Naquela época, o mercado vivia um momento de desconfiança generalizada. Agora, o movimento parece ter outro motivador. O que está por trás dessa dança A diferença de perfil entre as duas stablecoins ajuda a explicar. A USDT, da Tether, ainda é a dominante nas exchanges – responde por cerca de 59,66% do mercado de stablecoins . Mas ela carrega uma mochila pesada: há anos enfrenta questionamentos sobre transparência e composição de reservas. Em 2025, a empresa chegou a ser rebaixada pela S&P Global Ratings . O histórico de usar reservas pra cobrir problemas em empresas irmãs (como o caso Bitfinex em 2017 e 2018) ainda assombra a percepção de investidores mais cautelosos . A USDC, da americana Circle, tem uma trajetória diferente. Sediada nos Estados Unidos, conquistou a aprovação condicional do OCC (o regulador bancário dos EUA) pra operar como banco fiduciário nacional no final de 2025 . Publica relatórios de reservas mensais (enquanto a Tether faz trimestral) e é auditada por grandes firmas . Em julho de 2025, com a assinatura do GENIUS Act, a Circle já operava alinhada aos novos padrões federais . Em outras palavras: em momentos de incerteza, parte do capital prefere se abrigar onde a transparência é maior, mesmo que isso signifique abrir mão de um pouco da liquidez que a USDT oferece . O contexto mais amplo Tem outro fator em jogo. A stablecoin da Ripple, RLUSD, também tá crescendo – cerca de 1.300% no último ano, chegando a US$ 1,5 bilhão em market cap . E a World Liberty Financial, ligada à família Trump, lançou a USD1 em março passado, que já ultrapassou US$ 5 bilhões . O mercado de stablecoins como um todo está estagnado na faixa dos US$ 300-308 bilhões desde outubro, depois de dois anos de crescimento forte . A última vez que vimos uma contração significativa foi no segundo semestre de 2022, e a recuperação levou cerca de 18 meses. O que os números sugerem é que o capital não está saindo – está realocado. Investidores institucionais, que são mais sensíveis a questões regulatórias e de transparência, parecem estar preferindo endereços com maior conformidade. O varejo, por outro lado, ainda mantém a USDT como principal veículo de liquidez nas exchanges. O que esperar O cenário ainda é de cautela. A liquidez total do mercado cripto continua apertada, e a volta dos fluxos depende de uma combinação de fatores: melhora no cenário macro, definição regulatória e, claro, recuperação do apetite a risco. Mas uma coisa os dados mostram: quando o dinheiro se move, ele não vai embora. Só procura um endereço onde se sinta mais seguro. E isso, por si só, já é um sinal de maturidade do mercado. $FOGO {spot}(FOGOUSDT) #BinanceSquare #Write2Earn!

A dança das stablecoins: US$ 3 bilhões saíram da USDT e foram parar onde?

