Binance Square

Lascado

só Alegria
14 تتابع
960 المتابعون
8.7K+ إعجاب
1.3K+ تمّت مُشاركتها
منشورات
·
--
مقالة
عرض الترجمة
A Receita Federal apertou as regras para importações quitadas com criptomoedasUai, a Receita Federal resolveu apertar mais o cerco nas importações pagas com criptomoeda. Na terça-feira (26), o órgão publicou uma nova regra que muda a forma de tratar compras internacionais feitas com ativos digitais, o que pode dificultar esse tipo de operação no comércio exterior. A mudança veio por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.326, divulgada no Diário Oficial da União. A norma altera as regras sobre declaração e controle do valor das mercadorias importadas e ainda segue orientações técnicas da Organização Mundial das Aduanas (OMA) e da Organização Mundial do Comércio (OMC). O ponto que mais mexe com o mercado cripto é a inclusão da chamada “Opinião Consultiva 26.1”, que trata justamente de negociações feitas com criptomoedas que não são reconhecidas oficialmente como moeda no país. Na prática, a Receita deixou claro que importações pagas somente com ativos digitais — tipo Bitcoin, Ethereum ou stablecoins — podem perder o direito de usar o método tradicional de cálculo do valor aduaneiro, usado pra definir os impostos da importação. Segundo o entendimento do órgão, esse cálculo só vale quando o preço estiver em moeda oficial ou puder ser convertido oficialmente. Como o Brasil não reconhece criptomoeda como moeda de curso legal, a Receita entendeu que operações feitas apenas com ativos digitais não entram nessa regra. Com isso, essas importações vão precisar seguir métodos alternativos de cálculo previstos nas normas internacionais da OMC, o que pode deixar o processo mais complicado. Agora, nem tudo ficou travado não. A nova regra ainda permite modelos híbridos: se o contrato estiver em criptomoeda, mas o pagamento final for feito em dinheiro oficial — como real, dólar ou euro — o método tradicional continua podendo ser usado. Ou seja, se a cripto for usada só como referência no contrato, mas a quitação acontecer em moeda oficial, a operação deve enfrentar menos dor de cabeça com a Receita.$XRP ,$POL ,$USDC

A Receita Federal apertou as regras para importações quitadas com criptomoedas

Uai, a Receita Federal resolveu apertar mais o cerco nas importações pagas com criptomoeda. Na terça-feira (26), o órgão publicou uma nova regra que muda a forma de tratar compras internacionais feitas com ativos digitais, o que pode dificultar esse tipo de operação no comércio exterior.
A mudança veio por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.326, divulgada no Diário Oficial da União. A norma altera as regras sobre declaração e controle do valor das mercadorias importadas e ainda segue orientações técnicas da Organização Mundial das Aduanas (OMA) e da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O ponto que mais mexe com o mercado cripto é a inclusão da chamada “Opinião Consultiva 26.1”, que trata justamente de negociações feitas com criptomoedas que não são reconhecidas oficialmente como moeda no país.
Na prática, a Receita deixou claro que importações pagas somente com ativos digitais — tipo Bitcoin, Ethereum ou stablecoins — podem perder o direito de usar o método tradicional de cálculo do valor aduaneiro, usado pra definir os impostos da importação.
Segundo o entendimento do órgão, esse cálculo só vale quando o preço estiver em moeda oficial ou puder ser convertido oficialmente. Como o Brasil não reconhece criptomoeda como moeda de curso legal, a Receita entendeu que operações feitas apenas com ativos digitais não entram nessa regra.
Com isso, essas importações vão precisar seguir métodos alternativos de cálculo previstos nas normas internacionais da OMC, o que pode deixar o processo mais complicado.
Agora, nem tudo ficou travado não. A nova regra ainda permite modelos híbridos: se o contrato estiver em criptomoeda, mas o pagamento final for feito em dinheiro oficial — como real, dólar ou euro — o método tradicional continua podendo ser usado.
Ou seja, se a cripto for usada só como referência no contrato, mas a quitação acontecer em moeda oficial, a operação deve enfrentar menos dor de cabeça com a Receita.$XRP ,$POL ,$USDC
مقالة
عرض الترجمة
Venda de US$ 1,3 bilhão do ETF de Bitcoin da BlackRock fora da Bolsa assusta o mercadoUai, sô, na manhã de terça-feira rolou uma movimentação daquelas no mercado: um pacotão de ações do ETF de Bitcoin da BlackRock, o tal do IBIT, foi negociado num dark pool e bateu cerca de US$ 1,3 bilhão. Foi uma das maiores operações fora da bolsa desde que esses ETFs de Bitcoin começaram a rodar, faz uns 15 meses. Foram quase 29 milhões de ações negociadas por volta das 10h30 da manhã no horário de Nova York, passando na frente de todas as outras negociações do dia. E isso aconteceu bem na hora em que os ETFs de Bitcoin à vista dos Estados Unidos continuaram sofrendo retirada de grana. Só o IBIT teve saída líquida de uns US$ 192,4 milhões na terça-feira, de acordo com os dados da SoSoValue. Ô trem, considerando todos os ETFs de Bitcoin à vista, a semana já acumulava saída líquida de uns US$ 334 milhões até terça-feira. E isso veio depois de duas semanas seguidas de retirada pesada, passando de US$ 1 bilhão e US$ 1,26 bilhão em resgates. O povo do mercado tá mais arisco que gato em telhado quente. Essa negociação gigante mostrou bem o aperto que o mercado tá passando: teve instituição grande despejando posição fora da bolsa, num dark pool, justamente pra não bagunçar demais o livro de ofertas. Mesmo assim, o preço do Bitcoin sentiu o tranco, só que de forma mais controlada, segundo os especialistas ouvidos. Pra simplificar: dark pool é tipo uma negociação feita mais escondida, direto com corretora, sem jogar tudo no mercado aberto de uma vez. Aí evita aquele susto danado nos preços. Depois dessa movimentação, o Bitcoin até segurou relativamente firme ali na faixa dos US$ 76 mil, conforme dados do CoinGecko. Mas olhando mais de perto, a conversa muda um bocado. Em períodos menores, a moeda caiu quase 1,4%, saindo de US$ 78 mil pra perto de US$ 77 mil durante a pressão de venda, segundo Georgii Verbitskii, fundador da TYMIO e trader de derivativos. Segundo ele, se a queda não foi pior, é porque o mercado ainda deu conta de absorver uma boa quantidade de venda sem faltar liquidez de vez. Shawn Young, analista-chefe da MEXC Research, concordou com essa visão. Ele falou que o mercado reagiu logo depois da operação aparecer, mas sem pânico exagerado, porque pareceu mais um reajuste grande de carteira do que uma liquidação desesperada. Enquanto isso, o humor dos investidores foi piorando mais ainda. O índice Fear and Greed caiu de 34 pra 25, entrando mais fundo na área do medo. Já o pessoal do mercado de previsões Myriad ainda acredita mais numa subida do Bitcoin pra US$ 84 mil do que numa queda pra US$ 55 mil. Mesmo assim, o otimismo diminuiu: a chance caiu de 79% pra 69% desde segunda-feira. No momento, o Bitcoin tava sendo negociado perto de US$ 75.825, com queda de 1,9% no dia, segundo o CoinGecko. E daqui pra frente? Os especialistas acham que, mesmo com o dark pool ajudando a esconder parte da pressão de venda, o saldo ainda foi ruim pro mercado. Verbitskii comentou que isso mostra uma fonte grande de demanda saindo do jogo. Segundo ele, o Bitcoin anda mostrando fraqueza tanto na parte técnica quanto na estrutura do mercado, e ainda não apareceu demanda forte o suficiente pra compensar essas vendas pesadas das instituições. O Bitcoin também vem penando pra voltar com força desde que falhou em retestar os US$ 82 mil lá no começo de maio. Além disso, os dados da inflação nos EUA vieram mais altos e aumentaram a pressão no mercado. Agora, praticamente todo mundo aposta que o Federal Reserve vai manter os juros do jeito que tá na reunião de 17 de junho. Mesmo com esse cenário meio azedo, Shawn Young disse que o mercado de ETFs ainda segue funcionando de forma organizada. Mas, na visão dele, as instituições tão aproveitando pra reduzir risco ou reorganizar as posições depois da forte alta que aconteceu antes.

Venda de US$ 1,3 bilhão do ETF de Bitcoin da BlackRock fora da Bolsa assusta o mercado

