SE VOCÊ ESTÁ EM CRIPTO, PRECISA CONHECER ESSES 50 TERMOS
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📈 Mercado & Métricas
ATH → Máxima histórica ATL → Mínima histórica MCAP → Capitalização de mercado FDV → Valoração totalmente diluída CS → Oferta circulante MS → Oferta máxima TVL → Valor total bloqueado ROI → Retorno sobre investimento PnL → Lucros e perdas OI → Interesse em aberto
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🧠 Psicologia & Gírias do Cripto
FOMO → Medo de ficar de fora FUD → Medo, incerteza e dúvida REKT → Liquidado / quebrado WAGMI → Vamos conseguir / Todos vão vencer NGMI → Não vai dar certo HFSP → “Divirta-se sendo pobre” COPE → Autoengano / desculpa mental DYOR → Faça sua própria pesquisa NFA → Não é conselho financeiro IMO → Na minha opinião
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🎯 Trading & Gestão de Risco
SL → Stop Loss (parada de perda) TP → Take Profit (realização de lucro) RR → Risco / retorno Liq → Liquidez Vol → Volume
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🔁 Exchanges & Liquidez
DEX → Exchange descentralizada CEX → Exchange centralizada AMM → Formador de mercado automático LP → Provedor de liquidez OTC → Mercado de balcão
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🏗️ Infraestrutura
L1 → Camada 1 L2 → Camada 2 Gas → Taxa de transação TPS → Transações por segundo RPC → Chamada de procedimento remoto
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🚀 Lançamentos & Governança
ICO → Oferta inicial de moedas IDO → Oferta inicial em DEX IEO → Oferta inicial em exchange TGE → Evento de geração de tokens DAO → Organização autônoma descentralizada
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🌍 Tendências & Yield
RWA → Ativos do mundo real KOL → Influenciador APR → Taxa anual simples APY → Taxa anual composta Airdrop → Distribuição gratuita de tokens
The chart shows the evolution of the Brazilian minimum wage in BRL and USD from 2014 to 2026. Even with increases in local currency, the dollar conversion reveals something important:
👉 international purchasing power has swung significantly 👉 in several years, the minimum wage in USD actually decreased 👉 at the same time, the tech sector in Brazil expanded 💡 So what does this have to do with crypto and blockchain?
Global companies have realized that Brazil offers: ✔️ highly skilled professionals ✔️ strong presence in the crypto/Web3 ecosystem ✔️ active and technical communities ✔️ extremely competitive USD-based costs
The result: 🌍 global startups hiring Brazilian developers 🔗 blockchain projects opening operations in Brazil 🪙 remote crypto teams scaling with Brazilian talent 🚀 local builders gaining global relevance
This isn’t only about “lower wages.” It’s about a strategic expansion opportunity: ▪️ companies access qualified talent ▪️ Brazilian professionals access global markets ▪️ the Web3 ecosystem in Brazil accelerates
🔍 Understanding this context is crucial for those who: ✔️ lead blockchain projects ✔️ are scaling international teams ✔️ run exchanges, DApps, L2s, tokenization platforms ✔️ view Brazil as a strategic hub
Brazil is not just a crypto consumer. It is becoming a provider of Web3 intelligence.
Thinking about expanding into Brazil? First, understand your customer. 🇧🇷 Many Web3 projects fail in Brazil not because the product is weak, but because of a fundamental ICP (Ideal Customer Profile) mistake.
