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LaFlamme

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#Lula afirma estar treinando para roubar o povo por mais 4 anos.
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URGENTE 🚨 Lula virou Cristão meses antes das eleições presidenciais do Brasil.
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Em ano de eleição, até o diabo vai pra igreja pra ganhar votos kkkkkkkkkkkkk #Fazuelli
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#Fazuelli
Quem vai cozinhar a paca?
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VIVA O LULA 🎉🎉🎉
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Só mais 20 anos pessoal, dessa vez ele prometeu que não vai enganar o povo novamente 🙏🏻
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Lula mente até sobre a mentira.
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Os petistas da Binance foram longe demais dessa vez 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
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Os petistas passando fome e votando no painho kkkkkkkkkkk
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URGENTE 🚨 $NEAR será deslistada da Binance!
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O mais curioso do mercado cripto não é a volatilidade… é a mudança de perfil das pessoas. Lá no começo, quem tava aqui sabia muito bem o que estava fazendo. Era um ambiente quase underground. A maioria era libertário, anti-Estado, ou pelo menos desconfiava profundamente de governo, banco central e inflação artificial. Bitcoin não surgiu do nada, ele nasceu como resposta direta ao controle estatal sobre o dinheiro. A ideia sempre foi clara: descentralização, soberania individual e proteção contra a desvalorização da moeda estatal. Agora corta pra hoje… Você entra na Binance Square e vê uma galera defendendo exatamente o sistema que torna o cripto necessário. Gente que apoia expansão monetária, inflação, controle estatal… mas ao mesmo tempo está comprando cripto pra “proteger patrimônio”. Percebe a contradição? Os mesmos que defendem políticas que desvalorizam a moeda são os que correm pra cripto quando sentem no bolso. E ainda assim, agem como se entendessem o fundamento do mercado quando, na prática, só estão reagindo ao efeito, não à causa. Cripto não é só gráfico, não é só trade, não é só hype. Cripto é uma ruptura. É um sistema criado justamente pra não depender de governo, de presidente, de banco central ou de política monetária inflacionária. Você pode até entrar aqui só pra ganhar dinheiro. Nada contra. Mas ignorar o motivo pelo qual esse mercado existe… é como usar um colete à prova de balas enquanto defende quem está atirando.
O mais curioso do mercado cripto não é a volatilidade… é a mudança de perfil das pessoas.

Lá no começo, quem tava aqui sabia muito bem o que estava fazendo. Era um ambiente quase underground. A maioria era libertário, anti-Estado, ou pelo menos desconfiava profundamente de governo, banco central e inflação artificial. Bitcoin não surgiu do nada, ele nasceu como resposta direta ao controle estatal sobre o dinheiro.

A ideia sempre foi clara: descentralização, soberania individual e proteção contra a desvalorização da moeda estatal.

Agora corta pra hoje…

Você entra na Binance Square e vê uma galera defendendo exatamente o sistema que torna o cripto necessário.

Gente que apoia expansão monetária, inflação, controle estatal… mas ao mesmo tempo está comprando cripto pra “proteger patrimônio”.

Percebe a contradição?

Os mesmos que defendem políticas que desvalorizam a moeda são os que correm pra cripto quando sentem no bolso. E ainda assim, agem como se entendessem o fundamento do mercado quando, na prática, só estão reagindo ao efeito, não à causa.

Cripto não é só gráfico, não é só trade, não é só hype.

Cripto é uma ruptura.

É um sistema criado justamente pra não depender de governo, de presidente, de banco central ou de política monetária inflacionária.

Você pode até entrar aqui só pra ganhar dinheiro. Nada contra.