Uai, sô, na manhã de terça-feira rolou uma movimentação daquelas no mercado: um pacotão de ações do ETF de Bitcoin da BlackRock, o tal do IBIT, foi negociado num dark pool e bateu cerca de US$ 1,3 bilhão. Foi uma das maiores operações fora da bolsa desde que esses ETFs de Bitcoin começaram a rodar, faz uns 15 meses.
Foram quase 29 milhões de ações negociadas por volta das 10h30 da manhã no horário de Nova York, passando na frente de todas as outras negociações do dia. E isso aconteceu bem na hora em que os ETFs de Bitcoin à vista dos Estados Unidos continuaram sofrendo retirada de grana. Só o IBIT teve saída líquida de uns US$ 192,4 milhões na terça-feira, de acordo com os dados da SoSoValue.
Ô trem, considerando todos os ETFs de Bitcoin à vista, a semana já acumulava saída líquida de uns US$ 334 milhões até terça-feira. E isso veio depois de duas semanas seguidas de retirada pesada, passando de US$ 1 bilhão e US$ 1,26 bilhão em resgates. O povo do mercado tá mais arisco que gato em telhado quente.
Essa negociação gigante mostrou bem o aperto que o mercado tá passando: teve instituição grande despejando posição fora da bolsa, num dark pool, justamente pra não bagunçar demais o livro de ofertas. Mesmo assim, o preço do Bitcoin sentiu o tranco, só que de forma mais controlada, segundo os especialistas ouvidos.
Pra simplificar: dark pool é tipo uma negociação feita mais escondida, direto com corretora, sem jogar tudo no mercado aberto de uma vez. Aí evita aquele susto danado nos preços.
Depois dessa movimentação, o Bitcoin até segurou relativamente firme ali na faixa dos US$ 76 mil, conforme dados do CoinGecko. Mas olhando mais de perto, a conversa muda um bocado. Em períodos menores, a moeda caiu quase 1,4%, saindo de US$ 78 mil pra perto de US$ 77 mil durante a pressão de venda, segundo Georgii Verbitskii, fundador da TYMIO e trader de derivativos.
Segundo ele, se a queda não foi pior, é porque o mercado ainda deu conta de absorver uma boa quantidade de venda sem faltar liquidez de vez.
Shawn Young, analista-chefe da MEXC Research, concordou com essa visão. Ele falou que o mercado reagiu logo depois da operação aparecer, mas sem pânico exagerado, porque pareceu mais um reajuste grande de carteira do que uma liquidação desesperada.
Enquanto isso, o humor dos investidores foi piorando mais ainda. O índice Fear and Greed caiu de 34 pra 25, entrando mais fundo na área do medo.
Já o pessoal do mercado de previsões Myriad ainda acredita mais numa subida do Bitcoin pra US$ 84 mil do que numa queda pra US$ 55 mil. Mesmo assim, o otimismo diminuiu: a chance caiu de 79% pra 69% desde segunda-feira. No momento, o Bitcoin tava sendo negociado perto de US$ 75.825, com queda de 1,9% no dia, segundo o CoinGecko.
E daqui pra frente? Os especialistas acham que, mesmo com o dark pool ajudando a esconder parte da pressão de venda, o saldo ainda foi ruim pro mercado.
Verbitskii comentou que isso mostra uma fonte grande de demanda saindo do jogo. Segundo ele, o Bitcoin anda mostrando fraqueza tanto na parte técnica quanto na estrutura do mercado, e ainda não apareceu demanda forte o suficiente pra compensar essas vendas pesadas das instituições.
O Bitcoin também vem penando pra voltar com força desde que falhou em retestar os US$ 82 mil lá no começo de maio. Além disso, os dados da inflação nos EUA vieram mais altos e aumentaram a pressão no mercado. Agora, praticamente todo mundo aposta que o Federal Reserve vai manter os juros do jeito que tá na reunião de 17 de junho.
Mesmo com esse cenário meio azedo, Shawn Young disse que o mercado de ETFs ainda segue funcionando de forma organizada. Mas, na visão dele, as instituições tão aproveitando pra reduzir risco ou reorganizar as posições depois da forte alta que aconteceu antes.
مقالة
عرض الترجمة
A B3 planeja lançar ainda este ano ações tokenizadas e também uma stablecoin própriaUai, a B3 tá se ajeitando pra colocar no ar, ainda no segundo semestre deste ano, um sistema de tokenização de ações usando blockchain. A novidade foi comentada pelos executivos da bolsa durante o Tokenization Day, evento realizado nesta terça-feira (26) pra discutir como a tokenização tá avançando no mercado financeiro brasileiro. Mas calma lá que, por enquanto, o trem não vai permitir comprar e vender ação tokenizada direto, não. Segundo Rodrigo Nardoni, que é vice-presidente de tecnologia da B3, a ideia inicial é criar uma espécie de “cópia digital” das ações que já ficam guardadas na depositária tradicional, só que agora dentro da blockchain e representadas em tokens. Ele explicou que a proposta, nesse primeiro momento, não é colocar esses tokens pra negociação no mercado, mas sim preparar a infraestrutura pra um futuro mais digital. A bolsa quer primeiro terminar a nova estrutura de liquidação ainda no primeiro semestre. Depois disso, pretende avançar na tokenização dos ativos. Segundo Humberto Costa, diretor de produtos digitais da B3, começaram pelas ações porque já é um tipo de ativo mais conhecido e com regras mais consolidadas. Os executivos disseram também que a intenção é deixar a estrutura pronta pra um cenário onde ativos tokenizados, stablecoins e liquidações em blockchain possam funcionar junto do sistema financeiro tradicional, tudo integrado. Outro ponto que a B3 acredita é que a blockchain pode ajudar a diminuir aquela papelada e conferência entre corretoras, custodiante e outros participantes do mercado. Na visão deles, a tecnologia pode virar uma “fonte única da verdade”, deixando os processos mais rápidos e organizados. Além disso, a bolsa também tá preparando a B3RL, uma stablecoin própria criada na rede Polygon. A moeda digital deve ser lastreada em caixa e títulos públicos, seguindo padrões internacionais de governança, compliance e combate à lavagem de dinheiro. No futuro, a ideia é que essa stablecoin possa até ser usada na liquidação de operações direto dentro da blockchain, embora essa parte ainda esteja em desenvolvimento. Segundo a própria B3, a tokenização vem ganhando força como uma das principais mudanças do mercado financeiro e deve começar funcionando junto do sistema atual, trazendo mais eficiência antes de substituir estruturas tradicionais.$BTC ,$BNB ,$ETH

A B3 planeja lançar ainda este ano ações tokenizadas e também uma stablecoin própria

Uai, a B3 tá se ajeitando pra colocar no ar, ainda no segundo semestre deste ano, um sistema de tokenização de ações usando blockchain. A novidade foi comentada pelos executivos da bolsa durante o Tokenization Day, evento realizado nesta terça-feira (26) pra discutir como a tokenização tá avançando no mercado financeiro brasileiro.
Mas calma lá que, por enquanto, o trem não vai permitir comprar e vender ação tokenizada direto, não. Segundo Rodrigo Nardoni, que é vice-presidente de tecnologia da B3, a ideia inicial é criar uma espécie de “cópia digital” das ações que já ficam guardadas na depositária tradicional, só que agora dentro da blockchain e representadas em tokens.
Ele explicou que a proposta, nesse primeiro momento, não é colocar esses tokens pra negociação no mercado, mas sim preparar a infraestrutura pra um futuro mais digital.
A bolsa quer primeiro terminar a nova estrutura de liquidação ainda no primeiro semestre. Depois disso, pretende avançar na tokenização dos ativos. Segundo Humberto Costa, diretor de produtos digitais da B3, começaram pelas ações porque já é um tipo de ativo mais conhecido e com regras mais consolidadas.
Os executivos disseram também que a intenção é deixar a estrutura pronta pra um cenário onde ativos tokenizados, stablecoins e liquidações em blockchain possam funcionar junto do sistema financeiro tradicional, tudo integrado.
Outro ponto que a B3 acredita é que a blockchain pode ajudar a diminuir aquela papelada e conferência entre corretoras, custodiante e outros participantes do mercado. Na visão deles, a tecnologia pode virar uma “fonte única da verdade”, deixando os processos mais rápidos e organizados.
Além disso, a bolsa também tá preparando a B3RL, uma stablecoin própria criada na rede Polygon. A moeda digital deve ser lastreada em caixa e títulos públicos, seguindo padrões internacionais de governança, compliance e combate à lavagem de dinheiro.
No futuro, a ideia é que essa stablecoin possa até ser usada na liquidação de operações direto dentro da blockchain, embora essa parte ainda esteja em desenvolvimento.
Segundo a própria B3, a tokenização vem ganhando força como uma das principais mudanças do mercado financeiro e deve começar funcionando junto do sistema atual, trazendo mais eficiência antes de substituir estruturas tradicionais.$BTC ,$BNB ,$ETH
مقالة
عرض الترجمة
Token NEAR dispara 32% após avanços em privacidade, inteligência artificial e escalabilidadeUai, o trem ficou doido pro lado da NEAR Protocol. O token da rede disparou 32% nas últimas 24 horas e puxou a fila das altcoins, esticando a alta da semana pra mais de 50%. Isso aconteceu depois que o pessoal do projeto soltou uma sequência de novidades envolvendo privacidade, inteligência artificial e aumento da capacidade da rede entre os dias 20 e 22 de maio. Pra comparar, a Worldcoin subiu 12% e a Venice Token avançou 8% no mesmo período, segundo dados do CoinGecko. E isso tudo rolando mesmo com o Bitcoin dando uma esfriada, caindo da faixa dos US$ 82 mil pra perto dos US$ 77 mil na última semana. Segundo Sammi Li, CEO da exchange Ju.com, parte dessa disparada vem porque o mercado começou a tirar dinheiro do Bitcoin e jogar em altcoins grandes. Pra ele, a NEAR virou uma das principais beneficiadas desse movimento, principalmente porque o projeto já vinha trabalhando forte com inteligência artificial faz tempo. O embalo da NEAR vem de três frentes principais: tesourarias confidenciais dentro da blockchain, privacidade para comandos de IA e melhorias pra rede aguentar muito mais movimento automático. Na prática, o projeto quer virar uma espécie de infraestrutura pra agentes de inteligência artificial e finanças privadas. Na quarta-feira, a Trezu lançou as chamadas “Confidential Treasuries”, que oferecem multisig privado, folha de pagamento, controle de saldo e pagamentos entre mais de 35 blockchains. Tudo isso usando a tecnologia de sharding privado e Intents da NEAR. O perfil oficial do projeto comentou que mais de US$ 68 milhões foram movimentados de forma confidencial fora do near.com só no último mês. Além disso, a NEAR AI anunciou um sistema que esconde automaticamente dados pessoais enviados pra modelos de IA como Claude, ChatGPT e Gemini. Com isso, as informações sensíveis não saem do computador do usuário, reduzindo risco de vazamento de dados e preocupação das empresas. O cofundador da NEAR, Illia Polosukhin, também vem divulgando as novidades nas redes sociais. Ele disse que o “resharding dinâmico” deve chegar em breve à rede, permitindo que o protocolo escale pra mais de 70 shards e tenha capacidade de processamento até maior que a da Visa. Segundo ele, isso será importante porque cada vez mais agentes de IA vão fazer transações direto na blockchain. A tal da atualização de resharding dinâmico, que tá prevista pra junho de 2026 dentro da atualização de rede 2.13, vai funcionar mais ou menos assim: quando um shard (um “pedaço” da rede) crescer demais, ele mesmo vai se dividir automaticamente pra não sobrecarregar. Tipo enxugar gelo antes de transbordar. A Li comentou que o preço pode começar a andar bem mais rápido que os fundamentos quando o mercado ganha embalo. Segundo ela, parte dessa alta vem mais de narrativa, de empolgação do povo, e outra parte de trader indo atrás do movimento. Mas ela vê um lado bom na cautela que ainda existe: mesmo com o mercado subindo, o pessoal continua meio receoso — e isso, segundo ela, “geralmente não é um sinal ruim não, uai”. Já no mercado de previsões Myriad, que pertence à empresa Dastan (do grupo do Decrypt), a galera continua sem muita fé numa “altseason” mais ampla, mesmo com algumas altcoins isoladas subindo forte, tipo HYPE, Ondo e Zcash. Só 12% dos usuários acham que uma altseason começa até julho, e esse número nem mudou em maio. Ou seja, o pessoal ainda tá bem cauteloso, meio no modo “medo” mesmo, segundo o índice de medo e ganância. Pra frente, a Li também não acha que vai subir tudo junto não. Na visão dela, o dinheiro vai continuar mais concentrado em projetos fortes, com narrativa boa e uso real, porque o mercado tá bem mais seletivo que nas outras altas. E se o Bitcoin ficar firme, ainda pode rolar uma boa performance de algumas altcoins de qualidade nos próximos meses — geralmente esse tipo de movimento começa justamente quando a galera ainda tá desconfiada, sô.