This chart (source: IBGE) reflects the real structure of the Brazilian population. Below is a practical breakdown of who can — and who cannot — be your customer. — ❌ Bolsa Família — 22.72% (48.6M people) This group survives on government aid. • No disposable income • No investing capacity • Very low likelihood of DeFi/staking/trading behavior Conclusion: Not your customer. Budget here is usually wasted. — ⚠️ Informal Workers — 18.14% (38.8M people) Unstable income and low predictability. • May use crypto for payments/transfers • Rarely consistent investors Conclusion: Possible “users”, but weak long-term investors. — ⚠️ INSS Beneficiaries — 15.99% (34.2M people) This group varies a lot. • Low-income retirees: low conversion potential • Asset-owning retirees / conservative investors: strong potential Conclusion: Partial ICP, especially for RWA, stablecoins and predictable yield. — ⚠️ Others — 10.61% (22.7M people) A broad category that requires deeper segmentation. Conclusion: Only viable with strong targeting and clear filters. — ⚠️ Public Servants — 6.03% (12.9M people) Stable income, but typically conservative. • Higher demand for credibility, compliance and trust • Lower tolerance for high-risk narratives Conclusion: Great fit for RWA/stablecoins/low-risk products. Not ideal for memecoins. — ❌ Unemployed + NEET + Discouraged Workers — ~6% (13M+ people) No active income and low investment capacity. Conclusion: Not ICP. Low conversion. — ✅ Formal Employees (CLT) — 18.32% (39.6M people) This is the core opportunity 💰 • Predictable income • Banked + financially active • Already investing or willing to invest Conclusion: Primary ICP for crypto projects entering Brazil (best conversion/retention).
Strategy aproveita queda do Bitcoin e faz novo aporte de US$ 835 milhões na criptomoeda: A Strategy, maior empresa corporativa detentora de Bitcoin no mundo, voltou ao mercado durante a forte correção dos últimos dias e anunciou a compra de 8.178 novos bitcoins. O investimento, equivalente a aproximadamente 835 milhões de dólares, reforça a estratégia de longo prazo da companhia e amplia ainda mais sua vantagem sobre outras empresas que também acumulam BTC como reserva. O anúncio foi feito por Michael Saylor, fundador da companhia, que já havia sinalizado na semana passada que a empresa estava atuando agressivamente durante o período de baixa. Mesmo com o Bitcoin tendo atingido níveis abaixo de 94 mil dólares no fim de semana, o preço médio pago pela Strategy ficou em 102.171 dólares por unidade, caracterizando o movimento como uma compra proativa durante a queda. Com o novo aporte, a empresa passa a deter 649.870 bitcoins adquiridos desde 2020. O montante, avaliado em mais de 48 bilhões de dólares, coloca a Strategy em posição praticamente inalcançável na corrida corporativa pelo Bitcoin. Para efeito de comparação, o volume comprado somente na última semana é próximo a todo o estoque da Block, empresa de Jack Dorsey.
Financiamento sem diluir acionistas: A Strategy destacou que o novo investimento não envolveu emissão de ações ordinárias, o que significa que os acionistas comuns não sofreram diluição. Para levantar os recursos, a companhia utilizou instrumentos de captação alternativos, incluindo a emissão de ações preferenciais STRE, STRC, STRF e STRK, totalizando mais de 850 milhões de dólares. A decisão ocorreu porque o mNAV da empresa permanece abaixo de 1, indicador que mostra que o valor de mercado da Strategy está inferior ao valor dos bitcoins armazenados em caixa. Em situações como essa, a emissão de ações ordinárias não é considerada vantajosa.
O mercado de criptomoedas no Brasil tem mostrado um crescimento significativo em 2025, impulsionado por stablecoins, regulamentações emergentes e adoção institucional. Aqui vão alguns dados chave baseados em relatórios recentes:
Volume de Transações: Entre julho de 2024 e junho de 2025, o Brasil recebeu aproximadamente US$ 318,8 bilhões em valor de criptoativos, representando um crescimento de 109,9% em relação ao período anterior. Isso corresponde a cerca de um terço do total da América Latina. No primeiro semestre de 2025, as transações atingiram 227 bilhões de reais (cerca de US$ 42,8 bilhões), com um aumento de 20% ano a ano.
Receita do Mercado: Projeções indicam que a receita do mercado de criptomoedas no Brasil alcançará US$ 2,8 bilhões em 2025. Crescimento Projetado: Espera-se uma taxa composta anual de crescimento (CAGR) de 16,5% para o mercado brasileiro de criptomoedas entre 2025 e 2030. Posição Regional: Em maio de 2025, o Brasil representava 77% da atividade de cripto na América Latina, um aumento significativo em comparação a 17% no início de 2020.
