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Com Tom Lee à frente, a BitMine se aproxima de um marco com a maior compra de Ethereum do anoUai, sô, a BitMine Immersion Technologies, que é uma empresa aberta focada em Ethereum, fez sua maior compra numa semana desde dezembro. Eles juntaram mais 101.627 ETH, que dá ali por volta de US$ 235 milhões, e agora tão quase batendo a marca de 5 milhões de ETH guardados. Com isso, o total deles subiu pra 4.976.485 ETH, valendo mais de US$ 11,5 bilhões. Fora isso, ainda têm 199 Bitcoin (uns US$ 15 milhões) e mais de US$ 1,12 bilhão em caixa, segundo atualização de segunda. O presidente da empresa, o Tom Lee, falou que muita gente acha que o “inverno cripto” vai até o fim de 2026, mas ele acredita que já tá mais perto de acabar do que o povo pensa. Ele também comentou que, com a tensão entre EUA e Irã diminuindo, o ETH já subiu 41% desde o começo de fevereiro. Na visão dele, o Ethereum tem mostrado força até em momentos difíceis, sendo uma espécie de reserva de valor em tempos de aperto. Agora, nem tudo são flores, não. Na semana passada, a empresa divulgou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no trimestre até 28 de fevereiro, sendo que 99% disso veio de perdas ainda não realizadas com Ethereum. Mesmo assim, eles já têm mais de 4,1% de todo o ETH em circulação. No acumulado de seis meses, o tombo passa de US$ 9 bilhões, por causa da queda do preço do ETH desde o pico de quase US$ 4.946 lá em agosto. Hoje, ele ainda tá mais de 50% abaixo desse valor. As ações da BitMine (BMNR) também deram uma escorregada: caíram cerca de 3,3% na segunda e, no último mês, subiram menos que o próprio ETH. Em seis meses, já despencaram quase 59% e tão bem longe do topo de US$ 161, sendo negociadas por volta de US$ 22. E não foi só ela, não viu — a Strategy, que é grandona no Bitcoin, também foi às compras e adquiriu mais de US$ 2,5 bilhões em BTC, na maior compra desde 2024.$BTC ,$ETH ,$PEPE

Com Tom Lee à frente, a BitMine se aproxima de um marco com a maior compra de Ethereum do ano

Uai, sô, a BitMine Immersion Technologies, que é uma empresa aberta focada em Ethereum, fez sua maior compra numa semana desde dezembro. Eles juntaram mais 101.627 ETH, que dá ali por volta de US$ 235 milhões, e agora tão quase batendo a marca de 5 milhões de ETH guardados.
Com isso, o total deles subiu pra 4.976.485 ETH, valendo mais de US$ 11,5 bilhões. Fora isso, ainda têm 199 Bitcoin (uns US$ 15 milhões) e mais de US$ 1,12 bilhão em caixa, segundo atualização de segunda.
O presidente da empresa, o Tom Lee, falou que muita gente acha que o “inverno cripto” vai até o fim de 2026, mas ele acredita que já tá mais perto de acabar do que o povo pensa.
Ele também comentou que, com a tensão entre EUA e Irã diminuindo, o ETH já subiu 41% desde o começo de fevereiro. Na visão dele, o Ethereum tem mostrado força até em momentos difíceis, sendo uma espécie de reserva de valor em tempos de aperto.
Agora, nem tudo são flores, não. Na semana passada, a empresa divulgou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no trimestre até 28 de fevereiro, sendo que 99% disso veio de perdas ainda não realizadas com Ethereum. Mesmo assim, eles já têm mais de 4,1% de todo o ETH em circulação.
No acumulado de seis meses, o tombo passa de US$ 9 bilhões, por causa da queda do preço do ETH desde o pico de quase US$ 4.946 lá em agosto. Hoje, ele ainda tá mais de 50% abaixo desse valor.
As ações da BitMine (BMNR) também deram uma escorregada: caíram cerca de 3,3% na segunda e, no último mês, subiram menos que o próprio ETH. Em seis meses, já despencaram quase 59% e tão bem longe do topo de US$ 161, sendo negociadas por volta de US$ 22.
E não foi só ela, não viu — a Strategy, que é grandona no Bitcoin, também foi às compras e adquiriu mais de US$ 2,5 bilhões em BTC, na maior compra desde 2024.$BTC ,$ETH ,$PEPE
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RegDoor e ABcripto se unem para ampliar o acesso à inteligência regulatória em ativos digitaisUai, a RegDoor, que é uma plataforma europeia que ajuda o povo a entender as regras do mercado de cripto e fintech, juntou forças com a ABcripto pra facilitar a vida das empresas do setor. A ideia é dar mais acesso a ferramentas que ajudam no planejamento e nas decisões, ainda mais agora que as regras tão pesando mais no rumo dos negócios. A RegDoor organiza esse trem todo de informação regulatória e ainda liga as empresas com quem manda nesse ambiente — tipo reguladores, legisladores e especialistas. Eles têm uma base grandona, com dados de mais de 60 países, centenas de instituições e milhares de contatos importantes, o que ajuda as empresas a acompanhar mudanças e se preparar melhor. No dia a dia, a plataforma tira um peso das equipes internas e deixa tudo mais organizado, dando uma visão mais clara do cenário regulatório, principalmente onde as regras ainda tão sendo definidas. Com essa parceria, quem é associado da ABcripto passa a ter acesso mais fácil e com condições melhores pra usar a ferramenta, tanto no Brasil quanto lá fora. A ideia é diminuir a incerteza e ajudar as empresas a navegar nesse mundo regulatório meio enrolado. A Júlia Rosin, da ABcripto, disse que isso fortalece o setor e ajuda as empresas a se relacionarem melhor com reguladores. Já a Nicole Dyskant, da RegDoor, destacou que crescer nesse mercado hoje depende muito de entender bem as regras do jogo — e é isso que eles querem facilitar.$BTC ,$BNB $USDC

RegDoor e ABcripto se unem para ampliar o acesso à inteligência regulatória em ativos digitais

Uai, a RegDoor, que é uma plataforma europeia que ajuda o povo a entender as regras do mercado de cripto e fintech, juntou forças com a ABcripto pra facilitar a vida das empresas do setor. A ideia é dar mais acesso a ferramentas que ajudam no planejamento e nas decisões, ainda mais agora que as regras tão pesando mais no rumo dos negócios.
A RegDoor organiza esse trem todo de informação regulatória e ainda liga as empresas com quem manda nesse ambiente — tipo reguladores, legisladores e especialistas. Eles têm uma base grandona, com dados de mais de 60 países, centenas de instituições e milhares de contatos importantes, o que ajuda as empresas a acompanhar mudanças e se preparar melhor.
No dia a dia, a plataforma tira um peso das equipes internas e deixa tudo mais organizado, dando uma visão mais clara do cenário regulatório, principalmente onde as regras ainda tão sendo definidas.
Com essa parceria, quem é associado da ABcripto passa a ter acesso mais fácil e com condições melhores pra usar a ferramenta, tanto no Brasil quanto lá fora. A ideia é diminuir a incerteza e ajudar as empresas a navegar nesse mundo regulatório meio enrolado.
A Júlia Rosin, da ABcripto, disse que isso fortalece o setor e ajuda as empresas a se relacionarem melhor com reguladores. Já a Nicole Dyskant, da RegDoor, destacou que crescer nesse mercado hoje depende muito de entender bem as regras do jogo — e é isso que eles querem facilitar.$BTC ,$BNB $USDC
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O XRP Ledger revela como está se estruturando para enfrentar os riscos da computação quânticaUai, a Ripple contou na segunda-feira um plano cheio de etapas pra deixar o XRP Ledger preparado contra ataque de computador quântico até 2028. Isso veio depois de um estudo do Google mostrando que, lá na frente, essas máquinas podem dar conta de quebrar a criptografia das blockchains por volta de 2032. Pelo cronograma, já no comecinho de 2026 eles vão começar a testar umas criptografias mais resistentes e também um sistema híbrido, que roda juntinho com o que já existe hoje. Pra dar mais ligeireza no trem, a Ripple tá trabalhando com o Project Eleven, que mexe com testes de validadores e uns protótipos iniciais de custódia pra esse tal de pós-quântico. No plano também tem um “jeitinho de garantia” pro tal do “Dia Q” (Quantum-Day). Se a coisa apertar antes do previsto e a criptografia atual der ruim, vai dar pra migrar as contas de forma segura pra um modelo protegido contra esses ataques. O pessoal da RippleX falou que a ideia é manter o que já funciona bem no XRP Ledger, mas sem deixar de se preparar pro inesperado, evitando dor de cabeça se esse tal “Dia Q” chegar de repente. Essa pressa toda veio de um estudo da Google Quantum AI, que mostrou que um computador quântico com uns 500 mil qubits já daria conta de quebrar a criptografia ECDLP-256 — bem menos do que se pensava antes. E mais: dizem que daria pra descobrir uma chave privada em coisa de nove minutinhos, sô. E não é só o XRP não, viu? Esse risco pega o mundo das blockchains inteiro. Mais de 6,9 milhões de Bitcoin — quase um terço do total — tão em carteiras onde a chave pública já ficou exposta, o que pode virar problema com esses computadores do futuro. A turma que desenvolve o Bitcoin já tá matutando soluções, inclusive com novas propostas de melhoria. Enquanto isso, a Ethereum Foundation montou um time só pra cuidar dessa parte pós-quântica e deixar o sistema pronto pro que der e vier. Agora, um detalhe interessante: o XRP Ledger já tem um esquema nativo de trocar chaves, o que facilita muito essa adaptação. Já em outras redes, tipo o Ethereum, o povo teria que mover os ativos manualmente pra contas novas — dá mais trabalho que carregar água na peneira, uai.$XRP ,$ETH ,$BTC

O XRP Ledger revela como está se estruturando para enfrentar os riscos da computação quântica

Uai, a Ripple contou na segunda-feira um plano cheio de etapas pra deixar o XRP Ledger preparado contra ataque de computador quântico até 2028. Isso veio depois de um estudo do Google mostrando que, lá na frente, essas máquinas podem dar conta de quebrar a criptografia das blockchains por volta de 2032.
Pelo cronograma, já no comecinho de 2026 eles vão começar a testar umas criptografias mais resistentes e também um sistema híbrido, que roda juntinho com o que já existe hoje. Pra dar mais ligeireza no trem, a Ripple tá trabalhando com o Project Eleven, que mexe com testes de validadores e uns protótipos iniciais de custódia pra esse tal de pós-quântico.
No plano também tem um “jeitinho de garantia” pro tal do “Dia Q” (Quantum-Day). Se a coisa apertar antes do previsto e a criptografia atual der ruim, vai dar pra migrar as contas de forma segura pra um modelo protegido contra esses ataques. O pessoal da RippleX falou que a ideia é manter o que já funciona bem no XRP Ledger, mas sem deixar de se preparar pro inesperado, evitando dor de cabeça se esse tal “Dia Q” chegar de repente.
Essa pressa toda veio de um estudo da Google Quantum AI, que mostrou que um computador quântico com uns 500 mil qubits já daria conta de quebrar a criptografia ECDLP-256 — bem menos do que se pensava antes. E mais: dizem que daria pra descobrir uma chave privada em coisa de nove minutinhos, sô.
E não é só o XRP não, viu? Esse risco pega o mundo das blockchains inteiro. Mais de 6,9 milhões de Bitcoin — quase um terço do total — tão em carteiras onde a chave pública já ficou exposta, o que pode virar problema com esses computadores do futuro.
A turma que desenvolve o Bitcoin já tá matutando soluções, inclusive com novas propostas de melhoria. Enquanto isso, a Ethereum Foundation montou um time só pra cuidar dessa parte pós-quântica e deixar o sistema pronto pro que der e vier.
Agora, um detalhe interessante: o XRP Ledger já tem um esquema nativo de trocar chaves, o que facilita muito essa adaptação. Já em outras redes, tipo o Ethereum, o povo teria que mover os ativos manualmente pra contas novas — dá mais trabalho que carregar água na peneira, uai.$XRP ,$ETH ,$BTC
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KelpDAO é alvo do maior ataque DeFi do ano, gerando retiradas de cerca de US$ 10 bilhõesO ataque que levou embora uns US$ 292 milhões (mais ou menos R$ 1,4 bilhão) do projeto DeFi KelpDAO no fim de semana foi, “tudo indica”, coisa do famoso Grupo Lazarus, da Coreia do Norte, mais precisamente da divisão TraderTraitor. Isso foi o que a LayerZero comentou numa análise preliminar divulgada nessa segunda (20). Os hackers surrupiaram cerca de 116.500 rsETH — um tipo de token de restaking que é lastreado em ether — direto da ponte do KelpDAO no sábado. Isso acabou causando um efeito dominó no mercado DeFi, puxando saques gigantescos que passaram de US$ 10 bilhões no protocolo de empréstimos Aave. Segundo os especialistas, esse ataque teve cara de operação bem organizada, quase como se fosse coisa de “Estado grande” por trás, e tudo aponta mesmo pro grupo Lazarus, com a subunidade TraderTraitor sendo a mais suspeita. Esse grupo já é conhecido por meter a mão em várias treta grande de cripto, tipo Axie Infinity, Ronin Bridge e WazirX. O pessoal que estuda esses ataques lembra que as operações cibernéticas da Coreia do Norte ficam dentro de um órgão chamado Escritório Geral de Reconhecimento, que ainda tem outras divisões além do TraderTraitor. A LayerZero também apontou que o problema da KelpDAO foi estrutural: a ponte usava só um verificador pra autorizar as transferências. Eles até já tinham avisado que isso era arriscado, mas não mudaram. Na visão de especialistas em segurança, isso foi basicamente um “ponto único de falha”. Ou seja, bastou comprometer uma peça só pra abrir a porteira do sistema. Teve até momento crítico: os atacantes quase levaram mais US$ 100 milhões, mas foram travados a tempo por uma lista negra emergencial. E mesmo com suspeitas fortes apontando pro Lazarus, nem todo mundo confirma oficialmente essa autoria. Alguns analistas dizem que ainda não dá pra cravar 100%. No fim das contas, o ataque mostrou mais uma vez como, no DeFi, se a estrutura tiver um elo fraco, o estrago pode ser grande demais — igual porteira aberta no meio do pasto.$ETH ,$RONIN ,$AAVE