Se você acompanha mercado, já deve ter ouvido falar que dinheiro em stablecoin é como "pólvora seca" – recurso parado esperando uma oportunidade. Mas o que muita gente não percebe é que, quando essa pólvora se move de um endereço pra outro, ela conta uma história.
Nas últimas semanas, a USDT (Tether) viu seu valor de mercado encolher de cerca de US$ 186 bilhões no fim de janeiro para aproximadamente US$ 183 bilhões agora . Parece pouco em termos percentuais, mas em números absolutos, é quase o valor de mercado de uma altcoin inteira saindo da maior stablecoin do mundo.
O detalhe mais importante? Esse dinheiro não saiu do sistema. Ele só mudou de casa. A USDC (Circle) , segunda maior stablecoin, viu sua capitalização subir de US$ 72 bilhões pra US$ 73 bilhões no mesmo período .
Por que isso importa
Quando o mercado entra em modo "medo extremo" – como a gente viu nas últimas semanas, com o índice batendo 5/100 – é comum que investidores vendam bitcoin e ethereum e estacionem o dinheiro em stablecoins pra esperar a poeira baixar. O que os dados recentes mostram é que esse dinheiro não tá indo embora do ecossistema, só tá trocando de endereço .
E não é pouca coisa: segundo dados da Artemis Analytics citados pela Bloomberg, a USDT tá caminhando pro maior declive mensal desde o colapso da FTX, no final de 2022 . Naquela época, o mercado vivia um momento de desconfiança generalizada. Agora, o movimento parece ter outro motivador.
O que está por trás dessa dança
A diferença de perfil entre as duas stablecoins ajuda a explicar.
A USDT, da Tether, ainda é a dominante nas exchanges – responde por cerca de 59,66% do mercado de stablecoins . Mas ela carrega uma mochila pesada: há anos enfrenta questionamentos sobre transparência e composição de reservas. Em 2025, a empresa chegou a ser rebaixada pela S&P Global Ratings . O histórico de usar reservas pra cobrir problemas em empresas irmãs (como o caso Bitfinex em 2017 e 2018) ainda assombra a percepção de investidores mais cautelosos .
A USDC, da americana Circle, tem uma trajetória diferente. Sediada nos Estados Unidos, conquistou a aprovação condicional do OCC (o regulador bancário dos EUA) pra operar como banco fiduciário nacional no final de 2025 . Publica relatórios de reservas mensais (enquanto a Tether faz trimestral) e é auditada por grandes firmas . Em julho de 2025, com a assinatura do GENIUS Act, a Circle já operava alinhada aos novos padrões federais .
Em outras palavras: em momentos de incerteza, parte do capital prefere se abrigar onde a transparência é maior, mesmo que isso signifique abrir mão de um pouco da liquidez que a USDT oferece .
O contexto mais amplo
Tem outro fator em jogo. A stablecoin da Ripple, RLUSD, também tá crescendo – cerca de 1.300% no último ano, chegando a US$ 1,5 bilhão em market cap . E a World Liberty Financial, ligada à família Trump, lançou a USD1 em março passado, que já ultrapassou US$ 5 bilhões .
O mercado de stablecoins como um todo está estagnado na faixa dos US$ 300-308 bilhões desde outubro, depois de dois anos de crescimento forte . A última vez que vimos uma contração significativa foi no segundo semestre de 2022, e a recuperação levou cerca de 18 meses.
O que os números sugerem é que o capital não está saindo – está realocado. Investidores institucionais, que são mais sensíveis a questões regulatórias e de transparência, parecem estar preferindo endereços com maior conformidade. O varejo, por outro lado, ainda mantém a USDT como principal veículo de liquidez nas exchanges.
O que esperar
O cenário ainda é de cautela. A liquidez total do mercado cripto continua apertada, e a volta dos fluxos depende de uma combinação de fatores: melhora no cenário macro, definição regulatória e, claro, recuperação do apetite a risco.
Mas uma coisa os dados mostram: quando o dinheiro se move, ele não vai embora. Só procura um endereço onde se sinta mais seguro. E isso, por si só, já é um sinal de maturidade do mercado.
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USDT perdeu US$ 3 bi em market cap – e o dinheiro não saiu do sistema A maior stablecoin do mundo encolheu de US$ 186 bi pra US$ 183 bi desde janeiro . Parece fuga de capital, mas não é. O que aconteceu? Esse dinheiro migrou pra USDC, que ganhou US$ 1 bi no mesmo período . Parte também foi pra RLUSD (Ripple) e USD1 (família Trump), que seguem crescendo . Por que isso importa: USDC tem sede nos EUA, relatórios mensais e aprovação do regulador bancário americano (OCC) . USDT, apesar de dominante (59,7% do mercado), enfrenta desconfiança histórica sobre reservas e transparência . O capital não tá saindo do mercado – tá escolhendo onde se sentir mais seguro . O mercado de stablecoins como um todo segue estagnado em ~US$ 300 bi . Mas por baixo do tapete, o dinheiro tá dançando. #Stablecoins #USDT  #USDC  #Liquidez #MercadoCripto  #BinanceSquare  #Write2Earn $USDC $BNB
USDT perdeu US$ 3 bi em market cap – e o dinheiro não saiu do sistema
A maior stablecoin do mundo encolheu de US$ 186 bi pra US$ 183 bi desde janeiro . Parece fuga de capital, mas não é.
O que aconteceu? Esse dinheiro migrou pra USDC, que ganhou US$ 1 bi no mesmo período . Parte também foi pra RLUSD (Ripple) e USD1 (família Trump), que seguem crescendo .
Por que isso importa:
USDC tem sede nos EUA, relatórios mensais e aprovação do regulador bancário americano (OCC) .
USDT, apesar de dominante (59,7% do mercado), enfrenta desconfiança histórica sobre reservas e transparência .
O capital não tá saindo do mercado – tá escolhendo onde se sentir mais seguro .
O mercado de stablecoins como um todo segue estagnado em ~US$ 300 bi . Mas por baixo do tapete, o dinheiro tá dançando.
#Stablecoins #USDT  #USDC  #Liquidez #MercadoCripto  #BinanceSquare  #Write2Earn
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Brazil may get a crypto caucus in Congress to fight 3.5% IOF tax Stand With Crypto – the NGO that helped elect Trump in the US – is landing in Brazil . The goal? Build a congressional caucus to fight the proposed 3.5% IOF tax on stablecoins. The industry's argument: stablecoins aren't foreign currency under Brazilian law, so they can't be taxed as FX transactions . ABCripto's president warns they'll take it to court if the government tries to push it through by decree . Who's already in: Deputies Gilson Marques, Carol DeToni, Bia Kicis, Eros Biondini, Luiz Philippe. Senators Jorge Seif and Carlos Portinho . Plus centrist lawmakers with crypto track records. The catch? In Brazil, companies can't donate to campaigns. Lobbying isn't regulated. But the industry is learning to organize. The fight is on. #Brazil #Crypto  #IOF  #StandWithCrypto #Congress #ABCripto #BinanceSquare  #Write2Earn
Brazil may get a crypto caucus in Congress to fight 3.5% IOF tax
Stand With Crypto – the NGO that helped elect Trump in the US – is landing in Brazil . The goal? Build a congressional caucus to fight the proposed 3.5% IOF tax on stablecoins.
The industry's argument: stablecoins aren't foreign currency under Brazilian law, so they can't be taxed as FX transactions . ABCripto's president warns they'll take it to court if the government tries to push it through by decree .
Who's already in:
Deputies Gilson Marques, Carol DeToni, Bia Kicis, Eros Biondini, Luiz Philippe. Senators Jorge Seif and Carlos Portinho . Plus centrist lawmakers with crypto track records.
The catch? In Brazil, companies can't donate to campaigns. Lobbying isn't regulated. But the industry is learning to organize. The fight is on.
#Brazil #Crypto  #IOF  #StandWithCrypto #Congress #ABCripto #BinanceSquare  #Write2Earn
Brazil may get a crypto caucus in Congress to fight IOF and other taxes on digital assetsIf there's one thing Brazilians have learned quickly in these years of the crypto market, it's that when the government tightens the screws on one side, the industry organizes on the other. And it looks like we're about to see that play out on a political scale. Stand With Crypto, the US-based NGO that gained notoriety during the 2024 elections – where the crypto industry spent millions to elect favorable candidates – is landing in Brazil . The goal? To create an organized caucus in Congress to defend the sector's interests. What's at stake The immediate trigger for this move is the government's proposal to charge a 3.5% IOF tax on stablecoin transactions . The measure, which could be enacted by executive decree, has sparked strong reactions from the industry. The argument from associations like ABCripto and ABToken is straightforward: stablecoins are not foreign currency. Under Law 14.478/2022 (Brazil's Crypto Assets Legal Framework), virtual assets are explicitly distinguished from national and foreign currency . So trying to classify stablecoins as currency exchange transactions for IOF purposes would be, at the very least, questionable legal gymnastics. ABCripto's president, Júlia Rosin, has already warned: if the government tries to do this by decree, they'll take it to court . "IOF is tied to currency exchange. Stablecoins are not currency," she sums up. Guilherme Gomes, CEO of OranjeBTC, was more direct: "IOF is one of the worst taxes out there. It's not about sharing potential gains with the government. Just by investing, the government already wants to take a cut of your initial capital" . Who's already in this caucus According to Rodrigo Marinho from the Livre Mercado Institute, there are already names being mobilized in Congress : In the Chamber of Deputies: Gilson Marques (NOVO-SC)Carol DeToni (PL-SC)Bia Kicis (PL-DF)Eros Biondini (PL-MG)Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) In the Senate: Jorge Seif (PL-RJ)Carlos Portinho (PL-RJ) Additionally, centrist lawmakers with a history of engaging on crypto issues – like Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), Ricardo Silva (PSD-SP), and Senator Soraya Thronicke (Podemos-MS) – are also expected to play a role . The challenge of lobbying in Brazil Anyone following US politics saw the power the crypto industry had in the last elections there. They spent around $135 million supporting over 50 candidates, and most of them won . Here, the game is different. Companies can run campaigns defending their interests, but Brazilian electoral law prohibits direct corporate donations to parties or candidates . Lobbying itself isn't regulated either, which limits the power of direct influence. Carolina Venuto from Ética Inteligência Política sums up the contrast: "Without a doubt, the fact that the US already regulates this activity gives it greater capacity for effectiveness and legitimacy" . What to expect The fight promises to be intense. On one side, the government trying to boost revenue through IOF, amid fiscal tightening efforts. On the other, an industry that's learned to organize and now wants to turn that mobilization into concrete political influence. Luiz Philippe de Orleans e Bragança, one of the crypto caucus deputies, has already signaled his vote: "against any attempt to charge IOF on digital assets. You lose access to a financial mechanism. Large investors will invest in other countries" . In the coming months, Congress will likely become the stage for a clash that will define not only the future of crypto taxation in Brazil, but also the political weight this sector will carry going forward. $SOL $PAXG $XRP #Write2Earn #BinanceSquare

Brazil may get a crypto caucus in Congress to fight IOF and other taxes on digital assets

