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Muchessa

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Rialzista
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Desde a criação do Plano Real, em 1994, a economia brasileira passou por transformações profundas. Mas um dado chama atenção: ao longo dessas três décadas, o dinheiro perdeu grande parte do seu valor. De acordo com levantamentos baseados no índice oficial de inflação (IPCA), o Brasil acumulou uma alta de preços superior a 700% desde o lançamento da moeda. Na prática, isso significa que o real perdeu cerca de 87% do seu poder de compra. Para entender melhor: aquilo que R$ 100 compravam em 1994 hoje equivale a aproximadamente R$ 11 a R$ 12. Ou seja, com o mesmo valor, é possível adquirir muito menos produtos e serviços do que há 30 anos. Esse fenômeno é resultado da inflação acumulada ao longo do tempo — um processo contínuo que eleva os preços e reduz o valor do dinheiro. Mesmo em períodos de maior controle econômico, o efeito se mantém gradual e constante. Apesar disso, o Plano Real foi essencial para acabar com a hiperinflação que existia antes de 1994 e trouxe estabilidade à economia brasileira. Ainda assim, os números mostram como o controle da inflação continua sendo um dos maiores desafios para preservar o poder de compra da população. #Economia #Inflação #PlanoReal #Brasil #Dinheiro PoderDeCompra Atualidades Finanças Curiosidades Mercado BreakingNews
Desde a criação do Plano Real, em 1994, a economia brasileira passou por transformações profundas. Mas um dado chama atenção: ao longo dessas três décadas, o dinheiro perdeu grande parte do seu valor.
De acordo com levantamentos baseados no índice oficial de inflação (IPCA), o Brasil acumulou uma alta de preços superior a 700% desde o lançamento da moeda. Na prática, isso significa que o real perdeu cerca de 87% do seu poder de compra.
Para entender melhor: aquilo que R$ 100 compravam em 1994 hoje equivale a aproximadamente R$ 11 a R$ 12. Ou seja, com o mesmo valor, é possível adquirir muito menos produtos e serviços do que há 30 anos.
Esse fenômeno é resultado da inflação acumulada ao longo do tempo — um processo contínuo que eleva os preços e reduz o valor do dinheiro. Mesmo em períodos de maior controle econômico, o efeito se mantém gradual e constante.
Apesar disso, o Plano Real foi essencial para acabar com a hiperinflação que existia antes de 1994 e trouxe estabilidade à economia brasileira. Ainda assim, os números mostram como o controle da inflação continua sendo um dos maiores desafios para preservar o poder de compra da população.

#Economia #Inflação #PlanoReal #Brasil #Dinheiro PoderDeCompra Atualidades Finanças Curiosidades Mercado BreakingNews
La nuova tendenza che viralizza sui social media mette in luce un ritratto curioso — e preoccupante — della relazione tra una parte della popolazione e i programmi sociali in Brasile. In video che si diffondono rapidamente, gli utenti si sfidano su chi riceve più benefici dal governo, come il Bolsa Família, l'assistenza per il gas e altri trasferimenti. Quello che dovrebbe essere una politica di sostegno emergenziale finisce per diventare motivo di competizione pubblica, quasi come un “trofeo” digitale. Il fenomeno solleva un dibattito inevitabile: fino a che punto i programmi sociali stanno adempiendo al loro ruolo di transizione e non di dipendenza? Invece di servire come ponte per l'autonomia finanziaria, vengono visti da alcuni come fonte principale di reddito — e ora, persino come contenuto per l'engagement. La logica si inverte: non si tratta più di uscire dalla vulnerabilità, ma di massimizzare i benefici. Nel frattempo, i lavoratori che sostengono il sistema con le tasse assistono alla scena con crescente indignazione. La distorsione di scopo non è necessariamente nell'assistenza in sé, ma nella cultura che inizia a formarsi attorno ad essa. Quando dipendere dallo Stato diventa motivo di orgoglio sui social, il problema smette di essere economico e diventa anche sociale e comportamentale.
La nuova tendenza che viralizza sui social media mette in luce un ritratto curioso — e preoccupante — della relazione tra una parte della popolazione e i programmi sociali in Brasile. In video che si diffondono rapidamente, gli utenti si sfidano su chi riceve più benefici dal governo, come il Bolsa Família, l'assistenza per il gas e altri trasferimenti. Quello che dovrebbe essere una politica di sostegno emergenziale finisce per diventare motivo di competizione pubblica, quasi come un “trofeo” digitale.

