Algorand sobe 9% após receber aval regulatório no Japão; veja o que está por trás disso
Uai, sô, neste sábado (25) o trem tá mais quietinho pro lado das criptomoedas. O Bitcoin tá ali na casa dos 77 mil dólares, com uma quedinha de leve, coisa de 0,3%. Mas ó, quem resolveu destoar foi a Algorand (ALGO), viu? A danada tá se destacando como a que mais subiu entre as 100 maiores do mercado. A moeda deu um pulo de uns 9,1% nessa tarde, sendo negociada por volta de 0,11 dólar — o melhor preço dela em mais de duas semanas, de acordo com dados do CoinGecko. E se olhar o trem com mais calma, o resultado é ainda mais bonito: nos últimos 30 dias, o tal do token ALGO já acumula alta de 36%. E esse movimento não veio à toa não, viu. Lá do outro lado do mundo, no Japão, teve novidade boa. Na sexta-feira (24), os reguladores colocaram a Algorand na chamada “lista verde” da JVCEA, que é tipo um cadastro das criptomoedas que podem entrar mais fácil nas corretoras japonesas. Essa tal de JVCEA é acompanhada de perto pela FSA do Japão, que é o mesmo órgão que fica de olho em banco, seguradora e bolsa de valores por lá. A própria Algorand Foundation até comentou na rede X que isso aí não é só aprovação do povo das criptomoedas não — é tipo um “ok” do sistema financeiro tradicional mesmo.
Uai, sô, essa história da segurança pós-quântica da Algorand é um trem que tá chamando atenção demais da conta. Essa novidade ajudou a moeda a sair daquele marasmo, sabe? Depois de um tempo meio em baixa, agora o preço tá dando sinais de que pode virar o jogo e começar a subir. E não é à toa não. A Algorand tá se colocando como uma blockchain moderna, preparada pra um futuro onde os computadores quânticos podem virar realidade e bagunçar a segurança das criptomoedas tradicionais. Inclusive, esse papo de resistência a ameaças quânticas virou o principal motivo dessa alta recente. No começo do mês, a moeda já tinha dado um salto de mais de 17% depois de aparecer num estudo do Google, que destacou a rede como uma das primeiras a adotar protocolos pós-quânticos. O estudo — com o nome “Protegendo Criptomoedas de Curva Elíptica contra Vulnerabilidades Quânticas” — saiu no fim de março e apontou a Algorand como um exemplo prático de uso dessa tecnologia no mundo real, já que muitas blockchains por aí ainda poderiam sofrer ataques no futuro. No caso da Algorand, eles já tão usando assinaturas digitais pós-quânticas chamadas Falcon nas transações e nas tais provas de estado. E ó, não é só teoria não: a primeira transação segura com esse trem já rolou em 2025. Agora, os pesquisadores do Google explicaram direitinho: por enquanto isso ainda não garante uma proteção completa contra computadores quânticos, não. Mas já deixa o caminho aberto pra, lá na frente, fazer essa transição de vez pra uma segurança totalmente pós-quântica.$BTC
Militar dos EUA lucra R$ 2,3 milhões com aposta sobre prisão de Maduro e pode pegar até 60 anos
A promotoria lá de Nova York abriu o jogo na quinta-feira (23) e divulgou a denúncia contra um soldado do Exército americano. O tal do Gannon Ken Van Dyke, de 38 anos, tá sendo acusado de usar informação sigilosa das Forças Armadas dos Estados Unidos pra sair apostando e tentando ganhar dinheiro na plataforma Polymarket. O trem foi feio: o militar sabia dos planos da operação lá na Venezuela e usou isso pra apostar antes de tudo acontecer. Ele chegou a colocar mais de 30 mil dólares e faturou mais de 400 mil, tudo com informação privilegiada, tentando ficar rico na moita. E olha só: o homem fazia parte da equipe que ajudava a planejar a invasão com navio e avião. Ou seja, sabia de tudo e mesmo assim quebrou o sigilo que tinha jurado respeitar pro resto da vida. Segundo o pessoal do FBI, ele praticamente traiu os próprios colegas ao usar segredo militar pra ganhar dinheiro por fora. E falaram que vão apertar mesmo, porque mexer com informação confidencial desse jeito é coisa séria demais. Nas apostas, ele investiu uma grana alta dizendo que os EUA iam atacar e capturar Nicolás Maduro — e foi exatamente o que aconteceu entre o fim de 2025 e começo de 2026. Aí o dinheiro dele disparou. Pra tentar despistar, ele usou criptomoeda, mexeu com conta fora dos EUA e até tentou apagar os rastros depois. Só que não deu muito certo, não: os investigadores foram atrás e conseguiram ligar tudo a ele. O problema é que essa brincadeira colocou até a operação em risco, viu? Porque quando alguém começa a apostar pesado num trem desses, pode chamar atenção de outros países. No fim das contas, depois que confirmou a captura e ele sacou a bolada (coisa de mais de 2 milhões de reais), a casa caiu. Agora o sujeito responde por vários crimes, incluindo fraude e uso indevido de informação secreta. Se for condenado em tudo, pode pegar uma pena bem pesada, que chega perto de décadas de cadeia. É aquele ditado, né: quis dar uma de esperto, mas o trem desandou…$APE ,$USDC ,$BNB
A relação entre o dólar e o Bitcoin cai ao menor patamar desde 2022