Mas ignorar o motivo pelo qual esse mercado existe… é como usar um colete à prova de balas enquanto defende quem está atirando.
Nosso herói não usa capa, ele toma cachaça e rouba o povo.
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Haddad e Lula taxando até as mães dos petistas kkkkkkkkk
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E os burrinhos vão vota no PT de novo kkkkk
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$BTC Se tem uma coisa que eu aprendi em 6 anos de mercado, é que quando o povão espera que algo aconteça, dificilmente vai acontecer.
$BTC Se tem uma coisa que eu aprendi em 6 anos de mercado, é que quando o povão espera que algo aconteça, dificilmente vai acontecer.
Článok
Por que o brasileiro sente que vive no país que mais paga impostos no mundo!📊 1) Carga Tributária Total — Brasil não paga pouco imposto A primeira falácia comum é olhar apenas a alíquota máxima do imposto de renda e dizer “no Brasil é só 27,5% contra 56% na Finlândia”. Essa comparação ignora o conceito completo de carga tributária total (todos os tributos arrecadados em relação ao PIB). Segundo dados oficiais da OCDE, muitos países nórdicos e europeus têm taxa de arrecadação total acima de 40% do PIB — Dinamarca, Finlândia, Suécia, Áustria, Bélgica — enquanto a média OECD está por volta de 33,8%. No Brasil a carga tributária total gira em torno de 32%–34% do PIB, inferior à de muitos países desenvolvidos, mas ainda uma das mais altas do mundo quando comparada com países emergentes. ➡️ Conclusão: comparar apenas imposto de renda exclui a arrecadação total e dá uma impressão errada sobre “quem paga mais imposto”. 📉 2) Tributação indireta (consumo) — maior no Brasil que em países desenvolvidos No Brasil, uma grande parte da arrecadação vem de impostos indiretos, em especial sobre consumo, como ICMS, PIS/COFINS, IPI e outros. Esses tributos: Incidem todas as vezes que você compra algo; São repassados nos preços, muitas vezes sem que o cidadão perceba diretamente; Tendem a ser regressivos (quem menos ganha paga proporcionalmente mais), pois o consumo representa uma fatia maior da renda do pobre do que do rico. A própria composição tributária mostra que o Brasil tributa muito mais consumo e bem menos renda e patrimônio do que países desenvolvidos — o que penaliza mais a classe média e baixa. 👉 Isso significa que mesmo que o percentual de PIB possa parecer “menor”, o peso sobre o bolso do brasileiro quando compra bens e serviços é muito alto. 🧾 3) “Imposto invisível”: inflação / expansão monetária Existe um tipo de imposto que não aparece como tributo explícito, mas que tem efeito econômico semelhante: inflação e expansão da base monetária. Economistas como Milton Friedman e outros monetaristas explicaram que inflação é uma forma de imposto implícito — o poder público “captura” renda dos cidadãos ao depreciar o valor do dinheiro, reduzindo o poder de compra sem lei formal de imposto. 📌 Em termos simples: quando o Banco Central permite que a base monetária cresça rápido demais, os preços sobem e o trabalhador precisa ganhar mais para comprar os mesmos produtos — o que é uma transferência de riqueza do público para o setor financeiro/governo. Esse efeito costuma atingir mais fortemente os mais pobres e assalariados, porque eles têm menos ativos protegidos da inflação. ➡️ Esse “imposto escondido” é especialmente relevante em países com história de inflação alta, como o Brasil. 🏥 4) Saúde, educação, segurança: retorno real dos impostos Uma comparação puramente nominal de alíquotas ignora o principal: o que os impostos compram para a sociedade. Saúde Apesar dos gastos do Brasil com saúde serem altos em termos percentuais do PIB (9,6% em 2019, acima da média da OCDE), 60% desses gastos são privados e o sistema público (SUS) enfrenta problemas de eficiência e desigualdade no atendimento. Em muitos países europeus e nórdicos, os sistemas públicos oferecem: Acesso universal com menos desigualdade no atendimento; Melhores indicadores de saúde gerais e menores filas; Custos mais gerenciados por meio de sistemas organizados de saúde pública. Embora o Brasil tenha avanços importantes, a qualidade e eficiência dos serviços públicos ainda ficam muito atrás das nações desenvolvidas que têm carga tributária maior. Educação e Segurança Pelo mesmo raciocínio, países com alta carga tributária conseguem: Investir fortemente em educação básica e superior públicas; Oferecer programas de redução de desigualdade; Manter estruturas de segurança pública melhores por habitante. Isso se reflete em índices como: IDH e expectativa de vida mais altos; Maiores taxas de escolaridade; Melhores indicadores de segurança pública. Dados agregados globais mostram que países nórdicos e europeus com maior carga tributária também estão consistentemente no topo dos rankings de qualidade de vida mundial (felicidade, saúde, educação, segurança). 📌 5) Resumo ❌ Não é verdade que o Brasil paga significativamente menos imposto do que esses países quando olhamos de forma completa. 📌 Mesmo com alíquotas nominais de imposto de renda menores, o Brasil: Tem carga tributária total elevada — comparável à média da OCDE. Tributa fortemente o consumo, de forma regressiva. Sofre com “impostos invisíveis” como inflação decorrente de expansão monetária. ✔️ Por outro lado, muitos países com tributos mais altos entregam serviços públicos de melhor qualidade, o que gera maior bem-estar social, mais segurança e educação mais eficiente, alimentando rankings de desenvolvimento humano superiores.