KelpDAO é alvo do maior ataque DeFi do ano, gerando retiradas de cerca de US$ 10 bilhões

O ataque que levou embora uns US$ 292 milhões (mais ou menos R$ 1,4 bilhão) do projeto DeFi KelpDAO no fim de semana foi, “tudo indica”, coisa do famoso Grupo Lazarus, da Coreia do Norte, mais precisamente da divisão TraderTraitor. Isso foi o que a LayerZero comentou numa análise preliminar divulgada nessa segunda (20).
Os hackers surrupiaram cerca de 116.500 rsETH — um tipo de token de restaking que é lastreado em ether — direto da ponte do KelpDAO no sábado. Isso acabou causando um efeito dominó no mercado DeFi, puxando saques gigantescos que passaram de US$ 10 bilhões no protocolo de empréstimos Aave.
Segundo os especialistas, esse ataque teve cara de operação bem organizada, quase como se fosse coisa de “Estado grande” por trás, e tudo aponta mesmo pro grupo Lazarus, com a subunidade TraderTraitor sendo a mais suspeita. Esse grupo já é conhecido por meter a mão em várias treta grande de cripto, tipo Axie Infinity, Ronin Bridge e WazirX.
O pessoal que estuda esses ataques lembra que as operações cibernéticas da Coreia do Norte ficam dentro de um órgão chamado Escritório Geral de Reconhecimento, que ainda tem outras divisões além do TraderTraitor.
A LayerZero também apontou que o problema da KelpDAO foi estrutural: a ponte usava só um verificador pra autorizar as transferências. Eles até já tinham avisado que isso era arriscado, mas não mudaram.
Na visão de especialistas em segurança, isso foi basicamente um “ponto único de falha”. Ou seja, bastou comprometer uma peça só pra abrir a porteira do sistema.
Teve até momento crítico: os atacantes quase levaram mais US$ 100 milhões, mas foram travados a tempo por uma lista negra emergencial.
E mesmo com suspeitas fortes apontando pro Lazarus, nem todo mundo confirma oficialmente essa autoria. Alguns analistas dizem que ainda não dá pra cravar 100%.
No fim das contas, o ataque mostrou mais uma vez como, no DeFi, se a estrutura tiver um elo fraco, o estrago pode ser grande demais — igual porteira aberta no meio do pasto.$ETH ,$RONIN ,$AAVE
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A Binance iniciará uma apuração sobre um token que teve uma valorização inesperada de 4.500%Uai, depois de uma das altas mais brabas que o povo já viu nesse trem de cripto, o tal do token RAVE, ligado ao projeto RaveDAO, acabou chamando atenção das exchanges grandes, viu. Ficou aquele burburinho de que pode ter tido coisa errada no meio do caminho. A turma da Binance e da Bitget já falou que começou a dar uma olhada mais de perto nas negociações do ativo, porque tão rolando suspeitas de manipulação com gente de dentro. A chefona da Bitget, Gracy Chen, disse que abriu uma investigação interna, e o Richard Teng, lá da Binance, também comentou que tão analisando possíveis sinais de conduta esquisita. Esse trem ganhou mais força depois que o investigador ZachXBT, que manja desses dados on-chain, levantou a hipótese de um tal de “short squeeze” armado. Basicamente, é quando o preço sobe de repente e obriga quem apostou na queda a recomprar tudo correndo, o que faz o valor subir mais ainda. Pra você ter ideia, o RAVE saiu de uns centavinhos e foi parar acima de 27 dólares em poucos dias, acumulando mais de 4.500% de alta numa semana só. No auge, chegou a passar de 6 bilhões de dólares em valor de mercado, ficando ali entre os grandões, mesmo que por pouco tempo. Só que junto com essa disparada, rolou também mais de 40 milhões de dólares em liquidações de posições vendidas num único dia — coisa típica desse tal de short squeeze. Depois disso, o preço deu aquela caída rápida, levando embora boa parte dos ganhos e deixando o povo ainda mais desconfiado. Outro ponto que deixou os analistas com a pulga atrás da orelha foi a concentração do token. Parece que a maior parte tava na mão de poucas carteiras, o que dá um poder danado pra mexer no preço. E ainda teve movimentação grande de tokens indo pra exchanges pouco antes da alta, sem ninguém avisar nada — comportamento que muita gente associa com estratégia combinada. Tem gente falando também de um esquema conhecido como “bait and liquidate”. Funciona mais ou menos assim: os grandões dão sinal de venda pra atrair outros traders a apostar na queda. Aí o preço sobe de repente, força essa galera a recomprar, e quem tava do outro lado sai lucrando bonito. Até agora não tem prova concreta de que foi isso mesmo que aconteceu, mas esse conjunto de pouca liquidez, concentração e comportamento estranho continua deixando a situação meio suspeita, sô. Já o pessoal da RaveDAO falou nas redes que não teve participação direta nessa subida toda. O projeto, que é voltado pra eventos de música eletrônica com tecnologia blockchain, não entrou em muitos detalhes sobre essas movimentações nem sobre a concentração dos tokens. Eles só comentaram que, mais pra frente, podem vender parte dos tokens desbloqueados pra bancar as operações, mas não explicaram direito quando nem como vão fazer isso sem causar preocupação no mercado.$RAVE ,$PAXG ,$BNB

A Binance iniciará uma apuração sobre um token que teve uma valorização inesperada de 4.500%

Uai, depois de uma das altas mais brabas que o povo já viu nesse trem de cripto, o tal do token RAVE, ligado ao projeto RaveDAO, acabou chamando atenção das exchanges grandes, viu. Ficou aquele burburinho de que pode ter tido coisa errada no meio do caminho.
A turma da Binance e da Bitget já falou que começou a dar uma olhada mais de perto nas negociações do ativo, porque tão rolando suspeitas de manipulação com gente de dentro. A chefona da Bitget, Gracy Chen, disse que abriu uma investigação interna, e o Richard Teng, lá da Binance, também comentou que tão analisando possíveis sinais de conduta esquisita.
Esse trem ganhou mais força depois que o investigador ZachXBT, que manja desses dados on-chain, levantou a hipótese de um tal de “short squeeze” armado. Basicamente, é quando o preço sobe de repente e obriga quem apostou na queda a recomprar tudo correndo, o que faz o valor subir mais ainda.
Pra você ter ideia, o RAVE saiu de uns centavinhos e foi parar acima de 27 dólares em poucos dias, acumulando mais de 4.500% de alta numa semana só. No auge, chegou a passar de 6 bilhões de dólares em valor de mercado, ficando ali entre os grandões, mesmo que por pouco tempo.
Só que junto com essa disparada, rolou também mais de 40 milhões de dólares em liquidações de posições vendidas num único dia — coisa típica desse tal de short squeeze. Depois disso, o preço deu aquela caída rápida, levando embora boa parte dos ganhos e deixando o povo ainda mais desconfiado.
Outro ponto que deixou os analistas com a pulga atrás da orelha foi a concentração do token. Parece que a maior parte tava na mão de poucas carteiras, o que dá um poder danado pra mexer no preço. E ainda teve movimentação grande de tokens indo pra exchanges pouco antes da alta, sem ninguém avisar nada — comportamento que muita gente associa com estratégia combinada.
Tem gente falando também de um esquema conhecido como “bait and liquidate”. Funciona mais ou menos assim: os grandões dão sinal de venda pra atrair outros traders a apostar na queda. Aí o preço sobe de repente, força essa galera a recomprar, e quem tava do outro lado sai lucrando bonito.
Até agora não tem prova concreta de que foi isso mesmo que aconteceu, mas esse conjunto de pouca liquidez, concentração e comportamento estranho continua deixando a situação meio suspeita, sô.
Já o pessoal da RaveDAO falou nas redes que não teve participação direta nessa subida toda. O projeto, que é voltado pra eventos de música eletrônica com tecnologia blockchain, não entrou em muitos detalhes sobre essas movimentações nem sobre a concentração dos tokens.
Eles só comentaram que, mais pra frente, podem vender parte dos tokens desbloqueados pra bancar as operações, mas não explicaram direito quando nem como vão fazer isso sem causar preocupação no mercado.$RAVE ,$PAXG ,$BNB
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A B3 já tem horário ampliado para futuros de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouroUai, então… a B3 começou nesta segunda-feira (20) mais uma etapa pra esticar o horário de negociação dos contratos futuros de cripto e ouro, igual já tinha falado lá no começo do ano. Agora, os contratos de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouro vão rodar das 8h até as 20h, de segunda a sexta — dá umas 12 horas de negociação por dia, né. Isso fecha aquele plano que tinha começado em março, quando já tinham puxado o horário até 18h30. Esse aumento aí é pra deixar o mercado brasileiro mais alinhado com o resto do mundo, ainda mais no caso das criptomoedas, que não param nunca. Aproveitando, a bolsa também mexeu no horário de alocação dos derivativos financeiros, que agora vai até 20h30. A própria B3 falou que vai ficar de olho pra ver como esse novo horário vai se comportar, tipo a liquidez e o interesse do pessoal. Dependendo de como for, pode até ampliar isso pra outros produtos mais pra frente. No fim das contas, isso atende um pedido antigo do mercado por mais flexibilidade, dando chance do investidor mexer nas posições fora do horário tradicional. E ainda reforça a ideia da bolsa de oferecer um ambiente regulado pra esse tipo de ativo. Ah, e os contratos futuros lá são pensados pra facilitar: têm valores menores e a liquidação é só financeira, baseada em índices globais. Ou seja, não precisa ficar guardando ouro físico nem criptomoeda — o que ajuda tanto pra proteção quanto pra estratégias mais elaboradas. Pra dar conta disso tudo, a B3 também ajustou a divulgação dos dados. Depois que fecha às 20h, eles passam a soltar relatórios complementares com os números finais de cripto e ouro, enquanto os outros produtos continuam no esquema de sempre.$XAUT ,$BTC ,$ETH

A B3 já tem horário ampliado para futuros de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouro

Uai, então… a B3 começou nesta segunda-feira (20) mais uma etapa pra esticar o horário de negociação dos contratos futuros de cripto e ouro, igual já tinha falado lá no começo do ano.
Agora, os contratos de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouro vão rodar das 8h até as 20h, de segunda a sexta — dá umas 12 horas de negociação por dia, né. Isso fecha aquele plano que tinha começado em março, quando já tinham puxado o horário até 18h30.
Esse aumento aí é pra deixar o mercado brasileiro mais alinhado com o resto do mundo, ainda mais no caso das criptomoedas, que não param nunca. Aproveitando, a bolsa também mexeu no horário de alocação dos derivativos financeiros, que agora vai até 20h30.
A própria B3 falou que vai ficar de olho pra ver como esse novo horário vai se comportar, tipo a liquidez e o interesse do pessoal. Dependendo de como for, pode até ampliar isso pra outros produtos mais pra frente.
No fim das contas, isso atende um pedido antigo do mercado por mais flexibilidade, dando chance do investidor mexer nas posições fora do horário tradicional. E ainda reforça a ideia da bolsa de oferecer um ambiente regulado pra esse tipo de ativo.
Ah, e os contratos futuros lá são pensados pra facilitar: têm valores menores e a liquidação é só financeira, baseada em índices globais. Ou seja, não precisa ficar guardando ouro físico nem criptomoeda — o que ajuda tanto pra proteção quanto pra estratégias mais elaboradas.
Pra dar conta disso tudo, a B3 também ajustou a divulgação dos dados. Depois que fecha às 20h, eles passam a soltar relatórios complementares com os números finais de cripto e ouro, enquanto os outros produtos continuam no esquema de sempre.$XAUT ,$BTC ,$ETH
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Fundos cripto somam US$ 1,4 bi, enquanto o Bitcoin atinge máxima em dois mesesOs trem de investimento em cripto tão vindo com força, viu? Só na última semana entrou uns US$ 1,4 bilhão — a maior entrada desde janeiro. Isso aconteceu bem na hora que o Bitcoin deu uma escapada daquela faixa que tava preso fazia uns dois meses, animado com notícia de possível trégua lá fora e inflação mais tranquila. Já é a terceira semana seguida de entrada positiva, e o total aplicado nesses fundos chegou em uns US$ 155 bilhões. O Bitcoin puxou a fila bonito, com mais de US$ 1,1 bilhão entrando, ajudando ele a bater lá pelos US$ 77.900, coisa que não acontecia desde o comecinho de fevereiro. O Ethereum também foi bem, trazendo uns US$ 328 milhões, enquanto XRP e Solana deram uma escorregada e tiveram saída de grana. Lá fora, os Estados Unidos que mandaram ver mesmo, com a maior parte do dinheiro entrando, enquanto a Suíça foi na contramão e teve uma saída mais pesada. E esses ETFs de Bitcoin, então? Tão fazendo sucesso danado — só na semana passada foi quase US$ 1 bilhão entrando. Tem cada vez mais banco grande abrindo espaço pra isso, o que ajuda a segurar a demanda. Agora, esse ânimo todo vem muito dessa melhora no clima global, com conversa de cessar-fogo e inflação mais comportada. Mesmo assim, o pessoal ainda fica com um pé atrás, porque qualquer notícia diferente ou mudança na economia pode mexer com o mercado rapidinho.$BTC ,$ETH ,$SOL

Fundos cripto somam US$ 1,4 bi, enquanto o Bitcoin atinge máxima em dois meses

Os trem de investimento em cripto tão vindo com força, viu? Só na última semana entrou uns US$ 1,4 bilhão — a maior entrada desde janeiro. Isso aconteceu bem na hora que o Bitcoin deu uma escapada daquela faixa que tava preso fazia uns dois meses, animado com notícia de possível trégua lá fora e inflação mais tranquila.
Já é a terceira semana seguida de entrada positiva, e o total aplicado nesses fundos chegou em uns US$ 155 bilhões. O Bitcoin puxou a fila bonito, com mais de US$ 1,1 bilhão entrando, ajudando ele a bater lá pelos US$ 77.900, coisa que não acontecia desde o comecinho de fevereiro.
O Ethereum também foi bem, trazendo uns US$ 328 milhões, enquanto XRP e Solana deram uma escorregada e tiveram saída de grana.
Lá fora, os Estados Unidos que mandaram ver mesmo, com a maior parte do dinheiro entrando, enquanto a Suíça foi na contramão e teve uma saída mais pesada.
E esses ETFs de Bitcoin, então? Tão fazendo sucesso danado — só na semana passada foi quase US$ 1 bilhão entrando. Tem cada vez mais banco grande abrindo espaço pra isso, o que ajuda a segurar a demanda.
Agora, esse ânimo todo vem muito dessa melhora no clima global, com conversa de cessar-fogo e inflação mais comportada. Mesmo assim, o pessoal ainda fica com um pé atrás, porque qualquer notícia diferente ou mudança na economia pode mexer com o mercado rapidinho.$BTC ,$ETH ,$SOL
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Bitcoin hoje: BTC perto de US$ 75 mil com tensão entre EUA e IrãUai, o Bitcoin começou a semana bem quietim, com uma altinha de 0,3% nas últimas 24 horas, sendo negociado por volta de US$ 75.281 nesta segunda (20). Aqui no Brasil, tá na casa dos R$ 375.622. Mesmo assim, deu uma recuadinha depois de ter batido quase US$ 78 mil na sexta, o maior valor em uns sete meses, puxado pela notícia de que o Irã abriu temporariamente o Estreito de Ormuz. Só que a paz por lá tá meio capenga, viu. No fim de semana, os dois lados ficaram trocando farpa, dizendo que o acordo não tava sendo respeitado. Com isso, o petróleo voltou a subir forte, uns 8%, e as criptomoedas acabaram devolvendo boa parte do ganho recente. O pessoal da QCP Capital falou que o mercado tá meio perdido, sem saber direito em qual história acreditar. A situação muda toda hora, e os preços tão reagindo mais às notícias do momento do que a mudanças mais firmes. Eles também notaram que os investidores tão se ajeitando pra um cenário de altos e baixos: hora aperta, hora alivia. No fim das contas, o mercado parece mais preocupado com quanto tempo isso vai durar do que com a intensidade do problema. Pra frente, a expectativa é de mais mexida nos preços, misturando essa incerteza lá fora com riscos da economia. Além disso, o mercado fica de olho na fala de Kevin Warsh, indicado pra chefiar o Fed, que vai ser ouvido no Senado — o que pode dar uma balançada nos mercados, dependendo do que ele disser.$BTC

Bitcoin hoje: BTC perto de US$ 75 mil com tensão entre EUA e Irã

Uai, o Bitcoin começou a semana bem quietim, com uma altinha de 0,3% nas últimas 24 horas, sendo negociado por volta de US$ 75.281 nesta segunda (20). Aqui no Brasil, tá na casa dos R$ 375.622.
Mesmo assim, deu uma recuadinha depois de ter batido quase US$ 78 mil na sexta, o maior valor em uns sete meses, puxado pela notícia de que o Irã abriu temporariamente o Estreito de Ormuz.
Só que a paz por lá tá meio capenga, viu. No fim de semana, os dois lados ficaram trocando farpa, dizendo que o acordo não tava sendo respeitado. Com isso, o petróleo voltou a subir forte, uns 8%, e as criptomoedas acabaram devolvendo boa parte do ganho recente.
O pessoal da QCP Capital falou que o mercado tá meio perdido, sem saber direito em qual história acreditar. A situação muda toda hora, e os preços tão reagindo mais às notícias do momento do que a mudanças mais firmes.
Eles também notaram que os investidores tão se ajeitando pra um cenário de altos e baixos: hora aperta, hora alivia. No fim das contas, o mercado parece mais preocupado com quanto tempo isso vai durar do que com a intensidade do problema.
Pra frente, a expectativa é de mais mexida nos preços, misturando essa incerteza lá fora com riscos da economia. Além disso, o mercado fica de olho na fala de Kevin Warsh, indicado pra chefiar o Fed, que vai ser ouvido no Senado — o que pode dar uma balançada nos mercados, dependendo do que ele disser.$BTC
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A Binance anuncia a nomeação de um novo Diretor-Geral no BrasilUai, sô, a Binance, que é a maior corretora de criptomoedas do mundo em volume de negociação e já passa dos 300 milhões de usuários, anunciou que o Thiago Sarandy vai assumir como Diretor-Geral aqui no Brasil. Isso acontece bem no meio dessa prosa toda sobre novas regras pra criptomoeda no maior mercado da América Latina. Agora, no cargo novo, o Sarandy vai tocar um dos mercados mais importantes da empresa — o Brasil já é o quinto maior do mundo nesse setor. Desde que entrou na Binance em 2022, ele já vinha ajudando nas conversas pra organizar as leis das criptomoedas por aqui, trabalhando junto com associações, autoridades e políticos pra estruturar esse trem todo. A ideia dele é defender os interesses dos usuários e ajudar a criar um ambiente que incentive inovação e traga benefício pra sociedade. Ele mesmo disse que tá muito honrado de pegar essa responsabilidade num momento em que o mercado tá mudando rápido no Brasil. Segundo ele, mais de 25 milhões de brasileiros já entraram no mundo das criptomoedas por conta própria, antes mesmo de ter regra definida — o que faz do país um lugar cheio de oportunidade. Como diretor, ele quer manter a Binance como a plataforma mais usada e confiável daqui e ainda abrir caminho pra mais gente entrar nesse mercado. O Sarandy já tem estrada: nos últimos anos, ele foi chefe das áreas regulatória e jurídica da Binance no Brasil e em El Salvador. É formado em Direito pela PUC-Rio, tem mestrado pela FGV e ainda estudou blockchain no MIT. Antes disso, passou mais de uma década no mercado financeiro tradicional, trabalhando em empresas como a Genial Investments e a Warren Investments. O Guilherme Nazar, que comanda a Binance na América Latina, comentou que tá animado de ter alguém focado só no Brasil, ainda mais num momento em que o país tá discutindo bastante as regras do setor. Segundo ele, o Sarandy tem experiência pra ajudar a empresa a crescer por aqui. E não é à toa, não: a América Latina tá entre as regiões que mais crescem no uso de criptomoedas, e o Brasil é destaque — é o maior mercado da região e o quinto do mundo, com a adoção aumentando forte nos últimos tempos. Por aqui, a Binance também tem mexido os pauzinhos pra facilitar a vida do povo. Foi a primeira a integrar o Pix com o Binance Pay, permitindo pagar em real usando criptomoeda na hora. E ainda trouxe de volta o cartão Binance Mastercard, ampliando as opções de pagamento com cripto. No mundo todo, a Binance já passou dos 300 milhões de usuários e movimentou trilhões de dólares só em 2025, mostrando como esse mercado tá crescendo. A empresa segue investindo pesado em segurança, regras e educação, pra garantir que tudo funcione direitinho e com mais confiança pra quem usa.$BNB ,$BTC ,$XAUT