Além disso, o governo brasileiro está considerando tributar transações cripto transfronteiriças, o que reflete o amadurecimento do mercado.
Open Doors aposta em stablecoins para revolucionar pagamentos internacionais no mercado de commodities A Open Doors, startup brasileira voltada para soluções de pagamentos internacionais, está colocando o mercado de commodities diante de uma mudança significativa ao adotar stablecoins como alternativa para liquidação de exportações e importações. A proposta é substituir os processos tradicionais, lentos e caros, por um fluxo mais previsível, rápido e totalmente rastreável em blockchain. A empresa não se posiciona como uma infraestrutura tecnológica isolada, mas como uma infraestrutura de negócios cross-border. Sua atuação integra parceiros, bancos, tecnologias e compliance em um único caminho operacional, oferecendo um serviço completo que reduz etapas e elimina fricções históricas do comércio exterior. Com essa estrutura, exportadores e tradings podem realizar operações internacionais com uma queda de até 95% nos custos de liquidação, sem depender do sistema SWIFT ou de intermediários múltiplos de câmbio. A solução utiliza stablecoins como USDC e USDT, registradas via mensageria do Banco Central, permitindo conversão automática para moedas como real, dólar e euro, com total rastreabilidade on-chain e sem cobrança de IOF. O movimento chega em um momento estratégico. O Brasil, um dos maiores exportadores de soja, milho, minério, celulose e carne bovina, movimenta mais de 330 bilhões de dólares por ano em produtos enviados ao exterior. A demanda por liquidez rápida e transparência operacional nunca foi tão alta. Segundo Ian Linhares, cofundador da startup, a proposta é simplificar o caminho entre o envio e o recebimento dos valores internacionais. Para ele, o cliente não deve se preocupar com rails, wallets ou conversões: “ele apenas vê o dinheiro chegar”. Além do setor de commodities, a Open Doors também tem avançado no mercado imobiliário, permitindo que compradores paguem imóveis com criptomoedas, enquanto vendedores recebem em moeda fiduciária.
Brasil como centro de experimentação A aposta da OKX reforça o protagonismo do Brasil como hub de inovação cripto na América Latina, especialmente após o avanço de regulamentações do Banco Central e a popularização do Pix como método de pagamento. Na visão da executiva, o país tem condições únicas de combinar regulação, inclusão financeira e alta adoção digital, o que o torna terreno fértil para a integração entre o sistema tradicional e as finanças descentralizadas. A exchange já testa modelos híbridos que combinam liquidez global, acesso simplificado e recompensas estáveis, com o objetivo de conectar o varejo brasileiro ao mercado internacional de ativos digitais. Preocupação com a “bancarização” do setor Mesmo otimista com a expansão institucional, Hong Fang alertou que a entrada de grandes grupos financeiros, como a BlackRock, pode levar à “bancarização” do mercado de criptomoedas. Para ela, o risco é que o ecossistema perca sua essência descentralizada e volte a depender de intermediários. A executiva defende a autocustódia como princípio central do setor, afirmando que as inovações mais autênticas e disruptivas acontecem no ambiente das finanças descentralizadas (DeFi). “Percebi que o dinheiro não precisa ser apenas aquele impresso por bancos centrais. O Bitcoin mudou minha visão sobre o valor e a liberdade financeira”, disse Fang, que trabalhou por oito anos no Goldman Sachs e estudou na Universidade de Chicago. Expansão estratégica e engajamento comunitário A priorização do Brasil pela OKX representa mais do que um movimento de mercado — é uma estratégia de aproximação com a comunidade local, voltada a educação, acessibilidade e confiança. Com a crescente demanda por stablecoins e ferramentas de pagamento digital, o país desponta como um dos polos globais de inovação cripto.