Il fenomeno solleva un dibattito inevitabile: fino a che punto i programmi sociali stanno adempiendo al loro ruolo di transizione e non di dipendenza? Invece di servire come ponte per l'autonomia finanziaria, vengono visti da alcuni come fonte principale di reddito — e ora, persino come contenuto per l'engagement. La logica si inverte: non si tratta più di uscire dalla vulnerabilità, ma di massimizzare i benefici.

Nel frattempo, i lavoratori che sostengono il sistema con le tasse assistono alla scena con crescente indignazione. La distorsione di scopo non è necessariamente nell'assistenza in sé, ma nella cultura che inizia a formarsi attorno ad essa. Quando dipendere dallo Stato diventa motivo di orgoglio sui social, il problema smette di essere economico e diventa anche sociale e comportamentale.
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Rialzista
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compra na baixa , vende na alta , se alguém ganhar um dinheiro ae pode dar gorjeta que eu aceito 🤣🤣🤣💰💰💰💰$BTC $BNB $XRP {spot}(BTCUSDT) {spot}(XRPUSDT)
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La nuova tendenza che vira nelle reti sociali svela un ritratto curioso — e preoccupante — della relazione tra parte della popolazione e i programmi sociali in Brasile. In video che si diffondono rapidamente, gli utenti si contendono chi riceve più benefici dal governo, come Bolsa Família, auxílio gás e altri trasferimenti. Quello che dovrebbe essere una politica di sostegno emergenziale diventa motivo di competizione pubblica, quasi come un “trofeo” digitale. Il fenomeno solleva un dibattito inevitabile: fino a che punto i programmi sociali stanno adempiendo al loro ruolo di transizione e non di dipendenza? Invece di servire come ponte per l'autonomia finanziaria, vengono visti da alcuni come fonte principale di reddito — e ora, anche come contenuto per l'engagement. La logica si inverte: non è più una questione di uscire dalla vulnerabilità, ma di massimizzare i benefici. Nel frattempo, i lavoratori che sostengono il sistema con le tasse assistono alla scena con crescente indignazione. La distorsione di scopo non è necessariamente nell'aiuto stesso, ma nella cultura che inizia a formarsi attorno ad esso. Quando dipendere dallo Stato diventa motivo di orgoglio nelle reti, il problema smette di essere economico e diventa anche sociale e comportamentale.
La nuova tendenza che vira nelle reti sociali svela un ritratto curioso — e preoccupante — della relazione tra parte della popolazione e i programmi sociali in Brasile. In video che si diffondono rapidamente, gli utenti si contendono chi riceve più benefici dal governo, come Bolsa Família, auxílio gás e altri trasferimenti. Quello che dovrebbe essere una politica di sostegno emergenziale diventa motivo di competizione pubblica, quasi come un “trofeo” digitale.

Il fenomeno solleva un dibattito inevitabile: fino a che punto i programmi sociali stanno adempiendo al loro ruolo di transizione e non di dipendenza? Invece di servire come ponte per l'autonomia finanziaria, vengono visti da alcuni come fonte principale di reddito — e ora, anche come contenuto per l'engagement. La logica si inverte: non è più una questione di uscire dalla vulnerabilità, ma di massimizzare i benefici.

Nel frattempo, i lavoratori che sostengono il sistema con le tasse assistono alla scena con crescente indignazione. La distorsione di scopo non è necessariamente nell'aiuto stesso, ma nella cultura che inizia a formarsi attorno ad esso. Quando dipendere dallo Stato diventa motivo di orgoglio nelle reti, il problema smette di essere economico e diventa anche sociale e comportamentale.
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ONU aprova resolução sobre a escravidão africana; EUA, Israel e Argentina votam contra, Portugal abstém-se A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou recentemente uma resolução relacionada com a memória histórica e as consequências da escravidão africana, reacendendo debates internacionais sobre responsabilidade histórica, reparações e reconhecimento das injustiças do passado. A proposta foi apresentada na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde a maioria dos países votou a favor do documento, que reforça a necessidade de reconhecimento das consequências duradouras da escravidão e do tráfico transatlântico de africanos. Países que votaram contra Entre os países que votaram contra a resolução destacam-se os Estados Unidos, Israel e Argentina. A posição desses países gerou forte repercussão internacional, sobretudo nas redes sociais e em círculos académicos e políticos. Analistas apontam que votos contrários em resoluções desse tipo costumam estar ligados a preocupações diplomáticas, jurídicas ou políticas — especialmente quando o texto pode abrir debates sobre reparações históricas ou responsabilidades estatais. Já Portugal, país historicamente associado ao início do tráfico transatlântico de africanos no século XV, optou por abster-se na votação. A abstenção também chamou atenção, uma vez que Portugal tem sido frequentemente citado em discussões sobre a história da escravidão e o papel das potências europeias na expansão do comércio de pessoas escravizadas. A resolução da ONU faz parte de um esforço mais amplo da organização internacional para promover a reflexão sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão e do colonialismo. Nos últimos anos, movimentos sociais, académicos e líderes políticos têm defendido maior reconhecimento das consequências desse período histórico, incluindo desigualdades económicas, raciais e sociais que ainda persistem em diversas partes do mundo.
ONU aprova resolução sobre a escravidão africana; EUA, Israel e Argentina votam contra, Portugal abstém-se