Token NEAR dispara 32% após avanços em privacidade, inteligência artificial e escalabilidade

Uai, o trem ficou doido pro lado da NEAR Protocol. O token da rede disparou 32% nas últimas 24 horas e puxou a fila das altcoins, esticando a alta da semana pra mais de 50%. Isso aconteceu depois que o pessoal do projeto soltou uma sequência de novidades envolvendo privacidade, inteligência artificial e aumento da capacidade da rede entre os dias 20 e 22 de maio.
Pra comparar, a Worldcoin subiu 12% e a Venice Token avançou 8% no mesmo período, segundo dados do CoinGecko. E isso tudo rolando mesmo com o Bitcoin dando uma esfriada, caindo da faixa dos US$ 82 mil pra perto dos US$ 77 mil na última semana.
Segundo Sammi Li, CEO da exchange Ju.com, parte dessa disparada vem porque o mercado começou a tirar dinheiro do Bitcoin e jogar em altcoins grandes. Pra ele, a NEAR virou uma das principais beneficiadas desse movimento, principalmente porque o projeto já vinha trabalhando forte com inteligência artificial faz tempo.
O embalo da NEAR vem de três frentes principais: tesourarias confidenciais dentro da blockchain, privacidade para comandos de IA e melhorias pra rede aguentar muito mais movimento automático. Na prática, o projeto quer virar uma espécie de infraestrutura pra agentes de inteligência artificial e finanças privadas.
Na quarta-feira, a Trezu lançou as chamadas “Confidential Treasuries”, que oferecem multisig privado, folha de pagamento, controle de saldo e pagamentos entre mais de 35 blockchains. Tudo isso usando a tecnologia de sharding privado e Intents da NEAR. O perfil oficial do projeto comentou que mais de US$ 68 milhões foram movimentados de forma confidencial fora do near.com só no último mês.
Além disso, a NEAR AI anunciou um sistema que esconde automaticamente dados pessoais enviados pra modelos de IA como Claude, ChatGPT e Gemini. Com isso, as informações sensíveis não saem do computador do usuário, reduzindo risco de vazamento de dados e preocupação das empresas.
O cofundador da NEAR, Illia Polosukhin, também vem divulgando as novidades nas redes sociais. Ele disse que o “resharding dinâmico” deve chegar em breve à rede, permitindo que o protocolo escale pra mais de 70 shards e tenha capacidade de processamento até maior que a da Visa. Segundo ele, isso será importante porque cada vez mais agentes de IA vão fazer transações direto na blockchain.
A tal da atualização de resharding dinâmico, que tá prevista pra junho de 2026 dentro da atualização de rede 2.13, vai funcionar mais ou menos assim: quando um shard (um “pedaço” da rede) crescer demais, ele mesmo vai se dividir automaticamente pra não sobrecarregar. Tipo enxugar gelo antes de transbordar.
A Li comentou que o preço pode começar a andar bem mais rápido que os fundamentos quando o mercado ganha embalo. Segundo ela, parte dessa alta vem mais de narrativa, de empolgação do povo, e outra parte de trader indo atrás do movimento. Mas ela vê um lado bom na cautela que ainda existe: mesmo com o mercado subindo, o pessoal continua meio receoso — e isso, segundo ela, “geralmente não é um sinal ruim não, uai”.
Já no mercado de previsões Myriad, que pertence à empresa Dastan (do grupo do Decrypt), a galera continua sem muita fé numa “altseason” mais ampla, mesmo com algumas altcoins isoladas subindo forte, tipo HYPE, Ondo e Zcash. Só 12% dos usuários acham que uma altseason começa até julho, e esse número nem mudou em maio. Ou seja, o pessoal ainda tá bem cauteloso, meio no modo “medo” mesmo, segundo o índice de medo e ganância.
Pra frente, a Li também não acha que vai subir tudo junto não. Na visão dela, o dinheiro vai continuar mais concentrado em projetos fortes, com narrativa boa e uso real, porque o mercado tá bem mais seletivo que nas outras altas. E se o Bitcoin ficar firme, ainda pode rolar uma boa performance de algumas altcoins de qualidade nos próximos meses — geralmente esse tipo de movimento começa justamente quando a galera ainda tá desconfiada, sô.
مقالة
عرض الترجمة
A Mercado Bitcoin disponibiliza ativos tokenizados na rede HederaÔ trem bão, sô! O MB | Mercado Bitcoin, que é a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, anunciou que agora vai trabalhar com ativos tokenizados na rede Hedera. Com isso, virou o primeiro ecossistema cripto da região a fazer tokenização de ativos usando essa infraestrutura aí. Na prática, isso quer dizer que ativos tradicionais, como crédito privado, passam a ganhar uma versão digital, ficando mais fácil, rápido e eficiente pro povo acessar e investir. Esses ativos vão ser emitidos na rede Hedera e distribuídos pela plataforma do Mercado Bitcoin. O MB já oferecia o HBAR, que é a moeda digital da Hedera, mas agora resolveu ampliar o trem e entrar forte também na tokenização de ativos usando a tecnologia da parceira. Segundo Lucas Pinsdorf, diretor de negócios do Mercado Bitcoin, a Hedera se destaca porque atende bem às exigências do mercado financeiro, sendo hoje uma das infraestruturas mais seguras e robustas desse setor digital. Diferente de muita blockchain tradicional por aí, a Hedera foi criada pensando em empresas e operações institucionais. Ela já vem preparada pra cumprir normas internacionais, tem proteção contra práticas desleais no mercado e ainda mantém custos baixos e previsíveis nas transações. Esse movimento acompanha o crescimento do mercado de ativos digitais, que tá cada vez mais misturado com a economia real. E o Brasil, viu, já ocupa a quinta posição no mundo em adoção de criptoativos e lidera aqui na América Latina. A tokenização vem ajudando a democratizar o acesso aos investimentos, além de trazer mais agilidade e eficiência pras operações. “Hoje temos mais de 900 ativos entre criptomoedas e tokens, mostrando nosso compromisso em aumentar as opções de diversificação pros investidores. Além disso, seguimos expandindo as infraestruturas utilizadas, sempre passando tudo por um processo rigoroso de governança”, destacou Pinsdorf. A Hedera também chama atenção pelo peso dos parceiros no seu conselho de governança, que reúne mais de 30 organizações globais de renome, como Google, IBM, Dell e Magalu. A rede consegue processar mais de 10 mil transações por segundo e cobra taxas bem baixinhas, coisa de fração de centavo. Pra cê ter ideia, a Hedera já passou da marca de 70 bilhões de transações processadas e possui milhões de contas ativas, além de ser utilizada em aplicações de grandes empresas pelo mundo afora. Pinsdorf ainda reforçou que essa parceria com a Hedera é só o começo de uma colaboração que tem potencial de crescer bastante no futuro. Segundo ele, o movimento fortalece a estratégia do Mercado Bitcoin de conectar ativos do mundo real ao ambiente digital, criando novas oportunidades de investimento com mais escala e acessibilidade pro mercado. $BTC ,$ETH

A Mercado Bitcoin disponibiliza ativos tokenizados na rede Hedera

Ô trem bão, sô! O MB | Mercado Bitcoin, que é a maior plataforma de ativos digitais da América Latina, anunciou que agora vai trabalhar com ativos tokenizados na rede Hedera. Com isso, virou o primeiro ecossistema cripto da região a fazer tokenização de ativos usando essa infraestrutura aí.
Na prática, isso quer dizer que ativos tradicionais, como crédito privado, passam a ganhar uma versão digital, ficando mais fácil, rápido e eficiente pro povo acessar e investir. Esses ativos vão ser emitidos na rede Hedera e distribuídos pela plataforma do Mercado Bitcoin.
O MB já oferecia o HBAR, que é a moeda digital da Hedera, mas agora resolveu ampliar o trem e entrar forte também na tokenização de ativos usando a tecnologia da parceira. Segundo Lucas Pinsdorf, diretor de negócios do Mercado Bitcoin, a Hedera se destaca porque atende bem às exigências do mercado financeiro, sendo hoje uma das infraestruturas mais seguras e robustas desse setor digital.
Diferente de muita blockchain tradicional por aí, a Hedera foi criada pensando em empresas e operações institucionais. Ela já vem preparada pra cumprir normas internacionais, tem proteção contra práticas desleais no mercado e ainda mantém custos baixos e previsíveis nas transações.
Esse movimento acompanha o crescimento do mercado de ativos digitais, que tá cada vez mais misturado com a economia real. E o Brasil, viu, já ocupa a quinta posição no mundo em adoção de criptoativos e lidera aqui na América Latina. A tokenização vem ajudando a democratizar o acesso aos investimentos, além de trazer mais agilidade e eficiência pras operações.
“Hoje temos mais de 900 ativos entre criptomoedas e tokens, mostrando nosso compromisso em aumentar as opções de diversificação pros investidores. Além disso, seguimos expandindo as infraestruturas utilizadas, sempre passando tudo por um processo rigoroso de governança”, destacou Pinsdorf.
A Hedera também chama atenção pelo peso dos parceiros no seu conselho de governança, que reúne mais de 30 organizações globais de renome, como Google, IBM, Dell e Magalu. A rede consegue processar mais de 10 mil transações por segundo e cobra taxas bem baixinhas, coisa de fração de centavo.
Pra cê ter ideia, a Hedera já passou da marca de 70 bilhões de transações processadas e possui milhões de contas ativas, além de ser utilizada em aplicações de grandes empresas pelo mundo afora.
Pinsdorf ainda reforçou que essa parceria com a Hedera é só o começo de uma colaboração que tem potencial de crescer bastante no futuro. Segundo ele, o movimento fortalece a estratégia do Mercado Bitcoin de conectar ativos do mundo real ao ambiente digital, criando novas oportunidades de investimento com mais escala e acessibilidade pro mercado. $BTC ,$ETH
مقالة
عرض الترجمة
Processo sugere que a Jane Street lucrou com queda da Terra (LUNA) via TelegramNovos papel que apareceram na Justiça lá de Manhattan trouxeram mais trem sobre as acusações de insider trading contra a Jane Street no rolo do colapso da TerraUSD, a stablecoin da Terraform Labs que afundou em maio de 2022 e fez o mercado cripto perder uns US$ 40 bilhões. Esse caso já tava rodando desde fevereiro, quando o administrador da massa falida da Terraform entrou com processo dizendo que a Jane Street ganhou dinheiro demais aproveitando informação de dentro. Agora, o que mudou foi que saiu uma versão menos censurada do processo, mostrando conversa interna, operação suspeita e até um canal privado no Telegram entre gente ligada à Terraform e operadores da Jane Street. De acordo com os documentos citados pelo CoinDesk, a tal vantagem teria vindo de um contato direto entre Bryce Pratt, ex-estagiário da Terraform que depois foi trabalhar na Jane Street, e antigos colega dele lá dentro da empresa de Do Kwon. O processo diz que essas informação ajudaram a firma a se livrar das posições em UST antes do trem desandar de vez e, depois disso, montar aposta na queda da moeda. Com isso, a Jane Street teria faturado cerca de US$ 134 milhões enquanto o ecossistema Terra virava poeira. Entre as mensagens reveladas, tem uma em que Pratt teria falado que o povo devia ficar “ligeiramente satisfeito” por ter uma “vantagem informacional”. O documento também diz que trader da Jane Street conversou sobre “desligar” carteira depois que uma empresa de análise blockchain percebeu que eles tinham ganhado dinheiro demais na operação. Outro ponto que chamou atenção foi uma movimentação na Curve Finance, vista por muita gente como o empurrão que faltava pra UST perder a paridade. Segundo a nova versão da ação, a Jane Street vendeu US$ 85 milhões em UST só nove minutos depois de a Terraform tirar, na maciota, US$ 150 milhões de liquidez do pool. Desde aquela época o mercado já desconfiava que uma ordem grande na Curve tinha ajudado a derrubar a stablecoin. Agora, o administrador da Terraform afirma que a carteira usada nessa operação era da Jane Street. A Jane Street segue negando tudo. Em nota, a firma falou que o processo é só uma tentativa de recuperar dinheiro perdido numa “fraude bilionária” causada pela própria administração da Terraform Labs. Também chamou as acusações de “sem fundamento” e “oportunistas”, além de pedir pra Justiça arquivar o caso. O processo ainda cita o cofundador da Jane Street, Robert Granieri, e o trader Michael Huang, acusando os dois de violar leis federais do mercado financeiro e da Commodity Exchange Act. A ação quer recuperar os lucros que teriam sido feitos em cima da queda pra devolver pros credores da Terraform. A Terraform Labs e o fundador Do Kwon já tinham sido responsabilizados em outros processo ligados ao colapso da TerraUSD e da Luna. Em 2024, a empresa fechou acordo de US$ 4,47 bilhões com a SEC depois de ser acusada de enganar investidor sobre a estabilidade do projeto. Esses novos documento, porém, colocam mais lenha na fogueira: levantam a suspeita de que grandes firma de Wall Street não só reagiram rápido ao tombo da Terra, mas talvez já soubessem de coisa antes do mercado todo e conseguiram escapar da quebradeira lucrando pesado em cima dela. Até agora não saiu decisão final sobre as acusações. Mas essas novas mensagens e conexões internas botaram a Jane Street de novo no meio de uma das história mais polêmica do mercado cripto nos últimos anos.$LUNC ,$BTC