Corretora Blockchain.com abre empresa no Brasil para atender clientes locais Uma das mais antigas plataformas do setor cripto amplia sua presença global e passa a operar oficialmente no país com uma subsidiária registrada. A Blockchain.com, uma das corretoras e carteiras digitais mais conhecidas do mercado global de criptomoedas, anunciou oficialmente a abertura de uma empresa no Brasil. O comunicado foi enviado nesta segunda-feira (10) aos usuários brasileiros, marcando o início de uma nova fase de atendimento e operações locais. “Estamos expandindo nossas operações no Brasil e, para oferecer um atendimento ainda melhor aos nossos clientes locais, agora contamos com uma empresa registrada no país: a BC Access Brasil Sociedade Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais Ltda., parte do Grupo Blockchain.com”, informou a empresa em e-mail encaminhado aos clientes. Criada em 2011, nos primórdios do Bitcoin, a Blockchain.com ganhou destaque mundial ao oferecer uma das primeiras carteiras de Bitcoin e exploradores de blocos — ferramentas essenciais para usuários acompanharem transações na rede. Segundo dados divulgados pela empresa, um terço das transações em Bitcoin são verificadas em seu domínio, com 94 milhões de carteiras criadas e 37 milhões de usuários verificados.
Expansão e sede em São Paulo: Com a nova subsidiária, a Blockchain.com passa a ter presença física no Brasil, cumprindo as exigências do Banco Central do Brasil, que recentemente publicou novas diretrizes para corretoras estrangeiras de criptoativos. A sede da empresa no país será localizada na Rua Barão de Itapetininga, nº 37, Edifício Barão III, Sala 104, República, São Paulo. A empresa também informou que atualizou sua Política de Privacidade e Contrato de Usuário, agora totalmente em português, refletindo a transição contratual dos clientes para a nova entidade brasileira. “Sua conta passará a ser atendida pela BC Access Brasil, nossa subsidiária brasileira. Com isso, sua relação contratual será atualizada para refletir essa nova estrutura.
Brasil compra a queda do Bitcoin e injeta R$ 64 milhões em fundos de criptomoedas Mesmo diante de um cenário macroeconômico instável e do pessimismo que dominou Wall Street nas últimas semanas, o Brasil voltou a demonstrar apetite por criptoativos. Segundo dados da CoinShares, investidores brasileiros aportaram US$ 12 milhões (cerca de R$ 64 milhões) em fundos de criptomoedas na semana encerrada em 7 de novembro, contrariando a tendência de saídas líquidas que marcou o período globalmente. Enquanto o mundo registrou US$ 1,17 bilhão em retiradas líquidas de produtos negociados em bolsa (ETPs) ligados a criptoativos, o movimento brasileiro reforçou uma leitura otimista: o mercado local continua enxergando as quedas recentes como oportunidade de posicionamento estratégico. Investidores contrariam o pessimismo global De acordo com a CoinShares, as saídas de capitais foram impulsionadas por incertezas geradas após o anúncio do presidente norte-americano Donald Trump sobre uma nova tarifa de 100% sobre produtos chineses. A medida reavivou temores de uma guerra comercial e provocou volatilidade nos mercados. Ainda assim, o volume global de negociações em ETPs cripto permaneceu elevado, alcançando US$ 43 bilhões na semana. O breve alívio veio com o “fim do shutdown” do governo norte-americano, mas as negociações orçamentárias travadas entre democratas e republicanos dissiparam rapidamente o otimismo. Nesse ambiente, Brasil, Suíça e Alemanha foram exceções positivas, registrando entradas líquidas de US$ 12 milhões, US$ 49,7 milhões e US$ 41,3 milhões, respectivamente. Por outro lado, EUA, Hong Kong, Suécia, Canadá e Austrália lideraram as retiradas, com os Estados Unidos respondendo por mais de US$ 1,22 bilhão em saídas.