A ligação entre o Bitcoin e o índice do dólar lá fora (o DXY) voltou a chamar atenção do mercado e chegou num nível que não se via há quase quatro anos. Segundo dados do TradingView, a correlação de 30 dias entre os dois ativos despencou pra -0,90, o menor valor desde setembro de 2022. Na prática, isso quer dizer que, no curto prazo, quando o dólar cai, o Bitcoin costuma subir — e quando o dólar sobe, o Bitcoin tende a recuar. Esse movimento só reforça uma coisa que o pessoal do mercado já conhece há um tempo: quando o dólar enfraquece de forma mais forte, o Bitcoin costuma ganhar força depois. Em alguns ciclos passados, quedas de mais ou menos 10% no índice do dólar vieram acompanhadas de altas acima de 50% no BTC, mostrando como a liquidez do mundo inteiro pesa no preço. Hoje essa relação tá até bem “matemática”. Um indicador estatístico mostra que cerca de 81% das variações recentes do Bitcoin têm a ver com o movimento do dólar. Mas tem analista que já faz ressalva: isso pode ficar meio distorcido porque o Bitcoin negocia 24 horas por dia, enquanto o DXY só funciona em dias úteis. Recentemente, o Bitcoin chegou perto dos US$ 79 mil, mas perdeu força justamente quando o dólar voltou a subir de 97,6 pra 98,7 em poucos dias. Isso veio junto de um cenário mais tenso no mundo, com petróleo subindo por causa de atritos no Oriente Médio e inflação ainda pressionada, o que deixa o investidor mais cauteloso e tira apetite por risco. Mesmo assim, ainda entra dinheiro institucional no mercado, principalmente via ETFs de Bitcoin nos EUA, o que ajuda a segurar o preço mesmo num ambiente mais travado. No geral, tem gente como o Anthony Scaramucci que acha que o Bitcoin pode demorar alguns meses pra engrenar de novo uma alta mais firme, talvez só lá pra outubro ou novembro, seguindo o ciclo típico dos halvings. No fim das contas, o dólar continua sendo uma peça importante nesse jogo, mas não é mais o único fator. O mercado do Bitcoin hoje é mais maduro, mais cheio de jogador grande e mais sensível a um monte de coisa ao mesmo tempo. Ainda assim, quando o dólar enfraquece de verdade, costuma abrir caminho pro Bitcoin andar mais solto — e isso voltou a ficar bem claro agora.$USDC ,$BTC ,$USDT
ETFs de Bitcoin registram o oitavo dia consecutivo de alta, com aportes que somam R$ 10 bilhões
Uai, sô, os ETFs de Bitcoin à vista lá dos Estados Unidos tão numa fase boa demais da conta. Já são oito dias seguidos de grana entrando, somando cerca de US$ 2 bilhões (uns R$ 10 bilhões) nesse período, segundo dados da plataforma SoSoValue — um sinal bem otimista pro mercado cripto. Só na quinta-feira (23), entraram mais US$ 223 milhões nesses fundos. O destaque do dia foi o IBIT, da BlackRock, que sozinho puxou US$ 167 milhões pra dentro. Outros fundos, como os da Ark Invest/21Shares, Morgan Stanley e Grayscale também tiveram entrada de recursos. Já a Fidelity, Bitwise e VanEck ficaram no negativo, com saídas que juntas deram perto de US$ 30 milhões. No caso do Ethereum, os ETFs vinham numa sequência boa de dez dias seguidos de entradas maiores que saídas, mas na quinta-feira acabou virando o jogo e teve saída líquida de US$ 76 milhões. No começo da semana, um relatório da CoinShares mostrou que os fundos de ativos digitais estão na terceira semana seguida de fluxo positivo, com o total sob gestão chegando a US$ 155 bilhões. Segundo a analista Dessislava Ianeva, da Nexo, esse movimento tende a continuar, porque cada vez mais plataformas grandes de investimento — como Morgan Stanley e até a Goldman Sachs — estão liberando acesso aos ETFs de Bitcoin. E isso, segundo ela, não depende de um “gatilho” do cenário econômico, já que faz parte da própria estrutura de distribuição que está sendo montada em Wall Street.$BTC ,$ETH ,$CHZ
Secador vira golpe: homem engana Polymarket e lucra R$ 170 mil
Uai, cê acredita? Um trem lá na França tá dando o que falar. Um sujeito é suspeito de ter dado um jeitinho de mexer num mercado de apostas do Polymarket sobre a temperatura em Paris… usando nada menos que um secador de cabelo. O esquema era o seguinte: o resultado da aposta dependia de um único sensor, perto do aeroporto Charles de Gaulle. Diz que o homem descobriu onde ficava o trem, apostou que ia fazer mais calor e foi lá pessoalmente dar uma “esquentada” no termômetro com o secador. Se for verdade mesmo, o danado teria embolsado uns 34 mil dólares — coisa de uns R$ 170 mil — em duas vezes, durante abril, quando a temperatura registrada ficou bem acima do que realmente tava. Agora, ó: ainda não confirmaram tudo certinho, não. Um jornal inglês falou do caso, mas as autoridades tão investigando. O pessoal do aeroporto já admitiu que parece que alguém mexeu no sensor por fora. A polícia francesa até comentou que encontrou indícios e abriu investigação, mas não quis dar muito detalhe pra não atrapalhar o andamento. E pra completar o causo, nas redes sociais tá rodando um vídeo que supostamente mostraria a ação. Tem gente dizendo até que sabe quem é o apostador e quanto ele colocou na jogada. É, meu amigo… tem gente que vai longe demais pra ganhar uma aposta, viu.$BTC ,$ETH ,$XRP
HASH11, ETF de criptomoedas da Hashdex, passará a ter opções e futuros negociados na B3