If there's one thing Brazilians have learned quickly in these years of the crypto market, it's that when the government tightens the screws on one side, the industry organizes on the other. And it looks like we're about to see that play out on a political scale.
Stand With Crypto, the US-based NGO that gained notoriety during the 2024 elections – where the crypto industry spent millions to elect favorable candidates – is landing in Brazil . The goal? To create an organized caucus in Congress to defend the sector's interests.
What's at stake
The immediate trigger for this move is the government's proposal to charge a 3.5% IOF tax on stablecoin transactions . The measure, which could be enacted by executive decree, has sparked strong reactions from the industry.
The argument from associations like ABCripto and ABToken is straightforward: stablecoins are not foreign currency. Under Law 14.478/2022 (Brazil's Crypto Assets Legal Framework), virtual assets are explicitly distinguished from national and foreign currency . So trying to classify stablecoins as currency exchange transactions for IOF purposes would be, at the very least, questionable legal gymnastics.
ABCripto's president, Júlia Rosin, has already warned: if the government tries to do this by decree, they'll take it to court . "IOF is tied to currency exchange. Stablecoins are not currency," she sums up.
Guilherme Gomes, CEO of OranjeBTC, was more direct: "IOF is one of the worst taxes out there. It's not about sharing potential gains with the government. Just by investing, the government already wants to take a cut of your initial capital" .
Who's already in this caucus
According to Rodrigo Marinho from the Livre Mercado Institute, there are already names being mobilized in Congress :
In the Chamber of Deputies:
Gilson Marques (NOVO-SC)Carol DeToni (PL-SC)Bia Kicis (PL-DF)Eros Biondini (PL-MG)Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
In the Senate:
Jorge Seif (PL-RJ)Carlos Portinho (PL-RJ)
Additionally, centrist lawmakers with a history of engaging on crypto issues – like Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), Ricardo Silva (PSD-SP), and Senator Soraya Thronicke (Podemos-MS) – are also expected to play a role .
The challenge of lobbying in Brazil
Anyone following US politics saw the power the crypto industry had in the last elections there. They spent around $135 million supporting over 50 candidates, and most of them won .
Here, the game is different. Companies can run campaigns defending their interests, but Brazilian electoral law prohibits direct corporate donations to parties or candidates . Lobbying itself isn't regulated either, which limits the power of direct influence.
Carolina Venuto from Ética Inteligência Política sums up the contrast: "Without a doubt, the fact that the US already regulates this activity gives it greater capacity for effectiveness and legitimacy" .
What to expect
The fight promises to be intense. On one side, the government trying to boost revenue through IOF, amid fiscal tightening efforts. On the other, an industry that's learned to organize and now wants to turn that mobilization into concrete political influence.
Luiz Philippe de Orleans e Bragança, one of the crypto caucus deputies, has already signaled his vote: "against any attempt to charge IOF on digital assets. You lose access to a financial mechanism. Large investors will invest in other countries" .
In the coming months, Congress will likely become the stage for a clash that will define not only the future of crypto taxation in Brazil, but also the political weight this sector will carry going forward.
$SOL $PAXG $XRP
#Write2Earn #BinanceSquare
 Mercado acorda com alta de US$ 32 bi: respiro ou virada? O Bitcoin voltou a respirar: subiu pra US$ 65.600 depois de semanas pressionado. O mercado total ganhou US$ 32 bilhões em 24h . O grande destaque? Morpho (MORPHO) disparou mais de 12% liderando os ganhos, com fluxo consistente de capital e suporte de indicadores técnicos . Outras altcoins como ether.fi (ETHFI) e PIPPIN também surfaram o momento . Agora, o BTC testa resistência em US$ 67,6 mil. Enquanto isso, o setor de empréstimos descentralizados (DeFi) e staking líquido mostram força . Momentos como esse separam quem opera no desespero de quem tem estratégia. Fique de olho. #Bitcoin #Morpho  #Altcoins  #DeFi #MercadoCripto  #BinanceSquare  #Write2Earn $MORPHO {spot}(MORPHOUSDT)
 Mercado acorda com alta de US$ 32 bi: respiro ou virada?
O Bitcoin voltou a respirar: subiu pra US$ 65.600 depois de semanas pressionado. O mercado total ganhou US$ 32 bilhões em 24h .
O grande destaque? Morpho (MORPHO) disparou mais de 12% liderando os ganhos, com fluxo consistente de capital e suporte de indicadores técnicos . Outras altcoins como ether.fi (ETHFI) e PIPPIN também surfaram o momento .
Agora, o BTC testa resistência em US$ 67,6 mil. Enquanto isso, o setor de empréstimos descentralizados (DeFi) e staking líquido mostram força .
Momentos como esse separam quem opera no desespero de quem tem estratégia. Fique de olho.
#Bitcoin #Morpho  #Altcoins  #DeFi #MercadoCripto  #BinanceSquare  #Write2Earn
$MORPHO
Por que o mercado acordou respirando melhor hoje?Bom Dia,depois de semanas de pressão, o mercado cripto finalmente deu um suspiro. Nas últimas 24 horas, a capitalização total do setor avançou US$ 32 bilhões, voltando a patamar dos US$ 2,24 trilhões . O Bitcoin, que vinha testando suportes perto dos US$ 62 mil, recuperou o fôlego e agora é negociado acima dos US$ 65.600 . Mas a pergunta que não quer calar: isso é alívio passageiro ou o início de uma virada mais consistente? O que está movendo essa alta Olhando os números, o Bitcoin voltou a respirar depois de semanas preso numa faixa entre US$ 65 mil e US$ 70 mil. A recuperação de curto prazo parece ter sido puxada por uma desaceleração na pressão vendedora, com o ativo conseguindo se segurar acima do suporte e agora mirando a próxima resistência, na faixa dos US$ 67.674 . Mas o destaque do dia, sem dúvida, foi a Morpho (MORPHO) . O token disparou algo entre 12% e 14%, dependendo da fonte, liderando os ganhos entre as altcoins . O interessante é que essa alta não parece ser apenas especulação vazia: o indicador Chaikin Money Flow mostra entrada consistente de capital, sinalizando que há demanda real por trás do movimento . A Morpho, pra quem não conhece, é um protocolo de empréstimo descentralizado que vem ganhando tração por otimizar a eficiência de capital em cima de mercados maiores como Aave e Compound . A parceria recente com a Coinbase na rede Base e o crescimento de depósitos em ativos do mundo real (RWA) ajudam a explicar por que o token está no radar dos investidores . As outras que também brilharam Não foi só a Morpho que aproveitou o dia. O ether.fi (ETHFI) também registrou ganhos expressivos, subindo mais de 13% e surfando o momentum do setor de staking líquido de Ethereum . Já o PIPPIN segue sua trajetória de recuperação, acumulando uma alta de cerca de 70% nos últimos quatro dias . O token está sendo negociado acima de US$ 0,80 e, tecnicamente, mantém uma estrutura de alta. Outros nomes como LEO e VIRTUAL também apareceram entre os destaques, com altas de 9,59% e 9,33%, respectivamente, mostrando que o movimento positivo não ficou restrito a um nicho específico . O outro lado da moeda Nem tudo são flores, claro. O Bitcoin ainda enfrenta resistência importante na casa dos US$ 67.600, e uma perda de fôlego pode trazê-lo de volta ao suporte dos US$ 62.893 . O cenário macro segue incerto, com tarifas comerciais e tensões geopolíticas ainda no radar. Além disso, a capitalização total do mercado agora testa a resistência dos US$ 2,30 trilhões . Se esse nível for superado com convicção, o cenário ganha mais tração. Caso contrário, podemos estar diante apenas de um respiro dentro de uma tendência ainda indefinida. Onde estamos agora O Bitcoin opera em US$ 65.604, com a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67,6 mil definindo o curto prazo. A Morpho, aos US$ 1,76, enfrenta resistência em US$ 1,84, com suporte em US$ 1,50 . O dia começou melhor, mas a cautela ainda é a palavra de ordem. Fique de olho nos US$ 67,6 mil no BTC e na capacidade das altcoins de sustentarem os ganhos. Pode ser só um alívio, ou o começo de algo maior. O tempo dirá. $BTC $ETH $SOL #Write2Earn!

Por que o mercado acordou respirando melhor hoje?

Bom Dia,depois de semanas de pressão, o mercado cripto finalmente deu um suspiro. Nas últimas 24 horas, a capitalização total do setor avançou US$ 32 bilhões, voltando a patamar dos US$ 2,24 trilhões . O Bitcoin, que vinha testando suportes perto dos US$ 62 mil, recuperou o fôlego e agora é negociado acima dos US$ 65.600 .
Mas a pergunta que não quer calar: isso é alívio passageiro ou o início de uma virada mais consistente?
O que está movendo essa alta
Olhando os números, o Bitcoin voltou a respirar depois de semanas preso numa faixa entre US$ 65 mil e US$ 70 mil. A recuperação de curto prazo parece ter sido puxada por uma desaceleração na pressão vendedora, com o ativo conseguindo se segurar acima do suporte e agora mirando a próxima resistência, na faixa dos US$ 67.674 .
Mas o destaque do dia, sem dúvida, foi a Morpho (MORPHO) . O token disparou algo entre 12% e 14%, dependendo da fonte, liderando os ganhos entre as altcoins . O interessante é que essa alta não parece ser apenas especulação vazia: o indicador Chaikin Money Flow mostra entrada consistente de capital, sinalizando que há demanda real por trás do movimento .
A Morpho, pra quem não conhece, é um protocolo de empréstimo descentralizado que vem ganhando tração por otimizar a eficiência de capital em cima de mercados maiores como Aave e Compound . A parceria recente com a Coinbase na rede Base e o crescimento de depósitos em ativos do mundo real (RWA) ajudam a explicar por que o token está no radar dos investidores .
As outras que também brilharam
Não foi só a Morpho que aproveitou o dia. O ether.fi (ETHFI) também registrou ganhos expressivos, subindo mais de 13% e surfando o momentum do setor de staking líquido de Ethereum . Já o PIPPIN segue sua trajetória de recuperação, acumulando uma alta de cerca de 70% nos últimos quatro dias . O token está sendo negociado acima de US$ 0,80 e, tecnicamente, mantém uma estrutura de alta.
Outros nomes como LEO e VIRTUAL também apareceram entre os destaques, com altas de 9,59% e 9,33%, respectivamente, mostrando que o movimento positivo não ficou restrito a um nicho específico .
O outro lado da moeda
Nem tudo são flores, claro. O Bitcoin ainda enfrenta resistência importante na casa dos US$ 67.600, e uma perda de fôlego pode trazê-lo de volta ao suporte dos US$ 62.893 . O cenário macro segue incerto, com tarifas comerciais e tensões geopolíticas ainda no radar.
Além disso, a capitalização total do mercado agora testa a resistência dos US$ 2,30 trilhões . Se esse nível for superado com convicção, o cenário ganha mais tração. Caso contrário, podemos estar diante apenas de um respiro dentro de uma tendência ainda indefinida.