A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou recentemente uma resolução relacionada com a memória histórica e as consequências da escravidão africana, reacendendo debates internacionais sobre responsabilidade histórica, reparações e reconhecimento das injustiças do passado.

A proposta foi apresentada na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde a maioria dos países votou a favor do documento, que reforça a necessidade de reconhecimento das consequências duradouras da escravidão e do tráfico transatlântico de africanos.
Países que votaram contra
Entre os países que votaram contra a resolução destacam-se os Estados Unidos, Israel e Argentina.

A posição desses países gerou forte repercussão internacional, sobretudo nas redes sociais e em círculos académicos e políticos. Analistas apontam que votos contrários em resoluções desse tipo costumam estar ligados a preocupações diplomáticas, jurídicas ou políticas — especialmente quando o texto pode abrir debates sobre reparações históricas ou responsabilidades estatais.

Já Portugal, país historicamente associado ao início do tráfico transatlântico de africanos no século XV, optou por abster-se na votação.

A abstenção também chamou atenção, uma vez que Portugal tem sido frequentemente citado em discussões sobre a história da escravidão e o papel das potências europeias na expansão do comércio de pessoas escravizadas.

A resolução da ONU faz parte de um esforço mais amplo da organização internacional para promover a reflexão sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão e do colonialismo.

Nos últimos anos, movimentos sociais, académicos e líderes políticos têm defendido maior reconhecimento das consequências desse período histórico, incluindo desigualdades económicas, raciais e sociais que ainda persistem em diversas partes do mundo.
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ONU aprova resolução sobre a escravidão africana; EUA, Israel e Argentina votam contra, Portugal abstém-se A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou recentemente uma resolução relacionada com a memória histórica e as consequências da escravidão africana, reacendendo debates internacionais sobre responsabilidade histórica, reparações e reconhecimento das injustiças do passado. A proposta foi apresentada na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde a maioria dos países votou a favor do documento, que reforça a necessidade de reconhecimento das consequências duradouras da escravidão e do tráfico transatlântico de africanos. Países que votaram contra Entre os países que votaram contra a resolução destacam-se os Estados Unidos, Israel e Argentina. A posição desses países gerou forte repercussão internacional, sobretudo nas redes sociais e em círculos académicos e políticos. Analistas apontam que votos contrários em resoluções desse tipo costumam estar ligados a preocupações diplomáticas, jurídicas ou políticas — especialmente quando o texto pode abrir debates sobre reparações históricas ou responsabilidades estatais. Já Portugal, país historicamente associado ao início do tráfico transatlântico de africanos no século XV, optou por abster-se na votação. A abstenção também chamou atenção, uma vez que Portugal tem sido frequentemente citado em discussões sobre a história da escravidão e o papel das potências europeias na expansão do comércio de pessoas escravizadas. A resolução da ONU faz parte de um esforço mais amplo da organização internacional para promover a reflexão sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão e do colonialismo. Nos últimos anos, movimentos sociais, académicos e líderes políticos têm defendido maior reconhecimento das consequências desse período histórico, incluindo desigualdades económicas, raciais e sociais que ainda persistem em diversas partes do mundo.
ONU aprova resolução sobre a escravidão africana; EUA, Israel e Argentina votam contra, Portugal abstém-se

A Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou recentemente uma resolução relacionada com a memória histórica e as consequências da escravidão africana, reacendendo debates internacionais sobre responsabilidade histórica, reparações e reconhecimento das injustiças do passado.

A proposta foi apresentada na Assembleia Geral das Nações Unidas, onde a maioria dos países votou a favor do documento, que reforça a necessidade de reconhecimento das consequências duradouras da escravidão e do tráfico transatlântico de africanos.
Países que votaram contra
Entre os países que votaram contra a resolução destacam-se os Estados Unidos, Israel e Argentina.

A posição desses países gerou forte repercussão internacional, sobretudo nas redes sociais e em círculos académicos e políticos. Analistas apontam que votos contrários em resoluções desse tipo costumam estar ligados a preocupações diplomáticas, jurídicas ou políticas — especialmente quando o texto pode abrir debates sobre reparações históricas ou responsabilidades estatais.