Por que o brasileiro sente que vive no país que mais paga impostos no mundo!

📊 1) Carga Tributária Total — Brasil não paga pouco imposto
A primeira falácia comum é olhar apenas a alíquota máxima do imposto de renda e dizer “no Brasil é só 27,5% contra 56% na Finlândia”. Essa comparação ignora o conceito completo de carga tributária total (todos os tributos arrecadados em relação ao PIB).
Segundo dados oficiais da OCDE, muitos países nórdicos e europeus têm taxa de arrecadação total acima de 40% do PIB — Dinamarca, Finlândia, Suécia, Áustria, Bélgica — enquanto a média OECD está por volta de 33,8%.
No Brasil a carga tributária total gira em torno de 32%–34% do PIB, inferior à de muitos países desenvolvidos, mas ainda uma das mais altas do mundo quando comparada com países emergentes.
➡️ Conclusão: comparar apenas imposto de renda exclui a arrecadação total e dá uma impressão errada sobre “quem paga mais imposto”.
📉 2) Tributação indireta (consumo) — maior no Brasil que em países desenvolvidos
No Brasil, uma grande parte da arrecadação vem de impostos indiretos, em especial sobre consumo, como ICMS, PIS/COFINS, IPI e outros. Esses tributos:
Incidem todas as vezes que você compra algo;
São repassados nos preços, muitas vezes sem que o cidadão perceba diretamente;
Tendem a ser regressivos (quem menos ganha paga proporcionalmente mais), pois o consumo representa uma fatia maior da renda do pobre do que do rico.
A própria composição tributária mostra que o Brasil tributa muito mais consumo e bem menos renda e patrimônio do que países desenvolvidos — o que penaliza mais a classe média e baixa.
👉 Isso significa que mesmo que o percentual de PIB possa parecer “menor”, o peso sobre o bolso do brasileiro quando compra bens e serviços é muito alto.
🧾 3) “Imposto invisível”: inflação / expansão monetária
Existe um tipo de imposto que não aparece como tributo explícito, mas que tem efeito econômico semelhante: inflação e expansão da base monetária.
Economistas como Milton Friedman e outros monetaristas explicaram que inflação é uma forma de imposto implícito — o poder público “captura” renda dos cidadãos ao depreciar o valor do dinheiro, reduzindo o poder de compra sem lei formal de imposto.
📌 Em termos simples: quando o Banco Central permite que a base monetária cresça rápido demais, os preços sobem e o trabalhador precisa ganhar mais para comprar os mesmos produtos — o que é uma transferência de riqueza do público para o setor financeiro/governo.
Esse efeito costuma atingir mais fortemente os mais pobres e assalariados, porque eles têm menos ativos protegidos da inflação.
➡️ Esse “imposto escondido” é especialmente relevante em países com história de inflação alta, como o Brasil.
🏥 4) Saúde, educação, segurança: retorno real dos impostos
Uma comparação puramente nominal de alíquotas ignora o principal: o que os impostos compram para a sociedade.
Saúde
Apesar dos gastos do Brasil com saúde serem altos em termos percentuais do PIB (9,6% em 2019, acima da média da OCDE), 60% desses gastos são privados e o sistema público (SUS) enfrenta problemas de eficiência e desigualdade no atendimento.
Em muitos países europeus e nórdicos, os sistemas públicos oferecem:
Acesso universal com menos desigualdade no atendimento;