Coinbase lança serviço de pré-compra de criptomoedas e revela primeiro projeto Primeira iniciativa da corretora será o lançamento do Monad (MON), uma blockchain de primeira camada que promete resolver o trilema entre escalabilidade, segurança e descentralização. A Coinbase (NASDAQ: COIN), maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, anunciou nesta segunda-feira (10) o lançamento de um novo serviço global de pré-compra de criptomoedas. A ferramenta permitirá que investidores reservem tokens de novos projetos antes de sua listagem oficial, em um formato que remete às antigas ICOs (Ofertas Iniciais de Moedas), mas com regras mais transparentes e foco em usuários reais. O programa, chamado “Pré-Reserva de Tokens”, foi criado para resolver dois grandes desafios do mercado: a dificuldade de novos projetos formarem uma base sólida de usuários e a falta de liquidez nas fases iniciais de negociação. Segundo a empresa, o modelo foi desenhado para dar prioridade a investidores de varejo, evitando a concentração nas mãos de grandes players. Em vez do modelo tradicional de “quem chega primeiro, leva”, as alocações serão distribuídas com base no tamanho das ordens, privilegiando participantes com pedidos menores para aumentar a descentralização da base de detentores. A Coinbase também informou que usuários que venderem os tokens em menos de 30 dias poderão receber alocações menores em futuras pré-vendas — uma medida voltada a desestimular a especulação de curto prazo e valorizar apoiadores de longo prazo. “Os lançamentos de tokens precisavam mudar. Então nós construímos isso. Colocamos você em primeiro lugar, priorizando pessoas comuns e apoiadores, não bots, flippers ou baleias”, declarou a empresa em publicação oficial.
My First Bitcoin encerra operações em El Salvador e passa a focar na educação global sobre Bitcoin A My First Bitcoin, iniciativa pioneira de educação sobre Bitcoin fundada em El Salvador, anunciou o encerramento de suas atividades locais e o início de uma nova fase voltada à educação global. A organização, que já formou mais de 27 mil estudantes salvadorenhos, deixará de ministrar aulas presenciais para se dedicar ao treinamento e capacitação de educadores no mundo todo. O projeto, criado pelo jornalista e ativista americano John Dennehy, surgiu com o objetivo de democratizar o acesso ao conhecimento sobre o Bitcoin e seus princípios de soberania financeira. Agora, segundo o comunicado oficial, o foco será fornecer materiais de estudo e ferramentas de ensino em formato de código aberto, permitindo que comunidades em diferentes países repliquem o modelo educativo de forma autônoma. “Nosso objetivo sempre foi mudar o mundo, mas precisávamos começar com um único aluno, depois uma única cidade, depois uma única nação — e agora estamos prontos para ampliar o impacto potencial de 6 milhões de pessoas para 8 bilhões”, declarou Dennehy. A mudança estratégica também envolve o fechamento do escritório físico em San Salvador e a adoção de um modelo de operação 100% remoto. Fim da parceria com o governo salvadorenho Em entrevista ao Cointelegraph, Arnold Hubach, diretor de comunicações da My First Bitcoin, confirmou que a parceria com o Ministério da Educação de El Salvador foi encerrada em abril de 2025. O projeto conjunto — que previa a integração do Bitcoin Diploma nas escolas públicas até 2024 — foi descontinuado sem explicação formal do governo. A decisão ocorre em meio a uma revisão das políticas do país sobre o Bitcoin, após o acordo de US$ 1,4 bilhão firmado com o Fundo Monetário Internacional (FMI), em dezembro de 2024. Como parte do pacto, o governo salvadorenho se comprometeu a reduzir suas iniciativas vinculadas à criptomoeda e limitar a acumulação de BTC nas reservas nacionais.
Aster DEX Revoluciona o Mercado de Perp DEX com Lançamento Explosivo e Apoio de CZ
🚨 Aster DEX lança com tudo!
A nova perp DEX da BNB Chain, Aster DEX, foi lançada hoje e já movimenta o mercado com números impressionantes: mais de US$ 514B em volume total, 2 milhões de usuários e US$ 374M em open interest. O token $ASTER atingiu um ATH de US$ 0,087 logo após o TGE.