Já Portugal, país historicamente associado ao início do tráfico transatlântico de africanos no século XV, optou por abster-se na votação.

A abstenção também chamou atenção, uma vez que Portugal tem sido frequentemente citado em discussões sobre a história da escravidão e o papel das potências europeias na expansão do comércio de pessoas escravizadas.

A resolução da ONU faz parte de um esforço mais amplo da organização internacional para promover a reflexão sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão e do colonialismo.

Nos últimos anos, movimentos sociais, académicos e líderes políticos têm defendido maior reconhecimento das consequências desse período histórico, incluindo desigualdades económicas, raciais e sociais que ainda persistem em diversas partes do mundo.
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“Uma aposta de 320 milhões pouco antes da mensagem de #Trump sobre o Irã” 🤔
“Uma aposta de 320 milhões pouco antes da mensagem de #Trump sobre o Irã” 🤔
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$🚨ÚLTIMA HORA: Meta cai 7,24% e mercado pune Zuckerberg após derrotas judiciais e dúvidas sobre sua aposta na IA.
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DEPUTADA DIZ QUE MOVIMENTO BUSCA DISTRAÇÃO A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou, durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que deputados da direita pagaram para impulsionar discursos de ódio contra sua candidatura nas redes sociais. A deputada disse possuir um dossiê com o material, que comprova o envolvimento de deputados federais, estaduais e vereadores de diversos municípios brasileiros no que descreveu como uma “rede de ódio”. “Há um dossiê, um material vasto de parlamentares dos mais diversos campos do Poder Legislativo que financiaram e impulsionaram discursos de ódio contra mim”, afirmou. A deputada classificou o movimento como uma tentativa de distração para desviar o foco das pautas da comissão em um momento que o Brasil enfrenta o que classificou como “uma epidemia de violência contra a mulher.
DEPUTADA DIZ QUE MOVIMENTO BUSCA DISTRAÇÃO

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou, durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que deputados da direita pagaram para impulsionar discursos de ódio contra sua candidatura nas redes sociais.

A deputada disse possuir um dossiê com o material, que comprova o envolvimento de deputados federais, estaduais e vereadores de diversos municípios brasileiros no que descreveu como uma “rede de ódio”.

“Há um dossiê, um material vasto de parlamentares dos mais diversos campos do Poder Legislativo que financiaram e impulsionaram discursos de ódio contra mim”, afirmou.

A deputada classificou o movimento como uma tentativa de distração para desviar o foco das pautas da comissão em um momento que o Brasil enfrenta o que classificou como “uma epidemia de violência contra a mulher.
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PRÉ-CANDIDATO FOI ANUNCIADO NA SEGUNDA (30) PELO PSD O governador de Goiás e agora pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça (31) em entrevista à Rádio CBN, que qualquer candidato que for ao segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto vai ganhar do pré-candidato do PT e postulante à reeleição Lula. Segundo ele, a questão não é vencer as eleições de outubro, mas saber como vai governar e pacificar depois o País. Sem entrar em detalhes, o pessebista disse que vai dar “rumo aos juros” e cuidar de temas essenciais para o País, como segurança, educação, terras raras. Na segunda, 30, ao ser oficializado pelo PSD como o cabeça de chapa da legenda na corrida presidencial de outubro deste ano, Caiado disse que é necessário evitar o populismo quando se trata de uma eventual redução da taxa de juros. “O problema todo é que está criando um endividamento muito grande, e está trazendo um gasto muito grande e está aumentando a taxa de juros … Quem define taxa de juros é o governo federal, é quem toma dinheiro. Se você tem um endividamento no País cada vez maior, hoje ocupando quase 80% da dívida PIB, quem é que está recorrendo ao mercado? É o governo”, destacou.
PRÉ-CANDIDATO FOI ANUNCIADO NA SEGUNDA (30) PELO PSD

O governador de Goiás e agora pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça (31) em entrevista à Rádio CBN, que qualquer candidato que for ao segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto vai ganhar do pré-candidato do PT e postulante à reeleição Lula. Segundo ele, a questão não é vencer as eleições de outubro, mas saber como vai governar e pacificar depois o País.

Sem entrar em detalhes, o pessebista disse que vai dar “rumo aos juros” e cuidar de temas essenciais para o País, como segurança, educação, terras raras. Na segunda, 30, ao ser oficializado pelo PSD como o cabeça de chapa da legenda na corrida presidencial de outubro deste ano, Caiado disse que é necessário evitar o populismo quando se trata de uma eventual redução da taxa de juros.