A Binance anuncia a nomeação de um novo Diretor-Geral no Brasil

Uai, sô, a Binance, que é a maior corretora de criptomoedas do mundo em volume de negociação e já passa dos 300 milhões de usuários, anunciou que o Thiago Sarandy vai assumir como Diretor-Geral aqui no Brasil. Isso acontece bem no meio dessa prosa toda sobre novas regras pra criptomoeda no maior mercado da América Latina.
Agora, no cargo novo, o Sarandy vai tocar um dos mercados mais importantes da empresa — o Brasil já é o quinto maior do mundo nesse setor. Desde que entrou na Binance em 2022, ele já vinha ajudando nas conversas pra organizar as leis das criptomoedas por aqui, trabalhando junto com associações, autoridades e políticos pra estruturar esse trem todo. A ideia dele é defender os interesses dos usuários e ajudar a criar um ambiente que incentive inovação e traga benefício pra sociedade.
Ele mesmo disse que tá muito honrado de pegar essa responsabilidade num momento em que o mercado tá mudando rápido no Brasil. Segundo ele, mais de 25 milhões de brasileiros já entraram no mundo das criptomoedas por conta própria, antes mesmo de ter regra definida — o que faz do país um lugar cheio de oportunidade. Como diretor, ele quer manter a Binance como a plataforma mais usada e confiável daqui e ainda abrir caminho pra mais gente entrar nesse mercado.
O Sarandy já tem estrada: nos últimos anos, ele foi chefe das áreas regulatória e jurídica da Binance no Brasil e em El Salvador. É formado em Direito pela PUC-Rio, tem mestrado pela FGV e ainda estudou blockchain no MIT. Antes disso, passou mais de uma década no mercado financeiro tradicional, trabalhando em empresas como a Genial Investments e a Warren Investments.
O Guilherme Nazar, que comanda a Binance na América Latina, comentou que tá animado de ter alguém focado só no Brasil, ainda mais num momento em que o país tá discutindo bastante as regras do setor. Segundo ele, o Sarandy tem experiência pra ajudar a empresa a crescer por aqui.
E não é à toa, não: a América Latina tá entre as regiões que mais crescem no uso de criptomoedas, e o Brasil é destaque — é o maior mercado da região e o quinto do mundo, com a adoção aumentando forte nos últimos tempos.
Por aqui, a Binance também tem mexido os pauzinhos pra facilitar a vida do povo. Foi a primeira a integrar o Pix com o Binance Pay, permitindo pagar em real usando criptomoeda na hora. E ainda trouxe de volta o cartão Binance Mastercard, ampliando as opções de pagamento com cripto.
No mundo todo, a Binance já passou dos 300 milhões de usuários e movimentou trilhões de dólares só em 2025, mostrando como esse mercado tá crescendo. A empresa segue investindo pesado em segurança, regras e educação, pra garantir que tudo funcione direitinho e com mais confiança pra quem usa.$BNB ,$BTC ,$XAUT
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Brasileiro identifica operação de fraude envolvendo a falsificação de carteiras físicas da LedgerUm pesquisador de segurança lá do Brasil, que usa o nome de Past_Computer2901 no Reddit, tá achando que topou com um esquema danado de falsificação de carteira física da Ledger. E num é só pra roubar criptomoeda não, viu? O trem ainda consegue infectar sistema Android, Windows, macOS e até iOS. O estudo dele acabou se espalhando que nem notícia boa em rede social, com um monte de gente republicando e comentando por aí. E ó, nessa mesma semana, apareceu mais golpe: uns malandro fizeram mais de 50 vítimas distribuindo uma versão falsa da carteira da Ledger dentro da App Store da Apple. Apesar de cada ataque ser de um jeito diferente, o alvo é tudo o mesmo povo. O brasileiro lá também resolveu documentar tudim direitinho. Já fez três postagens no Reddit e disse que até entrou em contato com o pessoal da Ledger pra avisar do problema. No primeiro relato, que ele soltou na quarta-feira (15), o caboclo contou que comprou uma tal de “Ledger Nano S” num marketplace chinês. Só que quando o trem chegou, já viu que tinha coisa errada. Segundo ele, o preço tava meio esquisito e a embalagem até enganava de longe, mas na hora de abrir ficou claro que era falsificação. Em vez de jogar fora, ele resolveu abrir o bichim pra ver o que tinha dentro. Fuçando lá, descobriu que o chip original foi trocado por outro, um tal de ESP32-S3, e ainda lixaram as marcações pra dificultar de identificar. Trem bem armado, viu. Uai, continua que o trem vai ficando mais feio ainda, viu: O firmware que aparecia no aparelho vinha com o nome de “Ledger Nano S+ V2.1”, só que essa versão aí nem existe, uai. A parte mais cabulosa é que as frases semente — aquelas 12 ou 24 palavrinhas — ficavam salvas em texto puro, sem proteção nenhuma, e depois eram mandadas direto pra um servidor dos hackers, desses de comando e controle. E num para por aí não: além de roubar as criptomoedas, essa carteira falsa ainda distribuía arquivo malicioso — um .exe pra Windows ou um .dmg pra macOS, e até esquema usando TestFlight no iOS pra passar batido pela revisão da App Store. Trem bem arquitetado, sô. Segundo o pesquisador, “nós tamo lidando com cinco frentes diferentes: hardware, Android, Windows, macOS e iOS”. Ou seja, o golpe é bem espalhado. Depois que a primeira postagem dele deu um tantão de comentário — quase 100 — o caboclo voltou na quinta-feira (16) pra explicar melhor umas partes que o povo ficou na dúvida. Ele contou, por exemplo, que o tal do Genuine Check do Ledger Live até consegue perceber que a carteira é falsa. Mas aí que tá o pulo do gato: dentro da caixa vem um cartão com QR code que leva a pessoa pra um site falso da Ledger. Aí pronto, já viu, né? “É aí que tá o golpe. O usuário nem chega a entrar no site verdadeiro”, explicou ele. E o pior: o programa falsificado ainda faz parecer que a carteira falsa tá tudo certinha. Mostrando mais fotos, o pesquisador também revelou que tanto o PIN quanto as palavras-chave que dão acesso ao dinheiro ficam guardados em texto puro. Um descuido danado — ou melhor, golpe bem planejado mesmo. Uai, ele terminou dando aquele recado direto, sem rodeio: “Baixem o Ledger Live só pelo site oficial, o ledger.com. Comprem o aparelho só por lá também. E se o dispositivo falhar naquele tal de Genuine Check, pode parar de usar na hora”, avisou. Brasileiro responde as críticas A segunda postagem dele rendeu mais um tanto de comentário, viu. Fora isso, a investigação se espalhou por outras redes, tipo no X, com o povo compartilhando pra todo lado. Por causa disso, o pesquisador voltou na sexta-feira (17) com uma terceira publicação pra responder umas críticas que apareceram. “Eu comprei pra usar de verdade”, explicou o Past_Computer2901, depois que teve gente dizendo que ele já sabia que era falsificado. Ele contou que tá na China e que conseguir uma Ledger oficial por lá não é tão simples assim não. Importar, principalmente não sendo cidadão chinês, dá uma dor de cabeça danada. “O anúncio tava com o mesmo preço da loja oficial, parecia tudo certo. Eu até tinha uma desconfiança lá no fundo? Tinha sim — por isso pensei em conferir direitinho antes de colocar dinheiro de verdade. Mas minha ideia era usar, não sair desmontando”, escreveu. Indo mais a fundo, ele disse que até é fácil perceber uma carteira falsa quando você tem uma original do lado pra comparar. Só que, segundo ele, muita gente — principalmente quem tá começando — nem repara nesses detalhes. “Agora pega aquele trem falso sozinho, novinho, saído da caixa com embalagem caprichada… eu te garanto que a maioria vai achar que é verdadeiro. E é aí que mora o perigo. O alvo não é quem já conhece e sabe o que olhar. É quem tá comprando a primeira carteira.” Pra fechar, o brasileiro disse que ainda pretende comprar outros modelos dessa mesma loja pra ver até onde vai esse esquema de falsificação. Ele quer até fazer algumas transferências pra acompanhar como acontece o roubo. “Vou documentar tudo direitinho pra montar um relatório formal pra equipe de segurança da Ledger”, finalizou.$XRP ,$USDC ,$USD1

Brasileiro identifica operação de fraude envolvendo a falsificação de carteiras físicas da Ledger

Um pesquisador de segurança lá do Brasil, que usa o nome de Past_Computer2901 no Reddit, tá achando que topou com um esquema danado de falsificação de carteira física da Ledger. E num é só pra roubar criptomoeda não, viu? O trem ainda consegue infectar sistema Android, Windows, macOS e até iOS.
O estudo dele acabou se espalhando que nem notícia boa em rede social, com um monte de gente republicando e comentando por aí.
E ó, nessa mesma semana, apareceu mais golpe: uns malandro fizeram mais de 50 vítimas distribuindo uma versão falsa da carteira da Ledger dentro da App Store da Apple. Apesar de cada ataque ser de um jeito diferente, o alvo é tudo o mesmo povo.
O brasileiro lá também resolveu documentar tudim direitinho. Já fez três postagens no Reddit e disse que até entrou em contato com o pessoal da Ledger pra avisar do problema.
No primeiro relato, que ele soltou na quarta-feira (15), o caboclo contou que comprou uma tal de “Ledger Nano S” num marketplace chinês. Só que quando o trem chegou, já viu que tinha coisa errada.
Segundo ele, o preço tava meio esquisito e a embalagem até enganava de longe, mas na hora de abrir ficou claro que era falsificação. Em vez de jogar fora, ele resolveu abrir o bichim pra ver o que tinha dentro.
Fuçando lá, descobriu que o chip original foi trocado por outro, um tal de ESP32-S3, e ainda lixaram as marcações pra dificultar de identificar. Trem bem armado, viu.

Uai, continua que o trem vai ficando mais feio ainda, viu:
O firmware que aparecia no aparelho vinha com o nome de “Ledger Nano S+ V2.1”, só que essa versão aí nem existe, uai.
A parte mais cabulosa é que as frases semente — aquelas 12 ou 24 palavrinhas — ficavam salvas em texto puro, sem proteção nenhuma, e depois eram mandadas direto pra um servidor dos hackers, desses de comando e controle.
E num para por aí não: além de roubar as criptomoedas, essa carteira falsa ainda distribuía arquivo malicioso — um .exe pra Windows ou um .dmg pra macOS, e até esquema usando TestFlight no iOS pra passar batido pela revisão da App Store. Trem bem arquitetado, sô.
Segundo o pesquisador, “nós tamo lidando com cinco frentes diferentes: hardware, Android, Windows, macOS e iOS”. Ou seja, o golpe é bem espalhado.
Depois que a primeira postagem dele deu um tantão de comentário — quase 100 — o caboclo voltou na quinta-feira (16) pra explicar melhor umas partes que o povo ficou na dúvida.
Ele contou, por exemplo, que o tal do Genuine Check do Ledger Live até consegue perceber que a carteira é falsa.
Mas aí que tá o pulo do gato: dentro da caixa vem um cartão com QR code que leva a pessoa pra um site falso da Ledger. Aí pronto, já viu, né?
“É aí que tá o golpe. O usuário nem chega a entrar no site verdadeiro”, explicou ele. E o pior: o programa falsificado ainda faz parecer que a carteira falsa tá tudo certinha.
Mostrando mais fotos, o pesquisador também revelou que tanto o PIN quanto as palavras-chave que dão acesso ao dinheiro ficam guardados em texto puro. Um descuido danado — ou melhor, golpe bem planejado mesmo.

Uai, ele terminou dando aquele recado direto, sem rodeio:
“Baixem o Ledger Live só pelo site oficial, o ledger.com. Comprem o aparelho só por lá também. E se o dispositivo falhar naquele tal de Genuine Check, pode parar de usar na hora”, avisou.
Brasileiro responde as críticas
A segunda postagem dele rendeu mais um tanto de comentário, viu. Fora isso, a investigação se espalhou por outras redes, tipo no X, com o povo compartilhando pra todo lado.
Por causa disso, o pesquisador voltou na sexta-feira (17) com uma terceira publicação pra responder umas críticas que apareceram.
“Eu comprei pra usar de verdade”, explicou o Past_Computer2901, depois que teve gente dizendo que ele já sabia que era falsificado.
Ele contou que tá na China e que conseguir uma Ledger oficial por lá não é tão simples assim não. Importar, principalmente não sendo cidadão chinês, dá uma dor de cabeça danada.
“O anúncio tava com o mesmo preço da loja oficial, parecia tudo certo. Eu até tinha uma desconfiança lá no fundo? Tinha sim — por isso pensei em conferir direitinho antes de colocar dinheiro de verdade. Mas minha ideia era usar, não sair desmontando”, escreveu.
Indo mais a fundo, ele disse que até é fácil perceber uma carteira falsa quando você tem uma original do lado pra comparar. Só que, segundo ele, muita gente — principalmente quem tá começando — nem repara nesses detalhes.
“Agora pega aquele trem falso sozinho, novinho, saído da caixa com embalagem caprichada… eu te garanto que a maioria vai achar que é verdadeiro. E é aí que mora o perigo. O alvo não é quem já conhece e sabe o que olhar. É quem tá comprando a primeira carteira.”
Pra fechar, o brasileiro disse que ainda pretende comprar outros modelos dessa mesma loja pra ver até onde vai esse esquema de falsificação. Ele quer até fazer algumas transferências pra acompanhar como acontece o roubo.
“Vou documentar tudo direitinho pra montar um relatório formal pra equipe de segurança da Ledger”, finalizou.$XRP ,$USDC ,$USD1
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Argentina detém suspeito chinês de golpe com cripto que veio da França usando passaporte ParaguaioUai, sô, ó só como é que foi essa prosa aí: A tal da Polícia de Segurança Aeroportuária pegou um cidadão chinês na quinta-feira (16), bem na hora que ele desceu no Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, lá na Argentina, vindo de um voo que saiu de Paris. Os agente já tavam com um mandado na mão por causa de umas tramoia com criptomoeda e lavagem de dinheiro. O sujeito ainda tentou dar uma de esperto, viu, passando na imigração com um passaporte paraguaio falsificado. Só que não colou não. Na hora da conferência, o sistema apitou com um alerta vermelho da Interpol, aí complicou tudo pra ele. A ideia dele era enganar o povo da alfândega e esconder quem ele era de verdade, mas os trem não funciona assim não. O pessoal da imigração barrou ele na hora e já chamou reforço. Parece que a Justiça lá da Nigéria já tava atrás do homem por causa de golpe. Aí a Polícia Federal Argentina conseguiu identificar o cabra e acionou a Direção Nacional de Migração pra não deixar ele sumir. E num é pouca coisa não, viu… as investigações dizem que ele fazia parte de uma quadrilha grande, dessas que atuam no mundo inteiro, prometendo lucro fácil com criptomoeda. Muita gente caiu no conto, e o prejuízo já passa de uns 24 milhão de dólar, podendo chegar até 50 milhão quando fechar tudo. Esse povo usa essas moeda digital pra tentar esconder de onde veio o dinheiro roubado, mexendo pelas brecha da internet pra fugir da fiscalização. Agora o homem tá preso lá mesmo no aeroporto, guardado direitinho. A Justiça já mandou segurar ele enquanto ajeita os papel pra extradição. Ele ficou à disposição de um tribunal lá de Lomas de Zamora, e tá só esperando pra ver se vai ser mandado pra África, onde vai ter que responder pelos crime que fez.$BTC ,$ETH ,$BNB

Argentina detém suspeito chinês de golpe com cripto que veio da França usando passaporte Paraguaio