Processo sugere que a Jane Street lucrou com queda da Terra (LUNA) via Telegram

Novos papel que apareceram na Justiça lá de Manhattan trouxeram mais trem sobre as acusações de insider trading contra a Jane Street no rolo do colapso da TerraUSD, a stablecoin da Terraform Labs que afundou em maio de 2022 e fez o mercado cripto perder uns US$ 40 bilhões.
Esse caso já tava rodando desde fevereiro, quando o administrador da massa falida da Terraform entrou com processo dizendo que a Jane Street ganhou dinheiro demais aproveitando informação de dentro. Agora, o que mudou foi que saiu uma versão menos censurada do processo, mostrando conversa interna, operação suspeita e até um canal privado no Telegram entre gente ligada à Terraform e operadores da Jane Street.
De acordo com os documentos citados pelo CoinDesk, a tal vantagem teria vindo de um contato direto entre Bryce Pratt, ex-estagiário da Terraform que depois foi trabalhar na Jane Street, e antigos colega dele lá dentro da empresa de Do Kwon.
O processo diz que essas informação ajudaram a firma a se livrar das posições em UST antes do trem desandar de vez e, depois disso, montar aposta na queda da moeda. Com isso, a Jane Street teria faturado cerca de US$ 134 milhões enquanto o ecossistema Terra virava poeira.
Entre as mensagens reveladas, tem uma em que Pratt teria falado que o povo devia ficar “ligeiramente satisfeito” por ter uma “vantagem informacional”. O documento também diz que trader da Jane Street conversou sobre “desligar” carteira depois que uma empresa de análise blockchain percebeu que eles tinham ganhado dinheiro demais na operação.
Outro ponto que chamou atenção foi uma movimentação na Curve Finance, vista por muita gente como o empurrão que faltava pra UST perder a paridade. Segundo a nova versão da ação, a Jane Street vendeu US$ 85 milhões em UST só nove minutos depois de a Terraform tirar, na maciota, US$ 150 milhões de liquidez do pool.
Desde aquela época o mercado já desconfiava que uma ordem grande na Curve tinha ajudado a derrubar a stablecoin. Agora, o administrador da Terraform afirma que a carteira usada nessa operação era da Jane Street.
A Jane Street segue negando tudo. Em nota, a firma falou que o processo é só uma tentativa de recuperar dinheiro perdido numa “fraude bilionária” causada pela própria administração da Terraform Labs. Também chamou as acusações de “sem fundamento” e “oportunistas”, além de pedir pra Justiça arquivar o caso.
O processo ainda cita o cofundador da Jane Street, Robert Granieri, e o trader Michael Huang, acusando os dois de violar leis federais do mercado financeiro e da Commodity Exchange Act. A ação quer recuperar os lucros que teriam sido feitos em cima da queda pra devolver pros credores da Terraform.
A Terraform Labs e o fundador Do Kwon já tinham sido responsabilizados em outros processo ligados ao colapso da TerraUSD e da Luna. Em 2024, a empresa fechou acordo de US$ 4,47 bilhões com a SEC depois de ser acusada de enganar investidor sobre a estabilidade do projeto.
Esses novos documento, porém, colocam mais lenha na fogueira: levantam a suspeita de que grandes firma de Wall Street não só reagiram rápido ao tombo da Terra, mas talvez já soubessem de coisa antes do mercado todo e conseguiram escapar da quebradeira lucrando pesado em cima dela.
Até agora não saiu decisão final sobre as acusações. Mas essas novas mensagens e conexões internas botaram a Jane Street de novo no meio de uma das história mais polêmica do mercado cripto nos últimos anos.$LUNC ,$BTC
مقالة
عرض الترجمة
Token HYPE avança 101% no ano: quais fatores explicam a alta da Hyperliquid?O trem do HYPE, token da Hyperliquid, tá voando em 2026: já subiu 101% no ano, enquanto o Bitcoin caiu 12% no mesmo período. Esse movimento chamou atenção até do povo de Wall Street, que começou a enxergar a Hyperliquid como algo bem maior que uma simples corretora de cripto. O mercado tá vendo o HYPE e o Bitcoin como duas histórias diferentes. Enquanto o BTC anda mais amarrado às decisões do Fed, entrada de dinheiro em ETFs e cenário macroeconômico, o HYPE tá sendo tratado como uma aposta em infraestrutura financeira moderna, daquelas de crescimento acelerado. A Hyperliquid deixou de ser só uma exchange de contratos perpétuos e passou a mirar pesado em ativos do mundo real, mercados pré-IPO e até tokenização de ações, commodities e índices. Segundo Matt Hougan, da Bitwise, a plataforma tá mirando um mercado global de ativos avaliado em US$ 600 trilhões. Nas palavras dele: “A Hyperliquid não é só um app de cripto, é um superaplicativo.” E os números tão reforçando essa narrativa. A plataforma já acumulou US$ 255 milhões em receita neste ano, mais do que as duas concorrentes seguintes somadas. Boa parte dessa grana vem das taxas de negociação de contratos perpétuos, e cerca de 97% retorna pros detentores de HYPE por meio de recompras automáticas do token. Hoje, a Hyperliquid responde por cerca de 43% de todas as taxas geradas em blockchains, arrecadando perto de US$ 11 milhões por semana — bem acima de redes tradicionais como Ethereum e Solana. Outro fator que ajudou no embalo foi o crescimento da negociação de ativos tokenizados do mundo real. Produtos ligados ao S&P 500, petróleo e commodities ganharam força nas últimas semanas, principalmente por causa das tensões geopolíticas mundo afora. Isso criou uma demanda própria pro HYPE, sem depender diretamente do comportamento do Bitcoin. O interesse aberto em ativos reais dentro da Hyperliquid bateu recorde de US$ 2,6 bilhões, dobrando em apenas dois meses. O sucesso do HIP-3 também ajudou demais. O projeto já movimentou mais de US$ 120 bilhões em negociações envolvendo empresas pré-IPO, como SpaceX, Anthropic e OpenAI. Agora o mercado já tá de olho no HIP-4, que deve ampliar ainda mais a atuação da plataforma em produtos estruturados e mercados de previsão. Pra completar, empresas como 21Shares e Bitwise entraram com pedidos de ETFs ligados à Hyperliquid. A Bitwise inclusive prometeu destinar parte das taxas do fundo pra comprar e manter HYPE em caixa, o que pode aumentar ainda mais a pressão compradora sobre o token. Com isso tudo, analistas acreditam que a Hyperliquid pode virar um verdadeiro “superapp descentralizado” de ativos globais, com potencial de gerar bilhões de dólares por ano.

Token HYPE avança 101% no ano: quais fatores explicam a alta da Hyperliquid?

O trem do HYPE, token da Hyperliquid, tá voando em 2026: já subiu 101% no ano, enquanto o Bitcoin caiu 12% no mesmo período. Esse movimento chamou atenção até do povo de Wall Street, que começou a enxergar a Hyperliquid como algo bem maior que uma simples corretora de cripto.
O mercado tá vendo o HYPE e o Bitcoin como duas histórias diferentes. Enquanto o BTC anda mais amarrado às decisões do Fed, entrada de dinheiro em ETFs e cenário macroeconômico, o HYPE tá sendo tratado como uma aposta em infraestrutura financeira moderna, daquelas de crescimento acelerado.
A Hyperliquid deixou de ser só uma exchange de contratos perpétuos e passou a mirar pesado em ativos do mundo real, mercados pré-IPO e até tokenização de ações, commodities e índices. Segundo Matt Hougan, da Bitwise, a plataforma tá mirando um mercado global de ativos avaliado em US$ 600 trilhões. Nas palavras dele: “A Hyperliquid não é só um app de cripto, é um superaplicativo.”
E os números tão reforçando essa narrativa. A plataforma já acumulou US$ 255 milhões em receita neste ano, mais do que as duas concorrentes seguintes somadas. Boa parte dessa grana vem das taxas de negociação de contratos perpétuos, e cerca de 97% retorna pros detentores de HYPE por meio de recompras automáticas do token.
Hoje, a Hyperliquid responde por cerca de 43% de todas as taxas geradas em blockchains, arrecadando perto de US$ 11 milhões por semana — bem acima de redes tradicionais como Ethereum e Solana.
Outro fator que ajudou no embalo foi o crescimento da negociação de ativos tokenizados do mundo real. Produtos ligados ao S&P 500, petróleo e commodities ganharam força nas últimas semanas, principalmente por causa das tensões geopolíticas mundo afora. Isso criou uma demanda própria pro HYPE, sem depender diretamente do comportamento do Bitcoin.
O interesse aberto em ativos reais dentro da Hyperliquid bateu recorde de US$ 2,6 bilhões, dobrando em apenas dois meses.
O sucesso do HIP-3 também ajudou demais. O projeto já movimentou mais de US$ 120 bilhões em negociações envolvendo empresas pré-IPO, como SpaceX, Anthropic e OpenAI. Agora o mercado já tá de olho no HIP-4, que deve ampliar ainda mais a atuação da plataforma em produtos estruturados e mercados de previsão.
Pra completar, empresas como 21Shares e Bitwise entraram com pedidos de ETFs ligados à Hyperliquid. A Bitwise inclusive prometeu destinar parte das taxas do fundo pra comprar e manter HYPE em caixa, o que pode aumentar ainda mais a pressão compradora sobre o token.
Com isso tudo, analistas acreditam que a Hyperliquid pode virar um verdadeiro “superapp descentralizado” de ativos globais, com potencial de gerar bilhões de dólares por ano.
مقالة
عرض الترجمة
Elon Musk perde ação de US$ 150 bilhões contra a OpenAI e Sam AltmanUai, sô, deu ruim pro lado do Elon Musk nessa aí. O tribunal rejeitou o processo bilionário de US$ 150 bilhões que ele tinha movido contra a OpenAI, o Sam Altman e o Greg Brockman, encerrando uma das maiores brigas jurídicas envolvendo a empresa do ChatGPT. Um júri lá da Califórnia entendeu que o Musk demorou demais pra entrar com as acusações, então nem chegou a acolher o mérito da história. Resultado: a OpenAI e os executivos foram considerados inocentes das acusações. O Musk dizia que a OpenAI tinha saído do caminho original sem fins lucrativos e tava lucrando indevidamente, principalmente com apoio da Microsoft. Já a defesa da OpenAI falou que ele entrou na Justiça também por causa da concorrência, já que ele criou a xAI depois. O caso foi longo, começou em 2024, teve depoimentos pesados de gente grande do setor de tecnologia e agora, pelo menos por enquanto, ficou resolvido a favor da OpenAI.