“O problema todo é que está criando um endividamento muito grande, e está trazendo um gasto muito grande e está aumentando a taxa de juros … Quem define taxa de juros é o governo federal, é quem toma dinheiro. Se você tem um endividamento no País cada vez maior, hoje ocupando quase 80% da dívida PIB, quem é que está recorrendo ao mercado? É o governo”, destacou.
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Antissemitismo cresce 150% em meio a conflitos internacionais 🚨 Os casos de antissemitismo (o preconceito e a hostilidade contra judeus) tiveram um aumento preocupante recentemente, impulsionados pelos conflitos globais. No ambiente da internet, a situação é ainda mais grave: o salto foi de 296% desde o ano de 2022, de acordo com os dados levantados pela Confederação Israelita do Brasil (Conib). A entidade faz um alerta importante sobre como a política externa afeta o nosso dia a dia. Segundo a Conib, a postura e o alinhamento do atual governo brasileiro em relação ao Hamas têm contribuído para incentivar esse movimento de intolerância aqui no Brasil. Isso mostra como as decisões diplomáticas e os posicionamentos das nossas autoridades podem ter um impacto direto na segurança e no respeito entre as pessoas dentro do próprio país.
Antissemitismo cresce 150% em meio a conflitos internacionais 🚨

Os casos de antissemitismo (o preconceito e a hostilidade contra judeus) tiveram um aumento preocupante recentemente, impulsionados pelos conflitos globais. No ambiente da internet, a situação é ainda mais grave: o salto foi de 296% desde o ano de 2022, de acordo com os dados levantados pela Confederação Israelita do Brasil (Conib).

A entidade faz um alerta importante sobre como a política externa afeta o nosso dia a dia. Segundo a Conib, a postura e o alinhamento do atual governo brasileiro em relação ao Hamas têm contribuído para incentivar esse movimento de intolerância aqui no Brasil.

Isso mostra como as decisões diplomáticas e os posicionamentos das nossas autoridades podem ter um impacto direto na segurança e no respeito entre as pessoas dentro do próprio país.
Ancora nel governo Lula 3, il Brasile dovrebbe raggiungere il preoccupante 8,6% di deficit nominale — la peggiore performance delle finanze pubbliche dalla creazione del Piano Real. Per chi non è familiare con il termine: il deficit nominale è il saldo finale che rimane dopo che il governo spende più di quanto incassa e aggiunge a ciò il pagamento degli interessi sul debito. Cosa ci rivela questo dato? Abbiamo superato i momenti peggiori della crisi del 2016 e persino il periodo della pandemia. Mentre il discorso ufficiale è di "investimento nel sociale", la realtà fiscale mostra uno Stato gonfiato, inefficiente e che ha perso il controllo sulle proprie spese. Un alto deficit significa necessità di ulteriori prestiti, il che spinge i tassi d'interesse verso l'alto e alimenta l'inflazione. Il risultato? Credito più costoso e potere d'acquisto eroso al supermercato. La stabilità conquistata a caro prezzo dal 1994 è messa in discussione da una sete insaziabile di spendere il denaro che il contribuente non ha ancora prodotto. 💸📉 /
Ancora nel governo Lula 3, il Brasile dovrebbe raggiungere il preoccupante 8,6% di deficit nominale — la peggiore performance delle finanze pubbliche dalla creazione del Piano Real.

Per chi non è familiare con il termine: il deficit nominale è il saldo finale che rimane dopo che il governo spende più di quanto incassa e aggiunge a ciò il pagamento degli interessi sul debito.

Cosa ci rivela questo dato?

Abbiamo superato i momenti peggiori della crisi del 2016 e persino il periodo della pandemia.

Mentre il discorso ufficiale è di "investimento nel sociale", la realtà fiscale mostra uno Stato gonfiato, inefficiente e che ha perso il controllo sulle proprie spese.

Un alto deficit significa necessità di ulteriori prestiti, il che spinge i tassi d'interesse verso l'alto e alimenta l'inflazione. Il risultato? Credito più costoso e potere d'acquisto eroso al supermercato.