O ETF HASH11, da Hashdex, que é um dos trem mais conhecido de cripto lá na B3, vai ganhar novidade boa a partir do dia 4 de maio: vão entrar contratos de opções e futuros pra negociar. Esse fundo, que já tem uns bons bilhões sob gestão, junta vários ativos digitais num pacote só e segue um índice internacional de cripto. Agora, com esses tais derivativos, o negócio fica mais encorpado, dando mais jeito pros investidores montarem estratégia — seja pra se proteger ou pra tentar ganhar mais. Isso só foi possível porque a B3 deu uma modernizada nas regras, passando a deixar ETFs como o HASH11 servirem de base pra esses contratos. Na prática, abre a porteira pra operações mais avançadas, tipo proteção (hedge), arbitragem e até alavancagem — coisa que já é comum lá fora. Segundo o pessoal da Hashdex, isso deve ajudar a dar mais movimento pro mercado, melhorar os preços e atrair investidor grande. E como disse o diretor Henry Oyama, quanto mais ferramenta o povo tem na mão, mais o mercado tende a ficar ligeiro e eficiente. Em resumo: o trem tá ficando mais sofisticado por aqui, e a tendência é só ganhar mais força com o tempo.$BTC ,$ETH ,$POL
Quanto Ana Paula poderia lucrar aplicando 5% do prêmio do BBB em Bitcoin
Uai, ganhar o Big Brother Brasil (BBB) muda mesmo a vida de qualquer um, né? Mas o que faz diferença de verdade é o jeito que a pessoa usa esse dinheiro depois. No caso da Ana Paula Renault, que levou o prêmio em 2026, até uma escolha simples podia virar coisa grande lá na frente — tipo pegar só 5% da grana e colocar em Bitcoin. Pensando no valor líquido do prêmio, que dá uns R$ 5,7 milhões, separar 5% disso dá mais ou menos R$ 285 mil. Com o Bitcoin girando ali na casa dos R$ 386 mil, isso daria perto de 0,74 BTC. Aí que tá o ponto principal: Bitcoin é investimento que sobe e desce, viu? Não tem como saber certinho quanto vai valer amanhã. Mesmo assim, olhando o que já aconteceu no passado, dá pra imaginar alguns cenários — sempre lembrando que o passado não garante nada no futuro. Três jeitos da coisa andar Num cenário mais pé no chão, com rendimento de uns 5% ao ano (até menos que muita aplicação tradicional por aí), aqueles R$ 285 mil podiam virar uns R$ 365 mil em 5 anos e cerca de R$ 464 mil em 10 anos. Não é nenhuma fortuna absurda, mas já dá uma crescidinha boa, às vezes até ganhando da inflação. Agora, num cenário mais equilibrado, com uns 15% ao ano — algo que muita gente considera mais dentro da realidade atual do Bitcoin — o valor podia chegar perto de R$ 574 mil em 5 anos e uns R$ 1,15 milhão em 10 anos. Ou seja, quase quadruplicar o dinheiro com o tempo. Se for num cenário mais animado, com crescimento de uns 25% ao ano, puxado por mais gente adotando e pela escassez da moeda, aí a coisa fica bonita: poderia bater uns R$ 871 mil em 5 anos e chegar a uns R$ 2,65 milhões em 10 anos. Quase metade do prêmio original só com aquele pedacinho investido. Esse tipo de conta mostra bem como até uma parte pequena do dinheiro pode fazer diferença grande lá na frente. Mas também serve de alerta: é importante não colocar tudo num lugar só. Se der ruim — tipo uma queda forte do Bitcoin — ela ainda ficaria com a maior parte do prêmio intacta, algo perto de R$ 5,3 milhões. Outro detalhe é que o Bitcoin costuma passar por ciclos de alta forte, muitas vezes ligados aos tais dos “halvings”, que diminuem a quantidade de moeda nova no mercado. Só que esses movimentos são cheios de incerteza e dependem de um tanto de coisa, como economia global e regras dos países. No fim das contas, é simples assim: Bitcoin pode aumentar bastante o patrimônio, mas também tem seus riscos. Pra Ana Paula — ou qualquer pessoa mais cautelosa — o segredo tá mais em quanto investir do que simplesmente investir ou não. Pensando no longo prazo, mesmo com altos e baixos, o Bitcoin até hoje tem sido um dos investimentos que mais chamam atenção no mercado.$BTC
Queda de 10% no dólar costuma anteceder alta de mais de 50% no Bitcoin
Quando o dólar vai perdendo força lá fora, o Bitcoin costuma animar e subir. Olhando os ciclos do tal do DXY (que mede o valor do dólar frente a outras moedas fortes) junto com o preço do BTC, dá pra ver esse padrão se repetindo. Segundo o pessoal do Mercado Bitcoin, quando o DXY cai ali perto de uns 10%, o Bitcoin geralmente sobe mais de 50% — e às vezes dispara bem mais que isso. Isso acontece porque entra mais dinheiro no mercado, o povo fica mais disposto a correr risco e, como o Bitcoin é cotado em dólar, ele acaba se beneficiando. Quando os juros lá fora afrouxam ou o mercado começa a largar mão do dólar, sobra mais grana procurando onde render melhor. Aí o Bitcoin meio que “puxa” parte desse dinheiro pra ele. Entre 2014 e 2020, essa relação foi bem forte. Pra você ter ideia, cerca de 70% da variação do Bitcoin andava junto, mas ao contrário, do movimento do dólar. E não é só teoria, não. Em 2017, o dólar caiu uns 10% e o Bitcoin quase quadruplicou em poucos meses. Já entre 2020 e 2021, o dólar caiu mais de 12% e o Bitcoin subiu mais de 500%. Mesmo em períodos menores, isso aparece: quedinhas de 5% no dólar em poucos meses já costumam vir com boas altas no Bitcoin. No fim das contas, é assim que a coisa funciona: dólar mais fraco geralmente vem com mais dinheiro circulando e juros mais baixos. Aí o investidor sai dos ativos mais seguros e vai atrás de coisa que pode render mais — tipo ações, commodities e cripto. E o Bitcoin tem um detalhe importante: não dá pra simplesmente aumentar a quantidade dele. Então, quando chega mais gente querendo comprar, o preço é que sobe. Aqui no Brasil, isso também mexe com o comportamento do pessoal. Quando o dólar cai, fica mais fácil investir lá fora, e muita gente acaba indo pra ativos de risco. Hoje, muita dessa entrada acontece via stablecoins. Elas já dominam o mercado cripto brasileiro e funcionam como porta de entrada. A pessoa entra nelas primeiro e, depois, acaba migrando parte do dinheiro pro Bitcoin.