Uai, sô, ó só como é que foi essa prosa aí:
A tal da Polícia de Segurança Aeroportuária pegou um cidadão chinês na quinta-feira (16), bem na hora que ele desceu no Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, lá na Argentina, vindo de um voo que saiu de Paris. Os agente já tavam com um mandado na mão por causa de umas tramoia com criptomoeda e lavagem de dinheiro.
O sujeito ainda tentou dar uma de esperto, viu, passando na imigração com um passaporte paraguaio falsificado. Só que não colou não. Na hora da conferência, o sistema apitou com um alerta vermelho da Interpol, aí complicou tudo pra ele.
A ideia dele era enganar o povo da alfândega e esconder quem ele era de verdade, mas os trem não funciona assim não. O pessoal da imigração barrou ele na hora e já chamou reforço.
Parece que a Justiça lá da Nigéria já tava atrás do homem por causa de golpe. Aí a Polícia Federal Argentina conseguiu identificar o cabra e acionou a Direção Nacional de Migração pra não deixar ele sumir.
E num é pouca coisa não, viu… as investigações dizem que ele fazia parte de uma quadrilha grande, dessas que atuam no mundo inteiro, prometendo lucro fácil com criptomoeda. Muita gente caiu no conto, e o prejuízo já passa de uns 24 milhão de dólar, podendo chegar até 50 milhão quando fechar tudo.
Esse povo usa essas moeda digital pra tentar esconder de onde veio o dinheiro roubado, mexendo pelas brecha da internet pra fugir da fiscalização.
Agora o homem tá preso lá mesmo no aeroporto, guardado direitinho. A Justiça já mandou segurar ele enquanto ajeita os papel pra extradição. Ele ficou à disposição de um tribunal lá de Lomas de Zamora, e tá só esperando pra ver se vai ser mandado pra África, onde vai ter que responder pelos crime que fez.$BTC ,$ETH ,$BNB
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Dogecoin Gold: companhia inspirada na memecoin apresenta ouro tokenizadoUai, sô, a tal da Dogecoin Cash Inc. contou na quinta-feira que tá mexendo num trem chamado Dogecoin Gold. A ideia é fazer um token que ligue os ativos digitais com ouro de verdade guardado, pegando emprestado até o nome da memecoin mais antiga e valorizada que tem no mercado. Nesse esquema aí, cada token ia representar um tantinho bem certinho de ouro, guardado por uma empresa grande e confiável que cuida desses metais preciosos. Os tokens só iam ser criados quando o ouro entrasse lá na custódia, e iam sumir de circulação quando alguém fosse lá resgatar direitinho. A administração falou num comunicado que tá estudando um modelo pra juntar a posse comprovada do ouro físico com aquela transparência e precisão que a tecnologia blockchain permite. A ideia, segundo eles, é ver se dá pra montar um sistema onde os ativos do mundo real, contas matemáticas certinhas e uma estrutura digital transparente funcionem tudo num ambiente bem controlado e verificável. Ainda não soltaram todos os detalhes técnicos, não, mas disseram que querem dividir o ouro numa precisão danada, coisa de nanograma. Pra você ter noção, um bilhão de tokens podia representar só um grama de ouro de verdade. Agora, esse tal de ouro tokenizado não é novidade, não. Já tem empresa grande fazendo isso, medindo os tokens com base em onças de ouro real, e a procura tem crescido demais ultimamente, ainda mais com o preço do ouro batendo recorde atrás de recorde. A Dogecoin continua sendo a memecoin raiz e a mais valiosa, passando dos 15 bilhões de dólares em valor de mercado. Já essa Dogecoin Cash não tem ligação direta com quem criou ou mantém a Dogecoin, mas vem juntando tanto DOGE quanto outras moedas parecidas. Inclusive, a empresa nem sempre teve esse nome, viu? Antes era Cannabis Sativa Inc., mexia com telessaúde e produtos de cannabis, até mudar tudo no fim de 2024. Primeiro eles juntaram um caixa baseado numa memecoin própria, e depois falaram que iam guardar também a Dogecoin original separado. E no meio disso tudo, a DOGE deu uma subida de uns 5% na sexta-feira, pegando carona numa melhora geral do mercado, depois da reabertura do Estreito de Ormuz, sendo negociada acima de 0,10 dólar — o maior preço que bateu no último mês.

Dogecoin Gold: companhia inspirada na memecoin apresenta ouro tokenizado

Uai, sô, a tal da Dogecoin Cash Inc. contou na quinta-feira que tá mexendo num trem chamado Dogecoin Gold. A ideia é fazer um token que ligue os ativos digitais com ouro de verdade guardado, pegando emprestado até o nome da memecoin mais antiga e valorizada que tem no mercado.
Nesse esquema aí, cada token ia representar um tantinho bem certinho de ouro, guardado por uma empresa grande e confiável que cuida desses metais preciosos. Os tokens só iam ser criados quando o ouro entrasse lá na custódia, e iam sumir de circulação quando alguém fosse lá resgatar direitinho.
A administração falou num comunicado que tá estudando um modelo pra juntar a posse comprovada do ouro físico com aquela transparência e precisão que a tecnologia blockchain permite. A ideia, segundo eles, é ver se dá pra montar um sistema onde os ativos do mundo real, contas matemáticas certinhas e uma estrutura digital transparente funcionem tudo num ambiente bem controlado e verificável.
Ainda não soltaram todos os detalhes técnicos, não, mas disseram que querem dividir o ouro numa precisão danada, coisa de nanograma. Pra você ter noção, um bilhão de tokens podia representar só um grama de ouro de verdade.
Agora, esse tal de ouro tokenizado não é novidade, não. Já tem empresa grande fazendo isso, medindo os tokens com base em onças de ouro real, e a procura tem crescido demais ultimamente, ainda mais com o preço do ouro batendo recorde atrás de recorde.
A Dogecoin continua sendo a memecoin raiz e a mais valiosa, passando dos 15 bilhões de dólares em valor de mercado. Já essa Dogecoin Cash não tem ligação direta com quem criou ou mantém a Dogecoin, mas vem juntando tanto DOGE quanto outras moedas parecidas.
Inclusive, a empresa nem sempre teve esse nome, viu? Antes era Cannabis Sativa Inc., mexia com telessaúde e produtos de cannabis, até mudar tudo no fim de 2024. Primeiro eles juntaram um caixa baseado numa memecoin própria, e depois falaram que iam guardar também a Dogecoin original separado.
E no meio disso tudo, a DOGE deu uma subida de uns 5% na sexta-feira, pegando carona numa melhora geral do mercado, depois da reabertura do Estreito de Ormuz, sendo negociada acima de 0,10 dólar — o maior preço que bateu no último mês.
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Asteroid: criptomoeda sobe 50.000% com história ligada à SpaceXUai, cê acredita? Uma criptomoeda quase desconhecida, chamada Asteroid Shiba (ASTEROID), virou uma das histórias mais doidas do mercado essa semana. Em só 24 horas, o trem valorizou mais de 50.000%, saindo de uns US$ 50 mil pra mais de US$ 24 milhões. Agora, isso aí já acende aquele alerta, né? Porque pode ser só mais um desses projetos sem base ou até golpe. Mas esse caso tem um jeitão diferente — apesar do risco grande pra quem pensa em entrar na onda. Por trás dessa alta tem uma mistura de emoção, internet e muita especulação. Segundo a Arkham, o token foi criado inspirado no Asteroid, um cachorrinho shiba inu desenhado por uma menina de 15 anos, Liv Perrotto, que lutava contra o câncer e acabou falecendo este ano. A ideia era que o personagem virasse mascote da SpaceX, do Elon Musk. Esse sonho acabou dando um apelo bem emocional pro token — coisa rara até no mundo das memecoins, viu. No mercado, uai, deu foi o de sempre quando uma história dessas viraliza e tem pouca grana rodando: vira uma correria danada de especulação. Segundo o CoinGecko, a ASTEROID chegou a subir uns 54.600% lá pro fim da manhã dessa sexta (17), e na semana já acumulava mais de 112.800%. O volume, que até ontem era quase nada, passou de US$ 48 milhões nas últimas 24 horas. E olha que o trem ainda vale coisa de US$ 0,00006343, viu. Teve até trader que fez uma bolada boa. A Arkham contou de um investidor, tal de 0x680, que trocou 1 Ethereum (uns US$ 2.400) por ASTEROID depois de um post do Elon Musk falando que ia comentar do assunto. Resultado: com a disparada, o cabra lucrou mais de US$ 474 mil em só três horas. É dinheiro demais da conta. Esse caso mostra bem por que essas memecoins são tudo imprevisível. A ASTEROID não subiu por tecnologia, uso de verdade ou investimento grande, não. Foi mais pela mistura de história emocionante, barulho nas redes e pouca oferta — receita certa pra esses saltos doidos de preço. E tem mais: o próprio CoinGecko já deixa um aviso de risco, falando que quem criou o token pode mudar as regras, mexer em taxa, criar mais moeda ou até dificultar venda. Ou seja, por mais bonita que seja a história, o trem não tem fundamento pra essa alta toda. E, pelo que se sabe, não ajuda a família da Liv não — então é bom não confundir com oportunidade segura, viu. $TSLA

Asteroid: criptomoeda sobe 50.000% com história ligada à SpaceX

Uai, cê acredita? Uma criptomoeda quase desconhecida, chamada Asteroid Shiba (ASTEROID), virou uma das histórias mais doidas do mercado essa semana. Em só 24 horas, o trem valorizou mais de 50.000%, saindo de uns US$ 50 mil pra mais de US$ 24 milhões.
Agora, isso aí já acende aquele alerta, né? Porque pode ser só mais um desses projetos sem base ou até golpe. Mas esse caso tem um jeitão diferente — apesar do risco grande pra quem pensa em entrar na onda.
Por trás dessa alta tem uma mistura de emoção, internet e muita especulação. Segundo a Arkham, o token foi criado inspirado no Asteroid, um cachorrinho shiba inu desenhado por uma menina de 15 anos, Liv Perrotto, que lutava contra o câncer e acabou falecendo este ano.
A ideia era que o personagem virasse mascote da SpaceX, do Elon Musk. Esse sonho acabou dando um apelo bem emocional pro token — coisa rara até no mundo das memecoins, viu.

No mercado, uai, deu foi o de sempre quando uma história dessas viraliza e tem pouca grana rodando: vira uma correria danada de especulação. Segundo o CoinGecko, a ASTEROID chegou a subir uns 54.600% lá pro fim da manhã dessa sexta (17), e na semana já acumulava mais de 112.800%.
O volume, que até ontem era quase nada, passou de US$ 48 milhões nas últimas 24 horas. E olha que o trem ainda vale coisa de US$ 0,00006343, viu.
Teve até trader que fez uma bolada boa. A Arkham contou de um investidor, tal de 0x680, que trocou 1 Ethereum (uns US$ 2.400) por ASTEROID depois de um post do Elon Musk falando que ia comentar do assunto. Resultado: com a disparada, o cabra lucrou mais de US$ 474 mil em só três horas. É dinheiro demais da conta.
Esse caso mostra bem por que essas memecoins são tudo imprevisível. A ASTEROID não subiu por tecnologia, uso de verdade ou investimento grande, não. Foi mais pela mistura de história emocionante, barulho nas redes e pouca oferta — receita certa pra esses saltos doidos de preço.
E tem mais: o próprio CoinGecko já deixa um aviso de risco, falando que quem criou o token pode mudar as regras, mexer em taxa, criar mais moeda ou até dificultar venda. Ou seja, por mais bonita que seja a história, o trem não tem fundamento pra essa alta toda. E, pelo que se sabe, não ajuda a família da Liv não — então é bom não confundir com oportunidade segura, viu. $TSLA
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Trader suspeito ganhou R$ 1,5 milhão ao prever perdões de Biden no PolymarketUai, cê acredita? Um trader lá do Polymarket, com um trem de timing certinho demais, acabou faturando uns bons milhares de dólares apostando direitinho nos últimos atos do ex-presidente Joe Biden no cargo, segundo dados on-chain. No ano passado, bem no último dia dele na presidência, duas contas que parecem ser ligadas acertaram quatro dos cinco nomes que ele perdoou nas horas finais lá na Casa Branca. E olha só: não erraram aposta nenhuma. Mesmo quando as chances desses perdões já tavam quase zeradas, porque o mandato tava acabando, eles ainda foram lá e dobraram a aposta, sem medo. No fim das contas, essas carteiras embolsaram cerca de 320 mil dólares (uns R$ 1,5 milhão) só nessas apostas de perdão, com aproveitamento de 100%. E essa ligação entre as duas contas foi descoberta essa semana por uma empresa que investiga blockchain, a Bubblemaps. Uai, olha só esse trem… As carteiras já tinham acertado direitinho que o Joe Biden, nos últimos minutos como presidente, ia conceder perdão a um grupo de nomes ligados ao cenário político americano. Entre eles estavam os republicanos críticos ao Donald Trump, Liz Cheney e Adam Kinzinger, o senador da Califórnia Adam Schiff, e também o irmão do ex-presidente, Jim Biden. E não parou por aí não: um mês antes, elas também já tinham cravado que Biden ia perdoar o próprio filho, Hunter Biden. No dia 20 de janeiro, essas apostas foram feitas num cenário bem improvável, viu? O mandato do Biden já tava acabando, faltando poucas horas pra ele largar o cargo. Pra você ter ideia, a chance de perdão do Adam Schiff, por exemplo, era de só 6% quando uma das apostas foi colocada. Teve até uma jogada de US$ 21.711 no caso do Jim Biden que parecia arriscadíssima, com só 11% de probabilidade de dar certo — mas que acabou rendendo quase US$ 198 mil em poucos minutos. Esse monte de aposta levantou suspeita e entrou no radar porque aconteceu num contexto maior de atenção sobre negociações “bem sincronizadas” em mercados de previsão e outros ativos, especialmente quando decisões importantes acabam mexendo com preços e gerando lucros rápidos. Diante disso, até a Casa Branca passou a orientar discretamente sua equipe a evitar apostas em temas sensíveis, como conflitos em andamento, pra não dar margem pra ruído ou suspeita. E teve até questionamento em audiência no Congresso americano, com o presidente da CFTC sendo cobrado sobre possíveis investigações caso esse tipo de movimentação esteja ligado a gente próxima ao governo. Segundo analistas da Bubblemaps, o padrão visto nessas carteiras é parecido com outros casos que já chamaram atenção: apostas grandes, bem cronometradas e feitas por carteiras conectadas entre si. Nas palavras de um analista, o que levantou alerta foi justamente isso: “grandes apostas com timing muito preciso em várias carteiras conectadas”. E, segundo ele, foi exatamente esse padrão que apareceu no caso dos perdões de Biden.$BNB ,$XRP ,$GOOGL

