$XRP "(Robert Kiyosaki)
$BNB $BNB Em 19 de dezembro de 2003, Muammar Gaddafi anunciou que a Líbia desmantelaria voluntariamente seu programa de armas de destruição em massa, incluindo nucleares, químicas e mísseis balísticos. Entregou centrifugadoras, urânio enriquecido e todos os componentes a inspetores dos EUA, Reino Unido e AIEA. Em troca, sanções foram levantadas, investimentos fluíram, e Gaddafi foi elogiado como "modelo" pelo Departamento de Estado americano, que o citou explicitamente para pressionar Irã e Coreia do Norte a seguirem o exemplo. Ele até foi incentivado a劝ar esses países.
Oito anos depois, em 2011, a OTAN bombardeou a Líbia por sete meses. Rebeldes, com apoio aéreo ocidental, capturaram, espancaram e executaram Gaddafi em um tubo de drenagem em sua cidade natal. Hillary Clinton reagiu rindo: "Nós viemos, nós vimos, ele morreu."
Coreia do Norte e Irã observaram. Pyongyang declarou que o desarmamento líbio foi uma "tática para agredir" o país. Kim Jong-un citou lições do Oriente Médio. Khamenei afirmou que o destino de Gaddafi explica por que o Irã acelera seu programa nuclear: só uma bomba atômica garante sobrevivência contra os EUA.
Gaddafi tinha garantias escritas de segurança, confirmadas por seu filho, mas foram ignoradas. Exigências como a de Trump para o Irã entregar 972 libras de urânio enriquecido nunca serão atendidas — uma arma nuclear é irreversível e inegociável. Como disse o Corolonel Douglas Macgregor: "Cooperou 100%, e o matamos.""
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