Uai, o dólar ainda tem seu peso, viu… mas já não manda tanto no Bitcoin igual antigamente, não. O pessoal do Mercado Bitcoin fala que essa relação meio que mudou de uns tempos pra cá, principalmente depois de 2024, quando começou a entrar mais dinheiro grande, daqueles institucionais, via ETFs de Bitcoin lá nos Estados Unidos. Com isso, o Bitcoin passou a receber compra mais firme, mais planejada, e não ficar dependendo só do humor do mercado no curto prazo. Antes, a ligação entre dólar e BTC era bem forte — lá entre 2014 e 2020, dava uns 0,7. Depois, de 2021 a 2024, isso já caiu pra perto de 0,45. E teve um caso curioso em março de 2026: o dólar tava até subindo, batendo ali perto da máxima de três meses, e mesmo assim o Bitcoin foi lá e continuou subindo, passando dos 72 mil dólares. Ou seja, nem sempre um puxa o outro ao contrário mais. Segundo o MB, isso mostra que o Bitcoin tá ficando mais “maduro”, sabe? Não é só aquele ativo que sobe quando tem dinheiro sobrando no mundo. Hoje ele também começa a ser visto como uma alternativa em momentos mais complicados da economia. Resumindo: o dólar fraco ainda ajuda, dá aquele empurrãozinho… mas o Bitcoin agora já tá andando mais com as próprias pernas.
Quantidade de pessoas investindo em Bitcoin aumentou 50% no primeiro trimestre, segundo o MB
Uai, três mês pode até parecer pouco tempo, mas dá pra mexer bastante com o mercado, viu. Lá pro fim de 2025, o Bitcoin bateu uns US$ 126 mil e, logo em seguida, deu uma caída de mais de 25%. Mesmo assim, essa queda que seguiu por 2026 não espantou o povo, não — muita gente viu foi como chance boa de pensar no longo prazo. Um levantamento do MB | Mercado Bitcoin, que é uma das maiores plataformas de ativos digitais da América Latina, mostrou que o tanto de gente investindo na moeda cresceu 50% no primeiro trimestre de 2026, comparado com os últimos três meses de 2025. E não foi só porque o preço tava mais baixo, não. Esse movimento de compra também tem a ver com aquele costume de começo de ano, quando o pessoal se organiza financeiramente e acaba entrando em novos investimentos, inclusive nas criptos. Fora isso, as novas regras ajudaram a dar mais segurança, o que animou ainda mais o mercado. E o interesse não ficou só no Bitcoin, não, sô. O número de investidores que tão aplicando em mais de um tipo de ativo subiu quase 20% no primeiro trimestre de 2026, comparando com o mesmo período do ano anterior. Segundo o Fabrício Tota, que é VP de Negócios Cripto do MB, uma carteira com 5% de Bitcoin, nos últimos 10 anos, rendeu 33% a mais do que uma sem o ativo. Isso mostra o potencial da moeda e também dá mais confiança pro povo diversificar, buscando outras criptomoedas, tipo Solana e Ether, além das stablecoins atreladas ao dólar. Nesse meio, o tal do dólar digital também ganhou destaque, viu. O volume de negociação cresceu 10% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025. E no longo prazo, o avanço é ainda maior: comparando com o começo de 2025, o número de investidores mais que triplicou, mostrando como esses ativos ligados ao dólar tão ganhando espaço rapidinho. No fim das contas, o Tota reforça que sempre é hora de começar a investir em cripto. Pra manter o equilíbrio, ele sugere colocar uns 5% da carteira pra quem é mais conservador ou tá começando, e até 15% pra quem gosta de arriscar mais. Como ele mesmo diz: cripto dá pra todo tipo de investidor, especialmente o Bitcoin.$BTC ,$XRP ,$SOL
O Itaú Unibanco investe em uma startup que desenvolve data centers para a mineração de Bitcoin no Br
Uai, o Itaú Unibanco, por meio do Itaú Ventures, resolveu botar um dinheirinho numa startup focada em montar estrutura pra mineração de Bitcoin. A escolhida foi a Minter, que instala data centers pra aproveitar aquela energia que sobra nas usinas e transformar isso em renda. Pelo que saiu no Pipeline, o banco não abriu o valor do investimento, não, mas costuma aplicar entre uns R$ 20 milhões e R$ 50 milhões. A Minter é novinha, surgiu em 2023, e trabalha com uns data centers móveis feitos em contêiner, que cabem até 200 máquinas, tudo voltado pra mineração de Bitcoin. O próprio CEO, Stefano Sergole, comentou que, do jeito flexível que eles operam, tem sido mais vantajoso focar nessa área. Hoje, a empresa já tem operação rodando lá em Xique-Xique, na Bahia, com capacidade de 20 MW. E não quer parar por aí, não: a meta é dobrar isso até o fim do ano e chegar a 500 MW até 2029. Segundo o Sergole, a ideia da Minter é justamente dar um destino pra energia que seria desperdiçada no tal do “curtailment”, que é quando a produção passa do limite ou a rede não dá conta, e aí parte da energia acaba sendo perdida. Com essa solução, dá pra transformar esse excedente em algo lucrativo.$BTC ,$ETH ,$BNB
Nova York move ação judicial contra Coinbase e Gemini por disponibilizarem mercados de previsão
Uai, o estado de Nova York entrou com duas ações na Justiça na terça-feira contra a Coinbase e a Gemini, dizendo que essas empresas de cripto passaram dos limites e descumpriram as leis de jogo do estado ao oferecer esses tais mercados de previsão. Esses processos, que foram apresentados lá em Manhattan, não tão mirando só nas apostas esportivas não, viu — também pegam esses mercados ligados a entretenimento e política que as duas empresas andam oferecendo. A procuradora-geral, Letitia James, ainda levantou outra questão: tanto a Coinbase quanto a Gemini deixam gente de 18 anos apostar nesses mercados, sendo que a idade mínima pra jogo por lá é 21. Ela falou mais ou menos assim: mudar o nome não muda a essência, jogo continua sendo jogo e tem que seguir as regras do estado. E completou dizendo que esses mercados de previsão nada mais são do que apostas ilegais, que ainda por cima acabam expondo os mais novos a plataformas viciantes, sem proteção suficiente. Na ação, Nova York tá pedindo uma indenização pesada: pelo menos 2,2 bilhões de dólares da Coinbase e mais de 1,2 bilhão da Gemini. E olha, Nova York não é o primeiro a fazer isso não. Outros estados também já foram pra cima dessas plataformas pelo mesmo motivo. Enquanto isso, as empresas, que dizem ter apoio do governo Trump, alegam que não tão oferecendo apostas comuns, mas sim contratos de eventos — que, segundo elas, são regulados em nível federal por um órgão chamado CFTC.