Trader suspeito ganhou R$ 1,5 milhão ao prever perdões de Biden no Polymarket

Uai, cê acredita? Um trader lá do Polymarket, com um trem de timing certinho demais, acabou faturando uns bons milhares de dólares apostando direitinho nos últimos atos do ex-presidente Joe Biden no cargo, segundo dados on-chain.
No ano passado, bem no último dia dele na presidência, duas contas que parecem ser ligadas acertaram quatro dos cinco nomes que ele perdoou nas horas finais lá na Casa Branca.
E olha só: não erraram aposta nenhuma. Mesmo quando as chances desses perdões já tavam quase zeradas, porque o mandato tava acabando, eles ainda foram lá e dobraram a aposta, sem medo.
No fim das contas, essas carteiras embolsaram cerca de 320 mil dólares (uns R$ 1,5 milhão) só nessas apostas de perdão, com aproveitamento de 100%. E essa ligação entre as duas contas foi descoberta essa semana por uma empresa que investiga blockchain, a Bubblemaps.

Uai, olha só esse trem…
As carteiras já tinham acertado direitinho que o Joe Biden, nos últimos minutos como presidente, ia conceder perdão a um grupo de nomes ligados ao cenário político americano. Entre eles estavam os republicanos críticos ao Donald Trump, Liz Cheney e Adam Kinzinger, o senador da Califórnia Adam Schiff, e também o irmão do ex-presidente, Jim Biden.
E não parou por aí não: um mês antes, elas também já tinham cravado que Biden ia perdoar o próprio filho, Hunter Biden.
No dia 20 de janeiro, essas apostas foram feitas num cenário bem improvável, viu? O mandato do Biden já tava acabando, faltando poucas horas pra ele largar o cargo. Pra você ter ideia, a chance de perdão do Adam Schiff, por exemplo, era de só 6% quando uma das apostas foi colocada.
Teve até uma jogada de US$ 21.711 no caso do Jim Biden que parecia arriscadíssima, com só 11% de probabilidade de dar certo — mas que acabou rendendo quase US$ 198 mil em poucos minutos.
Esse monte de aposta levantou suspeita e entrou no radar porque aconteceu num contexto maior de atenção sobre negociações “bem sincronizadas” em mercados de previsão e outros ativos, especialmente quando decisões importantes acabam mexendo com preços e gerando lucros rápidos.
Diante disso, até a Casa Branca passou a orientar discretamente sua equipe a evitar apostas em temas sensíveis, como conflitos em andamento, pra não dar margem pra ruído ou suspeita.
E teve até questionamento em audiência no Congresso americano, com o presidente da CFTC sendo cobrado sobre possíveis investigações caso esse tipo de movimentação esteja ligado a gente próxima ao governo.
Segundo analistas da Bubblemaps, o padrão visto nessas carteiras é parecido com outros casos que já chamaram atenção: apostas grandes, bem cronometradas e feitas por carteiras conectadas entre si.
Nas palavras de um analista, o que levantou alerta foi justamente isso: “grandes apostas com timing muito preciso em várias carteiras conectadas”. E, segundo ele, foi exatamente esse padrão que apareceu no caso dos perdões de Biden.$BNB ,$XRP ,$GOOGL
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Bitcoin pode subir até US$ 125 mil caso Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo, afirma analistaUai, ó… o trem é o seguinte: o Bitcoin pode tá na beiradinha de dar um pulo daqueles pra cima, viu? E quem pode acender esse pavio aí é justamente a tal da geopolítica. Tem analista dizendo que, se os Estados Unidos e o Irã acertarem esse negócio de cessar-fogo, pode destravar uma arrancada braba, levando a moeda lá pros US$ 125 mil em coisa de um a dois meses. Mesmo agora, com o preço ali na faixa dos US$ 77,8 mil, o Bitcoin já vem mostrando força, com uma alta de mais de 5% na semana. E isso chama atenção de quem mexe com trade, porque a estrutura do mercado tá dando uns sinais interessantes. Isso tudo enquanto as bolsas lá fora deram uma segurada depois de bater recorde, muito por causa dessa esperança de diminuir a tensão no Oriente Médio. O pano de fundo da história é esse possível acordo entre EUA e Irã. O Donald Trump até comentou que teve avanço nas conversas, mas nada confirmado oficialmente pelo lado do Irã. Mesmo assim, o mercado já tá se comportando como se a coisa fosse melhorar, tirando aquele “peso de guerra” dos investimentos mais tradicionais. Agora, no mercado cripto, a situação pode até acelerar esse movimento. As taxas dos contratos futuros de Bitcoin tão bem negativas — coisa que não se via desde 2023. Isso quer dizer que tem muita gente apostando na queda. E aí que mora o pulo do gato: se o preço continuar subindo, esse pessoal pode ser obrigado a recomprar, o que empurra o valor ainda mais pra cima — o tal do “short squeeze”. Segundo o analista Daniel Reis-Faria, isso vira um efeito em cadeia: sobe, liquida posição, gera compra, e sobe mais ainda. Nessa toada, ele acredita que dá sim pra chegar nos US$ 125 mil nesse prazo, se essas apostas contra forem desmontadas. Mas nem tudo é só alegria, não. Tem indicador que mostra que muita gente ainda tá no prejuízo, o que em outros momentos já coincidiu com fases mais difíceis do mercado. Então pode acontecer de ter uma subida forte agora e depois uma realização de lucro mais pra frente. No fim das contas, tudo vai depender mesmo é do cenário global. Se esse acordo entre EUA e Irã andar pra frente, pode dar aquele empurrão nos ativos mais arriscados, tipo o Bitcoin. Se não rolar, essa alta pode perder fôlego antes de chegar lá nos recordes.$BTC

Bitcoin pode subir até US$ 125 mil caso Estados Unidos e Irã cheguem a um acordo, afirma analista

Uai, ó… o trem é o seguinte: o Bitcoin pode tá na beiradinha de dar um pulo daqueles pra cima, viu? E quem pode acender esse pavio aí é justamente a tal da geopolítica. Tem analista dizendo que, se os Estados Unidos e o Irã acertarem esse negócio de cessar-fogo, pode destravar uma arrancada braba, levando a moeda lá pros US$ 125 mil em coisa de um a dois meses.
Mesmo agora, com o preço ali na faixa dos US$ 77,8 mil, o Bitcoin já vem mostrando força, com uma alta de mais de 5% na semana. E isso chama atenção de quem mexe com trade, porque a estrutura do mercado tá dando uns sinais interessantes. Isso tudo enquanto as bolsas lá fora deram uma segurada depois de bater recorde, muito por causa dessa esperança de diminuir a tensão no Oriente Médio.
O pano de fundo da história é esse possível acordo entre EUA e Irã. O Donald Trump até comentou que teve avanço nas conversas, mas nada confirmado oficialmente pelo lado do Irã. Mesmo assim, o mercado já tá se comportando como se a coisa fosse melhorar, tirando aquele “peso de guerra” dos investimentos mais tradicionais.
Agora, no mercado cripto, a situação pode até acelerar esse movimento. As taxas dos contratos futuros de Bitcoin tão bem negativas — coisa que não se via desde 2023. Isso quer dizer que tem muita gente apostando na queda. E aí que mora o pulo do gato: se o preço continuar subindo, esse pessoal pode ser obrigado a recomprar, o que empurra o valor ainda mais pra cima — o tal do “short squeeze”.
Segundo o analista Daniel Reis-Faria, isso vira um efeito em cadeia: sobe, liquida posição, gera compra, e sobe mais ainda. Nessa toada, ele acredita que dá sim pra chegar nos US$ 125 mil nesse prazo, se essas apostas contra forem desmontadas.
Mas nem tudo é só alegria, não. Tem indicador que mostra que muita gente ainda tá no prejuízo, o que em outros momentos já coincidiu com fases mais difíceis do mercado. Então pode acontecer de ter uma subida forte agora e depois uma realização de lucro mais pra frente.
No fim das contas, tudo vai depender mesmo é do cenário global. Se esse acordo entre EUA e Irã andar pra frente, pode dar aquele empurrão nos ativos mais arriscados, tipo o Bitcoin. Se não rolar, essa alta pode perder fôlego antes de chegar lá nos recordes.$BTC
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Circle enfrenta processo após ataque hacker de R$ 1,4 bilhão ao Drift ProtocolUai, sô, a Circle, que é quem emite a stablecoin USDC, acabou entrando numa enrascada danada. Um grupo de investidores do Drift Protocol resolveu abrir um processo coletivo depois de perder dinheiro naquele ataque do dia 1º de abril, que levou embora uns US$ 285 milhões da plataforma lá na rede Solana. A ação foi registrada no dia 14 de abril e o povo tá acusando a Circle de não ter tomado providência pra travar os fundos roubados na hora do aperto. O trem ficou feio mesmo num intervalo de mais ou menos oito horas, quando os hackers conseguiram mover cerca de US$ 232 milhões em USDC da Solana pra Ethereum, usando aquele sistema de transferência entre redes da própria Circle. Eles aproveitaram umas transferências administrativas já pré-assinadas, usando um recurso legítimo da Solana chamado “nonces duráveis”, mas que foi usado de um jeito mal-intencionado semanas antes do ataque. Depois disso, o Drift Protocol falou que os responsáveis pelo golpe têm ligação com hackers da Coreia do Norte, dizendo que essa turma ficou infiltrada na empresa por uns seis meses, se passando por uma firma de negociação quantitativa. E, ó, isso deu o que falar na comunidade cripto, viu? Teve até o investigador de blockchain ZachXBT criticando a Circle, falando que a empresa tava meio “dormindo no ponto” durante o problema. Ele ainda questionou por que outros projetos continuariam confiando na Circle, já que nem um protocolo grande conseguiu apoio num momento tão crítico. Uai, sô, a Circle tá falando que fez tudo dentro da lei, sem passar do risco. Segundo um porta-voz, a empresa é toda regulamentada e segue direitinho sanções, ordem de juiz e o que mais a legislação mandar. No começo da semana, o chefão Jeremy Allaire já tinha avisado que sair congelando USDC por conta própria, fora dos trâmites legais, podia virar um trem complicado, até com dilema moral no meio. O diretor de estratégia, Dante Disparte, reforçou isso num blog, dizendo que quando a Circle bloqueia fundos não é por vontade própria, não — é porque a lei manda agir daquele jeito. Enquanto isso, o Drift Protocol correu atrás de amenizar o prejuízo e conseguiu promessa de recuperar até US$ 127,5 milhões com a Tether e mais uns US$ 20 milhões com outros parceiros. O CEO da Tether, Paolo Ardoino, já puxou a sardinha pro lado dele, falando que a empresa tá pronta pra ajudar quem precisar nesse momento difícil do mercado. Agora, esse processo todo aparece num cenário maior de preocupação com o papel das empresas de stablecoin no combate a coisa errada, tipo dinheiro ilícito. Dados da TRM Labs mostram que cerca de US$ 141 bilhões em transações com stablecoins no ano passado tiveram ligação com atividades ilegais, como driblar sanções e lavar dinheiro. E o investigador ZachXBT ainda apontou uns US$ 420 milhões em movimentações suspeitas de USDC desde 2022 que não foram barradas. Mesmo com essa confusão toda, a Circle divulgou números fortes no fim de 2025, com bastante USDC circulando e muito volume de transação. O próprio Allaire disse que a empresa tá apostando junto no crescimento da inteligência artificial pra dar um gás ainda maior na economia — segundo ele, um dos maiores avanços que já se viu.$USDC