Elon Musk perde ação de US$ 150 bilhões contra a OpenAI e Sam Altman

Uai, sô, deu ruim pro lado do Elon Musk nessa aí.
O tribunal rejeitou o processo bilionário de US$ 150 bilhões que ele tinha movido contra a OpenAI, o Sam Altman e o Greg Brockman, encerrando uma das maiores brigas jurídicas envolvendo a empresa do ChatGPT.
Um júri lá da Califórnia entendeu que o Musk demorou demais pra entrar com as acusações, então nem chegou a acolher o mérito da história. Resultado: a OpenAI e os executivos foram considerados inocentes das acusações.
O Musk dizia que a OpenAI tinha saído do caminho original sem fins lucrativos e tava lucrando indevidamente, principalmente com apoio da Microsoft. Já a defesa da OpenAI falou que ele entrou na Justiça também por causa da concorrência, já que ele criou a xAI depois.
O caso foi longo, começou em 2024, teve depoimentos pesados de gente grande do setor de tecnologia e agora, pelo menos por enquanto, ficou resolvido a favor da OpenAI.
مقالة
عرض الترجمة
ETFs de Bitcoin registram retirada de R$ 3,2 bilhões, maior queda desde janeiroOs ETFs de Bitcoin à vista tão vendo o dinheiro sair forte, com retirada de cerca de US$ 648,64 milhões (R$ 3,26 bilhões) na segunda-feira, depois de já terem perdido mais de US$ 1 bilhão na semana passada, segundo dados da SoSoValue. O ETF IBIT da BlackRock foi o que mais sentiu o impacto no dia, com saída de US$ 448 milhões. Logo atrás vieram os fundos da ARK Invest e 21Shares, com US$ 110 milhões, e o da Fidelity, com US$ 63 milhões saindo. No mercado, o Bitcoin também não ficou parado: caiu 6,7%, saindo de US$ 81.700 na quinta-feira passada e chegando a uma mínima de US$ 76.201 na semana, de acordo com o CoinGecko. Nas últimas 24 horas, teve leve baixa de 0,7% e gira em torno de US$ 76.680. Segundo a conselheira da Wefi, Agne Linge, essa saída de recursos tá bem ligada ao clima geral do mercado, com investidores tirando o pé do risco por causa de tensões geopolíticas, principalmente o conflito entre EUA e Irã. Já o analista da CEX.IO, Illia Otychenko, aponta que também pesaram os dados de inflação dos EUA da semana passada, que mudaram a expectativa em relação ao Federal Reserve e até aumentaram a chance de aperto nos juros. Ele também lembra que o clima de medo cresceu com falas e sinais de possível escalada do conflito. Com isso, o índice de medo e ganância do mercado cripto caiu pra 25, indicando “medo extremo”, refletindo a queda do Bitcoin e as saídas dos ETFs. Mesmo assim, alguns analistas dizem que pode ter suporte no médio prazo. O pesquisador Vetle Lund, da K33 Research, aponta que estratégias de grandes empresas podem ajudar a segurar parte da queda, embora não sejam suficientes sozinhas pra puxar uma recuperação firme. Enquanto isso, dados mostram que o interesse aberto em Bitcoin caiu de US$ 29 bilhões pra US$ 26 bilhões nas últimas semanas, mas ainda segue alto historicamente. Já as taxas de financiamento voltaram a ficar positivas, indicando que ainda tem gente apostando em alta mesmo com a queda recente. No fim das contas, o que mais pesa, segundo analistas, é o comportamento dos investidores de longo prazo, que continuam acumulando Bitcoin mesmo com a volatilidade, o que ajuda a segurar uma queda mais forte.$ETH ,$BNB

ETFs de Bitcoin registram retirada de R$ 3,2 bilhões, maior queda desde janeiro

Os ETFs de Bitcoin à vista tão vendo o dinheiro sair forte, com retirada de cerca de US$ 648,64 milhões (R$ 3,26 bilhões) na segunda-feira, depois de já terem perdido mais de US$ 1 bilhão na semana passada, segundo dados da SoSoValue.
O ETF IBIT da BlackRock foi o que mais sentiu o impacto no dia, com saída de US$ 448 milhões. Logo atrás vieram os fundos da ARK Invest e 21Shares, com US$ 110 milhões, e o da Fidelity, com US$ 63 milhões saindo.
No mercado, o Bitcoin também não ficou parado: caiu 6,7%, saindo de US$ 81.700 na quinta-feira passada e chegando a uma mínima de US$ 76.201 na semana, de acordo com o CoinGecko. Nas últimas 24 horas, teve leve baixa de 0,7% e gira em torno de US$ 76.680.
Segundo a conselheira da Wefi, Agne Linge, essa saída de recursos tá bem ligada ao clima geral do mercado, com investidores tirando o pé do risco por causa de tensões geopolíticas, principalmente o conflito entre EUA e Irã.
Já o analista da CEX.IO, Illia Otychenko, aponta que também pesaram os dados de inflação dos EUA da semana passada, que mudaram a expectativa em relação ao Federal Reserve e até aumentaram a chance de aperto nos juros. Ele também lembra que o clima de medo cresceu com falas e sinais de possível escalada do conflito.
Com isso, o índice de medo e ganância do mercado cripto caiu pra 25, indicando “medo extremo”, refletindo a queda do Bitcoin e as saídas dos ETFs.
Mesmo assim, alguns analistas dizem que pode ter suporte no médio prazo. O pesquisador Vetle Lund, da K33 Research, aponta que estratégias de grandes empresas podem ajudar a segurar parte da queda, embora não sejam suficientes sozinhas pra puxar uma recuperação firme.
Enquanto isso, dados mostram que o interesse aberto em Bitcoin caiu de US$ 29 bilhões pra US$ 26 bilhões nas últimas semanas, mas ainda segue alto historicamente. Já as taxas de financiamento voltaram a ficar positivas, indicando que ainda tem gente apostando em alta mesmo com a queda recente.
No fim das contas, o que mais pesa, segundo analistas, é o comportamento dos investidores de longo prazo, que continuam acumulando Bitcoin mesmo com a volatilidade, o que ajuda a segurar uma queda mais forte.$ETH ,$BNB
مقالة
عرض الترجمة
SEC avança para permitir ações tokenizadas nos EUAA Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) tá preparando uma proposta de regra que pode abrir caminho pra negociação de versões “tokenizadas” de ações tradicionais dentro de plataformas de criptomoedas. Essa informação foi divulgada pela Bloomberg Law. Pelo que foi noticiado, a ideia é criar uma espécie de “liberação pra inovação”, permitindo que empresas do mercado cripto ofereçam ativos digitais que acompanham o preço de ações já negociadas em bolsas tradicionais, como a Nasdaq e a Bolsa de Nova York. Na prática, isso quer dizer que o pessoal poderia negociar tokens que representam ações de empresas grandes, tipo Apple, Tesla ou Nvidia, direto em redes blockchain — com a possibilidade de funcionar 24 horas por dia e com liquidação praticamente imediata. Mas essa proposta também levanta umas discussões importantes no mercado financeiro. Isso porque esses tokens não garantiriam, necessariamente, os mesmos direitos de um acionista comum. Dependendo de como forem estruturados, o investidor pode ficar só com a “exposição” ao preço da ação, sem direito a voto, dividendos ou participação real na empresa. Outro ponto que chama atenção é que, segundo a Bloomberg, esses tokens poderiam ser emitidos sem participação direta das próprias empresas. Ou seja, plataformas privadas poderiam criar versões digitais atreladas ao desempenho das ações sem autorização oficial das companhias listadas. Esse movimento é visto como mais um passo na aproximação entre Wall Street e o universo das criptomoedas. Nos últimos anos, corretoras, fintechs e empresas de blockchain vêm defendendo a tokenização de ativos financeiros como forma de reduzir custos, agilizar as liquidações e facilitar o acesso global aos mercados. Por outro lado, especialistas apontam vários desafios regulatórios e riscos. Entre eles estão possíveis falhas de transparência, diferença entre ser dono de fato e só acompanhar o preço do ativo, além de dúvidas sobre custódia, fiscalização e proteção do investidor. Se essa proposta avançar, pode mexer bastante com a forma como ações são negociadas nos Estados Unidos, deixando o mercado tradicional cada vez mais próximo da infraestrutura baseada em blockchain.$POL ,$META ,$GOOGL