Melhores indicadores de saúde gerais e menores filas;
Custos mais gerenciados por meio de sistemas organizados de saúde pública.
Embora o Brasil tenha avanços importantes, a qualidade e eficiência dos serviços públicos ainda ficam muito atrás das nações desenvolvidas que têm carga tributária maior.
Educação e Segurança
Pelo mesmo raciocínio, países com alta carga tributária conseguem:
Investir fortemente em educação básica e superior públicas;
Oferecer programas de redução de desigualdade;
Manter estruturas de segurança pública melhores por habitante.
Isso se reflete em índices como:
IDH e expectativa de vida mais altos;
Maiores taxas de escolaridade;
Melhores indicadores de segurança pública.
Dados agregados globais mostram que países nórdicos e europeus com maior carga tributária também estão consistentemente no topo dos rankings de qualidade de vida mundial (felicidade, saúde, educação, segurança).
📌 5) Resumo
❌ Não é verdade que o Brasil paga significativamente menos imposto do que esses países quando olhamos de forma completa.
📌 Mesmo com alíquotas nominais de imposto de renda menores, o Brasil:
Tem carga tributária total elevada — comparável à média da OCDE.
Tributa fortemente o consumo, de forma regressiva.
Sofre com “impostos invisíveis” como inflação decorrente de expansão monetária.
✔️ Por outro lado, muitos países com tributos mais altos entregam serviços públicos de melhor qualidade, o que gera maior bem-estar social, mais segurança e educação mais eficiente, alimentando rankings de desenvolvimento humano superiores.
@BiBi Você pode explicar que além do imposto de renda no Brasil, o maior problema é o imposto em cascata no consumo, explica oq é isso e o impacto disso no consumo.
@Binance BiBi Você pode explicar que além do imposto de renda no Brasil, o maior problema é o imposto em cascata no consumo, explica oq é isso e o impacto disso no consumo.
DhcBTC
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ta ai os fatos não fakes!!!
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Ma_tux
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Quando eles querem o que você tem , e você não dá , eles te fazem de inimigo para poder tomar
O choro é free
O choro é free
Ma_tux
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Quando eles querem o que você tem , e você não dá , eles te fazem de inimigo para poder tomar
defender ditadores usando a binance é nova.
defender ditadores usando a binance é nova.
Luiz-Frosck
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O poder de Moraes e o incômodo das elites

Alexandre de Moraes não surgiu da esquerda. Foi alçado ao centro do sistema.
Quando interesses convergiram, virou aliado. Quando cresceu demais, virou problema.

O que incomoda não é ideologia.
É poder demais nas mãos erradas — ou imprevisíveis.

Nos bastidores de Brasília e da Faria Lima, a pergunta não é sobre justiça.
É sobre quem manda, quem protege e quem pode ser contido.

Bancos lucram como nunca.
A concentração aumenta.
E o discurso público segue servindo de cortina de fumaça.

No fim, a disputa não é moral.
👉 É por controle.

🧠 Quem entende o jogo, não cai na narrativa.

#Poder #bastidoresdopoder #SistemaFinanceiro #STF #PolíticaBrasileira
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