La stabilità conquistata a caro prezzo dal 1994 è messa in discussione da una sete insaziabile di spendere il denaro che il contribuente non ha ancora prodotto. 💸📉
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O levantamento escancara o que o cidadão sente no dia a dia com a precariedade dos serviços básicos e a insegurança. É dinheiro desviado da saúde, da educação e da segurança para financiar esquemas, impunidade e os privilégios da máquina pública. - 60% apontam a corrupção como o maior problema. - 53% destacam a criminalidade e o tráfico de drogas, o verdadeiro estado paralelo que avança enquanto o poder público falha ou se omite. - 25% sofrem diretamente com a economia estagnada e a inflação corroendo o poder de compra das famílias. Esses números refletem o descontentamento do brasileiro com um sistema político que pouco pune grandes nomes envolvidos em escândalos. Acompanhar, cobrar e avaliar o desempenho de cada parlamentar é o único antídoto contra esse cenário. É para isso que existimos: o Ranking dos Políticos trabalha diariamente para expor quem realmente defende o país e quem atua apenas em benefício próprio.
O levantamento escancara o que o cidadão sente no dia a dia com a precariedade dos serviços básicos e a insegurança.

É dinheiro desviado da saúde, da educação e da segurança para financiar esquemas, impunidade e os privilégios da máquina pública.

- 60% apontam a corrupção como o maior problema.
- 53% destacam a criminalidade e o tráfico de drogas, o verdadeiro estado paralelo que avança enquanto o poder público falha ou se omite.
- 25% sofrem diretamente com a economia estagnada e a inflação corroendo o poder de compra das famílias.

Esses números refletem o descontentamento do brasileiro com um sistema político que pouco pune grandes nomes envolvidos em escândalos.

Acompanhar, cobrar e avaliar o desempenho de cada parlamentar é o único antídoto contra esse cenário. É para isso que existimos: o Ranking dos Políticos trabalha diariamente para expor quem realmente defende o país e quem atua apenas em benefício próprio.
La promessa senza tempo di Trump: Cuba sarà libera – e lui è pronto a testimoniare la vittoria In un discorso riscoperto del 1999 per la Fondazione Nazionale Cubano-Americana a Miami, Donald Trump ha stabilito una posizione chiara e con principi contro il fare affari con il regime di Fidel Castro - una posizione radicata nell'etica e nella previsione che oggi sembra profetica. "Ho ricevuto molte offerte - e purtroppo tutto è stato molto recentemente - per entrare a Cuba in affari, affari, immobili e altri affari, e le ho rifiutate sulla base che andrò quando Cuba sarà libera", ha dichiarato Trump. Non ha risparmiato colpi al governo Castro: "Investire e mettere soldi a Cuba in questo momento non andrà al popolo di Cuba. Andrà nelle tasche di Fidel Castro. È un assassino, è un assassino, è un tipo cattivo in tutti gli aspetti, e, francamente, l'embargo contro Cuba deve rimanere se non per altra ragione se non, se cade in piedi, cadrà. " Poi è arrivata la previsione audace e l'impegno personale che risuona ancora: "Un giorno Cuba sarà libera. Credo che avrete vittoria... vincerete e io sarò qui in basso a vedervi vincere. O sarò il miglior sviluppatore del paese o il miglior presidente... " Pubblicato in mezzo a blackout, scarsità e crescente agitazione nell'isola nel marzo del 2026, questo video ci ricorda che la determinazione anticomunista di Trump a Cuba è stata costante per decenni. Nessun accordo con i dittatori. Nessun compromesso sulla libertà. L'attesa potrebbe finalmente essere giunta alla fine.
La promessa senza tempo di Trump: Cuba sarà libera – e lui è pronto a testimoniare la vittoria

In un discorso riscoperto del 1999 per la Fondazione Nazionale Cubano-Americana a Miami, Donald Trump ha stabilito una posizione chiara e con principi contro il fare affari con il regime di Fidel Castro - una posizione radicata nell'etica e nella previsione che oggi sembra profetica.

"Ho ricevuto molte offerte - e purtroppo tutto è stato molto recentemente - per entrare a Cuba in affari, affari, immobili e altri affari, e le ho rifiutate sulla base che andrò quando Cuba sarà libera", ha dichiarato Trump.

Non ha risparmiato colpi al governo Castro: "Investire e mettere soldi a Cuba in questo momento non andrà al popolo di Cuba. Andrà nelle tasche di Fidel Castro. È un assassino, è un assassino, è un tipo cattivo in tutti gli aspetti, e, francamente, l'embargo contro Cuba deve rimanere se non per altra ragione se non, se cade in piedi, cadrà. "

Poi è arrivata la previsione audace e l'impegno personale che risuona ancora: "Un giorno Cuba sarà libera. Credo che avrete vittoria... vincerete e io sarò qui in basso a vedervi vincere. O sarò il miglior sviluppatore del paese o il miglior presidente... "