SEC avança para permitir ações tokenizadas nos EUA

A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) tá preparando uma proposta de regra que pode abrir caminho pra negociação de versões “tokenizadas” de ações tradicionais dentro de plataformas de criptomoedas. Essa informação foi divulgada pela Bloomberg Law.
Pelo que foi noticiado, a ideia é criar uma espécie de “liberação pra inovação”, permitindo que empresas do mercado cripto ofereçam ativos digitais que acompanham o preço de ações já negociadas em bolsas tradicionais, como a Nasdaq e a Bolsa de Nova York.
Na prática, isso quer dizer que o pessoal poderia negociar tokens que representam ações de empresas grandes, tipo Apple, Tesla ou Nvidia, direto em redes blockchain — com a possibilidade de funcionar 24 horas por dia e com liquidação praticamente imediata.
Mas essa proposta também levanta umas discussões importantes no mercado financeiro. Isso porque esses tokens não garantiriam, necessariamente, os mesmos direitos de um acionista comum. Dependendo de como forem estruturados, o investidor pode ficar só com a “exposição” ao preço da ação, sem direito a voto, dividendos ou participação real na empresa.
Outro ponto que chama atenção é que, segundo a Bloomberg, esses tokens poderiam ser emitidos sem participação direta das próprias empresas. Ou seja, plataformas privadas poderiam criar versões digitais atreladas ao desempenho das ações sem autorização oficial das companhias listadas.
Esse movimento é visto como mais um passo na aproximação entre Wall Street e o universo das criptomoedas. Nos últimos anos, corretoras, fintechs e empresas de blockchain vêm defendendo a tokenização de ativos financeiros como forma de reduzir custos, agilizar as liquidações e facilitar o acesso global aos mercados.
Por outro lado, especialistas apontam vários desafios regulatórios e riscos. Entre eles estão possíveis falhas de transparência, diferença entre ser dono de fato e só acompanhar o preço do ativo, além de dúvidas sobre custódia, fiscalização e proteção do investidor.
Se essa proposta avançar, pode mexer bastante com a forma como ações são negociadas nos Estados Unidos, deixando o mercado tradicional cada vez mais próximo da infraestrutura baseada em blockchain.$POL ,$META ,$GOOGL
مقالة
عرض الترجمة
Hyperliquid pode disparar após parceria com Coinbase e Circle, dizem analistasA Hyperliquid deu foi um passo danado de estratégico que pode mexer bastante na forma que o dinheiro das stablecoins é repartido no mercado cripto. De acordo com uma análise publicada pelo CoinDesk, o novo acordo fechado com a Coinbase e a Circle vai permitir que a plataforma fique com uma boa parte dos rendimentos gerados pelos depósitos em USDC dentro do protocolo. Com esse acordo, o USDC passa a ser a principal moeda usada como referência na Hyperliquid através de um modelo chamado “Aligned Quote Asset” (AQA). Na prática, a Circle continua cuidando da emissão e do resgate do USDC, enquanto a Coinbase fica responsável pela administração das reservas da stablecoin na rede. Mas o que mais chamou atenção do povo do mercado foi a divisão dos ganhos. Segundo os analistas, a Hyperliquid pode acabar ficando com até 90% dos rendimentos gerados pelas reservas em USDC depositadas na plataforma — uma grana que antes ficava mais concentrada entre Circle e Coinbase. Pra Ryan Watkins, cofundador da Syncracy Capital, esse trem pode ter sido o anúncio mais importante da Hyperliquid neste ano. “Quanto mais eu penso nessa parceria com a Coinbase, mais acredito que foi o maior anúncio da Hyperliquid em 2026”, escreveu ele na rede X. Segundo Watkins, essa mudança mexe forte no modelo de negócio da plataforma, porque agora ela ganha uma nova fonte de receita além das taxas cobradas nas negociações. Isso fortalece ainda mais a expectativa de valorização do token HYPE, que já subiu 17% na última semana, mesmo com o mercado cripto passando aperto. “O compartilhamento dos rendimentos faz a receita da Hyperliquid crescer mais com os depósitos feitos na plataforma, e não só com o volume de trade”, explicou. Hoje, a Hyperliquid já tem mais de US$ 5 bilhões em USDC dentro do ecossistema. Pelas contas de Watkins, isso poderia render algo entre US$ 135 milhões e US$ 160 milhões por ano só nessa divisão de yield. E se os depósitos continuarem aumentando, esse valor pode bater entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões anuais só com essa nova estrutura. Pressão em cima da Circle e da Coinbase Se por um lado a Hyperliquid pode sair ganhando uma nova fonte pesada de receita, por outro o acordo também acendeu um alerta sobre o impacto financeiro pra Circle e Coinbase. Analistas da Compass Point calculam que o acordo pode cortar entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões do Ebitda anual combinado das duas empresas. “Também enxergamos o risco de outros protocolos DeFi começarem a exigir acordos parecidos de compartilhamento de rendimento”, escreveram Ed Engel e Mike Donovan. Na visão deles, o setor pode estar entrando numa nova fase, onde protocolos e exchanges com muitos usuários passam a ganhar mais força nas negociações com as empresas emissoras de stablecoins. Já pra Paul Howard, diretor sênior da Wincent, o mercado pode caminhar pra um cenário com menos moedas competindo entre si e uma liquidez mais concentrada. “Talvez o que a gente esteja vendo agora seja o começo duma consolidação no mercado de stablecoins”, afirmou.

Hyperliquid pode disparar após parceria com Coinbase e Circle, dizem analistas

A Hyperliquid deu foi um passo danado de estratégico que pode mexer bastante na forma que o dinheiro das stablecoins é repartido no mercado cripto. De acordo com uma análise publicada pelo CoinDesk, o novo acordo fechado com a Coinbase e a Circle vai permitir que a plataforma fique com uma boa parte dos rendimentos gerados pelos depósitos em USDC dentro do protocolo.
Com esse acordo, o USDC passa a ser a principal moeda usada como referência na Hyperliquid através de um modelo chamado “Aligned Quote Asset” (AQA). Na prática, a Circle continua cuidando da emissão e do resgate do USDC, enquanto a Coinbase fica responsável pela administração das reservas da stablecoin na rede.
Mas o que mais chamou atenção do povo do mercado foi a divisão dos ganhos. Segundo os analistas, a Hyperliquid pode acabar ficando com até 90% dos rendimentos gerados pelas reservas em USDC depositadas na plataforma — uma grana que antes ficava mais concentrada entre Circle e Coinbase.
Pra Ryan Watkins, cofundador da Syncracy Capital, esse trem pode ter sido o anúncio mais importante da Hyperliquid neste ano. “Quanto mais eu penso nessa parceria com a Coinbase, mais acredito que foi o maior anúncio da Hyperliquid em 2026”, escreveu ele na rede X.
Segundo Watkins, essa mudança mexe forte no modelo de negócio da plataforma, porque agora ela ganha uma nova fonte de receita além das taxas cobradas nas negociações. Isso fortalece ainda mais a expectativa de valorização do token HYPE, que já subiu 17% na última semana, mesmo com o mercado cripto passando aperto.
“O compartilhamento dos rendimentos faz a receita da Hyperliquid crescer mais com os depósitos feitos na plataforma, e não só com o volume de trade”, explicou.
Hoje, a Hyperliquid já tem mais de US$ 5 bilhões em USDC dentro do ecossistema. Pelas contas de Watkins, isso poderia render algo entre US$ 135 milhões e US$ 160 milhões por ano só nessa divisão de yield. E se os depósitos continuarem aumentando, esse valor pode bater entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões anuais só com essa nova estrutura.
Pressão em cima da Circle e da Coinbase
Se por um lado a Hyperliquid pode sair ganhando uma nova fonte pesada de receita, por outro o acordo também acendeu um alerta sobre o impacto financeiro pra Circle e Coinbase.
Analistas da Compass Point calculam que o acordo pode cortar entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões do Ebitda anual combinado das duas empresas. “Também enxergamos o risco de outros protocolos DeFi começarem a exigir acordos parecidos de compartilhamento de rendimento”, escreveram Ed Engel e Mike Donovan.
Na visão deles, o setor pode estar entrando numa nova fase, onde protocolos e exchanges com muitos usuários passam a ganhar mais força nas negociações com as empresas emissoras de stablecoins.
Já pra Paul Howard, diretor sênior da Wincent, o mercado pode caminhar pra um cenário com menos moedas competindo entre si e uma liquidez mais concentrada. “Talvez o que a gente esteja vendo agora seja o começo duma consolidação no mercado de stablecoins”, afirmou.
مقالة
عرض الترجمة
Ethereum Foundation registra saídas de membros e amplia debate sobre transparência e liderançaUma nova leva de saídas de gente importante da Ethereum Foundation voltou a dar pano pra manga dentro da comunidade cripto. O povo tá questionando cada vez mais pra onde caminha a principal entidade ligada ao desenvolvimento do Ethereum. Segundo reportagem do portal coindesk.com, vários nomes conhecidos do ecossistema anunciaram nos últimos dias que tão deixando a fundação. E isso só aumentou um clima de incômodo que já vinha crescendo entre desenvolvedores, pesquisadores e participantes da comunidade. Na rede X, o assunto espalhou ligeiro. Muita gente começou a cobrar mais clareza sobre as mudanças internas e sobre quem tá mandando no quê dentro da organização. “Uai, o que tá pegando na Fundação Ethereum?”, questionou Andy, numa publicação que repercutiu forte entre o pessoal do setor. Outros membros também reclamaram da falta de transparência sobre as mudanças e da forma como as funções tão sendo redistribuídas. Joon Ian Wong foi um dos que criticaram a comunicação da entidade. A discussão reacende um debate antigo envolvendo a fundação, entidade sem fins lucrativos sediada na Suíça e peça-chave no financiamento de pesquisas, coordenação de atualizações e apoio ao desenvolvimento do Ethereum. Diferente de empresa tradicional, a EF sempre funcionou num modelo mais descentralizado, sem muita hierarquia. Quem defende esse formato diz que isso ajuda a manter a neutralidade da rede e evita concentração de poder. Já os críticos falam que a falta de clareza tá começando a gerar atrito num ecossistema que hoje movimenta bilhões. Entre os nomes que deixaram a fundação ou diminuíram participação recentemente estão Barnabé Monnot, Tim Beiko, Trent Van Epps, Carl Beek e Julian Ma. Além deles, Alex Stokes anunciou neste mês que vai tirar um período sabático. Tudo isso acontece junto de uma reformulação interna iniciada depois que a fundação publicou, em março, um novo mandato organizacional. O documento tentava redefinir o papel da EF dentro do ecossistema Ethereum, reforçando princípios como neutralidade, resistência à censura, desenvolvimento open-source e apoio à infraestrutura da rede. Na época, a fundação disse que não se vê como “dona” do Ethereum, mas apenas como uma das entidades que ajudam no desenvolvimento do protocolo. Mesmo assim, parte da comunidade achou que o texto deixou mais dúvida do que resposta sobre governança e tomada de decisão. As incertezas aumentaram ainda mais depois que Tomasz Stańczak, que tinha assumido como co-diretor executivo durante a reestruturação iniciada em 2025, anunciou sua saída poucos meses depois. A mudança vem num momento em que o Ethereum enfrenta pressão crescente sobre velocidade de execução, coordenação interna e capacidade de competir com outras blockchains que tão avançando ligeiro no mercado. No ano passado, até a liderança da fundação já tinha virado alvo de críticas públicas antes da saída de Aya Miyaguchi do comando da organização. Na ocasião, Vitalik Buterin saiu em defesa da fundação e do modelo de funcionamento da EF. Segundo ele, muita gente entende errado o papel da organização, que teria sido criada pra apoiar o desenvolvimento da rede — e não pra controlar o Ethereum.$ETH ,$EDEN ,$BTC

Ethereum Foundation registra saídas de membros e amplia debate sobre transparência e liderança