Circle enfrenta processo após ataque hacker de R$ 1,4 bilhão ao Drift Protocol

Uai, sô, a Circle, que é quem emite a stablecoin USDC, acabou entrando numa enrascada danada. Um grupo de investidores do Drift Protocol resolveu abrir um processo coletivo depois de perder dinheiro naquele ataque do dia 1º de abril, que levou embora uns US$ 285 milhões da plataforma lá na rede Solana.
A ação foi registrada no dia 14 de abril e o povo tá acusando a Circle de não ter tomado providência pra travar os fundos roubados na hora do aperto.
O trem ficou feio mesmo num intervalo de mais ou menos oito horas, quando os hackers conseguiram mover cerca de US$ 232 milhões em USDC da Solana pra Ethereum, usando aquele sistema de transferência entre redes da própria Circle. Eles aproveitaram umas transferências administrativas já pré-assinadas, usando um recurso legítimo da Solana chamado “nonces duráveis”, mas que foi usado de um jeito mal-intencionado semanas antes do ataque.
Depois disso, o Drift Protocol falou que os responsáveis pelo golpe têm ligação com hackers da Coreia do Norte, dizendo que essa turma ficou infiltrada na empresa por uns seis meses, se passando por uma firma de negociação quantitativa.
E, ó, isso deu o que falar na comunidade cripto, viu? Teve até o investigador de blockchain ZachXBT criticando a Circle, falando que a empresa tava meio “dormindo no ponto” durante o problema. Ele ainda questionou por que outros projetos continuariam confiando na Circle, já que nem um protocolo grande conseguiu apoio num momento tão crítico.

Uai, sô, a Circle tá falando que fez tudo dentro da lei, sem passar do risco. Segundo um porta-voz, a empresa é toda regulamentada e segue direitinho sanções, ordem de juiz e o que mais a legislação mandar. No começo da semana, o chefão Jeremy Allaire já tinha avisado que sair congelando USDC por conta própria, fora dos trâmites legais, podia virar um trem complicado, até com dilema moral no meio.
O diretor de estratégia, Dante Disparte, reforçou isso num blog, dizendo que quando a Circle bloqueia fundos não é por vontade própria, não — é porque a lei manda agir daquele jeito.
Enquanto isso, o Drift Protocol correu atrás de amenizar o prejuízo e conseguiu promessa de recuperar até US$ 127,5 milhões com a Tether e mais uns US$ 20 milhões com outros parceiros. O CEO da Tether, Paolo Ardoino, já puxou a sardinha pro lado dele, falando que a empresa tá pronta pra ajudar quem precisar nesse momento difícil do mercado.
Agora, esse processo todo aparece num cenário maior de preocupação com o papel das empresas de stablecoin no combate a coisa errada, tipo dinheiro ilícito. Dados da TRM Labs mostram que cerca de US$ 141 bilhões em transações com stablecoins no ano passado tiveram ligação com atividades ilegais, como driblar sanções e lavar dinheiro. E o investigador ZachXBT ainda apontou uns US$ 420 milhões em movimentações suspeitas de USDC desde 2022 que não foram barradas.
Mesmo com essa confusão toda, a Circle divulgou números fortes no fim de 2025, com bastante USDC circulando e muito volume de transação. O próprio Allaire disse que a empresa tá apostando junto no crescimento da inteligência artificial pra dar um gás ainda maior na economia — segundo ele, um dos maiores avanços que já se viu.$USDC
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Professor Jiang diz que a CIA criou o Bitcoin, chamando-o de “cavalo de Troia”O professor Jiang Xueqin, que é um educador sino-canadense bem conhecido, acha que o Bitcoin pode ter sido criado pela CIA ou por algum outro órgão de inteligência dos Estados Unidos. Numa prosa com Jack Neel, ele levantou três pontos pra tentar sustentar essa ideia. Isso veio logo depois de uma matéria do The New York Times falando que o tal do Satoshi Nakamoto poderia ser o Adam Back, um desenvolvedor britânico bem ativo nesse meio. Mas, pra falar a verdade, depois de tanto nome chutado — já teve até gente falando de alienígena e viajante do tempo — ninguém chegou num acordo sobre quem é esse tal de Satoshi. O professor Jiang diz que não acredita que seja uma pessoa só, não. Pra ele, pode ser um grupo — e mais: um grupo ligado à CIA. Ele até questiona: que tipo de pessoa ficaria anos e anos, lá no porão, criando uma tecnologia como o blockchain pra depois sair dando de graça pro mundo? Pra ele, isso não bate muito bem, não. Aí ele levanta umas perguntas: quem teria conhecimento técnico pra criar isso? Quem sairia ganhando com essa tecnologia? E por que esconder tudo isso? Na visão dele, quando a gente pensa bem nessas possibilidades, acaba chegando nesse tal de “deep state” americano, tipo a CIA. Ele ainda comenta que tecnologias grandes, igual internet e GPS, vieram de órgãos como DARPA, NSA e CIA, então não seria estranho algo assim ter vindo deles também. Outro ponto que ele levanta é que o Bitcoin pode beneficiar a CIA por causa da transparência das transações, já que daria pra acompanhar tudo. Ele até compara com um “cavalo de Troia”, sabe? Além disso, diz que a agência já tem histórico de operações escondidas, tipo um “governo dentro do governo”. Sobre o mistério em torno do Satoshi, ele acha que, se o povo soubesse que foi a CIA que criou, ninguém ia confiar ou investir no negócio. E pra fechar, ele ainda solta mais uma reflexão: onde é que ficam, de verdade, os servidores do Bitcoin? Pra ele, se alguém controla o hardware, pode acabar controlando o resto também — mesmo com esse papo de código aberto. Mas nas redes sociais, viu, muita gente que investe em criptomoeda ficou meio com o pé atrás com essas ideias dele, principalmente essa última parte.$BTC ,$BNB ,$SOL

Professor Jiang diz que a CIA criou o Bitcoin, chamando-o de “cavalo de Troia”

O professor Jiang Xueqin, que é um educador sino-canadense bem conhecido, acha que o Bitcoin pode ter sido criado pela CIA ou por algum outro órgão de inteligência dos Estados Unidos. Numa prosa com Jack Neel, ele levantou três pontos pra tentar sustentar essa ideia.
Isso veio logo depois de uma matéria do The New York Times falando que o tal do Satoshi Nakamoto poderia ser o Adam Back, um desenvolvedor britânico bem ativo nesse meio. Mas, pra falar a verdade, depois de tanto nome chutado — já teve até gente falando de alienígena e viajante do tempo — ninguém chegou num acordo sobre quem é esse tal de Satoshi.
O professor Jiang diz que não acredita que seja uma pessoa só, não. Pra ele, pode ser um grupo — e mais: um grupo ligado à CIA. Ele até questiona: que tipo de pessoa ficaria anos e anos, lá no porão, criando uma tecnologia como o blockchain pra depois sair dando de graça pro mundo? Pra ele, isso não bate muito bem, não.
Aí ele levanta umas perguntas: quem teria conhecimento técnico pra criar isso? Quem sairia ganhando com essa tecnologia? E por que esconder tudo isso?
Na visão dele, quando a gente pensa bem nessas possibilidades, acaba chegando nesse tal de “deep state” americano, tipo a CIA. Ele ainda comenta que tecnologias grandes, igual internet e GPS, vieram de órgãos como DARPA, NSA e CIA, então não seria estranho algo assim ter vindo deles também.
Outro ponto que ele levanta é que o Bitcoin pode beneficiar a CIA por causa da transparência das transações, já que daria pra acompanhar tudo. Ele até compara com um “cavalo de Troia”, sabe? Além disso, diz que a agência já tem histórico de operações escondidas, tipo um “governo dentro do governo”.
Sobre o mistério em torno do Satoshi, ele acha que, se o povo soubesse que foi a CIA que criou, ninguém ia confiar ou investir no negócio.
E pra fechar, ele ainda solta mais uma reflexão: onde é que ficam, de verdade, os servidores do Bitcoin? Pra ele, se alguém controla o hardware, pode acabar controlando o resto também — mesmo com esse papo de código aberto.
Mas nas redes sociais, viu, muita gente que investe em criptomoeda ficou meio com o pé atrás com essas ideias dele, principalmente essa última parte.$BTC ,$BNB ,$SOL
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3 criptomoedas para acompanhar enquanto o Bitcoin permanece preso abaixo de US$ 75 milUai, enquanto o Bitcoin tá ali pelejando pra passar dos US$ 75 mil e não vai nem pra frente nem pra trás, outras criptomoedas tão dando um showzinho à parte, viu. Não é só hoje não, nessa quinta (16), mas já tem uns dias que XRP, Plasma e Dogecoin tão chamando atenção com umas altas boas, deixando o povo do mercado de olho bem aberto. A maiorzinha desse trio é o XRP, aquele token da Ripple voltado pra pagamentos. Hoje ele tá subindo perto de 4% e já acumula uns 7% na semana. Já a Plasma, que é uma rede focada em stablecoins, tá indo ainda melhor: sobe uns 6% hoje e já soma uns 16% nos últimos dias. A Dogecoin também não fica pra trás, não — avançou cerca de 4,1% nas últimas 24 horas e já tá com alta de mais ou menos 6,5% na semana. Enquanto isso, o Bitcoin tá mais quietinho, subindo nem 1% hoje e com ganho de pouco mais de 5% na semana. Agora, um trem que chamou atenção foi a entrada de dinheiro grande no XRP. Ontem, os ETFs à vista da moeda receberam mais de US$ 17 milhões, o maior valor desde começo de fevereiro. Ainda é menos que o Bitcoin costuma puxar, mas já mostra que o interesse voltou depois de um tempo meio parado. E tem notícia boa rodando também: a Ripple firmou parceria com a Kyobo Life Insurance pra testar um sistema em blockchain que faz liquidação de títulos em tempo real lá na Coreia do Sul. Fora isso, o mercado de derivativos do XRP tá animado, com mais gente entrando nas posições e volume crescendo — sinal de que o povo tá mais confiante. Já a Plasma, mesmo sendo menorzinha, tá dando o que falar. Hoje ela já aparece como a sétima maior blockchain do mundo em valor travado, com cerca de US$ 2 bilhões. Isso representa um salto de 27% só na última semana e mais de 80% no último mês — não é pouca coisa não. Um dos motivos pode ser o tal do avanço da Lei Clarity lá nos Estados Unidos, que deve organizar melhor as regras pras criptomoedas. O pessoal grande, tipo o JPMorgan, já comentou que essa lei tá perto de sair do papel. Se isso acontecer, pode dar mais segurança pro mercado e ajudar projetos como a Plasma a crescer ainda mais. Além disso, a Plasma foi escolhida, junto com Ethereum e Arbitrum, pra dar suporte à nova carteira da Tether, o que também ajuda a dar mais visibilidade pra rede. Pra fechar, tem a Dogecoin, que é mais na base da zoeira, mas às vezes surpreende. Os indicadores técnicos mostram que ela tá num momento de pouca volatilidade — tipo calmaria antes da tempestade. Isso costuma vir antes de movimentos mais fortes de preço. Teve também entrada de grana nos ETFs de Dogecoin na semana passada, a maior desde que começaram. Mas, por outro lado, o uso da rede no dia a dia ainda tá meio fraco, com menos endereços ativos. Ou seja, esse movimento parece mais coisa de mercado financeiro e aposta de curto prazo do que crescimento “de verdade”. Resumindo: enquanto o Bitcoin tá ali enrolado, essas três tão aproveitando pra brilhar um bocado.$BTC ,$DOGE ,$XRP

3 criptomoedas para acompanhar enquanto o Bitcoin permanece preso abaixo de US$ 75 mil