Uai, mas olha só: por causa do peso que Nova York tem no mundo da regulação financeira — e também pelo tanto de recurso que o estado tem — essa entrada na briga chama atenção demais da conta. E tem outro detalhe importante: as leis de lá permitem que o estado cobre dinheiro de empresas consideradas ilegais não só pelo que ganharam em Nova York, mas no país inteiro. Depois que o estado abriu processo contra a Coinbase e a Gemini na terça-feira, o chefe do jurídico da Coinbase, Paul Grewal, falou que a empresa vai continuar batendo na tecla de que esses mercados de previsão têm que ser supervisionados em nível federal, do jeito que o Congresso teria planejado. Quando foram perguntar mais, a Coinbase só apontou pra uma publicação dele lá no X. Enquanto isso, o procurador-geral de Nova York já tá enrolado em outra briga judicial, dessa vez com a Kalshi, que é a maior plataforma desse tipo de mercado no país. No ano passado, a empresa correu pra Justiça federal em Nova York pedindo pra barrarem o estado de processar ela por causa das leis de jogo. Até agora, nada foi decidido. Se esse pedido for negado, pode apostar que Nova York deve ir pra cima da Kalshi também, até porque já tinha mandado uma ordem pra empresa parar com as atividades lá em outubro. Tem especialista achando que essa disputa toda — sobre quem é que manda na regulação desses mercados de previsão — ainda vai acabar sendo resolvida lá na Suprema Corte dos Estados Unidos. Já a Gemini ficou quietinha, não respondeu quando foi procurada pra comentar. E o pessoal do gabinete do procurador-geral só mandou os jornalistas darem uma olhada na declaração da Letitia James e nos documentos do processo mesmo.$BTC ,$XAUT .$COIN
Justin Sun processa a World Liberty Financial por congelar seus tokens
Uai, sô, o Justin Sun resolveu levar o trem do cripto da família do Donald Trump lá pro tribunal federal. O fundador da Tron abriu um processo na terça-feira, lá na Califórnia, contra a World Liberty Financial. Ele falou que o projeto foi lá e congelou os tokens dele, tirou seus direito de voto e ainda ameaçou acabar de vez com o que é dele — tudo isso sem dar nem um aviso direito, nem motivo, nem chance de recorrer.
Uai, sô, o Justin Sun falou que não teve outro jeito não, viu — disse que teve que apelar pros tribunais. Ele ainda comentou que acha que o Donald Trump nem deve tá sabendo disso tudo, porque, na visão dele, não aprovaria esse tipo de trem. Essa história toda botou um dos investidores mais polêmicos do mundo cripto pra bater de frente com um dos projetos mais bem conectado na política. O Sun, inclusive, virou o maior detentor de tokens da World Liberty Financial depois de desembolsar uns 75 milhões de dólares em WLFI lá no fim de 2024. Mas aí, no setembro passado, a empresa foi lá e bloqueou a carteira dele, depois que parece que ele mexeu em parte dos ativos — coisa que pode ser proibida pelas regras do investimento. Só que o Sun nega que tava tentando vender qualquer coisa. Ele disse assim, bem direto: só quer ser tratado igual qualquer outro investidor do começo — nem mais, nem menos. Agora, essa briga já vem se arrastando faz meses, viu. Ficou pública no começo desse mês, quando o Sun acusou a empresa de esconder uma espécie de “porta dos fundos” no sistema do token, que permitiria congelar os ativos de qualquer pessoa sem aviso nem chance de defesa. Ele ainda chamou o pessoal da empresa de “má índole”, dizendo que tão usando a comunidade cripto como se fosse caixa eletrônico. Já a empresa rebateu, falando que isso tudo não tem fundamento. Pra piorar, teve também uma proposta nova de regras que trava os tokens por dois anos e impõe um cronograma pra liberar eles aos poucos. O Sun reclamou que, como os tokens dele tão congelados, ele nem consegue votar nessas decisões. Especialistas dizem que o rolo todo gira em torno da diferença entre o que foi prometido sobre o token e o que o código realmente permite fazer. Tem gente do meio jurídico falando que não adianta esconder essas funções complicadas no código — isso tinha que estar claro, em linguagem simples, pro investidor antes de entrar no negócio. Outros advogados comentaram que esse tipo de bloqueio só faz sentido se for baseado em regras bem transparentes e aplicadas igual pra todo mundo — não só mirando uma pessoa específica. No fim das contas, o tribunal deve olhar se os investidores foram tratados de forma justa ou se mudaram as regras no meio do jogo. E o risco pra empresa não é pequeno não: pode vir processo privado, investigação de autoridades estaduais lá nos EUA e até problema com reguladores de outros países. Enquanto isso, o token WLFI tá valendo bem menos hoje — cerca de 0,08 dólar, bem longe do pico de 0,33 lá de setembro.