Pubblicato in mezzo a blackout, scarsità e crescente agitazione nell'isola nel marzo del 2026, questo video ci ricorda che la determinazione anticomunista di Trump a Cuba è stata costante per decenni. Nessun accordo con i dittatori. Nessun compromesso sulla libertà. L'attesa potrebbe finalmente essere giunta alla fine.
📈🇧🇷 Caso Master | In sole 24 ore, Daniel Vorcaro ha acquistato quote del Hans 2 Fondo di Investimento in Partecipazioni Multiestrategia per R$ 2,5 milioni e rivenduto per R$ 294,5 milioni, un apprezzamento del 11,472% in un solo giorno. La transazione è riportata nella sua dichiarazione dei Redditi del 2024, consegnata alla CPI del Crimine Organizzato. L'operazione non è stata isolata. A maggio 2023, Vorcaro ha acquistato quote dello stesso fondo per R$ 10 milioni e ha venduto una settimana dopo per R$ 160 milioni. In totale, i guadagni di capitale dichiarati nel 2024 sono stati di R$ 631,6 milioni. Il suo patrimonio dichiarato al Fisco ha superato R$ 2,6 miliardi nel 2024. Quasi dieci anni fa, nel 2015, il patrimonio era di R$ 2,9 milioni. La difesa non ha commentato le operazioni. Fonte: Folha de S.Paulo. 14 mar. 26.
📈🇧🇷 Caso Master | In sole 24 ore, Daniel Vorcaro ha acquistato quote del Hans 2 Fondo di Investimento in Partecipazioni Multiestrategia per R$ 2,5 milioni e rivenduto per R$ 294,5 milioni, un apprezzamento del 11,472% in un solo giorno. La transazione è riportata nella sua dichiarazione dei Redditi del 2024, consegnata alla CPI del Crimine Organizzato.

L'operazione non è stata isolata. A maggio 2023, Vorcaro ha acquistato quote dello stesso fondo per R$ 10 milioni e ha venduto una settimana dopo per R$ 160 milioni. In totale, i guadagni di capitale dichiarati nel 2024 sono stati di R$ 631,6 milioni.

Il suo patrimonio dichiarato al Fisco ha superato R$ 2,6 miliardi nel 2024. Quasi dieci anni fa, nel 2015, il patrimonio era di R$ 2,9 milioni. La difesa non ha commentato le operazioni.

Fonte: Folha de S.Paulo. 14 mar. 26.
🟥 $TRUMP sale del 32,6% dopo la notizia che i principali detentori di token potrebbero essere invitati a un pranzo con Donald Trump.
🟥 $TRUMP sale del 32,6% dopo la notizia che i principali detentori di token potrebbero essere invitati a un pranzo con Donald Trump.
Il collettivo anonimo Secret Handshake ha installato questa settimana una statua intitolata “Rei do Mundo” al National Mall, a Washington, che ritrae Donald Trump e Jeffrey Epstein nella famosa scena del film Titanic. L'installazione include targhe con riferimenti ai legami tra i due e una fila di cartelloni con immagini di loro insieme. Decine di persone si sono fermate a fotografare l'opera durante il giorno. Epstein è morto nel 2019 dopo essere stato arrestato per aver gestito uno schema di abuso sessuale che coinvolgeva figure potenti. Trump ed Epstein erano amici intimi negli anni '90 e 2000. Il presidente nega qualsiasi coinvolgimento nei crimini.
Il collettivo anonimo Secret Handshake ha installato questa settimana una statua intitolata “Rei do Mundo” al National Mall, a Washington, che ritrae Donald Trump e Jeffrey Epstein nella famosa scena del film Titanic.
L'installazione include targhe con riferimenti ai legami tra i due e una fila di cartelloni con immagini di loro insieme. Decine di persone si sono fermate a fotografare l'opera durante il giorno.
Epstein è morto nel 2019 dopo essere stato arrestato per aver gestito uno schema di abuso sessuale che coinvolgeva figure potenti. Trump ed Epstein erano amici intimi negli anni '90 e 2000. Il presidente nega qualsiasi coinvolgimento nei crimini.
🇧🇷🇨🇴🚨 Articolazione regionale | Il presidente Lula ha cercato di parlare con il presidente della Colombia, Gustavo Petro, in mezzo alla preoccupazione del governo brasiliano per il piano degli Stati Uniti di classificare il PCC e il Comando Vermelho come organizzazioni t3rroriste. Secondo la rubrica di Igor Gadelha, di Metrópoles, Lula teme che questo inquadramento apra margine per azioni militari americane nei paesi della regione, incluso il Brasile. Il movimento avviene dopo che il cancelliere Mauro Vieira ha già trattato il tema con il segretario di Stato degli USA, Marco Rubio. Il governo brasiliano vede la proposta con preoccupazione a causa degli effetti diplomatici, giuridici e di sovranità, dato che, secondo la legge brasiliana, PCC e CV sono trattati come organizzazioni cr!minose, e non t3rroriste. La Colombia è entrata nell'equazione perché sta anche seguendo con attenzione l'indurimento del governo Trump contro gruppi arm@dos e f@cções in America Latina. I reportage indicano che la conversazione tra Lula e Petro fa parte di un tentativo di allineare le posizioni di fronte alla nuova strategia americana per la regione. Fonte: Metrópoles - 10.mar.2026
🇧🇷🇨🇴🚨 Articolazione regionale | Il presidente Lula ha cercato di parlare con il presidente della Colombia, Gustavo Petro, in mezzo alla preoccupazione del governo brasiliano per il piano degli Stati Uniti di classificare il PCC e il Comando Vermelho come organizzazioni t3rroriste. Secondo la rubrica di Igor Gadelha, di Metrópoles, Lula teme che questo inquadramento apra margine per azioni militari americane nei paesi della regione, incluso il Brasile.