Com foco em contratos perpétuos, ações tokenizadas e spot, a Aster opera em múltiplas chains (BNB, Ethereum, Arbitrum, Solana) sem bridges e oferece alavancagem de até 100x.
Destaques:
Ordens ocultas (proteção contra front-running) Grid trading e modo Pro Liquidez institucional Staking com APY de 55% Governança ativa com vesting gradual
O tokenomics é agressivo: 53,5% do supply destinado à comunidade via airdrops e incentivos. Com backing da YZi Labs (ex-Binance Labs) e apoio público de CZ, a Aster já detém 20% do market share em perp DEXs.
Com roadmap ambicioso e expansão para sua própria L1 (Aster Chain), analistas projetam que o market cap da Aster pode ultrapassar US$ 1B ainda em 2025.
Bitcoin reage ao discurso de Powell em Jackson Hole e dispara após dias de queda
O simpósio de Jackson Hole, um dos eventos mais aguardados pelo mercado financeiro global, trouxe nesta sexta-feira (22) um efeito inesperado: o Bitcoin saltou de US$ 112.000 para US$ 116.000 nos primeiros minutos do discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve. Apesar do tom cauteloso sobre inflação e emprego, as falas não foram tão duras quanto investidores esperavam, o que abriu espaço para uma recuperação rápida dos criptoativos. Ethereum disparou 9% em 24 horas, XRP 4,7%, BNB 3,7% e Solana 5,5%. Altcoins como Aerodrome Finance (AERO), Morpho (MORPHO), Ethena (ENA) e Lido DAO (LDO) chegaram a subir dois dígitos percentuais. Antes do discurso, o temor havia derrubado o BTC de US$ 124.000 para US$ 112.000, mas a leitura do mercado agora é de correção sobre uma queda exagerada. ✦ Pontos-chave do discurso Crescimento do PIB desacelerou para 1,2% no 1º semestre de 2025 (metade do ritmo de 2024). Inflação segue em 2,9%, acima da meta de 2% do Fed há 4 anos. Emprego em equilíbrio frágil, pressionado por tarifas e políticas de imigração. Powell reforçou que o FOMC seguirá reunião por reunião, sem curso predeterminado. A fala sinalizou que cortes de juros podem ser cogitados em breve, o que fortaleceu o apetite por ativos de risco como o Bitcoin.
📢 Resumo das principais novidades do mercado cripto O setor cripto segue agitado com anúncios que vão de segurança reforçada até novas soluções de autocustódia e tokenização: Binance – se tornou a primeira exchange a integrar o T3+, iniciativa da Tether, TRON e TRM Labs para combater crimes na blockchain. Logo na estreia, ajudou a bloquear US$ 6 milhões de um golpe. MEXC – lançou a campanha “Proof of Trust”, com um fundo de US$ 100 milhões para cobrir perdas de usuários em falhas graves, além de relatórios periódicos e programas educacionais. BlindPay – anunciou Named Virtual Accounts, permitindo que empresas latino-americanas tenham contas bancárias virtuais em dólar, com liquidação em stablecoins ou moedas locais. BlockBR – aposta na tokenização de fundos e ativos, mirando contratos de R$ 100 milhões e expansão internacional até 2026. Truther + Visa – lançaram o primeiro cartão de crédito autocustodiado, que liquida pagamentos on-chain em tempo real, sem necessidade de recarga. Tangem – trouxe para o Brasil sua carteira de hardware sem seed phrase, em formato de cartão NFC, facilitando a autocustódia segura. BTG Pactual – abriu inscrições para a Copa BTG Trader, campeonato gamificado que distribuirá R$ 1,25 milhão em prêmios, com final presencial em outubro. Avalanche – anunciou o Hack2Build: Privacy Edition, hackathon global de privacidade digital em blockchain, com US$ 25 mil em prêmios. O mercado também teve movimentações de talentos, como a Núclea nomeando Fernanda Ribeiro como Superintendente Comercial Estratégica. O cenário mostra que segurança, autocustódia, tokenização e educação estão no centro da evolução cripto em 2025.