Uma nova leva de saídas de gente importante da Ethereum Foundation voltou a dar pano pra manga dentro da comunidade cripto. O povo tá questionando cada vez mais pra onde caminha a principal entidade ligada ao desenvolvimento do Ethereum.
Segundo reportagem do portal coindesk.com, vários nomes conhecidos do ecossistema anunciaram nos últimos dias que tão deixando a fundação. E isso só aumentou um clima de incômodo que já vinha crescendo entre desenvolvedores, pesquisadores e participantes da comunidade.
Na rede X, o assunto espalhou ligeiro. Muita gente começou a cobrar mais clareza sobre as mudanças internas e sobre quem tá mandando no quê dentro da organização.
“Uai, o que tá pegando na Fundação Ethereum?”, questionou Andy, numa publicação que repercutiu forte entre o pessoal do setor.
Outros membros também reclamaram da falta de transparência sobre as mudanças e da forma como as funções tão sendo redistribuídas. Joon Ian Wong foi um dos que criticaram a comunicação da entidade.
A discussão reacende um debate antigo envolvendo a fundação, entidade sem fins lucrativos sediada na Suíça e peça-chave no financiamento de pesquisas, coordenação de atualizações e apoio ao desenvolvimento do Ethereum.
Diferente de empresa tradicional, a EF sempre funcionou num modelo mais descentralizado, sem muita hierarquia. Quem defende esse formato diz que isso ajuda a manter a neutralidade da rede e evita concentração de poder. Já os críticos falam que a falta de clareza tá começando a gerar atrito num ecossistema que hoje movimenta bilhões.
Entre os nomes que deixaram a fundação ou diminuíram participação recentemente estão Barnabé Monnot, Tim Beiko, Trent Van Epps, Carl Beek e Julian Ma.
Além deles, Alex Stokes anunciou neste mês que vai tirar um período sabático.
Tudo isso acontece junto de uma reformulação interna iniciada depois que a fundação publicou, em março, um novo mandato organizacional. O documento tentava redefinir o papel da EF dentro do ecossistema Ethereum, reforçando princípios como neutralidade, resistência à censura, desenvolvimento open-source e apoio à infraestrutura da rede.
Na época, a fundação disse que não se vê como “dona” do Ethereum, mas apenas como uma das entidades que ajudam no desenvolvimento do protocolo. Mesmo assim, parte da comunidade achou que o texto deixou mais dúvida do que resposta sobre governança e tomada de decisão.
As incertezas aumentaram ainda mais depois que Tomasz Stańczak, que tinha assumido como co-diretor executivo durante a reestruturação iniciada em 2025, anunciou sua saída poucos meses depois.
A mudança vem num momento em que o Ethereum enfrenta pressão crescente sobre velocidade de execução, coordenação interna e capacidade de competir com outras blockchains que tão avançando ligeiro no mercado.
No ano passado, até a liderança da fundação já tinha virado alvo de críticas públicas antes da saída de Aya Miyaguchi do comando da organização.
Na ocasião, Vitalik Buterin saiu em defesa da fundação e do modelo de funcionamento da EF. Segundo ele, muita gente entende errado o papel da organização, que teria sido criada pra apoiar o desenvolvimento da rede — e não pra controlar o Ethereum.$ETH ,$EDEN ,$BTC
مقالة
عرض الترجمة
Bitcoin em baixa faz a OranjeBTC registrar perda de R$ 460 milhões no primeiro trimestreA OranjeBTC, considerada a maior empresa de tesouraria em Bitcoin da América Latina, fechou o primeiro trimestre de 2026 no vermelho, com prejuízo líquido de R$ 460,7 milhões. O tombo veio, principalmente, da queda no preço da moeda digital no período e do ajuste contábil feito sobre a reserva de bitcoins da companhia. Conforme o balanço divulgado pela empresa, o maior peso no resultado foi uma despesa de R$ 466,8 milhões ligada à reavaliação do Bitcoin pelo valor de mercado. Em outras palavras, como a criptomoeda perdeu valor entre janeiro e março, isso acabou impactando as contas da empresa no papel. A OranjeBTC ressaltou que essa perda é contábil, ou seja, não representa saída de dinheiro do caixa nem mudança na quantidade de bitcoins guardados pela companhia. No fim de março, a empresa mantinha 3.723 bitcoins em caixa, praticamente o mesmo volume registrado no fechamento de 2025. Essa reserva estava avaliada em cerca de R$ 1,33 bilhão, considerando um preço médio de R$ 356,1 mil por unidade de Bitcoin. Na carta aos acionistas, a companhia destacou que o começo do ano foi marcado por muita oscilação no mercado de criptomoedas e por um cenário complicado para empresas que trabalham com tesouraria em Bitcoin no mundo todo. Mesmo assim, afirmou continuar acreditando que o Bitcoin deve ganhar cada vez mais espaço dentro do sistema financeiro global. A empresa também disse que segue trabalhando para fortalecer sua posição no Brasil, apostando em gestão de tesouraria, expansão da marca e criação de novos produtos ligados ao universo do Bitcoin. Durante o trimestre, a OranjeBTC recomprou 274,2 mil ações da própria companhia, investindo cerca de R$ 2,2 milhões. Segundo a empresa, a medida foi tomada porque a direção enxergava as ações sendo negociadas abaixo do valor considerado justo em relação à reserva de Bitcoin. Mesmo com a turbulência no mercado, a companhia iniciou ainda uma estratégia de usar parte da reserva em Bitcoin como garantia para operações financeiras. Uma dessas movimentações trouxe retorno de R$ 262 mil no trimestre. Ao fim de março, a OranjeBTC tinha R$ 68,5 milhões em caixa e equivalentes, além de uma dívida de curto prazo de R$ 52,4 milhões. Tirando essa dívida da conta, sobravam R$ 16,1 milhões líquidos em caixa. O resultado gerencial da empresa — que desconsidera efeitos puramente contábeis e itens sem impacto no caixa — ficou negativo em R$ 2,6 milhões. Ainda assim, a companhia manteve a expectativa de alcançar equilíbrio operacional até o fim de 2026. A base de investidores também cresceu forte. A empresa encerrou março com 8.579 acionistas, número 65% maior do que no fim do ano passado. “A tesouraria em Bitcoin é só o começo da OranjeBTC”, afirmou a companhia. “O objetivo é construir uma empresa capaz de acumular Bitcoin com disciplina, ensinar o mercado e acelerar a adoção do chamado Padrão Bitcoin no Brasil.”

Bitcoin em baixa faz a OranjeBTC registrar perda de R$ 460 milhões no primeiro trimestre

A OranjeBTC, considerada a maior empresa de tesouraria em Bitcoin da América Latina, fechou o primeiro trimestre de 2026 no vermelho, com prejuízo líquido de R$ 460,7 milhões. O tombo veio, principalmente, da queda no preço da moeda digital no período e do ajuste contábil feito sobre a reserva de bitcoins da companhia.
Conforme o balanço divulgado pela empresa, o maior peso no resultado foi uma despesa de R$ 466,8 milhões ligada à reavaliação do Bitcoin pelo valor de mercado. Em outras palavras, como a criptomoeda perdeu valor entre janeiro e março, isso acabou impactando as contas da empresa no papel. A OranjeBTC ressaltou que essa perda é contábil, ou seja, não representa saída de dinheiro do caixa nem mudança na quantidade de bitcoins guardados pela companhia.
No fim de março, a empresa mantinha 3.723 bitcoins em caixa, praticamente o mesmo volume registrado no fechamento de 2025. Essa reserva estava avaliada em cerca de R$ 1,33 bilhão, considerando um preço médio de R$ 356,1 mil por unidade de Bitcoin.
Na carta aos acionistas, a companhia destacou que o começo do ano foi marcado por muita oscilação no mercado de criptomoedas e por um cenário complicado para empresas que trabalham com tesouraria em Bitcoin no mundo todo. Mesmo assim, afirmou continuar acreditando que o Bitcoin deve ganhar cada vez mais espaço dentro do sistema financeiro global.
A empresa também disse que segue trabalhando para fortalecer sua posição no Brasil, apostando em gestão de tesouraria, expansão da marca e criação de novos produtos ligados ao universo do Bitcoin.
Durante o trimestre, a OranjeBTC recomprou 274,2 mil ações da própria companhia, investindo cerca de R$ 2,2 milhões. Segundo a empresa, a medida foi tomada porque a direção enxergava as ações sendo negociadas abaixo do valor considerado justo em relação à reserva de Bitcoin.
Mesmo com a turbulência no mercado, a companhia iniciou ainda uma estratégia de usar parte da reserva em Bitcoin como garantia para operações financeiras. Uma dessas movimentações trouxe retorno de R$ 262 mil no trimestre.
Ao fim de março, a OranjeBTC tinha R$ 68,5 milhões em caixa e equivalentes, além de uma dívida de curto prazo de R$ 52,4 milhões. Tirando essa dívida da conta, sobravam R$ 16,1 milhões líquidos em caixa.
O resultado gerencial da empresa — que desconsidera efeitos puramente contábeis e itens sem impacto no caixa — ficou negativo em R$ 2,6 milhões. Ainda assim, a companhia manteve a expectativa de alcançar equilíbrio operacional até o fim de 2026.
A base de investidores também cresceu forte. A empresa encerrou março com 8.579 acionistas, número 65% maior do que no fim do ano passado.
“A tesouraria em Bitcoin é só o começo da OranjeBTC”, afirmou a companhia. “O objetivo é construir uma empresa capaz de acumular Bitcoin com disciplina, ensinar o mercado e acelerar a adoção do chamado Padrão Bitcoin no Brasil.”
مقالة
JPMorgan يقول إن الإيثيريوم راح يبقى وراء البيتكوين بدون زيادة في نشاط الشبكةيا عزيزي، JPMorgan يعتقد أن الإيثيريوم وباقي الألتكوينز راح يظلون متأخرين عن البيتكوين، على الأقل إلى أن الشبكات البلوكتشين تبين نمو أقوى في النشاط الاقتصادي. التحليل هذا طلع في تقرير البنك وتم نشره عبر بوابة The Block. حسب المحللين، بقيادة نيكولاوس بانيجيرتزوغلو، السوق الكريبتو تغير كثير من 2023. المستثمرين الكبار، خصوصاً المؤسسات، بدوا يحطون فلوس وثقة أكثر في البيتكوين. حتى مع الانتعاش الأخير في السوق، اللي قادته تحسن مزاج المستثمرين العالميين، الإيثيريوم وباقي العملات البديلة لا زالوا يجرون وراء البيتكوين لما يتعلق الأمر بدخول رأس المال والاهتمام المؤسسي.

JPMorgan يقول إن الإيثيريوم راح يبقى وراء البيتكوين بدون زيادة في نشاط الشبكة

يا عزيزي، JPMorgan يعتقد أن الإيثيريوم وباقي الألتكوينز راح يظلون متأخرين عن البيتكوين، على الأقل إلى أن الشبكات البلوكتشين تبين نمو أقوى في النشاط الاقتصادي. التحليل هذا طلع في تقرير البنك وتم نشره عبر بوابة The Block.
حسب المحللين، بقيادة نيكولاوس بانيجيرتزوغلو، السوق الكريبتو تغير كثير من 2023. المستثمرين الكبار، خصوصاً المؤسسات، بدوا يحطون فلوس وثقة أكثر في البيتكوين. حتى مع الانتعاش الأخير في السوق، اللي قادته تحسن مزاج المستثمرين العالميين، الإيثيريوم وباقي العملات البديلة لا زالوا يجرون وراء البيتكوين لما يتعلق الأمر بدخول رأس المال والاهتمام المؤسسي.
مقالة
THORChain توقف العمليات بعد هجوم بقيمة 10 ملايين دولار؛ RUNE ينخفض بنسبة 12%أوقفت THORChain التداولات صباح يوم الجمعة، بعد أن لاحظ فريق الأمن في البلوكتشين وجود شبهة احتيال يُعتقد أنها أثرت على أكثر من 10 ملايين دولار في عدة شبكات. قام الباحث ZachXBT وفريق PeckShield بتتبع المشكلة إلى عنوانين رئيسيين — واحد في البيتكوين وآخر في الشبكات التي تعمل على EVM، مثل الإيثيريوم و BNB Smart Chain و Base. استنادًا إلى هذا التحليل، اتخذت THORChain إجراءات سريعة لحماية نفسها. لم يتحدث فريق البروتوكول بعد عن التفاصيل الفنية لتلك الثغرة ولم يؤكد الأرقام التي يشير إليها الباحثون كخسائر. انخفض رمز RUNE، الذي يعود لـ THORChain، بنسبة 12% في اليوم وكان يتم تداوله بسعر 0.5229 دولار، وفقًا لـ CoinGecko.