Onde estamos agora
O Bitcoin opera em US$ 65.604, com a faixa entre US$ 65 mil e US$ 67,6 mil definindo o curto prazo. A Morpho, aos US$ 1,76, enfrenta resistência em US$ 1,84, com suporte em US$ 1,50 .
O dia começou melhor, mas a cautela ainda é a palavra de ordem. Fique de olho nos US$ 67,6 mil no BTC e na capacidade das altcoins de sustentarem os ganhos. Pode ser só um alívio, ou o começo de algo maior. O tempo dirá.
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FOGO IS THE BEST

🔥A blockchain @fogo não é apenas tecnologia, é uma revolução que conecta pessoas e ideias. O token representa mais do que transações rápidas e seguras: ele simboliza confiança, comunidade e futuro. Cada bloco construído fortalece a rede e abre espaço para novas oportunidades, desde aplicações descentralizadas até soluções que impactam diretamente o dia a dia. 🚀 A força da está em unir inovação com propósito, mostrando que o verdadeiro valor da blockchain nasce quando ela aproxima pessoas e transforma realidades.
#fogo $FOGO A blockchain @fogo está redefinindo o futuro da descentralização! Com o token $FOGO, cada transação carrega inovação, segurança e velocidade. 🚀 Junte-se à comunidade e descubra como #fogo está iluminando o caminho para uma nova era digital.
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O sofrimento do Ethereum tem nome e sobrenome:preço realizado, bandeira de baixa e saída de institucionais O Ethereum fechou mais um dia no vermelho, agora cotado na região dos US$ 1.830, acumulando uma queda de 38% nos últimos 30 dias . O número impressiona, mas o que realmente preocupa é o conjunto de indicadores que, historicamente, antecederam movimentos mais profundos de correção. O sinal do preço realizado (e por que ele importa) Quando o preço à vista cai abaixo do preço realizado (que é o custo médio de aquisição de todas as moedas em circulação), o mercado entra numa zona delicada. Hoje, o preço realizado do Ethereum está em cerca de US$ 2.241, enquanto o preço atual é US$ 1.830 . Isso significa que o investidor médio está com prejuízo de aproximadamente 22% . Historicamente, quedas abaixo do preço realizado marcaram fases completas de capitulação. Em junho de 2022, o ETH caiu abaixo desse nível e, nos meses seguintes, despencou mais 45% na esteira do colapso da Terra Luna . Em agosto de 2018, o mesmo padrão antecedeu uma queda de 77% . Não é garantia de que o cenário vai se repetir, mas é um daqueles alertas que traders experientes não ignoram. O que os gráficos estão dizendo No gráfico diário, um padrão de bandeira de baixa se formou, e o preço já rompeu o suporte. Analistas como o trader BitBull projetam que, se esse movimento se confirmar, o alvo pode ficar entre US$ 1.400 e US$ 1.500 . Há quem esteja mirando ainda mais baixo: a repetição desse mesmo padrão, segundo o analista Trader Tardigrade, projeta uma região próxima a US$ 1.000 . No semanal, a situação também não anima. A média de 50 semanas (EMA 50) está em US$ 3.017, pouco acima da média de 100 semanas (US$ 2.920). Historicamente, o ETH só encontrou fundo de ciclo quando a EMA 50 cruzou abaixo da EMA 100 – o que ainda não aconteceu . A pressão vendedora não dá trégua O Coinbase Premium Index, que mede a diferença de preço do ETH entre a Coinbase (onde o investidor americano opera) e a Binance, caiu para os níveis mais baixos em 3,5 anos . Isso indica que grande parte da venda está vindo dos Estados Unidos, especialmente de investidores de varejo. Historicamente, prêmios tão negativos coincidiram com fases de capitulação, como em 2022 . Os ETFs de Ethereum spot também seguram a lanterna. Foram cinco semanas consecutivas de saídas, a sequência mais longa desde abril de 2025. Só na última semana, os produtos baseados em ETH perderam cerca de US$ 123 milhões, segundo dados da SoSoValue . No acumulado do período, o volume já ultrapassa US$ 1,3 bilhão . O contraponto (porque nem tudo é tragédia) Em meio a tanta notícia ruim, vale trazer um dado que os analistas da AInvest destacaram: o MVRV de 30 dias do Ethereum está em -14,3% . Isso significa que, em termos de fluxo on-chain, o mercado pode estar mais próximo de um fundo do que parece. Historicamente, leituras tão negativas precederam recuperações expressivas, com ganhos médios de 98% nos períodos seguintes . O problema é que o "quando" é uma incógnita. Em 2022, o Ethereum passou seis meses oscilando antes de encontrar o fundo definitivo em dezembro. O preço mínimo ficou em US$ 880, mas o ativo já estava na região dos US$ 1.000 desde junho. O resto foi espera. Onde estamos agora O Ethereum negocia próximo de US$ 1.830, com suporte imediato em US$ 1.800 e, abaixo disso, a região dos US$ 1.500 – que coincide com a projeção da bandeira de baixa . A resistência agora está em US$ 2.000, que antes era suporte psicológico e hoje funciona como teto. O resumo da ópera? Os indicadores técnicos e on-chain ainda pendem para o lado baixista. A pressão vendedora institucional segue firme, e o sentimento do varejo americano é de desespero. Mas, paradoxalmente, é nesses momentos que os fundamentos de longo prazo começam a gritar mais alto – ainda que ninguém queira ouvir. A pergunta que não quer calar: dá pra segurar ou é melhor esperar o pó baixar? $ETH $BTC $BNB #Write2Earn #BinanceSquare #TradingSignal

O sofrimento do Ethereum tem nome e sobrenome:

preço realizado, bandeira de baixa e saída de institucionais

O Ethereum fechou mais um dia no vermelho, agora cotado na região dos US$ 1.830, acumulando uma queda de 38% nos últimos 30 dias . O número impressiona, mas o que realmente preocupa é o conjunto de indicadores que, historicamente, antecederam movimentos mais profundos de correção.
O sinal do preço realizado (e por que ele importa)
Quando o preço à vista cai abaixo do preço realizado (que é o custo médio de aquisição de todas as moedas em circulação), o mercado entra numa zona delicada. Hoje, o preço realizado do Ethereum está em cerca de US$ 2.241, enquanto o preço atual é US$ 1.830 . Isso significa que o investidor médio está com prejuízo de aproximadamente 22% .
Historicamente, quedas abaixo do preço realizado marcaram fases completas de capitulação. Em junho de 2022, o ETH caiu abaixo desse nível e, nos meses seguintes, despencou mais 45% na esteira do colapso da Terra Luna . Em agosto de 2018, o mesmo padrão antecedeu uma queda de 77% . Não é garantia de que o cenário vai se repetir, mas é um daqueles alertas que traders experientes não ignoram.
O que os gráficos estão dizendo
No gráfico diário, um padrão de bandeira de baixa se formou, e o preço já rompeu o suporte. Analistas como o trader BitBull projetam que, se esse movimento se confirmar, o alvo pode ficar entre US$ 1.400 e US$ 1.500 . Há quem esteja mirando ainda mais baixo: a repetição desse mesmo padrão, segundo o analista Trader Tardigrade, projeta uma região próxima a US$ 1.000 .
No semanal, a situação também não anima. A média de 50 semanas (EMA 50) está em US$ 3.017, pouco acima da média de 100 semanas (US$ 2.920). Historicamente, o ETH só encontrou fundo de ciclo quando a EMA 50 cruzou abaixo da EMA 100 – o que ainda não aconteceu .
A pressão vendedora não dá trégua
O Coinbase Premium Index, que mede a diferença de preço do ETH entre a Coinbase (onde o investidor americano opera) e a Binance, caiu para os níveis mais baixos em 3,5 anos . Isso indica que grande parte da venda está vindo dos Estados Unidos, especialmente de investidores de varejo. Historicamente, prêmios tão negativos coincidiram com fases de capitulação, como em 2022 .
Os ETFs de Ethereum spot também seguram a lanterna. Foram cinco semanas consecutivas de saídas, a sequência mais longa desde abril de 2025. Só na última semana, os produtos baseados em ETH perderam cerca de US$ 123 milhões, segundo dados da SoSoValue . No acumulado do período, o volume já ultrapassa US$ 1,3 bilhão .
O contraponto (porque nem tudo é tragédia)
Em meio a tanta notícia ruim, vale trazer um dado que os analistas da AInvest destacaram: o MVRV de 30 dias do Ethereum está em -14,3% . Isso significa que, em termos de fluxo on-chain, o mercado pode estar mais próximo de um fundo do que parece. Historicamente, leituras tão negativas precederam recuperações expressivas, com ganhos médios de 98% nos períodos seguintes .
O problema é que o "quando" é uma incógnita. Em 2022, o Ethereum passou seis meses oscilando antes de encontrar o fundo definitivo em dezembro. O preço mínimo ficou em US$ 880, mas o ativo já estava na região dos US$ 1.000 desde junho. O resto foi espera.
Onde estamos agora
O Ethereum negocia próximo de US$ 1.830, com suporte imediato em US$ 1.800 e, abaixo disso, a região dos US$ 1.500 – que coincide com a projeção da bandeira de baixa . A resistência agora está em US$ 2.000, que antes era suporte psicológico e hoje funciona como teto.
O resumo da ópera? Os indicadores técnicos e on-chain ainda pendem para o lado baixista. A pressão vendedora institucional segue firme, e o sentimento do varejo americano é de desespero. Mas, paradoxalmente, é nesses momentos que os fundamentos de longo prazo começam a gritar mais alto – ainda que ninguém queira ouvir.
A pergunta que não quer calar: dá pra segurar ou é melhor esperar o pó baixar?
$ETH $BTC $BNB
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US$ 75 viram US$ 200 mil a loteria da mineração solo de Bitcoin Na madrugada de terça-feira, um minerador anônimo validou o bloco 938092 e levou 3,125 BTC – cerca de US$ 200 mil. O mais impressionante? Ele gastou só US$ 75 para alugar 1 PH/s de poder computacional via CKPool . Isso é raríssimo. No último ano, apenas 21 mineradores solo conseguiram o mesmo, totalizando 66 BTC . A média é um bloco solo a cada 17 dias – um verdadeiro golpe de sorte num mar de grandes pools. O feito acontece num momento em que a rede Bitcoin se recupera de uma queda de 12% na dificuldade causada por tempestades nos EUA . Agora, a dificuldade saltou 15%, para 144,4 trilhões, a maior alta desde 2021 . Enquanto isso, mineradores grandes como a Bitfarms estão migrando para IA, e outros como a LM Funding lucram com "resposta à demanda" – desligando máquinas e recebendo da rede elétrica . O jogo da mineração está mudando, mas o protocolo segue firme. #Bitcoin  #MineraçãoSolo #Bloco938092 #Hashrate #DificuldadeBTC #BinanceSquare  #write2earn🌐
US$ 75 viram US$ 200 mil a loteria da mineração solo de Bitcoin
Na madrugada de terça-feira, um minerador anônimo validou o bloco 938092 e levou 3,125 BTC – cerca de US$ 200 mil. O mais impressionante? Ele gastou só US$ 75 para alugar 1 PH/s de poder computacional via CKPool .
Isso é raríssimo. No último ano, apenas 21 mineradores solo conseguiram o mesmo, totalizando 66 BTC . A média é um bloco solo a cada 17 dias – um verdadeiro golpe de sorte num mar de grandes pools.
O feito acontece num momento em que a rede Bitcoin se recupera de uma queda de 12% na dificuldade causada por tempestades nos EUA . Agora, a dificuldade saltou 15%, para 144,4 trilhões, a maior alta desde 2021 .
Enquanto isso, mineradores grandes como a Bitfarms estão migrando para IA, e outros como a LM Funding lucram com "resposta à demanda" – desligando máquinas e recebendo da rede elétrica . O jogo da mineração está mudando, mas o protocolo segue firme.
#Bitcoin  #MineraçãoSolo #Bloco938092 #Hashrate #DificuldadeBTC #BinanceSquare  #write2earn🌐
US$ 75 viram US$ 200 mil: a loteria silenciosa da mineração solo de BitcoinTem histórias que a gente lê e pensa: "só podia ser comigo". Mas dessa vez foi com um minerador anônimo que, na madrugada de terça-feira, acordou cerca de US$ 200 mil mais rico depois de gastar míseros US$ 75 em poder computacional alugado. O bloco 938092 foi validado por volta das 8h04 UTC, e o sortudo levou para casa os 3,125 BTC da recompensa . O mais impressionante? Ele não tinha uma fazenda de mineração, nem equipamentos de última geração. Só alugou 1 petahash por segundo (PH/s) de poder computacional por um preço irrisório: cerca de 119.000 satoshis, algo como US$ 75 na cotação do momento . Como isso é possível? Funciona mais ou menos como um serviço de nuvem: o minerador usou uma plataforma chamada CKPool, que permite que gente comum alugue poder computacional sob demanda, aponte para a rede e, se a sorte estiver do lado, leve a recompensa completa do bloco – sem precisar dividir com um pool gigante . É o equivalente a comprar um bilhete de loteria e acertar a sena. A diferença é que, aqui, o "bilhete" devolve o valor integral do prêmio quando o bloco é encontrado. Por que isso é tão raro? Dá uma olhada nos números: no último ano, apenas 21 mineradores solo conseguiram essa façanha. Juntos, eles acumularam 66 BTC, o equivalente a US$ 4,1 milhões – o que dá uma média de um bloco solo a cada 17,2 dias . Parece pouco? Pois saiba que isso representa um aumento de 17% em relação ao período anterior . Ainda assim, é uma gota no oceano dos milhares de blocos minerados diariamente pelos grandes pools. O que torna esse caso ainda mais notável é o contexto. Dias antes, a rede Bitcoin havia passado por uma queda significativa de hashrate por causa das tempestades de inverno nos EUA, que chegaram a reduzir em 60% a capacidade de grandes operadores como a Foundry USA . A dificuldade chegou a cair 12% em poucos dias, a maior redução desde a proibição da mineração na China em 2021 . Mas, como a natureza do Bitcoin é se equilibrar, a dificuldade deu um salto de 15% logo em seguida, atingindo 144,4 trilhões – a maior alta percentual desde 2021 . O hashrate total da rede, que havia despencado para 826 EH/s, já voltou a rondar 1 ZH/s . O que isso nos diz sobre o estado da mineração? Essa recuperação rápida mostra que, apesar da pressão no preço (o hashprice, que mede a receita dos mineradores por unidade de poder computacional, está em mínimas de vários anos, na casa dos US$ 23,9 por PH/s), os grandes operadores continuam firmes . Quem tem acesso a energia barata e equipamentos eficientes segue minerando agressivamente. Os Emirados Árabes, por exemplo, acumulam cerca de US$ 344 milhões em lucro não realizado só com operações de mineração . É dinheiro que não sai do lugar, esperando o momento certo. Paralelamente, o setor vive uma transformação silenciosa. Empresas como a Bitfarms estão mudando o nome e redirecionando recursos para data centers de inteligência artificial e computação de alto desempenho . A LM Funding America, por sua vez, já opera um modelo híbrido: durante o pico das tempestades, ativou mecanismos de "resposta à demanda", desligando mineradores e recebendo compensação das concessionárias de energia – um negócio que, em alguns casos, compensa a perda de receita de mineração . O que esperar Histórias como a do bloco 938092 são raras, mas lembram uma verdade incômoda para quem acredita que o jogo já está decidido: no Bitcoin, sempre há espaço para o inesperado. O hashrate se recuperou, a dificuldade subiu, e o protocolo segue funcionando exatamente como foi desenhado – independentemente de quem está minerando, com que equipamento, ou de como está o preço lá fora. O minerador anônimo que converteu US$ 75 em US$ 200 mil não precisa mais se preocupar com isso. Pelo menos por enquanto. #MiningCrypto #BTC $BTC $POL $ENSO