Snappy Token token lancado ontem tem proposta de ecossistema sustentável e operação já em andamento.
Projeto prioriza transparência, estrutura e visão de longo prazo desde o primeiro dia
O Snappy Token faz sua estreia oficial hoje, às 19h (horário de Brasília), apresentando uma proposta diferente do padrão comum em lançamentos de criptoativos. Com produto já funcional, comunidade ativa e estratégia voltada à sustentabilidade, o projeto aposta em um início estruturado — sem promessas vazias ou pressa para resultados imediatos. Em comunicado divulgado pela equipe, o tom é claro: “Nosso lançamento será bonito, estruturado e saudável. Não há pressa, não há desespero. Tudo está sendo feito com calma, segurança e transparência.”
Produto já em funcionamento e base engajada Ao contrário de muitos projetos que chegam ao mercado apenas com ideias ou promessas, o Snappy Token nasce integrado a uma plataforma que já está em operação e recebendo atualizações. A comunidade, que vem acompanhando o desenvolvimento de perto, terá acesso a novidades antes mesmo do início das negociações.
Além disso, o projeto destaca que já conta com uma base de compradores preparados para a estreia — o que deve favorecer a liquidez e estabilidade nas primeiras movimentações.
Não é só um token — é um ecossistema A proposta da Snappy vai além da criação de mais um ativo digital. O token faz parte de um ecossistema com utilidade prática, base ativa de usuários e fundamentos pensados para o médio e longo prazo. O objetivo é evitar a lógica do hype passageiro e construir algo com relevância contínua. Compromisso com longevidade e confiança Desde o início, a equipe do projeto tem reforçado que o sucesso será medido não pela euforia do lançamento, mas pela capacidade de entregar um desenvolvimento consistente ao longo do tempo.
“O mais importante agora é a colaboração de todos para que esse lançamento seja organizado e sustentável, dando longevidade ao projeto e confiança ao mercado”, conclui o comunicado.
Strategy celebra 5 anos de sua estratégia de Bitcoin com nova compra de US$ 18 milhões
A Strategy, liderada por Michael Saylor, mostrou mais uma vez que não pretende largar o volante quando o assunto é Bitcoin. Para comemorar o quinto aniversário de sua ousada estratégia de tesouraria focada em BTC, a companhia adicionou mais 155 bitcoins à sua reserva, desembolsando cerca de US$ 18 milhões na última semana. Com essa aquisição, o total acumulado da empresa chega a impressionantes 628.946 BTC, adquiridos por aproximadamente US$ 46,1 bilhões, a um preço médio de US$ 73.288 por moeda. Hoje, com o BTC cotado próximo dos US$ 120 mil, a valorização histórica da estratégia é um marco que poucos ousaram buscar. De 2020 para cá: uma escalada de 960% Tudo começou em 11 de agosto de 2020, quando a Strategy comprou seus primeiros 21.454 BTC por US$ 250 milhões. Na época, o ativo valia cerca de US$ 11.400. Desde então, o preço saltou quase dez vezes, confirmando a visão de longo prazo da empresa. Mesmo em momentos de incerteza e alta volatilidade, Saylor nunca hesitou. O cofundador já declarou que continuará comprando BTC independentemente do preço, reafirmando sua crença de que o ativo pode alcançar US$ 21 milhões nos próximos 21 anos. Compra modesta, impacto simbólico Embora os 155 BTC adquiridos representem uma das menores compras da história da Strategy, a operação tem um peso simbólico: marca o compromisso contínuo com a tese de que o Bitcoin é a reserva de valor definitiva. “Se você não parar de comprar Bitcoin, não vai parar de ganhar dinheiro”, provocou Saylor em suas redes. Com essa nova adição, a empresa não apenas reforça seu caixa com o ativo digital mais valorizado do mercado, mas também envia um recado claro para investidores institucionais e governos: a estratégia Bitcoin-first ainda está só no começo. Análise do especialista CriptoBR Nosso especialista em crescimento de comunidade destaca que movimentos consistentes como o da Strategy ajudam a pavimentar a legitimidade institucional do BTC.