Neto de John Gotti é condenado por desviar dinheiro da Covid para criptomoedas
O neto de uma das figuras mais famosas do crime lá dos Estados Unidos acabou sendo condenado depois de pegar dinheiro de ajuda da pandemia e usar pra investir em criptomoeda. Especialista fala que isso aí mostra bem como teve gente aproveitando as brechas nos auxílios da época da Covid. O tal do Carmine G. Agnello, que é neto do John Gotti, antigo chefão da família Gambino, pegou 15 meses de cadeia. Ele enganou o programa de ajuda a pequenas empresas, o tal do EIDL, e conseguiu cerca de 1,1 milhão de dólares. Só que, em vez de usar o dinheiro pra tocar o negócio dele, desviou mais de 400 mil dólares pra mexer com cripto. A empresa dele ficava em Queens, em Nova York, e ele chegou a pedir vários empréstimos passando informação errada, tipo número de funcionário e pra que ia usar o dinheiro. Ele confessou o crime em 2024 e, além da prisão, vai ter que devolver mais de 1,2 milhão de dólares, cumprir dois anos sendo monitorado e ainda fazer serviço comunitário. Agora, segundo o povo que entende do assunto, isso tudo aconteceu porque, na pandemia, o governo quis liberar o dinheiro rápido demais, sem olhar direito. Aí já viu, né? Ficou fácil pra quem quis dar uma de esperto. E essa história não foi caso isolado não, viu. Teve muita fraude nesses programas de ajuda, coisa de bilhões de dólares. E como o mercado de criptomoedas tava crescendo rápido na época, virou um caminho fácil pra esse tipo de rolo. Mesmo sendo neto de um nome pesado da máfia, nesse caso aí a Justiça tratou mais como fraude comum mesmo, sem ligar diretamente com crime organizado. Ainda assim, o trem mostra como teve gente que aproveitou a situação da pandemia pra fazer coisa errada, uai.$BTC ,$ETH ,$XRP
Coinbase testa IAs inspiradas em ex-executivos “lendários”
Uai, a Coinbase tá mexendo com uns trem de inteligência artificial bão demais, viu. Eles tão testando uns agentes inspirados no cofundador Fred Ehrsam e no ex-CTO Balaji Srinivasan, que entram nas conversas do trabalho pra dar uns pitaco pro pessoal. Quem contou isso foi o CEO Brian Armstrong. O tal do agente Fred funciona tipo um braço direito estratégico, ajudando a ajeitar documentos, ideias e planos. Já o agente Balaji vem mais pra cutucar a criatividade e trazer uns jeitos novos de pensar as coisas. Esses dois aí ajudaram demais no começo da empresa, e o Armstrong até chamou eles de “lendas” da Coinbase. Um engenheiro de lá, o Travis Bloom, disse que trocou ideia com o agente Balaji sobre um projeto novo e que isso ajudou a clarear bem a visão. E não para por aí não: Armstrong falou que, daqui pra frente, qualquer funcionário vai poder criar seu próprio agente. Mas ele já avisou que os próximos não devem ser cópia de gente de verdade, não. Além disso, a Coinbase já vem investindo pesado nessas tecnologias. Eles usam inteligência artificial pra prever movimento de usuários e ajustar o sistema sozinho. Em fevereiro, lançaram as Agentic Wallets, que deixam a IA segurar grana, fazer trade e tocar transação sem precisar de humano no meio. Esse trem tudo conversa com o tal do protocolo x402, que ainda tá sendo desenvolvido pra permitir pagamento automático com cripto. A empresa quer mesmo liderar essa mistura de inteligência artificial com blockchain, inclusive com um ecossistema chamado x402 Bazaar, focado em pagamentos com stablecoins pra esses agentes. No fim das contas, Armstrong até soltou que acha que daqui a pouco vai ter mais agente de IA do que funcionário de carne e osso, acredita?$USDC ,$BNB
Com Tom Lee à frente, a BitMine se aproxima de um marco com a maior compra de Ethereum do ano
Uai, sô, a BitMine Immersion Technologies, que é uma empresa aberta focada em Ethereum, fez sua maior compra numa semana desde dezembro. Eles juntaram mais 101.627 ETH, que dá ali por volta de US$ 235 milhões, e agora tão quase batendo a marca de 5 milhões de ETH guardados. Com isso, o total deles subiu pra 4.976.485 ETH, valendo mais de US$ 11,5 bilhões. Fora isso, ainda têm 199 Bitcoin (uns US$ 15 milhões) e mais de US$ 1,12 bilhão em caixa, segundo atualização de segunda. O presidente da empresa, o Tom Lee, falou que muita gente acha que o “inverno cripto” vai até o fim de 2026, mas ele acredita que já tá mais perto de acabar do que o povo pensa. Ele também comentou que, com a tensão entre EUA e Irã diminuindo, o ETH já subiu 41% desde o começo de fevereiro. Na visão dele, o Ethereum tem mostrado força até em momentos difíceis, sendo uma espécie de reserva de valor em tempos de aperto. Agora, nem tudo são flores, não. Na semana passada, a empresa divulgou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no trimestre até 28 de fevereiro, sendo que 99% disso veio de perdas ainda não realizadas com Ethereum. Mesmo assim, eles já têm mais de 4,1% de todo o ETH em circulação. No acumulado de seis meses, o tombo passa de US$ 9 bilhões, por causa da queda do preço do ETH desde o pico de quase US$ 4.946 lá em agosto. Hoje, ele ainda tá mais de 50% abaixo desse valor. As ações da BitMine (BMNR) também deram uma escorregada: caíram cerca de 3,3% na segunda e, no último mês, subiram menos que o próprio ETH. Em seis meses, já despencaram quase 59% e tão bem longe do topo de US$ 161, sendo negociadas por volta de US$ 22. E não foi só ela, não viu — a Strategy, que é grandona no Bitcoin, também foi às compras e adquiriu mais de US$ 2,5 bilhões em BTC, na maior compra desde 2024.$BTC ,$ETH ,$PEPE