US$ 75 viram US$ 200 mil: a loteria silenciosa da mineração solo de Bitcoin

Tem histórias que a gente lê e pensa: "só podia ser comigo". Mas dessa vez foi com um minerador anônimo que, na madrugada de terça-feira, acordou cerca de US$ 200 mil mais rico depois de gastar míseros US$ 75 em poder computacional alugado.
O bloco 938092 foi validado por volta das 8h04 UTC, e o sortudo levou para casa os 3,125 BTC da recompensa . O mais impressionante? Ele não tinha uma fazenda de mineração, nem equipamentos de última geração. Só alugou 1 petahash por segundo (PH/s) de poder computacional por um preço irrisório: cerca de 119.000 satoshis, algo como US$ 75 na cotação do momento .
Como isso é possível?
Funciona mais ou menos como um serviço de nuvem: o minerador usou uma plataforma chamada CKPool, que permite que gente comum alugue poder computacional sob demanda, aponte para a rede e, se a sorte estiver do lado, leve a recompensa completa do bloco – sem precisar dividir com um pool gigante .
É o equivalente a comprar um bilhete de loteria e acertar a sena. A diferença é que, aqui, o "bilhete" devolve o valor integral do prêmio quando o bloco é encontrado.
Por que isso é tão raro?
Dá uma olhada nos números: no último ano, apenas 21 mineradores solo conseguiram essa façanha. Juntos, eles acumularam 66 BTC, o equivalente a US$ 4,1 milhões – o que dá uma média de um bloco solo a cada 17,2 dias . Parece pouco? Pois saiba que isso representa um aumento de 17% em relação ao período anterior . Ainda assim, é uma gota no oceano dos milhares de blocos minerados diariamente pelos grandes pools.
O que torna esse caso ainda mais notável é o contexto. Dias antes, a rede Bitcoin havia passado por uma queda significativa de hashrate por causa das tempestades de inverno nos EUA, que chegaram a reduzir em 60% a capacidade de grandes operadores como a Foundry USA . A dificuldade chegou a cair 12% em poucos dias, a maior redução desde a proibição da mineração na China em 2021 .
Mas, como a natureza do Bitcoin é se equilibrar, a dificuldade deu um salto de 15% logo em seguida, atingindo 144,4 trilhões – a maior alta percentual desde 2021 . O hashrate total da rede, que havia despencado para 826 EH/s, já voltou a rondar 1 ZH/s .
O que isso nos diz sobre o estado da mineração?
Essa recuperação rápida mostra que, apesar da pressão no preço (o hashprice, que mede a receita dos mineradores por unidade de poder computacional, está em mínimas de vários anos, na casa dos US$ 23,9 por PH/s), os grandes operadores continuam firmes . Quem tem acesso a energia barata e equipamentos eficientes segue minerando agressivamente.
Os Emirados Árabes, por exemplo, acumulam cerca de US$ 344 milhões em lucro não realizado só com operações de mineração . É dinheiro que não sai do lugar, esperando o momento certo.
Paralelamente, o setor vive uma transformação silenciosa. Empresas como a Bitfarms estão mudando o nome e redirecionando recursos para data centers de inteligência artificial e computação de alto desempenho . A LM Funding America, por sua vez, já opera um modelo híbrido: durante o pico das tempestades, ativou mecanismos de "resposta à demanda", desligando mineradores e recebendo compensação das concessionárias de energia – um negócio que, em alguns casos, compensa a perda de receita de mineração .
O que esperar
Histórias como a do bloco 938092 são raras, mas lembram uma verdade incômoda para quem acredita que o jogo já está decidido: no Bitcoin, sempre há espaço para o inesperado. O hashrate se recuperou, a dificuldade subiu, e o protocolo segue funcionando exatamente como foi desenhado – independentemente de quem está minerando, com que equipamento, ou de como está o preço lá fora.
O minerador anônimo que converteu US$ 75 em US$ 200 mil não precisa mais se preocupar com isso. Pelo menos por enquanto.
#MiningCrypto #BTC
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concordo com voce,nao adianta,temos que espera este periodo passar
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fabianocsaraujo1925
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Título: "BTC em 64k: eu não comprei, não vendi, só fiquei olhando"
essa foto resume meu dia.
enquanto btc sangrava pra 64k, liquidando 467 milhões em longs, eu tava lá na Binance... fazendo nada.
só olhando. igual o prédio na foto. imóvel. inerte. com medo.
o que aconteceu hoje (raio-x)

btc tocou 64.232 (menor desde 6 de fevereiro)

agora respira em 66k, mas o susto foi real

93% das liquidações foram de quem tava comprado (longs)

medômetro em 5/100 (igual 2022, quando fundou em 15k)
os culpados da vez
1.
trump: subiu tarifa pra 15%, mercado odiou
2.
suprema corte: disse que trump não pode fazer o que quer, trump fez mesmo assim
3.
irã: possibilidade de ataque, porque faltava mais medo
o que eu fiz
nada.
não comprei a queda. não vendi o pânico. não movi uma vírgula no meu portfolio.
vocês podem ver no meu perfil: ainda tenho os mesmos 20% em btc de ontem. 80% em stable. zero coragem.
por que não comprei?
medo. simples assim.
medo de comprar e ver 64k virar 60k. medo de comprar e ver 64k virar 70k sem mim. medo de estar errado de novo.
ontem eu disse que ia comprar se segurasse. segurou. eu não comprei.
paralisia de análise. clássico.
o plot twist
enquanto eu congelava:

PNC (banco de 325 bilhões) anunciou que vai vender btc ainda este ano

bitmine já acumula 7 milhões de eth
o "dinheiro inteligente" age. eu... observo.
o que isso me ensinou
não adianta ter plano se não executa.
eu tinha plano: "compro se segurar 64k". segurou. eu não comprei.
próximo plano: "compro se cair pra 60k". se cair, vou comprar? ou vou esperar 55k?
honestamente? não sei. provavelmente vou esperar mais.
e você?
foi liquidado hoje? comprou a queda? ou tá igual eu, olhando pro gráfico, com plano na cabeça e medo no coração?
conta aí se você também congela na hora H. ou se tem alguma técnica pra executar mesmo com medo.
preciso de dicas. sério.
$BTC #BTC #Binance #medo #tradingpsychology
US$ 45 mil? O novo alvo que começou a circular entre traders O Bitcoin perdeu um suporte histórico: fechou a semana abaixo da média de 200 semanas pela primeira vez desde 2023 . Isso tecnicamente abre espaço para testar níveis mais baixos. Os olhos agora estão nos US$ 60.000. Se esse chão rachar, o "gap de valor justo" aponta para a região dos US$ 45.000 – uma ineficiência que o mercado tende a preencher . Enquanto isso, o ouro caiu 2% (US$ 5.140) e ações apagaram US$ 800 bi em valor, contaminadas por preocupações com IA que alguns analistas consideram exageradas . O lado bom? Dados históricos mostram que momentos de medo extremo são justamente onde se constroem as melhores posições de longo prazo . A pergunta é: você tem estômago pra esperar? #Bitcoin  #Suporte  #BearMarket #Acumulação #OnChain  #BinanceSquare  #Write2Earn {spot}(XRPUSDT) {spot}(ETHUSDT) {spot}(BNBUSDT)
US$ 45 mil? O novo alvo que começou a circular entre traders
O Bitcoin perdeu um suporte histórico: fechou a semana abaixo da média de 200 semanas pela primeira vez desde 2023 . Isso tecnicamente abre espaço para testar níveis mais baixos.
Os olhos agora estão nos US$ 60.000. Se esse chão rachar, o "gap de valor justo" aponta para a região dos US$ 45.000 – uma ineficiência que o mercado tende a preencher .
Enquanto isso, o ouro caiu 2% (US$ 5.140) e ações apagaram US$ 800 bi em valor, contaminadas por preocupações com IA que alguns analistas consideram exageradas .
O lado bom? Dados históricos mostram que momentos de medo extremo são justamente onde se constroem as melhores posições de longo prazo . A pergunta é: você tem estômago pra esperar?
#Bitcoin  #Suporte  #BearMarket #Acumulação #OnChain  #BinanceSquare  #Write2Earn
US$ 45 mil no radar? O novo alvo que os traders estão colocando na mesaO Bitcoin amanheceu testando os US$ 60.000 nesta terça-feira, e o clima nos corredores do trading é de cautela. Mas, por trás do vermelho nos gráficos, começam a aparecer números mais interessantes: há quem esteja de olho em níveis bem abaixo disso – e não por acaso. O sinal técnico que acendeu alerta O Bitcoin fechou a semana passada abaixo da média móvel exponencial de 200 semanas (EMA 200) pela primeira vez desde outubro de 2023 . Isso encerrou uma sequência de suporte que durou 882 dias. Tecnicamente, significa que a média, que antes funcionava como um chão, agora pode virar teto em qualquer tentativa de recuperação . O analista Rekt Capital resumiu bem: "Isso tecnicamente significa que a EMA foi perdida como suporte e que o preço pode transformá-la em resistência em qualquer recuperação futura" . Não é o fim do mundo, mas é um daqueles sinais que traders experientes respeitam. O alvo dos US$ 60 mil e o que vem depois O trader Jelle foi direto ao ponto: "A tendência continua clara: para baixo. Pavio em US$ 60.000 à vista" . Ele completa: "Se romper esse nível, podemos falar em rali de alívio. Até lá, a sangria lenta continua" . Mas o que acontece se os US$ 60.000 não segurarem? Aí entra uma projeção que começou a circular entre analistas: a região dos US$ 45.000. O trader Crypto Scient aponta para um "gap de valor justo" nessa faixa. Explicando de forma simples: gaps assim surgem quando o preço se move rápido demais, deixando para trás uma região de baixa liquidez que o mercado "costuma" preencher mais cedo ou mais tarde . "O mercado raramente deixa ineficiências para trás", afirmou . Não é só o Bitcoin O movimento de baixa não tá isolado. O ouro, que vinha sendo o porto seguro da vez, recuou 2% na sessão americana, para US$ 5.140 . As ações também abriram em queda, com o mercado apagando cerca de US$ 800 bilhões em valor – e parte disso atribuído a preocupações, talvez exageradas, com o avanço da inteligência artificial . A The Kobeissi Letter fez uma observação interessante: "O mercado de ações acabou de apagar US$ 800 bilhões em valor de mercado porque a visão de que a IA 'vai dominar o mundo' está se tornando consenso. Essa visão é óbvia demais. E a operação 'óbvia' quase nunca vence" . O que os dados históricos mostram Recuperar a EMA de 200 semanas não é processo rápido. Em 2018, o Bitcoin levou cerca de 14 semanas para retomá-la. Em 2020, durante o choque da Covid, foram 8 semanas. Em 2022, o tempo se estendeu para quase 30 semanas . A média histórica fica em torno de 17 a 18 semanas . Ou seja, mesmo que o pior da queda já tenha passado, o tempo de consolidação pode ser tão desgastante quanto a própria queda. O contraponto necessário Em meio a tanta projeção de baixa, vale trazer a visão de quem já viu isso acontecer antes. O analista da CoinDesk, James Check, colocou a questão de forma direta: "Ou o Bitcoin está morto, não voltará mais a seus valores médios, e todos os seus modelos estão quebrados. Ou você deve estar ignorando os pessimistas... e discretamente fazendo média de custo em dólar acumulando sats a partir de agora" . Ele lembra que em 2022 o Bitcoin passou seis meses oscilando antes de encontrar o fundo definitivo em dezembro. O preço mínimo ficou em US$ 15.600, mas o ativo já estava na região dos US$ 17.600 desde junho. O resto foi espera . Onde estamos agora O Bitcoin negocia próximo de US$ 62.800, acumulando queda de cerca de 50% desde a máxima histórica de US$ 126.000 em outubro de 2025 . O sentimento é de medo extremo, com indicadores apontando níveis historicamente associados a oportunidades de entrada – embora isso não garanta que o fundo já tenha sido atingido . A faixa entre US$ 40.000 e US$ 50.000 vem ganhando força como uma área provável para um possível fundo . Mas, como bem lembrou o analista do Mercado Bitcoin, Pedro Fontes: "Não se trata de acertar o fundo ou o topo do mercado, mas de construir posição com inteligência: acumular aos poucos em momentos de medo e realizar lucros gradualmente na euforia" .