Circle e Binance firmam parceria para uso do USYC como colateral institucional A Circle, emissora da stablecoin USDC, firmou uma parceria estratégica com a Binance para permitir que clientes institucionais da exchange utilizem o USYC — um token que representa um fundo de mercado monetário tokenizado — como colateral fora da plataforma em negociações de derivativos, e o USYC poderá ser custodiado por bancos parceiros via o sistema Binance Banking Triparty ou pela Ceffu, a custodiante institucional da Binance. Emitido diretamente na BNB Chain, o token integra ativos tradicionais tokenizados ao ambiente blockchain, permitindo sua utilização tanto on-chain quanto em mercados financeiros tradicionais. Segundo a Circle, o USYC pode ser rapidamente resgatado por USDC, aumentando a eficiência de capital para investidores institucionais. A demanda crescente por ativos tokenizados lastreados em títulos públicos norte-americanos tem impulsionado esse tipo de inovação em 2025, a iniciativa é mais um passo na convergência entre finanças tradicionais e criptoativos, especialmente no que diz respeito à utilização de garantias em operações complexas. 24 de julho de 2025 Declarações Kash Razzaghi, da Circle, destacou que o USYC oferece uma solução eficiente para liquidez institucional. Já Catherine Chen, da Binance, reforçou o compromisso da empresa em oferecer mecanismos seguros e compatíveis com padrões do mercado financeiro. Nota de advertência O USYC representa cotas do Hashnote International Short Duration Fund Ltd., registrado nas Ilhas Cayman, e está disponível apenas para investidores não residentes nos Estados Unidos. Não se trata de recomendação de investimento. Sobre as empresas: Circle: Empresa de tecnologia financeira que emite stablecoins como USDC e EURC, integrando blockchain a aplicações financeiras globais. Binance: Maior exchange de criptomoedas do mundo, com mais de 280 milhões de usuários e serviços em mais de 100 países.
Plano de IA de Trump propõe afrouxamento regulatório e revoga diretrizes federais de diversidade A Casa Branca apresentou um plano estratégico para posicionar os Estados Unidos como líder global em inteligência artificial. O documento, divulgado nesta quarta-feira, propõe medidas como a flexibilização de exigências para construção de data centers, o corte de normas ambientais e a eliminação de diretrizes federais relacionadas à diversidade, equidade, inclusão (DEI) e mudanças climáticas, e a proposta está estruturada em três eixos e incentiva o desenvolvimento de sistemas de IA de código aberto voltados a setores como saúde, defesa, educação, indústria, ciência e justiça. O plano também prevê a priorização de contratos públicos para desenvolvedores de modelos de linguagem classificados como “de fronteira”, embora sem definição clara desse termo. Entre os pontos centrais está a intenção de “proteger a liberdade de expressão” nos modelos de IA, com revisão de padrões federais de conteúdo digital. A responsabilidade por essa revisão caberá ao Departamento de Comércio em parceria com o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), no campo da infraestrutura, o governo propõe acelerar licenças para instalação de data centers ao reclassificá-los na Lei Nacional de Política Ambiental, reduzindo exigências previstas na legislação ambiental vigente. A estratégia também inclui investimentos em tecnologias de energia como fissão e fusão nucleares, visando suprir a alta demanda energética do setor. Outro objetivo é impulsionar a produção nacional de semicondutores, essenciais para sistemas de IA, e reforçar o controle sobre o desenvolvimento global da tecnologia por meio de sanções, exportações e políticas comerciais coordenadas entre órgãos federais, e o plano consolida a proposta do presidente Trump de transformar o país em referência internacional no desenvolvimento e regulação da inteligência artificial.
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