THORChain توقف العمليات بعد هجوم بقيمة 10 ملايين دولار؛ RUNE ينخفض بنسبة 12%

أوقفت THORChain التداولات صباح يوم الجمعة، بعد أن لاحظ فريق الأمن في البلوكتشين وجود شبهة احتيال يُعتقد أنها أثرت على أكثر من 10 ملايين دولار في عدة شبكات.
قام الباحث ZachXBT وفريق PeckShield بتتبع المشكلة إلى عنوانين رئيسيين — واحد في البيتكوين وآخر في الشبكات التي تعمل على EVM، مثل الإيثيريوم و BNB Smart Chain و Base. استنادًا إلى هذا التحليل، اتخذت THORChain إجراءات سريعة لحماية نفسها.
لم يتحدث فريق البروتوكول بعد عن التفاصيل الفنية لتلك الثغرة ولم يؤكد الأرقام التي يشير إليها الباحثون كخسائر. انخفض رمز RUNE، الذي يعود لـ THORChain، بنسبة 12% في اليوم وكان يتم تداوله بسعر 0.5229 دولار، وفقًا لـ CoinGecko.
مقالة
براديسكو يعيد هيكلته لتقديم خدمات حفظ العملات المشفرة والاستيبل كوينزيلا، صحيح، براديسكو يستعد لدخول سوق الحفظ للأصول الرقمية، بما في ذلك العملات المشفرة والاستيبل كوينز. تم تمرير هذه المعلومات يوم الخميس (14) من قبل ريناتا بتروفيتش، التي تدير قسم الابتكار في البنك، خلال حدث إطلاق بلوكتشين ريو 2026. وفقًا لها، البنك بدأ بالفعل بتنظيم نفسه داخليًا، حيث أنشأ قسمًا محددًا لهذه "الأصول الرقمية"، وقد أبرم شراكة للتعامل مع هذا الجانب من الحفظ. الفكرة، كما شرحت، هي أكثر شمولاً، ولا تقتصر فقط على العملات المشفرة، بل تشمل كل نوع من الأصول الرقمية.

براديسكو يعيد هيكلته لتقديم خدمات حفظ العملات المشفرة والاستيبل كوينز

يلا، صحيح، براديسكو يستعد لدخول سوق الحفظ للأصول الرقمية، بما في ذلك العملات المشفرة والاستيبل كوينز. تم تمرير هذه المعلومات يوم الخميس (14) من قبل ريناتا بتروفيتش، التي تدير قسم الابتكار في البنك، خلال حدث إطلاق بلوكتشين ريو 2026.
وفقًا لها، البنك بدأ بالفعل بتنظيم نفسه داخليًا، حيث أنشأ قسمًا محددًا لهذه "الأصول الرقمية"، وقد أبرم شراكة للتعامل مع هذا الجانب من الحفظ. الفكرة، كما شرحت، هي أكثر شمولاً، ولا تقتصر فقط على العملات المشفرة، بل تشمل كل نوع من الأصول الرقمية.
مقالة
كيفين وارش، المؤيد للعملات المشفرة، يتولى رئاسة الاحتياطي الفيدراليأكد مجلس الشيوخ الأمريكي يوم الأربعاء (13) تعيين كيفين وارش كرئيس جديد للاحتياطي الفيدرالي، مما يمهد الطريق له لتولي قيادة البنك المركزي الأمريكي. بعد عدة أشهر من الضغط السياسي الكبير وصراعات بين حكومة دونالد ترامب والرئيس الحالي جيروم باول، كانت نتيجة التصويت 54 لصالح و45 ضد وارش. على الرغم من أنه انتقد بالفعل مشاريع العملات المشفرة التي يعتبرها بلا قيمة، إلا أن وارش استثمر أيضًا في مبادرات القطاع وحتى قال إن البيتكوين "لا يجعله يشعر بالتوتر".

كيفين وارش، المؤيد للعملات المشفرة، يتولى رئاسة الاحتياطي الفيدرالي

أكد مجلس الشيوخ الأمريكي يوم الأربعاء (13) تعيين كيفين وارش كرئيس جديد للاحتياطي الفيدرالي، مما يمهد الطريق له لتولي قيادة البنك المركزي الأمريكي.
بعد عدة أشهر من الضغط السياسي الكبير وصراعات بين حكومة دونالد ترامب والرئيس الحالي جيروم باول، كانت نتيجة التصويت 54 لصالح و45 ضد وارش.
على الرغم من أنه انتقد بالفعل مشاريع العملات المشفرة التي يعتبرها بلا قيمة، إلا أن وارش استثمر أيضًا في مبادرات القطاع وحتى قال إن البيتكوين "لا يجعله يشعر بالتوتر".
مقالة
من البيتكوين إلى أسواق رأس المال: DAC نيويورك 2026 يناقش مستقبل النظام المالييا سلام، السوق بتاع الأصول الرقمية قاعد يكبر بشكل مذهل، شفت؟ الموضوع ده كان من بين الأكثر حديثًا في النسخة الدولية الأولى من مؤتمر الأصول الرقمية (DAC)، اللي حصل يوم الثلاثاء (12)، هناك في نيويورك. الحدث كان من تنظيم MB | Mercado Bitcoin مع مجموعة من الشركات في القطاع، خلال ما يسمى بأسبوع البرازيل، وهو حدث بيجمع نقاشات عن المالية والأعمال البرازيلية في الولايات المتحدة. في الافتتاح، روبرتو داغنوني، رئيس Mercado Bitcoin، قال إن السوق التقليدي والرقمي قاعد يتداخلوا بشكل متزايد. ووفقًا له، الأصول الرقمية بقت مش بس فكرة جديدة، لكن بقت جزء من استراتيجيات جدية للاستثمار وبنية تحتية مالية.

من البيتكوين إلى أسواق رأس المال: DAC نيويورك 2026 يناقش مستقبل النظام المالي

يا سلام، السوق بتاع الأصول الرقمية قاعد يكبر بشكل مذهل، شفت؟ الموضوع ده كان من بين الأكثر حديثًا في النسخة الدولية الأولى من مؤتمر الأصول الرقمية (DAC)، اللي حصل يوم الثلاثاء (12)، هناك في نيويورك. الحدث كان من تنظيم MB | Mercado Bitcoin مع مجموعة من الشركات في القطاع، خلال ما يسمى بأسبوع البرازيل، وهو حدث بيجمع نقاشات عن المالية والأعمال البرازيلية في الولايات المتحدة.
في الافتتاح، روبرتو داغنوني، رئيس Mercado Bitcoin، قال إن السوق التقليدي والرقمي قاعد يتداخلوا بشكل متزايد. ووفقًا له، الأصول الرقمية بقت مش بس فكرة جديدة، لكن بقت جزء من استراتيجيات جدية للاستثمار وبنية تحتية مالية.
مقالة
تسجل ETFs البيتكوين سحبًا بقيمة 3.1 مليار ريال، في أكبر حجم من السحوبات منذ ينايرتراجعت ETFs البيتكوين الفورية في الولايات المتحدة بشكل كبير يوم الأربعاء (13)، مع خروج 630.4 مليون دولار — حوالي 3.1 مليار ريال برازيلي. كان هذا أسوأ أداء في يوم واحد منذ أكثر من ثلاثة أشهر. جاء الضغط بعد صدور بيانات جديدة عن التضخم في الولايات المتحدة التي أخافت السوق وجعلت العديد من المستثمرين يبتعدون عن الأصول الأكثر خطورة. وفقًا لتقرير من Farside Investors، كان الصندوق الأكثر تأثرًا هو IBIT من BlackRock، الذي فقد 284.7 مليون دولار. وتبعه ARKB من ARK Invest، مع سحب 177.1 مليون دولار؛ و FBTC من Fidelity، مع 133.2 مليون دولار؛ و BITB من Bitwise، الذي شهد خروج 35.4 مليون دولار. معًا، شكلت هذه الأربعة تقريبًا كل النزيف في اليوم.

تسجل ETFs البيتكوين سحبًا بقيمة 3.1 مليار ريال، في أكبر حجم من السحوبات منذ يناير

تراجعت ETFs البيتكوين الفورية في الولايات المتحدة بشكل كبير يوم الأربعاء (13)، مع خروج 630.4 مليون دولار — حوالي 3.1 مليار ريال برازيلي. كان هذا أسوأ أداء في يوم واحد منذ أكثر من ثلاثة أشهر. جاء الضغط بعد صدور بيانات جديدة عن التضخم في الولايات المتحدة التي أخافت السوق وجعلت العديد من المستثمرين يبتعدون عن الأصول الأكثر خطورة.
وفقًا لتقرير من Farside Investors، كان الصندوق الأكثر تأثرًا هو IBIT من BlackRock، الذي فقد 284.7 مليون دولار. وتبعه ARKB من ARK Invest، مع سحب 177.1 مليون دولار؛ و FBTC من Fidelity، مع 133.2 مليون دولار؛ و BITB من Bitwise، الذي شهد خروج 35.4 مليون دولار. معًا، شكلت هذه الأربعة تقريبًا كل النزيف في اليوم.
مقالة
كيفية تحقيق الأرباح من البيتكوين من خلال الاستثمارات في الأصول التقليدية، مثل الدولار والذهبعندما يتعلق الأمر بالكرابتو، فإن البيتكوين يميل إلى جذب معظم الحديث. لكن مع تزايد دمج السوق مع النظام المالي التقليدي، بدأ الكثير من الناس في النظر أيضًا إلى الأصول الرقمية التي تمثل أشياء يعرفها الناس منذ فترة: الدولار والذهب. المنطق بسيط جدًا. عندما يكون السيناريو الاقتصادي معقدًا، مع تضخم، وفوائد، وحروب خارجية، وعدم يقين في كل مكان، يميل المستثمرون إلى الهروب إلى الأصول التي تُعتبر أكثر أمانًا. في السوق التقليدي، هذا يعني عادةً الدولار والذهب.

كيفية تحقيق الأرباح من البيتكوين من خلال الاستثمارات في الأصول التقليدية، مثل الدولار والذهب

عندما يتعلق الأمر بالكرابتو، فإن البيتكوين يميل إلى جذب معظم الحديث. لكن مع تزايد دمج السوق مع النظام المالي التقليدي، بدأ الكثير من الناس في النظر أيضًا إلى الأصول الرقمية التي تمثل أشياء يعرفها الناس منذ فترة: الدولار والذهب.
المنطق بسيط جدًا. عندما يكون السيناريو الاقتصادي معقدًا، مع تضخم، وفوائد، وحروب خارجية، وعدم يقين في كل مكان، يميل المستثمرون إلى الهروب إلى الأصول التي تُعتبر أكثر أمانًا. في السوق التقليدي، هذا يعني عادةً الدولار والذهب.
سجّل الدخول لاستكشاف المزيد من المُحتوى
انضم إلى مُستخدمي العملات الرقمية حول العالم على Binance Square
⚡️ احصل على أحدث المعلومات المفيدة عن العملات الرقمية.
💬 موثوقة من قبل أكبر منصّة لتداول العملات الرقمية في العالم.
👍 اكتشف الرؤى الحقيقية من صنّاع المُحتوى الموثوقين.
البريد الإلكتروني / رقم الهاتف
خريطة الموقع
تفضيلات ملفات تعريف الارتباط
شروط وأحكام المنصّة