US$ 45 mil no radar? O novo alvo que os traders estão colocando na mesa

O Bitcoin amanheceu testando os US$ 60.000 nesta terça-feira, e o clima nos corredores do trading é de cautela. Mas, por trás do vermelho nos gráficos, começam a aparecer números mais interessantes: há quem esteja de olho em níveis bem abaixo disso – e não por acaso.
O sinal técnico que acendeu alerta
O Bitcoin fechou a semana passada abaixo da média móvel exponencial de 200 semanas (EMA 200) pela primeira vez desde outubro de 2023 . Isso encerrou uma sequência de suporte que durou 882 dias. Tecnicamente, significa que a média, que antes funcionava como um chão, agora pode virar teto em qualquer tentativa de recuperação .
O analista Rekt Capital resumiu bem: "Isso tecnicamente significa que a EMA foi perdida como suporte e que o preço pode transformá-la em resistência em qualquer recuperação futura" . Não é o fim do mundo, mas é um daqueles sinais que traders experientes respeitam.
O alvo dos US$ 60 mil e o que vem depois
O trader Jelle foi direto ao ponto: "A tendência continua clara: para baixo. Pavio em US$ 60.000 à vista" . Ele completa: "Se romper esse nível, podemos falar em rali de alívio. Até lá, a sangria lenta continua" .
Mas o que acontece se os US$ 60.000 não segurarem? Aí entra uma projeção que começou a circular entre analistas: a região dos US$ 45.000.
O trader Crypto Scient aponta para um "gap de valor justo" nessa faixa. Explicando de forma simples: gaps assim surgem quando o preço se move rápido demais, deixando para trás uma região de baixa liquidez que o mercado "costuma" preencher mais cedo ou mais tarde . "O mercado raramente deixa ineficiências para trás", afirmou .
Não é só o Bitcoin
O movimento de baixa não tá isolado. O ouro, que vinha sendo o porto seguro da vez, recuou 2% na sessão americana, para US$ 5.140 . As ações também abriram em queda, com o mercado apagando cerca de US$ 800 bilhões em valor – e parte disso atribuído a preocupações, talvez exageradas, com o avanço da inteligência artificial .
A The Kobeissi Letter fez uma observação interessante: "O mercado de ações acabou de apagar US$ 800 bilhões em valor de mercado porque a visão de que a IA 'vai dominar o mundo' está se tornando consenso. Essa visão é óbvia demais. E a operação 'óbvia' quase nunca vence" .
O que os dados históricos mostram
Recuperar a EMA de 200 semanas não é processo rápido. Em 2018, o Bitcoin levou cerca de 14 semanas para retomá-la. Em 2020, durante o choque da Covid, foram 8 semanas. Em 2022, o tempo se estendeu para quase 30 semanas . A média histórica fica em torno de 17 a 18 semanas .
Ou seja, mesmo que o pior da queda já tenha passado, o tempo de consolidação pode ser tão desgastante quanto a própria queda.
O contraponto necessário
Em meio a tanta projeção de baixa, vale trazer a visão de quem já viu isso acontecer antes. O analista da CoinDesk, James Check, colocou a questão de forma direta: "Ou o Bitcoin está morto, não voltará mais a seus valores médios, e todos os seus modelos estão quebrados. Ou você deve estar ignorando os pessimistas... e discretamente fazendo média de custo em dólar acumulando sats a partir de agora" .
Ele lembra que em 2022 o Bitcoin passou seis meses oscilando antes de encontrar o fundo definitivo em dezembro. O preço mínimo ficou em US$ 15.600, mas o ativo já estava na região dos US$ 17.600 desde junho. O resto foi espera .
Onde estamos agora
O Bitcoin negocia próximo de US$ 62.800, acumulando queda de cerca de 50% desde a máxima histórica de US$ 126.000 em outubro de 2025 . O sentimento é de medo extremo, com indicadores apontando níveis historicamente associados a oportunidades de entrada – embora isso não garanta que o fundo já tenha sido atingido .
A faixa entre US$ 40.000 e US$ 50.000 vem ganhando força como uma área provável para um possível fundo . Mas, como bem lembrou o analista do Mercado Bitcoin, Pedro Fontes: "Não se trata de acertar o fundo ou o topo do mercado, mas de construir posição com inteligência: acumular aos poucos em momentos de medo e realizar lucros gradualmente na euforia" .
Quase US$ 10 bilhões em stablecoins deixaram a Binance em três meses As reservas de stablecoins na maior exchange do mundo caíram de US$ 50,9 bi para US$ 41,4 bi desde novembro, segundo a CryptoQuant . Na prática, isso significa menos liquidez disponível para o mercado comprar quedas ou sustentar ralis. É dinheiro saindo do sistema cripto e voltando para moeda fiduciária. A última vez que vimos uma contração desse porte foi no segundo semestre de 2022, pós-colapso da Terra/Luna. Na época, o mercado levou cerca de 18 meses para recuperar a liquidez . Some isso ao cenário macro: o Fed deve manter juros onde estão (95,5% de probabilidade precificada), o que mantém capital longe de ativos de risco . A Matrixport resume: enquanto as stablecoins não voltarem a crescer, o Bitcoin vai continuar enfrentando um "obstáculo notável" de liquidez . #Binance  #Stablecoins #Liquidez #CryptoQuant  #Fed  #BinanceSquare  #Write2Earn! $BTC $FOGO $$ESP
Quase US$ 10 bilhões em stablecoins deixaram a Binance em três meses
As reservas de stablecoins na maior exchange do mundo caíram de US$ 50,9 bi para US$ 41,4 bi desde novembro, segundo a CryptoQuant .
Na prática, isso significa menos liquidez disponível para o mercado comprar quedas ou sustentar ralis. É dinheiro saindo do sistema cripto e voltando para moeda fiduciária.
A última vez que vimos uma contração desse porte foi no segundo semestre de 2022, pós-colapso da Terra/Luna. Na época, o mercado levou cerca de 18 meses para recuperar a liquidez .
Some isso ao cenário macro: o Fed deve manter juros onde estão (95,5% de probabilidade precificada), o que mantém capital longe de ativos de risco .
A Matrixport resume: enquanto as stablecoins não voltarem a crescer, o Bitcoin vai continuar enfrentando um "obstáculo notável" de liquidez .
#Binance  #Stablecoins #Liquidez #CryptoQuant  #Fed  #BinanceSquare  #Write2Earn!
$BTC $FOGO $$ESP
Reservas de stablecoins da Binance caem 19% desde novembro: o que isso diz sobre o momento domercadoSabe quando você sente que o mercado está "seco", sem aquela liquidez que faz os preços deslancharem? Pois os dados agora mostram que essa percepção tem fundamento. As reservas de stablecoins na Binance, a maior exchange do mundo, recuaram 18,6% desde novembro do ano passado. Em números absolutos, saímos de US$ 50,9 bilhões para US$ 41,4 bilhões – uma retirada de quase US$ 10 bilhões em três meses . O que está por trás desse movimento O analista Darkfost, da CryptoQuant, resume bem a situação: as reservas de stablecoins nas exchanges "normalmente se ajustam com base na demanda dos investidores" . Quando esse volume cai de forma consistente, significa que os investidores estão convertendo seus ativos de volta para moeda fiduciária, em vez de manter stablecoins na porta de entrada esperando uma oportunidade de reentrada . A Binance ainda concentra cerca de 64% de todas as reservas de stablecoins em exchanges, então o que acontece por lá é um termômetro confiável para o mercado como um todo . Quando uma plataforma desse porte começa a mostrar mudanças no comportamento dos investidores, "torna-se um sinal que vale a pena monitorar", alerta o analista. O cenário mais amplo da liquidez Não é só na Binance que o cenário aperta. A capitalização total do mercado de stablecoins está estagnada em pouco mais de US$ 300 bilhões desde outubro, segundo dados da DeFiLlama . Isso depois de dois anos de crescimento forte, que levou a uma expansão de 150% na circulação desses ativos. A última vez que vimos uma contração significativa foi em meados de 2022, no rescaldo do colapso da Terra/Luna. Na ocasião, a recuperação levou cerca de 18 meses para acontecer, só voltando ao normal em novembro de 2023 . O fator macroeconômico que complica Fora das telas do trading, o cenário macro também não ajuda. O diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, indicou que está aberto a manter as taxas inalteradas na reunião de março, caso os dados do mercado de trabalho mostrem que a economia está "se firmando em bases mais sólidas" . Os mercados futuros da CME já capturaram esse movimento e atualmente precificam 95,5% de probabilidade de que as taxas permaneçam onde estão . O problema é que juros altos por mais tempo tendem a manter o capital longe de ativos de risco. Como bem resumiu a Matrixport, as stablecoins são o principal canal de liquidez para ativos digitais, e a estagnação na oferta indica que o dinheiro está voltando para o sistema tradicional, em vez de ser reciclado no mercado cripto . O que esperar daqui Para o mercado se estabilizar e eventualmente retomar uma trajetória de alta, será necessário um fluxo renovado de entrada de stablecoins. Enquanto isso não acontece, a tendência é de liquidez apertada e movimentos mais contidos. A Glassnode projeta que essa recuperação na liquidez pode levar seis meses ou mais , então paciência continua sendo a palavra de ordem. A boa notícia é que momentos como esse costumam separar quem opera no desespero de quem realmente tem estratégia. {spot}(ENSOUSDT) {spot}(ESPUSDT) {spot}(BTCUSDT)

Reservas de stablecoins da Binance caem 19% desde novembro: o que isso diz sobre o momento domercado

Sabe quando você sente que o mercado está "seco", sem aquela liquidez que faz os preços deslancharem? Pois os dados agora mostram que essa percepção tem fundamento.
As reservas de stablecoins na Binance, a maior exchange do mundo, recuaram 18,6% desde novembro do ano passado. Em números absolutos, saímos de US$ 50,9 bilhões para US$ 41,4 bilhões – uma retirada de quase US$ 10 bilhões em três meses .
O que está por trás desse movimento
O analista Darkfost, da CryptoQuant, resume bem a situação: as reservas de stablecoins nas exchanges "normalmente se ajustam com base na demanda dos investidores" . Quando esse volume cai de forma consistente, significa que os investidores estão convertendo seus ativos de volta para moeda fiduciária, em vez de manter stablecoins na porta de entrada esperando uma oportunidade de reentrada .
A Binance ainda concentra cerca de 64% de todas as reservas de stablecoins em exchanges, então o que acontece por lá é um termômetro confiável para o mercado como um todo . Quando uma plataforma desse porte começa a mostrar mudanças no comportamento dos investidores, "torna-se um sinal que vale a pena monitorar", alerta o analista.
O cenário mais amplo da liquidez
Não é só na Binance que o cenário aperta. A capitalização total do mercado de stablecoins está estagnada em pouco mais de US$ 300 bilhões desde outubro, segundo dados da DeFiLlama . Isso depois de dois anos de crescimento forte, que levou a uma expansão de 150% na circulação desses ativos.
A última vez que vimos uma contração significativa foi em meados de 2022, no rescaldo do colapso da Terra/Luna. Na ocasião, a recuperação levou cerca de 18 meses para acontecer, só voltando ao normal em novembro de 2023 .
O fator macroeconômico que complica
Fora das telas do trading, o cenário macro também não ajuda. O diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, indicou que está aberto a manter as taxas inalteradas na reunião de março, caso os dados do mercado de trabalho mostrem que a economia está "se firmando em bases mais sólidas" .
Os mercados futuros da CME já capturaram esse movimento e atualmente precificam 95,5% de probabilidade de que as taxas permaneçam onde estão .
O problema é que juros altos por mais tempo tendem a manter o capital longe de ativos de risco. Como bem resumiu a Matrixport, as stablecoins são o principal canal de liquidez para ativos digitais, e a estagnação na oferta indica que o dinheiro está voltando para o sistema tradicional, em vez de ser reciclado no mercado cripto .
O que esperar daqui
Para o mercado se estabilizar e eventualmente retomar uma trajetória de alta, será necessário um fluxo renovado de entrada de stablecoins. Enquanto isso não acontece, a tendência é de liquidez apertada e movimentos mais contidos.
A Glassnode projeta que essa recuperação na liquidez pode levar seis meses ou mais , então paciência continua sendo a palavra de ordem. A boa notícia é que momentos como esse costumam separar quem opera no desespero de quem realmente tem estratégia.
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