RegDoor e ABcripto se unem para ampliar o acesso à inteligência regulatória em ativos digitais
Uai, a RegDoor, que é uma plataforma europeia que ajuda o povo a entender as regras do mercado de cripto e fintech, juntou forças com a ABcripto pra facilitar a vida das empresas do setor. A ideia é dar mais acesso a ferramentas que ajudam no planejamento e nas decisões, ainda mais agora que as regras tão pesando mais no rumo dos negócios. A RegDoor organiza esse trem todo de informação regulatória e ainda liga as empresas com quem manda nesse ambiente — tipo reguladores, legisladores e especialistas. Eles têm uma base grandona, com dados de mais de 60 países, centenas de instituições e milhares de contatos importantes, o que ajuda as empresas a acompanhar mudanças e se preparar melhor. No dia a dia, a plataforma tira um peso das equipes internas e deixa tudo mais organizado, dando uma visão mais clara do cenário regulatório, principalmente onde as regras ainda tão sendo definidas. Com essa parceria, quem é associado da ABcripto passa a ter acesso mais fácil e com condições melhores pra usar a ferramenta, tanto no Brasil quanto lá fora. A ideia é diminuir a incerteza e ajudar as empresas a navegar nesse mundo regulatório meio enrolado. A Júlia Rosin, da ABcripto, disse que isso fortalece o setor e ajuda as empresas a se relacionarem melhor com reguladores. Já a Nicole Dyskant, da RegDoor, destacou que crescer nesse mercado hoje depende muito de entender bem as regras do jogo — e é isso que eles querem facilitar.$BTC ,$BNB $USDC
O XRP Ledger revela como está se estruturando para enfrentar os riscos da computação quântica
Uai, a Ripple contou na segunda-feira um plano cheio de etapas pra deixar o XRP Ledger preparado contra ataque de computador quântico até 2028. Isso veio depois de um estudo do Google mostrando que, lá na frente, essas máquinas podem dar conta de quebrar a criptografia das blockchains por volta de 2032. Pelo cronograma, já no comecinho de 2026 eles vão começar a testar umas criptografias mais resistentes e também um sistema híbrido, que roda juntinho com o que já existe hoje. Pra dar mais ligeireza no trem, a Ripple tá trabalhando com o Project Eleven, que mexe com testes de validadores e uns protótipos iniciais de custódia pra esse tal de pós-quântico. No plano também tem um “jeitinho de garantia” pro tal do “Dia Q” (Quantum-Day). Se a coisa apertar antes do previsto e a criptografia atual der ruim, vai dar pra migrar as contas de forma segura pra um modelo protegido contra esses ataques. O pessoal da RippleX falou que a ideia é manter o que já funciona bem no XRP Ledger, mas sem deixar de se preparar pro inesperado, evitando dor de cabeça se esse tal “Dia Q” chegar de repente. Essa pressa toda veio de um estudo da Google Quantum AI, que mostrou que um computador quântico com uns 500 mil qubits já daria conta de quebrar a criptografia ECDLP-256 — bem menos do que se pensava antes. E mais: dizem que daria pra descobrir uma chave privada em coisa de nove minutinhos, sô. E não é só o XRP não, viu? Esse risco pega o mundo das blockchains inteiro. Mais de 6,9 milhões de Bitcoin — quase um terço do total — tão em carteiras onde a chave pública já ficou exposta, o que pode virar problema com esses computadores do futuro. A turma que desenvolve o Bitcoin já tá matutando soluções, inclusive com novas propostas de melhoria. Enquanto isso, a Ethereum Foundation montou um time só pra cuidar dessa parte pós-quântica e deixar o sistema pronto pro que der e vier. Agora, um detalhe interessante: o XRP Ledger já tem um esquema nativo de trocar chaves, o que facilita muito essa adaptação. Já em outras redes, tipo o Ethereum, o povo teria que mover os ativos manualmente pra contas novas — dá mais trabalho que carregar água na peneira, uai.$XRP ,$ETH ,$BTC
KelpDAO é alvo do maior ataque DeFi do ano, gerando retiradas de cerca de US$ 10 bilhões
O ataque que levou embora uns US$ 292 milhões (mais ou menos R$ 1,4 bilhão) do projeto DeFi KelpDAO no fim de semana foi, “tudo indica”, coisa do famoso Grupo Lazarus, da Coreia do Norte, mais precisamente da divisão TraderTraitor. Isso foi o que a LayerZero comentou numa análise preliminar divulgada nessa segunda (20). Os hackers surrupiaram cerca de 116.500 rsETH — um tipo de token de restaking que é lastreado em ether — direto da ponte do KelpDAO no sábado. Isso acabou causando um efeito dominó no mercado DeFi, puxando saques gigantescos que passaram de US$ 10 bilhões no protocolo de empréstimos Aave. Segundo os especialistas, esse ataque teve cara de operação bem organizada, quase como se fosse coisa de “Estado grande” por trás, e tudo aponta mesmo pro grupo Lazarus, com a subunidade TraderTraitor sendo a mais suspeita. Esse grupo já é conhecido por meter a mão em várias treta grande de cripto, tipo Axie Infinity, Ronin Bridge e WazirX. O pessoal que estuda esses ataques lembra que as operações cibernéticas da Coreia do Norte ficam dentro de um órgão chamado Escritório Geral de Reconhecimento, que ainda tem outras divisões além do TraderTraitor. A LayerZero também apontou que o problema da KelpDAO foi estrutural: a ponte usava só um verificador pra autorizar as transferências. Eles até já tinham avisado que isso era arriscado, mas não mudaram. Na visão de especialistas em segurança, isso foi basicamente um “ponto único de falha”. Ou seja, bastou comprometer uma peça só pra abrir a porteira do sistema. Teve até momento crítico: os atacantes quase levaram mais US$ 100 milhões, mas foram travados a tempo por uma lista negra emergencial. E mesmo com suspeitas fortes apontando pro Lazarus, nem todo mundo confirma oficialmente essa autoria. Alguns analistas dizem que ainda não dá pra cravar 100%. No fim das contas, o ataque mostrou mais uma vez como, no DeFi, se a estrutura tiver um elo fraco, o estrago pode ser grande demais — igual porteira aberta no meio do pasto.$ETH ,$RONIN ,$AAVE