Uai, enquanto o Bitcoin tá ali pelejando pra passar dos US$ 75 mil e não vai nem pra frente nem pra trás, outras criptomoedas tão dando um showzinho à parte, viu. Não é só hoje não, nessa quinta (16), mas já tem uns dias que XRP, Plasma e Dogecoin tão chamando atenção com umas altas boas, deixando o povo do mercado de olho bem aberto.
A maiorzinha desse trio é o XRP, aquele token da Ripple voltado pra pagamentos. Hoje ele tá subindo perto de 4% e já acumula uns 7% na semana. Já a Plasma, que é uma rede focada em stablecoins, tá indo ainda melhor: sobe uns 6% hoje e já soma uns 16% nos últimos dias. A Dogecoin também não fica pra trás, não — avançou cerca de 4,1% nas últimas 24 horas e já tá com alta de mais ou menos 6,5% na semana.
Enquanto isso, o Bitcoin tá mais quietinho, subindo nem 1% hoje e com ganho de pouco mais de 5% na semana.
Agora, um trem que chamou atenção foi a entrada de dinheiro grande no XRP. Ontem, os ETFs à vista da moeda receberam mais de US$ 17 milhões, o maior valor desde começo de fevereiro. Ainda é menos que o Bitcoin costuma puxar, mas já mostra que o interesse voltou depois de um tempo meio parado.
E tem notícia boa rodando também: a Ripple firmou parceria com a Kyobo Life Insurance pra testar um sistema em blockchain que faz liquidação de títulos em tempo real lá na Coreia do Sul. Fora isso, o mercado de derivativos do XRP tá animado, com mais gente entrando nas posições e volume crescendo — sinal de que o povo tá mais confiante.
Já a Plasma, mesmo sendo menorzinha, tá dando o que falar. Hoje ela já aparece como a sétima maior blockchain do mundo em valor travado, com cerca de US$ 2 bilhões. Isso representa um salto de 27% só na última semana e mais de 80% no último mês — não é pouca coisa não.
Um dos motivos pode ser o tal do avanço da Lei Clarity lá nos Estados Unidos, que deve organizar melhor as regras pras criptomoedas. O pessoal grande, tipo o JPMorgan, já comentou que essa lei tá perto de sair do papel. Se isso acontecer, pode dar mais segurança pro mercado e ajudar projetos como a Plasma a crescer ainda mais.
Além disso, a Plasma foi escolhida, junto com Ethereum e Arbitrum, pra dar suporte à nova carteira da Tether, o que também ajuda a dar mais visibilidade pra rede.
Pra fechar, tem a Dogecoin, que é mais na base da zoeira, mas às vezes surpreende. Os indicadores técnicos mostram que ela tá num momento de pouca volatilidade — tipo calmaria antes da tempestade. Isso costuma vir antes de movimentos mais fortes de preço.
Teve também entrada de grana nos ETFs de Dogecoin na semana passada, a maior desde que começaram. Mas, por outro lado, o uso da rede no dia a dia ainda tá meio fraco, com menos endereços ativos. Ou seja, esse movimento parece mais coisa de mercado financeiro e aposta de curto prazo do que crescimento “de verdade”.
Resumindo: enquanto o Bitcoin tá ali enrolado, essas três tão aproveitando pra brilhar um bocado.$BTC ,$DOGE ,$XRP
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RaveDAO (RAVE): Descubra a criptomoeda que valorizou 4.115% em apenas uma semanaUai, sô, o tal do token RaveDAO ($RAVE ) tá que tá, viu? O trem disparou bonito no mercado das criptomoedas. Só pra ocê ter ideia, subiu mais de 4.100% numa semana e passou dos 6.200% em duas. Na hora que olharam por último, tava valendo uns 15 dólar e já aparecendo lá pelo 32º lugar entre as maiores criptos do mundo, com um valor de mercado na casa dos 3,7 bilhão de dólar. O projeto se vende como um trem moderno, misturando música eletrônica com esse tal de Web3. A ideia é mexer com ingresso em blockchain, pagamento em cripto em evento ao vivo e até um tipo de “renda” ligada às festas rave, além de falar que tem parceria com corretoras grandes tipo Binance e OKX. Mas ó… nem tudo são flores, não. O povo do mercado já tá com a pulga atrás da orelha, porque tem uns sinais meio esquisitos nesse trem. Tem muita conversa de que os tokens tão concentrados demais na mão de pouca gente, o que pode indicar que essa alta toda pode não ser tão natural assim, não. Um perfil lá na rede X, o tal do Jeremybtc, falou que essa valorização não parece vir só dos fundamentos do projeto, não. Segundo ele, só uns 24% dos tokens tão rodando no mercado, enquanto quase 90% ficaria preso com poucas carteiras ligadas ao próprio projeto. E quando ocê olha pros maiores endereços, a concentração passa de 98%. Ou seja, quem entrou primeiro manda demais no preço e na liquidez. E tem mais: parece que teve movimentação estranha antes do preço disparar. Uns 18,5 milhão de tokens foram mandados pra corretora Bitget poucas horas antes da alta mais forte, e sem ninguém avisar nada. Ao mesmo tempo, o mercado de derivativos esquentou, com muita liquidação de posição vendida — aquele tal de short squeeze, que força quem apostou na queda a recomprar e acaba empurrando o preço ainda mais pra cima. Na visão dele, isso tudo indica que essa subida pode ter sido puxada mais por pouca liquidez e ação de baleia do que por adoção real do mercado. Sobre o RaveDAO em si, eles falam que é um projeto que junta festa de música eletrônica com governança descentralizada, estilo DAO. Mas, na prática, o que dá pra ver mesmo é que o foco tá em organizar evento, festival e movimentar esse meio cripto. Eles dizem que querem criar uma “cultura comunitária”, tipo uma rede global de eventos inspirada em coisas como TEDx, mas ainda depende bastante de um controle central pra marca, parceria e crescimento. No fim das contas, o projeto gira em torno do token RAVE, que serviria pra acesso, participação e decisões dentro do ecossistema. Só que, igual a outros projetos parecidos, ainda fica aquela dúvida: será que esse trem é mesmo descentralizado ou é só um modelo de entretenimento com uma camada de cripto por cima? E assim, mesmo falando de impacto social e comunidade, tudo parece muito ligado ao crescimento da marca e do token — o que faz muita gente questionar se tem algo além de marketing bem feito nesse negócio todo.

RaveDAO (RAVE): Descubra a criptomoeda que valorizou 4.115% em apenas uma semana

Uai, sô, o tal do token RaveDAO ($RAVE ) tá que tá, viu? O trem disparou bonito no mercado das criptomoedas. Só pra ocê ter ideia, subiu mais de 4.100% numa semana e passou dos 6.200% em duas. Na hora que olharam por último, tava valendo uns 15 dólar e já aparecendo lá pelo 32º lugar entre as maiores criptos do mundo, com um valor de mercado na casa dos 3,7 bilhão de dólar.
O projeto se vende como um trem moderno, misturando música eletrônica com esse tal de Web3. A ideia é mexer com ingresso em blockchain, pagamento em cripto em evento ao vivo e até um tipo de “renda” ligada às festas rave, além de falar que tem parceria com corretoras grandes tipo Binance e OKX.
Mas ó… nem tudo são flores, não. O povo do mercado já tá com a pulga atrás da orelha, porque tem uns sinais meio esquisitos nesse trem. Tem muita conversa de que os tokens tão concentrados demais na mão de pouca gente, o que pode indicar que essa alta toda pode não ser tão natural assim, não.
Um perfil lá na rede X, o tal do Jeremybtc, falou que essa valorização não parece vir só dos fundamentos do projeto, não. Segundo ele, só uns 24% dos tokens tão rodando no mercado, enquanto quase 90% ficaria preso com poucas carteiras ligadas ao próprio projeto. E quando ocê olha pros maiores endereços, a concentração passa de 98%. Ou seja, quem entrou primeiro manda demais no preço e na liquidez.
E tem mais: parece que teve movimentação estranha antes do preço disparar. Uns 18,5 milhão de tokens foram mandados pra corretora Bitget poucas horas antes da alta mais forte, e sem ninguém avisar nada. Ao mesmo tempo, o mercado de derivativos esquentou, com muita liquidação de posição vendida — aquele tal de short squeeze, que força quem apostou na queda a recomprar e acaba empurrando o preço ainda mais pra cima.
Na visão dele, isso tudo indica que essa subida pode ter sido puxada mais por pouca liquidez e ação de baleia do que por adoção real do mercado.
Sobre o RaveDAO em si, eles falam que é um projeto que junta festa de música eletrônica com governança descentralizada, estilo DAO. Mas, na prática, o que dá pra ver mesmo é que o foco tá em organizar evento, festival e movimentar esse meio cripto.
Eles dizem que querem criar uma “cultura comunitária”, tipo uma rede global de eventos inspirada em coisas como TEDx, mas ainda depende bastante de um controle central pra marca, parceria e crescimento.
No fim das contas, o projeto gira em torno do token RAVE, que serviria pra acesso, participação e decisões dentro do ecossistema. Só que, igual a outros projetos parecidos, ainda fica aquela dúvida: será que esse trem é mesmo descentralizado ou é só um modelo de entretenimento com uma camada de cripto por cima?
E assim, mesmo falando de impacto social e comunidade, tudo parece muito ligado ao crescimento da marca e do token — o que faz muita gente questionar se tem algo além de marketing bem feito nesse negócio todo.
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Nova proposta do Bitcoin sugere congelar carteiras vulneráveis à computação quânticaDesenvolvedores e pesquisadores do Bitcoin apresentaram o BIP-361, uma ideia que quer ir cortando aos poucos o uso de endereços que podem ser atacados por computadores quânticos. A preocupação maior é com endereços antigos, tipo os P2PK, que já deixaram a chave pública exposta na blockchain. O medo é que, no futuro, a computação quântica fique forte o bastante pra descobrir a chave privada só a partir desses dados públicos, abrindo espaço pra roubo de fundos. A proposta fala numa mudança por etapas. Primeiro, não dar mais pra enviar dinheiro pra esses endereços mais frágeis, forçando a migração pra formatos novos e mais seguros. Depois, numa data já combinada, transações com assinaturas antigas como ECDSA e Schnorr deixariam de valer, travando de vez esses fundos antigos. Mais pra frente, ainda se discute até a possibilidade de recuperar esses valores usando mecanismos ligados à frase-semente. Os autores dizem que o Bitcoin atual não foi feito pensando nesse tipo de ameaça. Eles citam estimativas de que computadores quânticos capazes de quebrar criptografia podem aparecer entre 2027 e 2030, e lembram que mais de 34% dos bitcoins já estariam em endereços com chave pública exposta. Eles também alertam que um ataque desses poderia até passar despercebido no começo, já que alguém poderia roubar as chaves e só mexer nos fundos depois. No fim das contas, a ideia é criar um cronograma bem definido pra forçar a atualização geral da rede e evitar que o sistema fique parado no tempo. Isso pode mexer com carteiras, exchanges e serviços de custódia, e até com a oferta de Bitcoin se muita gente não atualizar. O BIP-361 ainda tá sendo debatido e só vai pra frente se a comunidade toda concordar, como acontece com mudanças grandes no protocolo do Bitcoin.

Nova proposta do Bitcoin sugere congelar carteiras vulneráveis à computação quântica

Desenvolvedores e pesquisadores do Bitcoin apresentaram o BIP-361, uma ideia que quer ir cortando aos poucos o uso de endereços que podem ser atacados por computadores quânticos. A preocupação maior é com endereços antigos, tipo os P2PK, que já deixaram a chave pública exposta na blockchain.
O medo é que, no futuro, a computação quântica fique forte o bastante pra descobrir a chave privada só a partir desses dados públicos, abrindo espaço pra roubo de fundos.
A proposta fala numa mudança por etapas. Primeiro, não dar mais pra enviar dinheiro pra esses endereços mais frágeis, forçando a migração pra formatos novos e mais seguros. Depois, numa data já combinada, transações com assinaturas antigas como ECDSA e Schnorr deixariam de valer, travando de vez esses fundos antigos. Mais pra frente, ainda se discute até a possibilidade de recuperar esses valores usando mecanismos ligados à frase-semente.
Os autores dizem que o Bitcoin atual não foi feito pensando nesse tipo de ameaça. Eles citam estimativas de que computadores quânticos capazes de quebrar criptografia podem aparecer entre 2027 e 2030, e lembram que mais de 34% dos bitcoins já estariam em endereços com chave pública exposta.
Eles também alertam que um ataque desses poderia até passar despercebido no começo, já que alguém poderia roubar as chaves e só mexer nos fundos depois.
No fim das contas, a ideia é criar um cronograma bem definido pra forçar a atualização geral da rede e evitar que o sistema fique parado no tempo. Isso pode mexer com carteiras, exchanges e serviços de custódia, e até com a oferta de Bitcoin se muita gente não atualizar.
O BIP-361 ainda tá sendo debatido e só vai pra frente se a comunidade toda concordar, como acontece com mudanças grandes no protocolo do Bitcoin.
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