Il movimento avviene dopo che il cancelliere Mauro Vieira ha già trattato il tema con il segretario di Stato degli USA, Marco Rubio. Il governo brasiliano vede la proposta con preoccupazione a causa degli effetti diplomatici, giuridici e di sovranità, dato che, secondo la legge brasiliana, PCC e CV sono trattati come organizzazioni cr!minose, e non t3rroriste.

La Colombia è entrata nell'equazione perché sta anche seguendo con attenzione l'indurimento del governo Trump contro gruppi arm@dos e f@cções in America Latina. I reportage indicano che la conversazione tra Lula e Petro fa parte di un tentativo di allineare le posizioni di fronte alla nuova strategia americana per la regione.

Fonte: Metrópoles - 10.mar.2026
"L'Arabia Saudita elimina le barriere: La borsa di Riyad si apre totalmente al capitale estero"
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DEPUTATA ESIGE RETRATAZIONE PUBBLICA La deputata federale Erika Hilton (PSOL-SP) ha attivato il Ministero Pubblico Federale per indagare sul presentatore Ratinho e sulla rete SBT per dichiarazioni transfobiche fatte durante la trasmissione del suo programma, mercoledì (11). Oltre all'inchiesta, la parlamentare ha richiesto l'apertura di un'azione civile chiedendo un risarcimento di R$ 10 milioni per danni morali collettivi contro la popolazione trans. Oltre al risarcimento, la parlamentare richiede che il presentatore e la rete siano obbligati a trasmettere una rettifica pubblica sul contenuto trasmesso durante il programma, anche in prima serata e con una durata equivalente a quella dichiarata da Ratinho. Nel documento, Erika sottolinea che il presentatore ha ripetutamente negato la sua identità di genere commentando sull'elezione di Erika alla presidenza della Commissione per la Difesa dei Diritti della Donna, alla Camera. Nel programma, Ratinho ha messo in discussione la legittimità dell'elezione della parlamentare, affermando che la carica dovrebbe essere occupata da una “donna vera”. “Non è una donna, è trans. Per essere donna bisogna avere un utero, mestruare, bisogna essere noiose per tre, quattro giorni”, ha detto Ratinho.
DEPUTATA ESIGE RETRATAZIONE PUBBLICA

La deputata federale Erika Hilton (PSOL-SP) ha attivato il Ministero Pubblico Federale per indagare sul presentatore Ratinho e sulla rete SBT per dichiarazioni transfobiche fatte durante la trasmissione del suo programma, mercoledì (11). Oltre all'inchiesta, la parlamentare ha richiesto l'apertura di un'azione civile chiedendo un risarcimento di R$ 10 milioni per danni morali collettivi contro la popolazione trans.

Oltre al risarcimento, la parlamentare richiede che il presentatore e la rete siano obbligati a trasmettere una rettifica pubblica sul contenuto trasmesso durante il programma, anche in prima serata e con una durata equivalente a quella dichiarata da Ratinho.

Nel documento, Erika sottolinea che il presentatore ha ripetutamente negato la sua identità di genere commentando sull'elezione di Erika alla presidenza della Commissione per la Difesa dei Diritti della Donna, alla Camera.

Nel programma, Ratinho ha messo in discussione la legittimità dell'elezione della parlamentare, affermando che la carica dovrebbe essere occupata da una “donna vera”. “Non è una donna, è trans. Per essere donna bisogna avere un utero, mestruare, bisogna essere noiose per tre, quattro giorni”, ha detto Ratinho.
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