A Binance iniciará uma apuração sobre um token que teve uma valorização inesperada de 4.500%
Uai, depois de uma das altas mais brabas que o povo já viu nesse trem de cripto, o tal do token RAVE, ligado ao projeto RaveDAO, acabou chamando atenção das exchanges grandes, viu. Ficou aquele burburinho de que pode ter tido coisa errada no meio do caminho. A turma da Binance e da Bitget já falou que começou a dar uma olhada mais de perto nas negociações do ativo, porque tão rolando suspeitas de manipulação com gente de dentro. A chefona da Bitget, Gracy Chen, disse que abriu uma investigação interna, e o Richard Teng, lá da Binance, também comentou que tão analisando possíveis sinais de conduta esquisita. Esse trem ganhou mais força depois que o investigador ZachXBT, que manja desses dados on-chain, levantou a hipótese de um tal de “short squeeze” armado. Basicamente, é quando o preço sobe de repente e obriga quem apostou na queda a recomprar tudo correndo, o que faz o valor subir mais ainda. Pra você ter ideia, o RAVE saiu de uns centavinhos e foi parar acima de 27 dólares em poucos dias, acumulando mais de 4.500% de alta numa semana só. No auge, chegou a passar de 6 bilhões de dólares em valor de mercado, ficando ali entre os grandões, mesmo que por pouco tempo. Só que junto com essa disparada, rolou também mais de 40 milhões de dólares em liquidações de posições vendidas num único dia — coisa típica desse tal de short squeeze. Depois disso, o preço deu aquela caída rápida, levando embora boa parte dos ganhos e deixando o povo ainda mais desconfiado. Outro ponto que deixou os analistas com a pulga atrás da orelha foi a concentração do token. Parece que a maior parte tava na mão de poucas carteiras, o que dá um poder danado pra mexer no preço. E ainda teve movimentação grande de tokens indo pra exchanges pouco antes da alta, sem ninguém avisar nada — comportamento que muita gente associa com estratégia combinada. Tem gente falando também de um esquema conhecido como “bait and liquidate”. Funciona mais ou menos assim: os grandões dão sinal de venda pra atrair outros traders a apostar na queda. Aí o preço sobe de repente, força essa galera a recomprar, e quem tava do outro lado sai lucrando bonito. Até agora não tem prova concreta de que foi isso mesmo que aconteceu, mas esse conjunto de pouca liquidez, concentração e comportamento estranho continua deixando a situação meio suspeita, sô. Já o pessoal da RaveDAO falou nas redes que não teve participação direta nessa subida toda. O projeto, que é voltado pra eventos de música eletrônica com tecnologia blockchain, não entrou em muitos detalhes sobre essas movimentações nem sobre a concentração dos tokens. Eles só comentaram que, mais pra frente, podem vender parte dos tokens desbloqueados pra bancar as operações, mas não explicaram direito quando nem como vão fazer isso sem causar preocupação no mercado.$RAVE ,$PAXG ,$BNB
A B3 já tem horário ampliado para futuros de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouro
Uai, então… a B3 começou nesta segunda-feira (20) mais uma etapa pra esticar o horário de negociação dos contratos futuros de cripto e ouro, igual já tinha falado lá no começo do ano. Agora, os contratos de Bitcoin, Ethereum, Solana e ouro vão rodar das 8h até as 20h, de segunda a sexta — dá umas 12 horas de negociação por dia, né. Isso fecha aquele plano que tinha começado em março, quando já tinham puxado o horário até 18h30. Esse aumento aí é pra deixar o mercado brasileiro mais alinhado com o resto do mundo, ainda mais no caso das criptomoedas, que não param nunca. Aproveitando, a bolsa também mexeu no horário de alocação dos derivativos financeiros, que agora vai até 20h30. A própria B3 falou que vai ficar de olho pra ver como esse novo horário vai se comportar, tipo a liquidez e o interesse do pessoal. Dependendo de como for, pode até ampliar isso pra outros produtos mais pra frente. No fim das contas, isso atende um pedido antigo do mercado por mais flexibilidade, dando chance do investidor mexer nas posições fora do horário tradicional. E ainda reforça a ideia da bolsa de oferecer um ambiente regulado pra esse tipo de ativo. Ah, e os contratos futuros lá são pensados pra facilitar: têm valores menores e a liquidação é só financeira, baseada em índices globais. Ou seja, não precisa ficar guardando ouro físico nem criptomoeda — o que ajuda tanto pra proteção quanto pra estratégias mais elaboradas. Pra dar conta disso tudo, a B3 também ajustou a divulgação dos dados. Depois que fecha às 20h, eles passam a soltar relatórios complementares com os números finais de cripto e ouro, enquanto os outros produtos continuam no esquema de sempre.$XAUT ,$BTC ,$ETH